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Criciúma em rede: gestão pública no centro do debate nacional

commentJornalismo access_time24/04/2026 06:30

Conexão CNM reúne gestores e técnicos e reforça a força do municipalismo

Campeões do Catarinense Sub-21 são promovidos ao elenco profissional do Caravaggio

commentEsporte access_time13/04/2026 17:30

Crias da Montanha se preparam agora para a Série B do Catarinense

Tigre intensifica preparação e mira vaga na Copa do Brasil 2027

commentCriciúma EC access_time18/02/2026 10:50

Equipe de Eduardo Baptista realiza treino técnico e tático no CT e trata Taça Acesc como prioridade após ausência inédita no torneio nacional

Editorial - Tempo que passa rápido

access_time27/04/2026 - 06:30

Fonte: Produção

Segunda-feira, 27 de abril. Começa a última semana do mês. Semana que termina mais cedo, porque sexta-feira, além de já ser maio, é feriado: Dia do Trabalhador.

É, um terço do ano já se foi.

O que vem pela frente deve tornar as coisas ainda mais rápidas. Fará o tempo passar mais depressa.

Maio é mês dos 80 anos da Rádio Eldorado. Uma programação intensa por aqui.

Junho é mês da Copa do Mundo de Futebol. Ela se estende até julho.

E julho é o mês, ainda da Copa do Mundo, mas é quando as eleições se tornam mais intensas, porque é o período em que os partidos escolhem, de fato, quem serão os seus candidatos. A escolha termina no começo de agosto, quando a campanha inicia de verdade.

Agosto é o oitavo mês do ano e, já com as definições de candidaturas, torna a eleição mais eletrizante.

Setembro é o mês de intensa campanha política, com propaganda eleitoral no rádio e na televisão, debates entre os candidatos e o aperto de mão a cada esquina, sete dias da semana.

Outubro é o mês da eleição. No dia 4, o primeiro turno, e no dia 27, o segundo turno.

Passado outubro, novembro e dezembro já irão passar voando. A vida real se oferece mesmo nos últimos dois meses do ano.

Boa semana a todos e bom restinho de ano, diria de forma irônica, mas sem ser tão desconexo da realidade. O tempo vai passar depressa. Aliás, o tempo deste ano vem passando muito depressa.


Lei Antifacção

 personJoão Paulo Messer
access_time19/11/2025 - 07:11

A aprovação da chamada Lei Antifacção pela Câmara dos Deputados representa, sem exagero, um daqueles raros momentos em que o Congresso Nacional parece despertar de sua letargia moral e enxergar o país real — aquele que convive diariamente com o medo, com territórios tomados pelo crime e com o avanço de organizações que se comportam como verdadeiros Estados paralelos.

É um passo firme, corajoso e necessário. Não porque resolve tudo, mas porque indica uma direção: a de que o poder público, ao menos por alguns instantes, recorda sua obrigação básica de proteger o cidadão.

É importante reconhecer que, num cenário de tanta ambiguidade política, a aprovação dessa lei surge como um lampejo de lucidez. Sim, o Brasil ainda é capaz de produzir consensos civilizatórios. Sim, nossos parlamentares, quando pressionados pelo clamor social, podem agir em defesa do interesse coletivo. E, sim, o combate às facções criminosas exige instrumentos legais proporcionais ao tamanho da ameaça que enfrentamos. Nesse sentido, a votação demonstra que, quando quer, o Congresso funciona.

Mas seria ingenuidade acreditar que tudo é virtude e desprendimento. A história recente nos ensina que raramente existe unanimidade desinteressada no parlamento. Para cada aceno de responsabilidade, há um cálculo político oculto; para cada gesto em favor do país, uma contrapartida não declarada. É o velho dilema nacional: celebramos avanços, mas sempre com uma pulga atrás da orelha.
Por isso, embora a aprovação da Lei Antifacção mereça aplausos, ela também exige vigilância. Resta saber quais serão os próximos movimentos, qual a “pegadinha” embutida nos desdobramentos legislativos e que espécie de negociação subterrânea pode vir à tona. Afinal, o jogo político brasileiro nunca é simples — e, menos ainda, inocente.

