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ÊXODO ECONÔMICO, SOCIAL E EDUCACIONAL

Texto/Pesquisa de Willi Backes

comment Jornalismo access_time25/01/2021 - 09:33

Nas décadas de 40, 50, 60 e 70 do Século XX, a primeira e segunda geração de filhos nascidos das Famílias Colonizadoras de Forquilhinha, defrontaram-se com duas questões de difícil e até impossível resolução. Poucas eram as terras para a labuta dos descendentes pois eram suficientes apenas para a subsistência, e, o sul catarinense não oferecia opções suficientes para educação em cursos técnicos, ensino médio e superior. Algumas famílias fundadoras da colônia e seus descendentes, muitos filhos e netos das demais famílias, literalmente promoveram êxodo para capitais e demais regiões do Brasil e também para o exterior. Os destinos iniciais nem sempre foram os finais e permanentes, assim como, aqueles que foram buscar educação, muitos ficaram por lá, outros retornaram após graduação a Forquilhinha e Criciúma.

Para LUZERNA/SC foram as famílias de Paulo Eyng, Henrique Arns, Cuniberto Hoepers, Edmundo Preis, Erich Arns, Alberto Fritzen, Aloísio Eyng e Edmundo Sehnem, para PORTO NOVO/ITAPIRANGA/SC foram Antônio Preis, Geraldo Back, Lino Back, Davi Back, João Jacó Back, Adolfo Fritzen, Adolfo Kühlkamp, Alfredo Kühlkamp, Vendelino Eyng, Aloísio Preis, Wendelino Weber e João Horr, para a região de RIO DO SUL/SC foram Antônio Arns, Pedro Arns, Leopoldo Preis, Walter Preis, Antônio Sehnem, Ambrósio Junkes, Paulo, Lino, Gregório e Gabriel Kühlkamp, Leonardo Eyng e Oscar Preis, para a região de FOZ DO IGUAÇÚ/PR foram Estanislau Back, Simão Meurer, Áureo Eyng, Felix Eyng, Marino Eyng, Geraldo Correa, Gabriel Hoepers, Gabriel Kurtz, Martinho Kammer e Adílio Miranda, para IVATUBA E REGIÃO/PR foram João Kammer, Gregório Hoepers, Fridolino Michels e Alfredo Michels, para CURITIBA/PR foi a família de Gabriel Arns, para PORTO ALEGRE/RS foram Tito Back, Heriberto Hobold e Henrique Preis, para CRUZ ALTA/RS foi Jacó Arns, e para CRICIÚMA E OUTRAS CIDADES CATARINENSES foram Vânio Sampaio, Apolinário Tiscoski, Eugênio Michels, Carlos Sehnem, Paulo Ricken, Osvaldo Michels, Ervino Michels e Ricardo Steiner.

