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  Saiu o dinheiro para a rodovia Jacob Westrup

commentJornalismo access_time28/05/2020 17:30

Recursos anunciados estão na ordem de R$ 13,4 milhões

Governo e futebol catarinense: mais um passo importante foi dado nesta quarta

commentEsporte access_time28/05/2020 07:30

Ressaltando o clima de diálogo entre Governo e futebol, os clubes acreditam que até sexta-feira devam receber uma resposta

Segue a campanha do Criciúma "Cuidando de Quem Cuida da Gente"

commentCriciúma EC access_time28/05/2020 07:30

Lembrando que a cada kit com três máscaras oficiais, uma será doada para nossos trabalhadores da limpeza urbana

Novo partido nasce forte no Reino Unido

access_time12/05/2019 - 17:31

Fonte: Produção

O Partido Brexit, que foi criado em abril passado, está liderando as intenções de voto no Reino Unido com 34%. A sigla eurocética tem mais intenções de voto que o Partido Conservador (Tory) do atual governo da primeira-ministra Theresa May, segundo uma sondagem divulgada neste domingo (12/05) pelo jornal The Observer.
O Brexit, como partido, foi criado pelo ex-líder do Partido da Independência do Reino Unido (Ukip), Nigel Farage (foto). O BP (Brexit Party) explora a insatisfação popular com a percepção de que o Parlamento britânico bloqueou a concretização do referendo de junho de 2016, quando 52% dos eleitores votaram pela saída do Reino Unido da União Europeia (UE).
O partido de Nigel Farage, um entusiasta do presidente norte-americano Donald Trump, participará das eleições parlamentares duropeias.
O Reino Unido tinha inicialmente como data de saída da UE o dia 29 de março, mas, na falta de uma aprovação do acordo pelo Parlamento, a UE aceitou prolongar o prazo até 31 de outubro. Por isso, o país tem que tomar parte da eleição para o Parlamento Europeu, em 23 de maio. Os deputados britânicos ocupam 73 das 751 cadeiras do Parlamento Europeu.
Foto: Divulgação.


Biden recebe apoio da maior central sindical dos EUA

 personAndré Abreu
access_time27/05/2020 - 08:30

A maior central sindical dos Estados Unidos, declarou nesta terça-feira apoio ao democrata Joe Biden na corrida presidencial, prometendo esforços para bater atual presidente Donald Trump nas eleições do próximo dia 3 de novembro.

O ex-vice-presidente e democrata Biden busca reconquistar o apoio da classe operária norte-americana e que votou em Trump em 2016, particularmente em estados disputados como Michigan, Wisconsin e Pensilvânia.

A central sindical AFL-CIO com seus mais de 12 milhões de membros em 55 sindicatos é uma aliada tradicional dos democratas A central apoiou a candidatura de Hillary Clinton à Casa Branca em 2016.

Segundo comunicado oficial da central, o conselho votou e aprovou o apoio a Biden nas eleições.

A Central procura agora reverter a tendência dos operários votarem a favor de Trump nas próximas eleições.

Trump fecha os EUA para passageiros que chegam do Brasil

 personAndré Abreu
access_time25/05/2020 - 10:23

O presidente Donald Trump assinou uma proclamação suspendendo a entrada nos Estados Unidos de qualquer estrangeiro ou brasileiro que tenha estado no Brasil no período de até 14 dias antes da tentativa de entrada nos EUA em razão ao aumento contínuo da taxa de infecções da COVID-19 no Brasil.

A medida não se aplica a cidadãos norte-americanos ou residentes permanentes legais.

Esta medida não restringe voos do Brasil para os EUA e entra em vigor às 00h59 (horário de Brasília) em 29 de maio de 2020 [23h59 horário de verão da costa leste dos EUA em 28 de maio de 2020], mas não se aplica a pessoas a bordo de voos programados para chegar nos EUA que tenham partido antes das às 00h59 (horário de Brasília) em 29 de maio de 2020 [23h59 horário de verão da costa leste dos EUA em 28 de maio de 2020].

A medida não restringe a capacidade de cidadãos norte-americanos, residentes permanentes legais ou indivíduos que se enquadrem em alguma das exceções listadas de viajar para os EUA. Os cidadãos norte-americanos ou residentes permanentes legais retornando aos EUA que precisem de informações relacionadas à saúde devem entrar em contato com os Departamentos de Segurança Interna e Serviços Humanos e de Saúde.