A vitória é do povo de bem? Em parte, sim. Mas só será plena se este passo não for seguido de retrocessos discretos, ajustes convenientes ou concessões que descaracterizem o mérito da medida. Em um país onde lampejos de lucidez aparecem, mas não viram regra, cabe ao cidadão acompanhar cada detalhe. O combate ao crime não pode ser pauta de ocasião; precisa ser compromisso permanente. E é exatamente isso que agora teremos de cobrar.

Governador no Sul de SC

 personJoão Paulo Messer
access_time17/11/2025 - 13:34

Além da extensa relação de autorizações para obras no Sul de SC chamou a atenção para a representatividade da região que acompanhou todos os atos. Em cada um dos palanques muita gente. Este tipo de evento realizado no fim de semana e em horários com inúmeras alternativas nem sempre tem todo o prestígio que tiveram.

Outros fatos relevantes são os de que a reitora licenciada da UNesc e atual Secretária de Estado da Educação, Luciane Ceretta, foi quem esteve o tempo todo ao lado do governador, por isso deixando evidente que sua força política a cacifa para ser a autoridade mais influente, mesmo quando o assunto não é da pasta de Educação.

Outro fato que chama a atenção sempre é que o governador trata de infraestrutura os atos são feitos com a presença do Secretário Adjunto de |Infraestrutura Ricardo Grando.

A nova fase da AMREC

 personJoão Paulo Messer
access_time11/11/2025 - 11:11

Quando assumiu a presidência, no início do ano, o prefeito de Lauro Müller, Valsir Fontanella, encontrou uma entidade esfacelada. Apenas cinco dos doze municípios faziam parte da entidade de fato. A primeira ação foi trazer os demais prefeitos de volta.

Menos de um ano depois, a sede da entidade já demonstra os novos tempos. Não apenas os municípios que haviam sido afastados pelos seus prefeitos retornaram, como também a participação passou a ser mais intensa.

Prova dessa nova fase é a ampla reforma pela qual a sede está passando e que deve ser concluída até o final do ano. As adaptações e melhorias só foram possíveis porque os municípios que antes estavam inadimplentes voltaram a pagar suas mensalidades e quitaram os atrasos.

COP30 e a serventia

 personJoão Paulo Messer
access_time07/11/2025 - 07:11

A COP30, para muitos de nós, parece algo distante — um grande evento internacional que pouco interfere na rotina de quem vive aqui no Sul de Santa Catarina. No entanto, o que acontece lá não é irrelevante.

Em meio a discursos sobre aquecimento global e metas de sustentabilidade, o que se vê é um grande palco montado para os interesses das potências mundiais.
O encontro, que acontece em Belém do Pará, reúne líderes e instituições com discursos bonitos, mas raramente coloca no centro da discussão o cidadão comum, aquele que lida com a produção rural, a mineração ou o desafio de equilibrar economia e meio ambiente no dia a dia.

De Criciúma, por exemplo, a SATC participa de forma remota, contribuindo com ideias e debates técnicos. Porém, os temas que realmente dominam as manchetes não são os de interesse local, e sim os grandes negócios que orbitam o chamado “mercado verde”.

Fala-se muito em emissões de carbono, mas pouco se fala das comunidades que dependem de atividades como o carvão ou a agricultura familiar.

Ao mergulhar nesse tema, tem-se a sensação de adentrar uma selva de contradições. O que é vendido como salvação ambiental parece, muitas vezes, um novo modelo de exploração econômica disfarçado de virtude ecológica.

Quando a mídia começar a bombardear o público com as notícias da COP30, é preciso olhar com desconfiança. Nem toda tese apresentada como solução global é isenta de interesse. Infelizmente, o meio ambiente se tornou também um negócio bilionário — e é essa a verdadeira temperatura que aquece o planeta.

