Notícias em destaque

Criciúma reforça fiscalização e penalidades por maus-tratos a animais

commentJornalismo access_time24/08/2026 20:27

Nubea intensifica a apuração de denúncias e orienta a população sobre os canais disponíveis

Centro do Idoso de Cocal do Sul recebe melhorias em infraestrutura e atividades

commentEsporte access_time20/08/2026 18:30

Investimentos refletem diretamente em qualidade de vida

Tigre pega o Fortaleza em casa neste domingo

commentCriciúma EC access_time22/08/2026 11:31

Sete pontos separam o Criciúma do seu adversário


Uma semana sem Milioli

A missa de sétimo dia foi rezada neste domingo na catedral São José em Criciúma

comment Jornalismo access_time15/04/2018 - 12:55

Reportagem: Jornalismo / Rádio Eldorado

Neste domingo às 10h foi rezada a missa de sétimo dia de falecimento de Francisco Milioli Neto, comentarista de várias emissoras de rádio e televisão e colunista de jornais locais. Ele faleceu sexta-feira da semana passada (dia 6 de abril) e foi cremado no dia seguinte. Ainda hoje espalham-se homenagens ao mestre da comunicação.
Na sessão folha Obituário da Folha de São Paulo, neste fim de semana uma bela homenagem:
LEIA REPRODUÇÃO

Por: Paulo Gomes (Obituário/Folha de São Paulo)
Francisco Milioli Netto (1940-2018)

No quadro-negro da sinuca, o nome dos competidores era indicado pelas iniciais. Por um erro, em vez de FMN escreveram FNN para Francisco Milioli Netto, e ele virou "Fenenê", uma maneira de ler as consoantes e talvez brincar com os 18 anos do rapaz.
As apostas em bares de Porto Alegre garantiam o sustento do adolescente, que tinha saído de casa na região carbonífera, sul catarinense, após brigar com o pai.
De volta a Criciúma, atuou como comentarista na rádio Eldorado. Comentava de tudo. Política, esporte, cultura. Era um autodidata. Lia muito e não se furtava a dar opiniões fortes e críticas.
Quando por algum motivo entrava em desacordo com os donos da rádio, não tinha problema: deixava o emprego. Voltou por diversas vezes, e trabalhou ainda como colunista em jornais locais, escrevendo crônicas e também opinando sobre temas de diversas esferas.
Seu forte era o esporte, o futebol em especial. Conhecia tanto do tema que chegou a ser diretor de futebol do Criciúma, na segunda metade dos anos 1980. Ajudou a formar a equipe que venceria a Copa do Brasil de 1991 e exerceu o mesmo cargo no Avaí.
Em 1992, já estava de volta às transmissões para a Copa Libertadores, ao lado de Galvão Bueno na rede OM.
A sinuca da juventude seria substituída pelo carteado —virava noites jogando canastra.
Morreu no dia 6, aos 77, por falência de múltiplos órgãos após uma tardia manifestação de ELA (esclerose lateral amiotrófica). Deixa a mulher Maria Marlene, com quem esteve por meio século, quatro filhos, cinco netos e oito irmãos.
ACESSE:
https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/04/mortes-cabeca-dura-viveu-de-dar-opinioes-e-amar-os-esportes.shtml

videocamVídeo da notícia
content_copyAssuntos relacionados

Mais notícias de Jornalismo

Criciúma reforça fiscalização e penalidades por maus-tratos a animais

commentJornalismo access_time24/08/2026 20:27

Nubea intensifica a apuração de denúncias e orienta a população sobre os canais disponíveis

Reforma da Escola Olívio Recco entra em terceira etapa em Morro da Fumaça

commentJornalismo access_time24/08/2026 18:00

Obra tem investimento de aproximadamente R$ 1,1 milhão

Prefeito de Criciúma entrega projeto à ANTT para requalificação de malha ferroviária

commentJornalismo access_time24/08/2026 17:30

Projeto prevê a criação de duas vias que vão conectar sete bairros da cidade

Hemeroteca Digital de Criciúma supera 6 mil acessos no primeiro mês de funcionamento

commentJornalismo access_time24/08/2026 15:39

Plataforma já contabiliza mais de 580 jornais consultados e recebeu 116 novos exemplares desde o lançamento

Morre Manoel Dias

commentJornalismo access_time23/08/2026 00:15

Líder trabalhista faleceu neste sábado