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  TUDO A VER: Fim da escala 6x1 e concurso de logomarca foram os assuntos desta quarta-feira

commentJornalismo access_time21/10/2026 18:30

Natália Chaves recebeu Rodrigo Custódio de Medeiros, Rodrigo Otávio Goncho, Patrícia Mariano e Dilvania Ramos

André Gaidzinski chega à decisão da Porsche Cup na briga pelo título da Master

commentEsporte access_time20/10/2026 16:30

Piloto catarinense ocupa a terceira colocação do campeonato e disputa a etapa final da temporada, em Interlagos, na programação do GP de São Paulo de Fórmula 1

Com quatro vitórias nos últimos cinco jogos, Yuri Tanque mira acesso acesso direto à Série A pelo Criciúma

commentCriciúma EC access_time20/10/2026 17:47

Atuando em todas as partidas desde a sua estreia pelo Tigre, atacante busca ajudar equipe a alcançar as duas primeiras colocações, que garantem vaga direta na elite nacional em 2027

Coluna de Quinta-feira

access_time02/08/2018 - 00:34

DA “TRAIRAGEM” AO “GESTO”
A eleição que começou identificada como a da traição pode se transformar na eleição do gesto. Refiro-me aos possíveis gestos que podem ser praticados no PSD e o PSDB, oferecendo nova alternativa às urnas catarinenses. Hoje e amanhã devem se consolidar acordos que deixem o jogo mais claro. O PP radicalizou e pode sofrer o isolamento mais grave. O PSD de Gelson Merísio que tinha apenas um adversário: o MDB, passou a ter dois, desde que foi preterido pelo PP. Resta-lhe a candidatura própria ou aliança com o PSDB. Para isso acontecer o peessedista estaria sugerindo a troca de Paulo Bauer por Napoleão Bernardes. A chapa teria então: Napoleão Bernardes a governador, Gelson Merísio a vice com Paulo Bauer e Raimundo Colombo para o Senado.


OS GESTOS
Gelson Merísio “caiu da mudança” quando foi enxotado por Esperidião Amin, mas não perdeu o rebolado. Ele conversa com o PSDB orientado por sua equipe de marketing. Ela sugere que Napoleão Bernardes significa o novo. Uma chapa do novo enfrentando os velhos MDB e PP é o que o eleitor busca. Já Paulo Bauer, além de expor o risco de uma delação premiada, trás consigo alguns “esqueletos”.

PDT FORA
Enquanto valia o acordo costurado nos gabinetes da Assembleia Legislativa, nenhum outro partido era tão fiel ao grupo de Gelson Merísio quanto o PDT. Depois que este começou a conversar com o PSDB de Geraldo Alkmin, o PDT de Ciro Gomes está procurando o MDB, que e Santa Catarina não é tão Henrique Meirelles assim.

AO SENADO
Ontem se especulava que o MDB poderia oferecer, além de uma vaga ao Senado para Jorginho Mello (PR), uma para o PSL de Lucas Esmeraldino (partido de Jair Bolsonaro) ou para Ana Paulla da Silva, a Paulinha, do PDT. Neste caso há ingrediente de preocupação com a chapa proporcional (deputados). Seria bom para Rodrigo Minotto.

RECADOS
Enquanto Mauro Mariani estaria negociando as vagas ao Senado com Jorginho Mello (PR) ou mesmo outro partido, Paulo Afonso Vieira e Valdir Colatto estão mandando recados pela imprensa. Colatto chegou a distribuir nota oficial negando a possibilidade de abrir mão de vaga ao Senado e alegando que Mariani não teria autonomia para fazer isso. Paulo Afonso falou o mesmo através do microfone da rádio Eldorado.

OS AMINS DO MDB
Se no PP o deputado federal Esperidião Amin tem poder absoluto, de colocar e realocar sem que uma só voz se levante com capacidade para contrapor, no MDB pode-se dizer que existem vários “Amins”. São lideres com capacidade de enfrentar outros lideres. Eduardo Moreira, do alto da condição de governador que o diga. Agora, Mauro Mariani empoderado pelo partido sente resistência na hora de manusear as vagas ao Senado.