Triste realidade do radicalismo

 personJoão Paulo Messer
access_time05/11/2025 - 07:11

Chegamos ao inacreditável cenário em que as mortes são politizadas. O Brasil não consegue avançar na discussão do que de fato interessa: o bem-estar do cidadão. O pais mantém-se em uma triste discussão política ideológica polarizada.
Nas manchetes desta quarta-feira encontramos razão de sobra para questionar o quanto a alienação do ser humano empobreceu, adoeceu ou mesmo caminha para a falência de uma sociedade. Ao invés da evolução a involução.
Caminhamos para trás. Regredimos como seres humanos por conta de nossas paixões.
Vivemos um tempo em que as paixões políticas se tornaram uma espécie de lente deformada pela qual enxergamos o mundo.
Em vez de buscar compreender o outro, buscamos confirmar o que já pensamos. Isso empobrece o diálogo, paralisa o raciocínio e faz com que a sociedade caminhe em círculos, incapaz de construir pontes entre ideias diferentes.
Quando aceitamos apenas aquilo que confirma nossas crenças, deixamos de aprender, de evoluir e de enxergar as nuances que a vida exige.
A política, que deveria ser o espaço do encontro e da busca por soluções coletivas, se transforma em campo de guerra emocional. A verdade, então, passa a ser escolhida, não descoberta.
Essa cegueira ideológica se infiltra em todos os aspectos da vida, até mesmo na maneira como reagimos à morte, ao sofrimento ou à tragédia.
Julgamos o luto e o valor de uma vida conforme a cor partidária de quem se vai. Isso revela o quanto deixamos de lado a humanidade em nome da disputa.
Quando a empatia cede lugar à convicção cega, perdemos não apenas o senso crítico, mas também a capacidade de sentir. O mundo não se torna mais justo quando nos tornamos intolerantes — apenas mais duro e frio.
Evoluir é duvidar, questionar, ouvir, reconsiderar.
É compreender que ninguém detém toda a razão e que até o adversário pode ter algo a ensinar. Quando deixamos de fazer isso, deixamos de crescer como indivíduos e como sociedade.
O preço da intolerância é alto: é o atraso, a divisão e a perda de tudo aquilo que nos torna humanos.

Legislativo acompanha demandas de instituição que acolhe idosos em Criciúma

 personJoão Paulo Messer
access_time31/10/2025 - 14:16

O vereador Valdeci Bittencourt (PSD), o Amaral, realizou nesta semana uma visita ao Lar da Terceira Idade Rede Viva, localizado no bairro Mineira Velha, em Criciúma. Durante o encontro com a coordenadora da instituição, Mariane Rios, o parlamentar conheceu de perto o trabalho desenvolvido e as principais demandas enfrentadas pelo local, que atualmente abriga 29 idosos, sendo 17 em convênio particular e 12 vinculados à Prefeitura Municipal.

Entre as dificuldades apresentadas, está a ausência de um veículo próprio para atender às necessidades diárias do Lar, como o transporte de alimentos, medicamentos e o deslocamento dos idosos para consultas com especialistas. “É uma demanda essencial, pois influencia diretamente no cuidado e no bem-estar dos idosos atendidos”, destacou Amaral.

O vereador também conversou sobre alternativas de captação de recursos, como a destinação de parte do imposto de renda de pessoas físicas e jurídicas, que podem contribuir para melhorias na estrutura do espaço. Entre as prioridades estão a instalação de aparelhos de ar-condicionado e de placas solares, ações que visam oferecer mais conforto aos moradores e reduzir os custos com energia elétrica.

“Instituições como o Lar Rede Viva prestam um serviço social de grande relevância em Criciúma. É importante que encontrem apoio para seguir oferecendo um atendimento humano e de qualidade aos nossos idosos”, reforçou o

Mais um sulcatarinense no Governo Jorginho

 personJoão Paulo Messer
access_time31/10/2025 - 13:34

O vereador de presença forte em Criciúma foi chamado pelo governador Jorginho Mello para assumir o cargo de Secretário-Adjunto da Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia. O ato ocorreu na manhã desta sexta-feira (31) em Florianópolis. Além do secretário da pasta Edgard Usuy esteve presente a Secretária de Estado da Educação, Luciane Ceretta.