Trump determinou que as viagens irrestritas de brasileiros ou quaisquer estrangeiros vindo do Brasil, devido o potencial de transmissão não detectada do vírus por indivíduos infectados podem contribuir para o aumento dos casos da COVID-19 nos EUA.

O Brasil implementou restrições semelhantes à entrada de estrangeiros, inclusive dos EUA, em 30 de março, e as prorrogou por duas vezes desde então. As restrições que continuam em vigor são medidas de saúde pública para reduzir o potencial de transmissão do vírus.

Cenário incerto para os democratas

 personAndré Abreu
access_time24/05/2020 - 10:42

O cenário atual se revela incerto para os democratas. Não há uma campanha eleitoral em desenvolvimento. Os democratas não tem uma plataforma que seja audível em tempos de coronavírus. Os grandes veículos de comunicação dos EUA estão cobrindo a questão da saúde nos hospitais e nos asilos, as mortes no país e ainda que haja críticas fortes contra a condução do país pelo presidente Trump não há espaço para abrir um debate político entre os dois partidos.
Sem comícios, sem discursos em grandes eventos e sem ter o nome estampado nas capas dos jornais o espaço do partido democrata vem se reduzindo.
Biden tem sido criticado por uma frase em que diz que eleitores negros que estão pensando em votar em Trump não são negros.

Em tempos de guerra, a tradição norte-americana é reeleger o ocupante da Casa Branca. A insegurança da batalha contra o coronavírus pode levar a uma reeleição fácil de Trump. Aliado a isso, a incapacidade de se fazer uma campanha eleitoral e de se mobilizar eleitores para os democratas pode enfraquecer ainda mais o ex-vice-presidente de Obama.

Vacina norte-americana precisa ainda apresentar mais dados técnicos

 personAndré Abreu
access_time20/05/2020 - 08:41

Dados de testes em pequena escala e em estágio inicial para uma vacina experimental para a Covid-19 da Moderna não garantiram dados críticos necessários para que sua eficácia seja avaliada, reportou o veículo Stat News, focado em Saúde, nesta terça-feira citando especialistas.

A reportagem da publicação derrubou as ações da empresa de biotecnologia baseada em Cambridge, no estado norte-americano de Massachusetts, e levou a uma queda nos ganhos da bolsa de valores norte-americana.

A empresa Moderna anunciou na véspera que seu estudo da vacina contra o coronavírus, a primeira vacina que será testada nos Estados Unidos, mostrou anticorpos protetores em um pequeno grupo de voluntários saudáveis.

A notícia, embora baseada em dados iniciais de apenas oito pessoas e sem a intenção de avaliar a eficácia da vacina, alavancou as ações da Moderna em 20% na segunda-feira. A Moderna anunciou depois uma venda de ações que poderia arrecadar mais de 1,5 bilhão de dólares.

O Stat News cita que especialistas na área da saúde disseram que o estudo desta possível vacina norte-americana não ofereceu dados suficientes em seu comunicado à imprensa para que seja possível uma avaliação técnica que responda questões cruciais.

Convenção democrata adiada

 personAndré Abreu
access_time13/05/2020 - 07:45

A direção do Partido Democrata está realizando consultas entre os membros do partido para fazer uma convenção com menor número de participantes e em apenas um dia. A convenção é o principal evento eleitoral para os democratas quando seus candidatos a presidente e vice são lançados em campanha em todo o país.
O evento tem tradição de durar por uma semana e ter participantes de todos os estados reunindo líderes partidários de todas as grandezas.

A convenção ocorreria em julho na cidade de Milawkee no estado de Wisconsin.
Mas deve ficar para agosto com um formato que vai ter uma forte participação online.

Este é o efeito do coronavírus no sistema eleitoral norte-americano, que também teve as primárias de cinco estados adiadas para junho e julho resultando numa pressão maior para adiar a convenção nacional. Os estados são Kentucky, Louisiana, Nova York, Nova Jersey e Delaware.
Em termos de nomes o partido está definido em torno da candidatura de Joe Biden, ex-vice-presidente dos EUA durante os oito anos do mandato de Barack Obama.