COM VEREADORES
Ontem à noite Mauro Mariani esteve em Criciúma para se reunir com o movimento de vereadores, crido inicialmente para apelar pela candidatura de Eduardo Moreira. O candidato mudou e o discurso precisa ser ajustado. A questão é que no MDB a fidelidade costuma absorver bem mudanças de candidatos.

DO FUNDO DO BAÚ
Ao remexer na memória da política descobrem-se fatos não entendidos na época. Diz-se entre caciques sem mais um fio de cabelo escuro, que em 1994, Paulo Afonso Vieira (PMDB) ganhou a eleição por uma destas decisões de última hora. Registra-se que Vilson Kleinubing (PFL) ao renunciar para disputar o Senado passou o cargo ao vice Antônio Carlos Konder Reis (PPR). Este teria perguntado a Esperidião Amin (PPB), se seria ou não candidato a governador. A resposta foi sim. Tivesse sido não, Konder teria renunciado para concorrer (diferente de hoje, a legislação exigia renúncia). Mas Amin concorreu à presidência da república e a esposa Ângela é que disputou com Paulo Afonso. Foi ai que o direitista Konder Reis teria trabalhado do palácio pedindo voto em Paulo Afonso, injuriado com Amin que teria faltado com a palavra.


SAINDO Deve ser anunciado entre hoje e amanhã a retirada da candidatura de Ângea Amin para deputada federal. Pelo visto a família sentiu que “tudo Amin” pode ser demais.

AJUDANDO Ontem a tarde havia líderes do PP sugerindo a Gelson Merísio para que faça coligação com o PSDB.

TÁ FORA Na capital as chamadas “viúvas” de Dário Berger, estariam indignadas desde que o ministro Luiz Fux, presidente do Tribunal Regional Eleitoral avisou que não será tolerada candidatura de condenado em segunda instância.

FANTOCHES Os partidos políticos estão ferindo de morte um dos mais bonitos mecanismos da democracia. As convenções partidárias, que são teoricamente a oportunidade da participação da militância no processo, estão sendo desrespeitada com o expediente da concessão do direito outorgado aos caciques do partido.

DESFRITAR Os partidos estão tendo que “desfritar os ovos”. Refiro-me ao desfazer por decreto o que teoricamente foi aprovado pelo voto dos convencionais.

ORLEANS Que o jornal Diário de Notícias tem o maior alcance e penetração regional os leitores sabem. Existem, entretanto, algumas revelações surpreendentes como a que o diretor do DN, Edson Dassoler tem ouvido de prefeitos, como a grande influência dos veículos nestas cidades. É também o caso de Orleans.

IDOSO As Câmaras de Vereadores já criaram projeto de toda ordem, nem todos com resultado esperado. Tem Câmara Mirim, Câmara da Mulher entre outras. Em Içara estão pretendendo criar a Câmara do Idoso, em que o idoso vive a experiência de ser vereador por oito sessões.


FRASE DO DIA
“Não tenho nenhuma restrição à composição com Jorginho Melo, mas não há sentido o MDB abrir mão de uma vaga ao Senado. Se são duas vagas, que se apresentem dois nomes. Vou à convenção no sábado e não há hipótese de eu não disputar uma das vagas para o Senado .”
Paulo Afonso Vieira, pré-candidato ao Senado, descartando a possibilidade de concordar com apelo que Jorginho Melo estaria fazendo, postando-se como candidato único apoiado pelo MDB.


Editorial: A derrota do apodrecido dedo da indicação

 personJoão Paulo Messer
access_time30/12/2025 - 06:30

Sobre Brasília sabemos muito pouco, quase nada. Mesmo quem está nos bastidores do centro do poder tem dificuldades para entender muita coisa. Aqui, sabemos quase nada sobre Brasília.

Sabemos que por lá circula o dinheiro do nosso suor. Sabemos que de lá emana todo o poder, e não como diz a Constituição, do seu povo brasileiro.

Sobre Brasília conhecemos o que vemos nos noticiários. Sobre Brasília temos os piores conceitos possíveis. Sobre Brasília nos arriscamos, a todo momento, a opinar.