A presença de Ceretta se dá por conta da estreita relação que ela tem com Nícola. Foi uma presença muito desejada pelo agora adjunto da pasta de Ciência e Tecnologia. No ato o titular Edgard Usuy informou que fará uma viagem ao exterior a partir de segunda-feira e o adjunto chega assumindo a pasta no período de dez dias.

Com a licença de Nícola na Câmara de Vereadores de Criciúma o Legisltivo está chamando o suplente Toninho da Figueira.

Bolsonaro na frente em SC

 personJoão Paulo Messer
access_time05/09/2025 - 16:16

A semana termina com informações da pesquisa divulgada pela CNN Brasil, realizada Instituto Real Time Big Data. Além de olhar Jorginho Mello absoluto favorito em Santa Catarina revela que a força bolsonarista é muito grande. Conclui-se isso à medida que Carlos Bolsonaro aparece na frente quando a corrida é pelo Senado.

Dos 1.200 votos catarinenses entrevistados nos dias 2 e 3 de setembro a pergunta sobre candidatos ao Senado ? lembrando que são duas vagas, logo a pesquisa ofereceu a possibilidade de indicação de dois nomes, Carlos Bolsonaro gira na casa dos 45 por cento da preferência.

A pesquisa foi feita com dois cenários sendo observada a ausência de alguns nomes importantes. Via de regra Carlos Bolsonaro aparece na frente.

No primeiro cenário Carlos Bolsonaro aparece com 45 por cento das intenções de voto. A deputada federal Carol de Toni tem 33 por cento, o senador Esperidião Amin 21 por cento, o ex-deputado federal Décio Lima com 19 por cento. Aparece ainda o nome do prefeito de Joinville, Adriano Silva com 17 por cento. O deputado federal Carlos Chiodini tem 7 por cento e o deputado Paulo Alceu tem 7 por cento. O total de votos brancos e nulos é de 7 por cento e os indefinidos são 4 por cento.

Num segundo cenário Carlos Bolsonaro é substituído pela deputada federal Júlia Zanatta e o deputado estadual Antídio Lunelli substitui Carlos Chiodini como nome do MDB na disputa. Nesse quadro Carol de Toni liderou com 36 por cento seguida de Esperidião Amin com 27 por cento, Adriano Silva com 22 por cento, Júlia Zanatta com 19 por cento, Décio Lima com 19 por cento, Paulo Alceu com 9 por cento e Antídio Lunelli com 9 por cento. Brancos e nulos são 8 por cento e os indefinidos - não sabem ou não responderam ? 5 por cento.

Cenário 1
Carlos Bolsonaro (PL): 45%; Caroline de Toni (PL): 33%; Esperidião Amin (PP): 21%; Décio Lima (PT): 19%; Adriano Silva (Novo): 17%, Carlos Chiodini (MDB): 7%, Paulo Alceu (sem partido): 7%; Nulo/branco: 7%

Cenário 2
Caroline de Toni (PL): 36%; Esperidião Amin (PP): 27%; Adriano Silva (Novo): 22%; Júlia Zanatta (PL): 19%; Décio Lima (PT): 19%; Paulo Alceu (sem partido): 9%; Antídio Lunelli (MDB): 9%.Nulo/branco: 8%

Os números do Sul preocupam

 personJoão Paulo Messer
access_time26/08/2025 - 11:11

E hoje o Estado divulga o que chamam de dados provisórios sobre o retorno do ICMS aos municípios. É uma descoberta do volume feito por cada cidade no tributo mais importante sobre a movimentação do comércio. E este dado que já pesa muito, diz muito, indica muito, ficará ainda mais importante com a reforma tributária que virá a partir dos próximos anos.

