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Saudação de abertura do programa desta sexta-feira (1º de maio) na rádio Eldorado

access_time01/05/2026 - 07:45

Fonte: Produção

É hora de dizer um bom dia especial aos trabalhadores. Afinal, hoje é o dia dedicado à reflexão sobre a nossa missão diária. Trabalhar, na etimologia da palavra, significa torturar. Sabia disso? Origina-se do latim tripaliare. Um erro ao definir o labor.

Associar a palavra ao que nos dignifica com tortura é, no mínimo, uma deturpação do real. Afinal, se não amássemos o que trabalhamos, já o teríamos deixado. Mais do que isso, o trabalhar nos dá, além da dignidade, a sobrevivência em um amplo espectro de vida em coletividade.

Mas vamos deixar essas teorias de lado e ver que a dedicação constrói, diariamente, os alicerces da nossa sociedade. Em cada esforço, em cada jornada, está presente a força que move o presente e molda o futuro.

Vivemos tempos em que os desafios crescem a cada dia. O mundo do trabalho se transforma rapidamente, impulsionado pelo avanço constante da tecnologia, exigindo de todos nós adaptação, coragem e aprendizado contínuo. Neste cenário, somos todos agentes de transformação, protagonistas de uma nova realidade que se desenha diante de nossos olhos.

O trabalho já não é o mesmo, e talvez nunca mais será. Novas ferramentas, novas formas de produzir e novas relações profissionais nos convidam a repensar caminhos. E é justamente nesse contexto que o desafio de nos mantermos competitivos nos inspira a buscar conhecimento, a nos atualizar e a evoluir.

Mesmo diante de contradições naturais desse processo, entre o tradicional e o inovador, entre o humano e o tecnológico, seguimos avançando. Modernizamo-nos, crescemos e nos reinventamos sem perder a essência do que nos define.

Somos resultado daquilo que nos inspira. E é na dignidade do trabalho, na vontade de fazer melhor e na esperança de dias mais justos que encontramos a nossa maior motivação.

Que nunca nos falte coragem para mudar, aprender e construir. Nossa força está na nossa capacidade de evoluir juntos.


Educação do município não quer a do Estado como sócia

 personJoão Paulo Messer
access_time19/09/2017 - 21:17

Depois de audiência pública para discutir a municipalização de algumas escolas estaduais, nesta semana em Criciúma, a prefeitura está retirando a intenção de assumir escolas como a José de Patta (Bairro Colonial) e Luiz Lazarin (Rio Maina). A opção oferecida pelo Estado de ceder algumas salas ociosas para espécie de gestão compartilhada Estado/Município, não agrada a prefeitura. Está flagrante que o município não quer gerir escola em sociedade com o Estado. E a razão é simples. É a mesma que leva os pais deixarem as escolas do Estado migrando os filhos para o município. Notado que o município faz uma gestão muito melhor das escolas de ensino fundamental que o Estado.
O Estado demonstra, por suas atitudes, que tem nítida preferência pela manutenção dos professores oque, em alguns casos, significa vir em detrimento do aluno. Isso fica evidente com a queda na qualidade das condições dos alunos. Basta olhar para uma escola do Estado e uma do município para perceber a diferenteça, Basta notar o movimento dos pais que preferem nitidamente a escola municipal. Se o Estado não parar de ter medo de greve, contribuirá para apressar o desmanche da sua proposta de ensino. Priorizar o professor sim, nunca em detrimento do aluno. O Estado não tem conseguido manter este equilibrio.
O Sindicato está no seu papel, o professor também. O Estado é que não tem feito o seu. A rede pública de Estado se afastou dos alunos e dos pais. Pior que isso é que em muitos casos a gestão escolar está feita na base do achego político. É assim. Aproveita-se quem pode. O Estado é que não pode permitir.É natural que isso não é regra, mas o Estado tem que aprender a difundir a excessão. Reprovar a acomodação e aprovar a renovação.
Ontem a Secretária de Educação de Criciúma foi pontual: ao Município não interessa gestão compartilhada em escola alguma. E mais, usou a migração de alunos da rede estadual para a municipal para dizer que não pretende gerir nada com quem não sabe gerir. Recado duro, direto e abonado pela realidade posta aos olhos de quem se dá o tempo de analisar.

Ambiente da política

 personJoão Paulo Messer
access_time18/09/2017 - 18:28

Com a estreia do novo portal da Rádio Eldorado se amplia a possibilidade de interagirmos no ambiente da política. Mais de uma vez ao dia, preferencialmente sempre que houver fato novo, e relevante, devo comparecer a este espaço para informar e comentar. O dinamismo da política tem sido algo espetacular. Num mesmo dia o fato pode ter mais de uma versão. A certeza de amanhã é a incerteza de hoje, mas pode voltar a ser incerteza depois de amanhã.
Não há surpresa nisso tudo, nem se trata de uma questão local ou pontual. A incerteza no cenário de política nasce com as dúvidas sobre qual regra vai valer para as eleições do ano que vem. A reforma eleitoral corre risco de não mudar nada. Reforma sem nenhuma reforma. Nem mesmo o indispensável fim das coligações e a razoável cláusula de barreira devem valer. Pelo menos é o que sinalizaram os trabalhos desta semana. Depois de amanhã a informação pode ser outra.
No Estado a curiosidade maior é sobre a força da proposta de Gelson Merísio (PSD), que nasceu sob a desconfiança de todos, mas que não diminui o ritmo e até já levou o PMDB a falar em abrir mão da coligação com o PSD de Raimundo Colombo. Os peemedebistas lançam olhares sobre o PSDB que jura ter a força que não se consegue enxergar, a de ter um candidato próprio a governador. Se é que alguém tem esta capacidade é o senador Paulo Bauer, que anda silencioso demais para que quer ser candidato.
No PMDB não há necessidade de definir muito cedo quem é o candidato. Afinal, sigla acredita tem força o suficiente para eleger “um poste”. Para o Senado já fez isso na eleição passada. Acho até que é melhor que o PMDB demore ao máximo para definir o nome, pois quem sabe o “tercius” deste cenário seja o atual vice-governador Eduardo Pinho Moreira. Isso seria bom demais para o Sul.
O PPAMIN é outra sigla que ensaia candidatura própria. O PP que um dia tentou não ser PPAMIN morreu na praia pisoteado por raposas tão hábeis quanto o próprio líder progressista Esperidião Amin, que é o único com capacidade de dizer para e como o partido deve ir. Os outros da sigla, aqueles que tentam dar vida própria ao PP sem Amin não tem capacidade de respirar sem o principal aparelho progressista, o brilho da mente de Amin.
E vai ser por ai que nos vamos nos cruzar daqui por diante, aqui no blog do novo portal da Rádio Eldorado.