Lá depositamos muitas das nossas frustrações, porque é na capital federal do país que reside a nossa maior resignação. A resignação do brasileiro, que hoje é um povo infeliz, que transforma sua frustração diária, combinada ao dia de amanhã, numa espécie de esperança de que os tempos vão mudar.

Hoje acompanhamos, de Brasília, mais uma dessas informações que nos levam às mais diversas conclusões. O Senado Federal, depois de mais de um século, rejeitou uma indicação para composição do Supremo Tribunal Federal.

Ministros e políticos, aliados ou oponentes ao governo, lamentam que o personagem desta rejeição seja uma espécie de ministro querido por todos. Inclusive, indicados de Bolsonaro ao Supremo lamentaram o resultado.

O que nos parece, à distância, sobre Brasília, é que o Senado passou o recado, que pode ser errado, mas que é tempo de muita turbulência. Messias, o personagem, pode ter pago caro uma fatura que não lhe pertence.

Mesmo à distância de Brasília, podemos entender que o recado, certo ou errado, passado pelo Senado ontem, é de que o Supremo está apodrecido e que a ele não é momento de se anexar nada.

Pior do que isso, ficou evidente que a podridão do Supremo tem a ver diretamente com quem o vem contaminando nos últimos tempos. A não aceitação da indicação de Lula ao Supremo é o recado direto de que ele não tem mais moral para dirigir nada, nem mesmo uma indicação ao Supremo, por melhor que o personagem por ele indicado possa parecer.

Lembro daquele ditado que diz: os bons pagam pelos maus. Dos recados de Brasília, recebemos mais um: de que o poder segue na mão de quem está na contramão do resto da nação.

Lei Antifacção

 personJoão Paulo Messer
access_time19/11/2025 - 07:11

A aprovação da chamada Lei Antifacção pela Câmara dos Deputados representa, sem exagero, um daqueles raros momentos em que o Congresso Nacional parece despertar de sua letargia moral e enxergar o país real — aquele que convive diariamente com o medo, com territórios tomados pelo crime e com o avanço de organizações que se comportam como verdadeiros Estados paralelos.

É um passo firme, corajoso e necessário. Não porque resolve tudo, mas porque indica uma direção: a de que o poder público, ao menos por alguns instantes, recorda sua obrigação básica de proteger o cidadão.

É importante reconhecer que, num cenário de tanta ambiguidade política, a aprovação dessa lei surge como um lampejo de lucidez. Sim, o Brasil ainda é capaz de produzir consensos civilizatórios. Sim, nossos parlamentares, quando pressionados pelo clamor social, podem agir em defesa do interesse coletivo. E, sim, o combate às facções criminosas exige instrumentos legais proporcionais ao tamanho da ameaça que enfrentamos. Nesse sentido, a votação demonstra que, quando quer, o Congresso funciona.

Mas seria ingenuidade acreditar que tudo é virtude e desprendimento. A história recente nos ensina que raramente existe unanimidade desinteressada no parlamento. Para cada aceno de responsabilidade, há um cálculo político oculto; para cada gesto em favor do país, uma contrapartida não declarada. É o velho dilema nacional: celebramos avanços, mas sempre com uma pulga atrás da orelha.
Por isso, embora a aprovação da Lei Antifacção mereça aplausos, ela também exige vigilância. Resta saber quais serão os próximos movimentos, qual a “pegadinha” embutida nos desdobramentos legislativos e que espécie de negociação subterrânea pode vir à tona. Afinal, o jogo político brasileiro nunca é simples — e, menos ainda, inocente.

A vitória é do povo de bem? Em parte, sim. Mas só será plena se este passo não for seguido de retrocessos discretos, ajustes convenientes ou concessões que descaracterizem o mérito da medida. Em um país onde lampejos de lucidez aparecem, mas não viram regra, cabe ao cidadão acompanhar cada detalhe. O combate ao crime não pode ser pauta de ocasião; precisa ser compromisso permanente. E é exatamente isso que agora teremos de cobrar.

Governador no Sul de SC

 personJoão Paulo Messer
access_time17/11/2025 - 13:34

Além da extensa relação de autorizações para obras no Sul de SC chamou a atenção para a representatividade da região que acompanhou todos os atos. Em cada um dos palanques muita gente. Este tipo de evento realizado no fim de semana e em horários com inúmeras alternativas nem sempre tem todo o prestígio que tiveram.