Pois tudo indica que o que se acender sobre a nossa região é uma luz amarela, piscante, um quase sinal vermelho. Os dados vazados antes de maneira preliminar e extraoficial indicam que estamos sendo superados pela Serra catarinense que era até então a mais pobre de todos. E não que aqui pobreza signifique diminuição da arrecadação. Tem crescimento sim, mas nós do Sul, pelo que tudo indica, não acompanhamos o restante do Estado. E se não acompanhamos a Serra que tem os números ruins temos que mais fazer que abrir os olhos, arregaçar as mangas e começar a trabalhar de uma maneira diferente.

Tem uma razão lógica e simples para isso. Se não conseguirmos acompanhar o crescimento de uma região que assim como nós recuperamos da infraestrutura é porque as nossas razões ficam escassas. Ficam diminuídas. Nossas informações precisam ser revistas. Precisam ser mais eficientes por estratégias mais eficientes.

Estou falando de movimento econômico. Dados coletados no último ano. Já se sabe nos bastidores que os dados que saem hoje nos sugerem um crescimento menor. É necessário rever procedimentos, mobilizações e ações.

Porque então adianta termos cinco deputados federais se nossas pautas esbarram em morros desmoronados ou rodovias obstruídas. A política do sul se mostra volumosa em representatividade, pífia em qualidade. Somos por conta disso, todos, culpados??

Nossas entidades classistas estão enfraquecidas?... Pergunto para não ser categórico e afirmado. Nós, imprensa, com menos força para cobrar e comprometer as autoridades que esbanjam gratidão pelos largos espaços que tem na mídia para falar sobre o que fazem? De que adianta nós imprensa trabalharmos assim se parte da engrenagem parece funcionar como deve.

E faço tal provocação com tom de meia culpa para gerar provocação. Reage Sul. Se forem confirmados os números que emparelham nos bastidores, teremos todos que tentar entender o porquê. Entender e agir.

Estratégias do Republicanos

 personJoão Paulo Messer
access_time11/08/2025 - 11:11

A construção de candidaturas cada vez mais exige laços bem amarrados e com representação de grupos fortes. Para a eleição parlamentar de 2026 o Partido Republicanos está oferecendo uma base para incorporar um projeto da FABSUL (Federação de Autoregulação e Benefícios de Santa Catarina. Em nome deles está lançado a dobradinha José Roberto Costa para candidato a deputado federal e Jefereson Monteiro para deputado estadual.
A entidade conta hoje com mais de 100 associações, 700 mil usuários, seis mil colaboradores e uma forte articulação a que se associam escritórios, serviços de guinchos, funilarias entre outros.

Tanto a entidade percebe a necessidade de ter representação parlamentar que por ocasião da aprovação da lei que regulamenta o serviço conto com a colaboração do deputado federal Vinicius Raposo de Carvalho, eleito por São Paulo.

PT terá chapa única em Criciúma

 personJoão Paulo Messer
access_time14/05/2025 - 11:34

O PT dos trabalhadores terá cinco candidatos à presidência da sigla no âmbito nacional, quatro no âmbito estadual e apenas um em Criciúma. O consenso da eleição do partido na principal cidade do Sul surgiu após algumas conversas. Forças partidárias tradicionais sentaram à mesa para chegar ao consenso. O candidato a presidente será José Paulo Serafim que terá Júlio Bitencourt como vice.

No título a aparente redundância de consenso e chapa única fala por si só sobre como as coisas foram trabalhadas após alguns momentos de insatisfação de grupos do partido com o que ocorreu em tempos recentes.

As eleições do PT ocorreram de forma vertical no dia 6 de julho.

Em Santa Catarina estão disputando a deputada Luciane Carminatti, o deputado Fabiano da Luz e o deputado Padre Pedro Baldessera além do vereador da capital Bruno Zilioto.

No âmbito nacional os candidatos são: Rui Falcão, Edinho Silva, Romênio Pereira, Valter Pomar e Washigton Quaquá.