Filhas e Filhos das Famílias de Forquilhinha foram buscar formação educacional e contribuir com seus conhecimentos profissionais em todas as áreas, no Brasil e no estrangeiro. No RIO DE JANEIRO/RJ Leonardo Eyng, Zeno Eyng, Inocêncio Warmling e Ático Eyng, em FLORIANÓPOLIS/SC foram Paulo Preis, Nelson Back, Egon Steiner, Ado Steiner, Pedro Arns, Eno Steiner, Norberta Steiner, Ida Steiner, Terezinha Steiner, Edeltraud Arns, Valmor Backes, Pedro Eyng e Francisco Hoepers, para CURITIBA E CIDADES DO PARANÁ foram José Hoepers, José Spegel, Adalberto Arns, Osvaldo Arns, Otília Arns, Ida Arns, Zélia Arns, Eurico Back, Felipe Arns, Zilda Arns, Osvaldo Junkes, Felix Boeing, Eloi Michels, Werner Backes e Hélio Steiner, para PORTO ALEGRE/RS rumaram Afonso Back,Tecla Steiner, Anilda Back, Felix Back, Paulo Heerdt, Günter Steiner, Adalberto Preis, Max Michels, Paulo Steiner, Felix Eyng, Heriberto Back, Milton Back, Dino Steiner, Jorge Steiner, , para CRICIÚMA E CIDADES CATARINENSES foram Fidélis Back, Genuíno Steiner, Alvino Kurtz, Rudi Steiner, Doraci Nuernberg, Arlindo Junkes, Adolfo Arns, Cuniberto Junkes, Bertoldo Arns, Ivo Michels, Gundo Steiner, Adelina Arns, Valentina Loch, Agatha Junkes, Guido Steiner, Heriberto Junkes, Imelda Horr, Ciro Steiner, Frida Back, Alice Steiner, Imelda Back, Alda Steiner, Valda Steiner, Leonídia Michels, Lorena Michels, Jane Tiscoski e Salete Aléssio, para SÃO PAULO/SP foram Ademar Back, Elmo Steiner e Irma Arns.
A Escola Técnica Federal de Agronomia em CAMBORIÚ/SC recebeu os educandos Alcides Tiscoski, Jair Savi, Valmor da Silva, Mauro da Silva, Celso da Silva, Enedir da Silva, Belói Steiner, Rafael, Voimer Loch, Willi Backes, Adalberto Eyng, Valmir Eyng, Ingo Michels, Egon Kulkamp e Henrique Hobold.

VÔOS INTERCONTINENTAIS.
Para a ÁUSTRIA/EUROPA, seguiram Armínio Eyng, Lucas Borgert, Fidélis Hoepers, Mateus Hoepers, Aldo Steiner, Milton Steiner, Antônio Eyng, Paulo Arns, Otto Ortmeyer, Heins Ortmeyer, Leodegar Hobold, Zeno Hobold, Delfino Heerdt, Antônio Heerdt, Antônio Berkenbrock e Bruno Steiner.
Para os ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA DO NORTE foram Lucinda Westrup, Nadir Loch e Maria Salete Horr. Para a ALEMANHA/EUROPA foram as irmãs Elisabete, Clara, Marta e Hedi Ortmeier.

EDUCAÇÃO RELIGIOSA PRESENTE.
A vida religiosa Católica Apostólica Romana sempre foi presente e atuante nas Famílias Fundadoras e seus descendentes. Filhos e filhas das Famílias de Forquilhinha buscaram formação e educação religiosa no Brasil e no exterior, contribuindo de forma efetiva em ações do evangelho, educacionais e sociais. Os seminários e cursos superiores formaram religiosos como D. Paulo Evaristo Arns, Frei Dr. Mateus Hoepers, Frei Inocêncio Warmling, Frei José Fritzen, Frei Oscar Preis, Frei Alberto Beckhauser, Frei Crisóstomo Arns, Frei Jerônimo Back, Frei Ático Eyng, Frei Vilson Steiner, Padre Bernardo Junkes, Padre Silvestre Junkes, Padre Alfredo Junkes, Frei Antônio Guidarini, Padre Heriberto Borgert, Frei Osvaldo Loch, Frei Paulo Back e Padre Max Eyng.

Filhas das Famílias de Forquilhinha que seguiram a vida religiosa nas diversas Ordens e Congregações por todo o Brasil: Irmãs Alberta Preis, Êrica Borgert, Ângela Horr, Leopoldina Loch, Helena Arns, Luciana Back, Beatriz Sehnem, Hildegunde Arns, Otília Westrup, Aloísia Back, Gabriela Arns, Edite Back, Teresinha Arns, Anita Maag, Valburga Back, Inês Back, Luzia Back, Ester Steiner, Ancila Back, Gertrudis Hoepers, Evilásia Eyng, Cleofas Hoepers, Irmã Kammer, Rovena Hoepers, Dora Hoepers, Isaura Kühlkamp, Felipana Boeing, Estela Ortmeier, Ernestina Heerdt, Griseldis Eyng, Neli Lúcia Eyng, Sílvia Eyng, Bertila Eyng, Gertrudis Eyng .

Reportagem: Redação Eldorado

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