Outros fatos relevantes são os de que a reitora licenciada da UNesc e atual Secretária de Estado da Educação, Luciane Ceretta, foi quem esteve o tempo todo ao lado do governador, por isso deixando evidente que sua força política a cacifa para ser a autoridade mais influente, mesmo quando o assunto não é da pasta de Educação.

Outro fato que chama a atenção sempre é que o governador trata de infraestrutura os atos são feitos com a presença do Secretário Adjunto de |Infraestrutura Ricardo Grando.

A nova fase da AMREC

 personJoão Paulo Messer
access_time11/11/2025 - 11:11

Quando assumiu a presidência, no início do ano, o prefeito de Lauro Müller, Valsir Fontanella, encontrou uma entidade esfacelada. Apenas cinco dos doze municípios faziam parte da entidade de fato. A primeira ação foi trazer os demais prefeitos de volta.

Menos de um ano depois, a sede da entidade já demonstra os novos tempos. Não apenas os municípios que haviam sido afastados pelos seus prefeitos retornaram, como também a participação passou a ser mais intensa.

Prova dessa nova fase é a ampla reforma pela qual a sede está passando e que deve ser concluída até o final do ano. As adaptações e melhorias só foram possíveis porque os municípios que antes estavam inadimplentes voltaram a pagar suas mensalidades e quitaram os atrasos.

COP30 e a serventia

 personJoão Paulo Messer
access_time07/11/2025 - 07:11

A COP30, para muitos de nós, parece algo distante — um grande evento internacional que pouco interfere na rotina de quem vive aqui no Sul de Santa Catarina. No entanto, o que acontece lá não é irrelevante.

Em meio a discursos sobre aquecimento global e metas de sustentabilidade, o que se vê é um grande palco montado para os interesses das potências mundiais.
O encontro, que acontece em Belém do Pará, reúne líderes e instituições com discursos bonitos, mas raramente coloca no centro da discussão o cidadão comum, aquele que lida com a produção rural, a mineração ou o desafio de equilibrar economia e meio ambiente no dia a dia.

De Criciúma, por exemplo, a SATC participa de forma remota, contribuindo com ideias e debates técnicos. Porém, os temas que realmente dominam as manchetes não são os de interesse local, e sim os grandes negócios que orbitam o chamado “mercado verde”.

Fala-se muito em emissões de carbono, mas pouco se fala das comunidades que dependem de atividades como o carvão ou a agricultura familiar.

Ao mergulhar nesse tema, tem-se a sensação de adentrar uma selva de contradições. O que é vendido como salvação ambiental parece, muitas vezes, um novo modelo de exploração econômica disfarçado de virtude ecológica.

Quando a mídia começar a bombardear o público com as notícias da COP30, é preciso olhar com desconfiança. Nem toda tese apresentada como solução global é isenta de interesse. Infelizmente, o meio ambiente se tornou também um negócio bilionário — e é essa a verdadeira temperatura que aquece o planeta.

Triste realidade do radicalismo

 personJoão Paulo Messer
access_time05/11/2025 - 07:11

Chegamos ao inacreditável cenário em que as mortes são politizadas. O Brasil não consegue avançar na discussão do que de fato interessa: o bem-estar do cidadão. O pais mantém-se em uma triste discussão política ideológica polarizada.
Nas manchetes desta quarta-feira encontramos razão de sobra para questionar o quanto a alienação do ser humano empobreceu, adoeceu ou mesmo caminha para a falência de uma sociedade. Ao invés da evolução a involução.
Caminhamos para trás. Regredimos como seres humanos por conta de nossas paixões.
Vivemos um tempo em que as paixões políticas se tornaram uma espécie de lente deformada pela qual enxergamos o mundo.
Em vez de buscar compreender o outro, buscamos confirmar o que já pensamos. Isso empobrece o diálogo, paralisa o raciocínio e faz com que a sociedade caminhe em círculos, incapaz de construir pontes entre ideias diferentes.
Quando aceitamos apenas aquilo que confirma nossas crenças, deixamos de aprender, de evoluir e de enxergar as nuances que a vida exige.
A política, que deveria ser o espaço do encontro e da busca por soluções coletivas, se transforma em campo de guerra emocional. A verdade, então, passa a ser escolhida, não descoberta.
Essa cegueira ideológica se infiltra em todos os aspectos da vida, até mesmo na maneira como reagimos à morte, ao sofrimento ou à tragédia.
Julgamos o luto e o valor de uma vida conforme a cor partidária de quem se vai. Isso revela o quanto deixamos de lado a humanidade em nome da disputa.
Quando a empatia cede lugar à convicção cega, perdemos não apenas o senso crítico, mas também a capacidade de sentir. O mundo não se torna mais justo quando nos tornamos intolerantes — apenas mais duro e frio.
Evoluir é duvidar, questionar, ouvir, reconsiderar.
É compreender que ninguém detém toda a razão e que até o adversário pode ter algo a ensinar. Quando deixamos de fazer isso, deixamos de crescer como indivíduos e como sociedade.
O preço da intolerância é alto: é o atraso, a divisão e a perda de tudo aquilo que nos torna humanos.