Entenda os movimentos do MDB

 personJoão Paulo Messer
access_time28/04/2025 - 14:16

Não foi apenas na festa de aniversário do vereador Marcos Machado (Criciúma), comemorado recentemente, que os velhos cardeais do MDB compareceram em massa. No último domingo (27) eles voltaram a atender um convite do vereador e sentaram para discutir o partido. Eduardo Moreira e Paulo Meller viajaram de Florianópolis para Criciúma, enquanto Ronaldo Benedet abriu as portas de sua casa para recebê-los.
Machado disse na rádio Eldorado que está buscando sabedoria. Para quem sabe sobre como o MDB andou recentemente, um dos recados era de que a sigla precisava se renovar e os antigos tinham que dar espaço. Teoricamente por conta disso Moreira, Meller e Benedet sairam de cena, assim como alguns outros. O MDB afundou.
Do outro lado há os que dizem que o MDB foi esquecido por Moreira que residia em Florianópolis e por conta disso abandonou a área. Benedet recolheu-se ao escritório de advocacia e com Meller, na última eleição de vereador apoiou outro nome que não Marcos Machado. Aliás,. este foi considerado por alguns emedebistas traidor por ter saído da base emedebista de Criciúma para apoiar o deputado estadual Volnei Weber.
Alguns outros eram esperados como portagonistas do MDB, caso do agora deputado federal Luiz Fernando Cardoso Vampiro, Rodrigo Ganso e o próprio Paulo Ferrarezi. A renovação puxada por eles deu em nada.
Então aquela tese de que o MDB estava desgastado e exatamente meio que escondeu Moreira, Meller e Benedet foi se consolidando e ganhando corpo até mesmo fora das falas emedebistas. A cidade começou a comprar essa ideia.
Neste cenário Marcos Machado, que para muitos é considerado falastrão prepotente, tem
feito os discursos à moda antiga com recheio de novidades para resgatar os emedebistas. Ele jura que está considerando isso. A festa de aniversário em que reuniu ofertas de líderes emedebistas foi um destes exemplos. A reunião do último domingo à noite é outro exemplo.
Em resumo, sobre a reunião, Marcos Machado diz que está ouvindo os cardeais emedebistas para reconstruir o partido que já foi o mais forte em Criciúma. Ao seu estilo parece conseguir, embora haja uma ala já incomodada por este estilo. Trata-se da ala que vinha com a missão de agitar o MDB. As cenas dos próximos capítulos devem ser diárias.

Bancada estadual foi mais agial que a federal

 personJoão Paulo Messer
access_time12/04/2025 - 16:16

Morro dos Cavalos: porque a bancada estadual foi melhor que a federal
12 de abril de 2025 | Sábado 14h11
Se parece estranho para alguns, não vejo nada disso no fato de a bancada estadual do Sul, de deputados, ter sido mais ágil e eficiente do que a federal em se tratar de ações em favor da solução ao problema do Morro dos Cavalos. Há várias razões para isso.
A primeira justificativa é a união dos parlamentares da região. São sete (Júlio Garcia-PSD, Tiago Zilli-MDB, José Milton Scheffer-PP, Rodrigo Minotto-PDT, Jessé Lopes-PL, Volnei Weber-MDB e Pepê Colaço-PP). Diferente dos federais (Júlia Zanatta-PL, Daniel Freitas-PL, Ricardo Guidi-PL, Geovânia de Sá-PSDB e Luiz Fernando Cardoso Vampiro-MDB), os estaduais enviaram fácil e rápido à mesma mesa. Se o estadual tem mais membros de siglas de portas abertas no Governo Federal, o federal tem maioria de oposição.
Não é demérito nem razão para minorar a bancada federal nesta luta pela solução à BR-101, pelo contrário. Devemos lembrar que foi por melhorias de Vampiro o ajuste alternativo do túnel com um contorno ao Morro dos cavalos e da deputada federal Geovânia de Sá uma luta incessante com reuniões e presença em todos os movimentos feitos antes mesmo dela ser oficializada dona de cadeira na Câmara Federal, ou seja, quando era suplente não poupou movimentos. Se há ressaltarva a ser feita poderia dizer que a bancada do PL poderia ter obtido melhores resultados quando Jair Bolsonaro era presidente da república.
Voltando à mobilização dos deputados estaduais da bancada do Sul em favor da solução ao Morro dos Cavalos, devemos lembrar que a capacidade de unidade que o deputado Júlio Garcia tem para reunir à mesma mesa os deputados é a melhor que se conhece. Outro fato é que o MDB é quem tem hoje o Ministério dos Transportes.
Como a bancada federal tem suas limitações, o governador Jorginho Mello sabidamente não é persona de boa relação no Governo Federal nada mais justo de que os deputados estaduais e da bancada do Sul façam o movimento com melhores chances de resultados para que seja dada solução ao problema do Morro dos Cavalos.