Eleições nos EUA: É Biden contra Trump

 personAndré Abreu
access_time09/04/2020 - 05:31

Não foi uma decisão tomada pelos eleitores em todos os estados dos EUA. Mas desde o início das primárias ficou claro para o eleitor norte-americano que manter a candidatura de Bernie Sanders com discursos a favor de um socialismo no American way of life, ou seja, no modo norte-americano de viver, seria difícil.
E assim o foi, Bernie ganhou fôlego em alguns momentos da campanha, visibilidade, mas tinha uma agenda difícil de cumprir num país que se distingue por ser o berço do capitalismo, ainda que com grandes imperfeições.
No contexto da pandemia atual, com primárias sendo transferidas para junho, sem possiblidade de aparecer em qualquer plataforma nacional, Sanders escolheu o caminho difícil para ele e seus apoiadores, até triste para todos eles. Saiu da disputa.
Biden, político de larga experiência, no legislativo e no executivo como vice-presidente de Obama por oito anos, ocupa agora o papel central do Partido Democrata com um compromisso assumido de escolher uma mulher para o posto de vice.
A campanha à Casa Branca está definida. É Biden contra o atual presidente Trump!

Diálogo possível entre rivais políticos: Trump e Biden

 personAndré Abreu
access_time02/04/2020 - 11:05

A equipe de assesssores de Joe Biden está preparando um telefonema para o presidente Trump.
Em tempos de crise,, rivais políticos nos EUA, democratas e republicanos, deixam suas bandeiras de lado e se aliam.
Ocorreu assim durante a recuperação do furacão Katrina.
Bush, pai, e Bill Clinton saíram em campanha de fundos para reerguer Nova Orleans.
Agora, o momento de combate ao coronavírus abre a possibilidade inédita de uma linha direta entre o possível rival de Trump, Joe Biden, e o presidente norte-americano.
A iniciativa mostra que os líderes estão trabalhando acima dos interesses políticos partidários e de interesses pessoais.

Mais uma primária transferida nos EUA

 personAndré Abreu
access_time25/03/2020 - 22:09

Não, não há clima para debater política partidária nos EUA. Nem possiblidade de se cuidar de eleições.
Muito menos primárias. A Pensilvânia é mais um estado a transferir suas primárias democratas.
Do final de abril para junho, foi a decisão que os legisladores do estado acabaram de tomar.
O governador democrata do estado já concordou em assinar a medida, aprovada pelas duas casas legislativas do estado.
Agora eu creio que só falta uma decisão do Sanders. Para fortalecer mais o partido, o senador deveria sair do páreo.
É o mais lógico a fazer no atual contexto.

Primárias democratas transferidas para junho; Sanders reavalia candidatura

 personAndré Abreu
access_time24/03/2020 - 07:16

O calendário das primára.ias do Partido Democrata está sendo adiado. As últimas primárias aconteceram na semana passada.
A força de Joe Biden foi revelada nas urnas.
O ex-vice-presidente está à frente no número de delegados, tem nome forte entre os eleitores democratas e disponta como favorito. Por tudo isto, o senador Sanders reavalia se deve continuar fazendo campanha. Sem contar o fator coronavírus.

Enquanto isso, cada estado com primárias agendadas em março ou abril adia para junho.
Connecticut, Indiana, Maryland e Ohio farão em 2 de junho, A Geórgia adia para maio.
Kentucky e Louisiana para o final de junho.

Com a maioria das primárias adiadas, a única questão que fica no ar é quanto tempo Sanders vai ficar na disputa.
Tanto Biden quanto Sanders vivem um período de incertezas na campanha. Em tempos de crise nacional, qualquer crítica ao presidente Trump vai precisar estar bem fundamentada, pois o risco de que o eleitor norte-americano a interprete como oportunismo político pode facilitar a reeleilçao do atual ocupante da Casa Branca.

Biden ataca reação de Trump ao coronavírus

 personAndré Abreu
access_time13/03/2020 - 07:11

WILMINGTON, Estados Unidos (Reuters) - Joe Biden, o pré-candidato presidencial democrata que lidera as pesquisas nos Estados Unidos, criticou duramente a reação do presidente republicano Donald Trump ao surto de coronavírus nesta quinta-feira, acusando-o de ter um "relacionamento antagonístico com a verdade" e de ignorar conselhos científicos.

"Infelizmente, este vírus desnudou as limitações graves do governo atual", disse Biden em um discurso de 20 minutos em seu Estado natal de Delaware.

O discurso vespertino do ex-vice-presidente ocorreu pouco menos de 16 horas depois de Trump fazer seu próprio pronunciamento na Casa Branca, e visou dar aos norte-americanos um vislumbre de como ele lidaria com uma crise internacional como presidente.