Legislativo acompanha demandas de instituição que acolhe idosos em Criciúma

 personJoão Paulo Messer
access_time31/10/2025 - 14:16

O vereador Valdeci Bittencourt (PSD), o Amaral, realizou nesta semana uma visita ao Lar da Terceira Idade Rede Viva, localizado no bairro Mineira Velha, em Criciúma. Durante o encontro com a coordenadora da instituição, Mariane Rios, o parlamentar conheceu de perto o trabalho desenvolvido e as principais demandas enfrentadas pelo local, que atualmente abriga 29 idosos, sendo 17 em convênio particular e 12 vinculados à Prefeitura Municipal.

Entre as dificuldades apresentadas, está a ausência de um veículo próprio para atender às necessidades diárias do Lar, como o transporte de alimentos, medicamentos e o deslocamento dos idosos para consultas com especialistas. “É uma demanda essencial, pois influencia diretamente no cuidado e no bem-estar dos idosos atendidos”, destacou Amaral.

O vereador também conversou sobre alternativas de captação de recursos, como a destinação de parte do imposto de renda de pessoas físicas e jurídicas, que podem contribuir para melhorias na estrutura do espaço. Entre as prioridades estão a instalação de aparelhos de ar-condicionado e de placas solares, ações que visam oferecer mais conforto aos moradores e reduzir os custos com energia elétrica.

“Instituições como o Lar Rede Viva prestam um serviço social de grande relevância em Criciúma. É importante que encontrem apoio para seguir oferecendo um atendimento humano e de qualidade aos nossos idosos”, reforçou o

Mais um sulcatarinense no Governo Jorginho

 personJoão Paulo Messer
access_time31/10/2025 - 13:34

O vereador de presença forte em Criciúma foi chamado pelo governador Jorginho Mello para assumir o cargo de Secretário-Adjunto da Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia. O ato ocorreu na manhã desta sexta-feira (31) em Florianópolis. Além do secretário da pasta Edgard Usuy esteve presente a Secretária de Estado da Educação, Luciane Ceretta.

A presença de Ceretta se dá por conta da estreita relação que ela tem com Nícola. Foi uma presença muito desejada pelo agora adjunto da pasta de Ciência e Tecnologia. No ato o titular Edgard Usuy informou que fará uma viagem ao exterior a partir de segunda-feira e o adjunto chega assumindo a pasta no período de dez dias.

Com a licença de Nícola na Câmara de Vereadores de Criciúma o Legisltivo está chamando o suplente Toninho da Figueira.

Bolsonaro na frente em SC

 personJoão Paulo Messer
access_time05/09/2025 - 16:16

A semana termina com informações da pesquisa divulgada pela CNN Brasil, realizada Instituto Real Time Big Data. Além de olhar Jorginho Mello absoluto favorito em Santa Catarina revela que a força bolsonarista é muito grande. Conclui-se isso à medida que Carlos Bolsonaro aparece na frente quando a corrida é pelo Senado.

Dos 1.200 votos catarinenses entrevistados nos dias 2 e 3 de setembro a pergunta sobre candidatos ao Senado ? lembrando que são duas vagas, logo a pesquisa ofereceu a possibilidade de indicação de dois nomes, Carlos Bolsonaro gira na casa dos 45 por cento da preferência.