Nomeação do barulho

 personJoão Paulo Messer
access_time19/01/2025 - 00:34

A nomeação da esposa Cleusa Cavassini em carga de confiança e o primeiro escalonamento agitou bastidores da política em Forquilhinha, nesta semana. Nada de ilegal no ato, mas alimento à oposição que se mostrou desarticulada na eleição
Cleo, como o prefeito a chama, assumirá a Secretaria de Ação Social do município de Forquilhinha. Isso já foi para ter acontecido no primeiro mandato, mas provavelmente por conta do risco político isso não foi feito. Neguinho é categórico e responde, que se é carga de confiança em ninguém mais ele confia que na esposa, a quem conhece as preocupações na área social.
Mesmo que seja legal e que não tenha sucesso qualquer questionamento jurídico, que pode contar com esta legalidade, deve ocorrer, barulho político existente. Os últimos índices de aprovação de Neguinho, corroborados com os números da eleição, não devem trazer maior preocupação ao prefeito

PREVISÕES, CHUTÔMETROS PARA 2025.

 personJoão Paulo Messer
access_time05/01/2025 - 13:34

PREVISÕES, CHUTÔMETROS PARA 2025.

Texto – Willi Backes.

Se a IA (inteligência artificial) fosse acionada para formular previsões para o ano de 2025, com temas relacionados a política, economia, social e desporto de nossa vila, aldeia, estado e país, o que ela relataria?

A IA que não é inteligência e nem artificial, mas, um poderoso leitor e sintetizador das memórias inseridas na memória eletrônica da computação. Entretanto, seria curioso ler o que a “máquina” tem a nos relatar e prever para o futuro próximo.

Entre os bípedes que falam, é comum o desejo expressado individualmente ou grupal, em tom emocionado: “tenha em 2025 um ano repleto de realizações”, “saúde e paz hoje e para sempre”, “desejo que 2025 seja muito melhor do que 2024”, etecetera.

No intimo de cada um, restam desejos e previsões, alguns pensamentos pessimistas e outros otimistas.

CRICIÚMA E O SUL CATARINENSE.

A representação política do sul catarinense poucas vezes esteve tão destacada. São 8 Deputados Estaduais e 4 Deputados Federais. A presidência da ALESC está novamente com um conterrâneo do sul. No âmago da gestão do Governo do Estado, estão presentes representantes sulistas.

O eleito prefeito Wagner Espindola e vice Salésio Lima sucedem na cidade de Criciúma gestão extremamente aprovada e reconhecida do agora Ex-Prefeito Clésio Salvaro. A palavra lema mais citada é “Continuidade”. Fazer igual ou semelhante já é uma tarefa herculana. O que ficou de herança técnica, funcional, econômica e institucional faz antever sequência segura de importantes avanços na implantação de novos e inovadores projetos e empreendimentos para a comunidade. Parte significativa dos que agora estão na gestão já lá se encontravam anteriormente. O novo comandante é mais suave na política e tem no conhecimento técnico-administrativo fator relevante, intenso. Depois de muitas temporadas, Criciúma terá novamente uma Secretaria Municipal com atividades relacionadas à indústria, comércio e afins. O desenvolvimento dos segmentos econômicos depende de si próprios e dos mercados consumidores. A gestão pública auxilia na infraestrutura comum, meio ambiente com política adequada e no mais, se não atrapalhar ajuda muito.