Na noite de quarta-feira, Trump anunciou uma proibição de viagens de 30 dias da Europa continental aos EUA e prometeu medidas de estímulo econômico, prometendo conter a pandemia.

Mas os mercados financeiros globais já combalidos voltaram a despencar nesta quinta-feira. Os índices de ações dos EUA recuaram 7% no pregão da tarde, confirmando que Wall Street está em tendência de queda.

Biden assumiu o controle da batalha com o senador Bernie Sanders, do Vermont, pela indicação democrata depois de vencer ao menos quatro das seis primárias estaduais de terça-feira.

Sanders planejava fazer seu próprio discurso na noite desta quinta-feira para abordar o surto de coronavírus.

Em uma crítica áspera à reação do governo, Biden atacou Trump pelas ações que adotou e ao mesmo tempo o culpou por não fazer mais para enfrentar a crise cada vez maior.

Observando que Trump chamou a doença de "vírus estrangeiro" na quarta-feira, Biden alertou para a "xenofobia" e disse que o coronavírus "não discrimina com base em origem nacional, raça, gênero ou código postal".

"Proibir todas as viagens da Europa ou qualquer outra parte do mundo pode desacelerá-lo, mas, como vimos, não o deterá."

Biden também delineou seu próprio plano para lidar com o surto, o que incluiria licenças emergenciais pagas para trabalhadores e exames de diagnóstico gratuitos e amplamente disponíveis.

Em resposta, a campanha de reeleição de Trump defendeu as ações do presidente e acusou Biden em um comunicado de tentar "capitalizar politicamente e atiçar os temores dos cidadãos".

(Por Trevor Hunnicutt e John Whitesides em Washington; reportagem adicional de Steve Holland, Susan Heavey e Jason Lange)

Biden tem 566 delegados contra 501 de Sanders

 personAndré Abreu
access_time04/03/2020 - 21:40

Biden venceu em 9 dos 14 estados onde os democratas realizaram primárias na chamada Super Terça, superando as expectativas.

Ele não somente conquistou os Estados do sul do país em que se esperava que vencesse, mas também Massachusetts, Minnesota e Texas, onde não se previa que se saísse tão bem.

Biden também impressionou na Califórnia, já que no geral conseguiu centenas de delegados para a Convenção Nacional Democrata de julho, que decidirá o indicado presidencial do partido.

A série de vitórias sublinhou enfaticamente que a campanha de Biden, até recentemente dada como encerrada devido aos revezes nas primárias iniciais, está recuperando ímpeto rapidamente. O establishment democrata o está acolhendo por apostar que o pré-candidato mais moderado é mais elegível do que Sanders, um autodeclarado democrata socialista com propostas liberais ambiciosas.

Para Biden, trata-se de uma ascensão quase atordoante que começou no sábado, quando ele obteve sua primeira disputa pela indicação na Carolina do Sul e uma leva de declarações de apoio importantes.

Biden e Sanders se fortalecem para as primárias da Super Terça

 personAndré Abreu
access_time01/03/2020 - 01:06

O ex-vice-presidente e agora pré-candidato ao posto político máximo dos EUA Joe Biden foi o vencedor das primáras da Carolina do Sul. A vitóra mostra a capacidade de recuperação de Biden, que se saiu muito mal nas primeiras prévias do Partido Democrata.
Também mostra que em eleitorados mais pluralizados Biden tem chances maiores de vencer, e que Sanders lidera em estados mais homogêneos,

Temos um progressista que faz propaganda do Socialismo, embora em um modelo norte-americano, contra um moderado. Os dois têm experiência de campanhas de sobra. O Senado sempre foi a casa de Sanders e de Biden, que no modelo dos EUA acumulava o cargo de vice-presidente e presidente do Senado no mandato de Obama.

E o candidato Bloomberg? Não teve seu momento ainda. Participou apenas de um debate. Não participa das primárias, Entrou muito tarde na disputa.

Sanders e Biden partem fortes para conquistar mais delegados na Super Terça. Vão tentar vencer em mais estados.

Sanders vai tentar convencer de que a sua vez chegou. Biden deve pisar no acelerador da campanha até terça, sabe que um espaço perdido pode representar vantagem para o senador de Vermont, o bom velhinho da campanha.

