MULTIPLICAÇÃO DA EFICIÊNCIA, REELEIÇÃO
Texto de Willi Backes
Reeleição é a possibilidade de eleição de um novo mandato para ocupar o mesmo cargo que já ocupa por um mandato consecutivo e renovado. A regra está vigente para cargos em algumas organizações privadas e para cargos públicos nos executivos, em todas instâncias. Nos legislativos, as candidaturas e mandatos são ilimitados. Nas cortes judiciais inexistem eleições.
O instituto da reeleição, com ocupação do cargo ou função para apenas mais um período igual ao original, foi criado com a justificativa e alegação de que o ocupante não fizesse uso e usufruto da “máquina” para auto promoção, e que isso, o levasse a se eternizar no cargo ou função.
HIPOCRISIA DA LEGISLAÇÃO.
Para representação nos legislativos, as candidaturas navegam para cima e pra baixo, conforme interesses e projeções eleitorais. Sempre é possível uma vaga representativa. Nos executivos, mesmo que aprovados pelos eleitores residentes, não há possibilidade para uma terceira candidatura após duas bem sucedidas, para o mesmo cargo.
No caso, a legislação claudica quando desconsidera a vontade popular. O povo, na condição de eleitor, é sábio. Com a mesma facilidade em que coloca no trono, remove o entulho. Se é bom fica, se decepciona, sai.
A lógica permite imaginar que o gestor público, com mais tempo para conhecer, aprender e fazer funcionar a máquina, terá infinitamente mais chances e oportunidades para realizar e projetar ações em benefício de todos.
BOM & BOM, FICA. RUIM, SAI.
Como quase tudo nos tempos atuais, notadamente a vida e procedimentos das representações públicas, é descortinada para conhecimento público. E é o público, o popular, que faz o serviço. O entra e sai é da democracia popular. O ficar por muito tempo, também. Afinal o ficar por muito tempo também é ou seria derivado de decisão democrática popular.
NO FUTEBOL, OS MELHORES EXEMPLOS.
Nada acontece por um acaso. No futebol estão exemplos a serem espelhados. Tão importante quanto montar grupo de jogadores profissionais é ter na frente de trabalho equipe para gestão da entidade. Os bons e maus exemplos abundam. Por vezes apenas a questão da receita auferida é considerada para se montar um bom time. A má gestão dos valores, por maiores que sejam, representam também derrocadas próximas.
Por muitas razões, a principal delas a gestão do clube, fazem do Grêmio/POA, Flamengo/RJ, Palmeiras/SP, Athético/PR, São Paulo/SP, Santos/SP, referências a serem seguidas. O outrora poderoso Corinthians, a cada mês, vê desnudada a gestão fraudulenta empreendida no politicamente incorreto. Cruzeiro/MG, Botafogo/RJ, Vasco da Gama/RJ, Fluminense/RJ, e outros muitos, estão no “salva-se quem puder”.
CRICIÚMA EC, A PACIÊNCIA ELEITORA.
No sul catarinense, o Criciúma Esporte Clube é exemplar no comparativo entre gestões administrativas e grupos de praticantes. O empresário Moacir Fernandes, sempre relembrado como grande gestor do clube, teve tempo e paciência de todos para que pudesse liderar para as inúmeras conquistas. Somados os períodos na presidência, foram quase 20 temporadas. Entre fracassos, medianas participações e as imensas conquistas, ocorreram tempos de aprendizados e ajustes. Houve a concessão de tempo ao tempo, sempre com a renovada confiança do torcedor eleitor associado do Criciúma EC.
Reportagem: Willy Backes
Mais notícias de Jornalismo
Renovação de um terço na Alesc
Dos 40 deputados, 27 são reeleitos e 13 são novos
ONG Quro Adotar realiza feira de adoção de gatos em Criciúma
Ação ocorre das 13h às 19h no Nações Shopping
Legislativo homenageia CDL Criciúma pelos 60 anos de história
Sessão Especial acontece quarta-feira (7), às 19h
TUDO A VER: Antiguidades, eleições e mulheres empreendedoras foram os assuntos desta sexta-feira
Natália Chaves recebeu Edu Barato, José Réus, Rutilini Inácio e Juliana Donadel Vieira
Morro da Fumaça permanece integrado ao Mapa do Turismo Brasileiro
Certificado é renovado e válido até setembro de 2027