E o Criciúma Esporte Clube, de importância relevante institucional e promocional para toda a região sul e Estado de Santa Catarina, o quê prever e imaginar para seu futuro? Seriam necessários seminários, pesquisas e debates técnicos aprofundados para poder desenhar caminho próximo e futuro. O que não é prudente é continuar o atual estado das coisas. A vontade intrínseca do indivíduo não pode ser maior e desconhecidos do que os interesses do coletivo ou ao menos da maioria.

Mesmo sendo o Criciúma EC grande, o maior em Santa Catarina, cambaleia no cenário nacional, mais pra baixo do que pra cima. Se a pretensão for permanência durável entre os maiores, necessariamente, deve chegar ao Clube a profissionalização da gestão, hoje denominada SAF Sociedade Anônima do Futebol – que de anônima não tem nada. A Lei 14.19372021, de 6 de agosto de 2021, permite que as Associações Civis Sem Fins Lucrativos – que é o caso do Criciúma EC - sejam transformadas em Entidade Empresarial. Na informalidade e formalidade contratual, o Criciúma EC já foi uma SAF com a inserção e efetiva participação de empresários como Realdo Guglielmi/Empresas Guglielmi, Aristorides Stadler/Eliane, Jorge Zanatta/Canguru, Dilor Freitas/Cecrisa, Antenor e Arnaldo Angeloni e Jaime DalFarra/Resicolor.

Historicamente, no Brasil, uma das mais bem sucedidas gestões no futebol – hoje denominadas de SAF – foi a do Esporte Clube METROPOL, de Criciúma, nos anos 50/60, sob a liderança das famílias Freitas & Guglielmi.

A SEMPRE BELA E SANTA CATARINA.

A gente do Estado de Santa Catarina construiu história econômica, social e cultural que permite reconhecer “autonomia no voo” para presente e futuro com insistente prosperidade. Os ocupantes temporários da Casa da Agronômica sempre foram participantes animadores do progresso dos catarinenses. O que não poderiam fazer, procuraram não atrapalhar. Dentre os muitos segmentos econômicos empreendidos em Santa Catarina, a cadeia industrial, comercial e de serviços relacionados ao turismo de negócios, religioso e de lazer, e, principalmente, a produção na agricultura e pecuária, no agronegócio responsável por 30% do PIB, recomendam que o Estado esteja ainda mais presente, como incentivador e apoiador.

BRASIL FEZ QUE FOI, NÃO FOI E ACABA SE FONDO.

Janeiro de 2025. É evidente que o Brasil ainda não “fechou a tramela” das eleições de 2022 e já está na disputa retórica das eleições de 2026. No meio, em 2024, as eleições municipais foram sinalização reluzente do que pode vir a se repetir em futuro próximo. Salve!!!

Ultrapassados os dois primeiros anos da atual presidência e correlatos, a pauta atual e próximas serão os processos de destituição de agentes públicos, do executivo, do legislativo e do judiciário. Desesperança aumenta e vem da análise dos possíveis substitutos.

Atos ditatoriais tem prazo de validade. O elástico trançado pela prepotência, ganância e imoralidade já foi a muito corrompido. O Brasil sobreviverá aos trancos-e-barrancos, apenas não é possível prever em que estado econômico, político e social chegará desmoralizado no final de 2026.

A vida é feita de atos, fatos e também de esperança. A bonança a partir de 2026/2027 só será alcançada se os votantes delegarem poder a ungidos com absoluta credibilidade. Esses poderão e deverão expurgar e higienizar os ambientes decisórios da República Democrática, ora cambaleante, quase padecida.