Consulado italiano convoca 3 mil na fila de espera

 personAndré Abreu
access_time18/02/2020 - 08:24

De acordo com o comunicado oficial do Consulado da Itália em Curitiba, que atende os estados de Santa Catarina e Paraná, os interessados inscritos desde o número 48.001 até 51.000 na lista de espera para o reconhecimento da cidadania italiana devem apresentar a documentação de acordo com as instruções disponíveis em um roteiro uniforme.

O roteiro pode ser conferido aqui.

A documentação referida acima deve ser acompanhada dos modelos 7 (clique aqui) e 8 (clique aqui), e deverá ser apresentada no Consulado de Curitiba até o dia 17.08.2020.

Conforme o comunicado, os convocados deverão se apresentar sem a necessidade de prévio agendamento, exclusivamente nas segundas-feiras das 14h às 17h15, terças-feiras das 9h às 12h30 e quartas-feiras das 9h às 12h30.

O pagamento da taxa consular de 300 euros, equivalente a 1.238 reais, poderá ser feito nas seguintes modalidades:

  • com cartão de débito no consulado;

  • por depósito em qualquer agência do banco Santander, imprimindo o boleto de pagamento (clique aqui), e preenchendo o campo “código identificador de depósito” com a própria data de nascimento (formato dd/mm/aa);

  • em caso de impossibilidade de pagamento nas modalides acima, serão aceitas transferências através de home banking (TED) para o Banco Santander 033, Ag. 4524 Conta Corrente 130000982, beneficiário Consulado Geral da Itália, CNPJ 03.857.327/0001-72.

Será necessário apresentar o comprovante com o CPF do titular da conta anotado.

Os interessados que desconhecem seu número na lista de espera poderão enviar um email ao endereço curitiba.convocazioni@esteri.it para solicitá-lo indicando nome e sobrenome completo, local e data de nascimento.

Vitória de Sanders em New Hampshire

 personAndré Abreu
access_time12/02/2020 - 06:59

O senador Bernie Sanders venceu as eleições primárias do Partido Democrata no estado norte-americano do New Hampshire com 26% dos votos, confirmando o favoritismo das sondagens e o seu estatuto de figura principal na ala mais à esquerda do partido. Mas os bons resultados de dois candidatos do centro, Pete Buttigieg (24,4%) e Amy Klobuchar (19,7%), mostram que os eleitores estão ainda longe de se unirem à volta de um nome para enfrentar Donald Trump nas eleições presidenciais de Novembro.

Numa corrida com oito candidatos em campanha ativa, ninguém esperava que Sanders dominasse as primárias do New Hampshire, este ano, de uma forma tão evidente como o fez em 2016 – nessa altura, o senador do Vermont recebeu 60% dos votos e deixou Hillary Clinton a 22 pontos percentuais de distância. “Este é o início do fim de Donald Trump”, reagiu Bernie Sanders, de 78 anos, perante os apoiantes em New Hampshire.

O grande derrotado da noite foi, mais uma vez, o antigo vice-presidente dos Estados Unidos Joe Biden, que até há poucas semanas era apontado como o grande favorito a vencer a corrida pela nomeação.

Depois de ter ficado em 4.º lugar no caucus do Iowa, há uma semana, Biden ficou em 5.º no New Hampshire (8,4%) e tem a vida cada vez mais difícil nas primárias do Partido Democrata.

Trump absolvido pelo Senado

 personAndré Abreu
access_time05/02/2020 - 19:12

Trump acaba de ser absolvido no processo de impeachment.

Os senadores dos EUA votaram a favor de liberar Donald Trump sob acusações de impeachment na quarta-feira, concluindo o julgamento no Senado sobre suas negociações com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy.

O presidente dos EUA foi acusado de pressionar Zelenskiy a investigar o ex-vice-presidente dos EUA e potencial rival das eleições Joe Biden, e seu filho Hunter, e reter a ajuda aprovada pelo Congresso para a Ucrânia enquanto se aguardava o anúncio da investigação.

O Senado de maioria republicana votou 52 a 48 para liberar Trump da primeira acusação, abuso de poder. A segunda acusação, obstrução do Congresso, também foi rejeitada com 53 senadores votando "não culpado".

A votação seguiu em grande parte as linhas partidárias. Os democratas precisavam de uma maioria de dois terços para remover Trump do cargo.

O senador de Utah, Mitt Romney, votou pela condenação de Trump, tornando-se o único senador republicano a romper as fileiras do partido na fase final do julgamento.