A pesquisa foi feita com dois cenários sendo observada a ausência de alguns nomes importantes. Via de regra Carlos Bolsonaro aparece na frente.

No primeiro cenário Carlos Bolsonaro aparece com 45 por cento das intenções de voto. A deputada federal Carol de Toni tem 33 por cento, o senador Esperidião Amin 21 por cento, o ex-deputado federal Décio Lima com 19 por cento. Aparece ainda o nome do prefeito de Joinville, Adriano Silva com 17 por cento. O deputado federal Carlos Chiodini tem 7 por cento e o deputado Paulo Alceu tem 7 por cento. O total de votos brancos e nulos é de 7 por cento e os indefinidos são 4 por cento.

Num segundo cenário Carlos Bolsonaro é substituído pela deputada federal Júlia Zanatta e o deputado estadual Antídio Lunelli substitui Carlos Chiodini como nome do MDB na disputa. Nesse quadro Carol de Toni liderou com 36 por cento seguida de Esperidião Amin com 27 por cento, Adriano Silva com 22 por cento, Júlia Zanatta com 19 por cento, Décio Lima com 19 por cento, Paulo Alceu com 9 por cento e Antídio Lunelli com 9 por cento. Brancos e nulos são 8 por cento e os indefinidos - não sabem ou não responderam ? 5 por cento.

Cenário 1
Carlos Bolsonaro (PL): 45%; Caroline de Toni (PL): 33%; Esperidião Amin (PP): 21%; Décio Lima (PT): 19%; Adriano Silva (Novo): 17%, Carlos Chiodini (MDB): 7%, Paulo Alceu (sem partido): 7%; Nulo/branco: 7%

Cenário 2
Caroline de Toni (PL): 36%; Esperidião Amin (PP): 27%; Adriano Silva (Novo): 22%; Júlia Zanatta (PL): 19%; Décio Lima (PT): 19%; Paulo Alceu (sem partido): 9%; Antídio Lunelli (MDB): 9%.Nulo/branco: 8%

Os números do Sul preocupam

 personJoão Paulo Messer
access_time26/08/2025 - 11:11

E hoje o Estado divulga o que chamam de dados provisórios sobre o retorno do ICMS aos municípios. É uma descoberta do volume feito por cada cidade no tributo mais importante sobre a movimentação do comércio. E este dado que já pesa muito, diz muito, indica muito, ficará ainda mais importante com a reforma tributária que virá a partir dos próximos anos.

Pois tudo indica que o que se acender sobre a nossa região é uma luz amarela, piscante, um quase sinal vermelho. Os dados vazados antes de maneira preliminar e extraoficial indicam que estamos sendo superados pela Serra catarinense que era até então a mais pobre de todos. E não que aqui pobreza signifique diminuição da arrecadação. Tem crescimento sim, mas nós do Sul, pelo que tudo indica, não acompanhamos o restante do Estado. E se não acompanhamos a Serra que tem os números ruins temos que mais fazer que abrir os olhos, arregaçar as mangas e começar a trabalhar de uma maneira diferente.

Tem uma razão lógica e simples para isso. Se não conseguirmos acompanhar o crescimento de uma região que assim como nós recuperamos da infraestrutura é porque as nossas razões ficam escassas. Ficam diminuídas. Nossas informações precisam ser revistas. Precisam ser mais eficientes por estratégias mais eficientes.

Estou falando de movimento econômico. Dados coletados no último ano. Já se sabe nos bastidores que os dados que saem hoje nos sugerem um crescimento menor. É necessário rever procedimentos, mobilizações e ações.

Porque então adianta termos cinco deputados federais se nossas pautas esbarram em morros desmoronados ou rodovias obstruídas. A política do sul se mostra volumosa em representatividade, pífia em qualidade. Somos por conta disso, todos, culpados??

Nossas entidades classistas estão enfraquecidas?... Pergunto para não ser categórico e afirmado. Nós, imprensa, com menos força para cobrar e comprometer as autoridades que esbanjam gratidão pelos largos espaços que tem na mídia para falar sobre o que fazem? De que adianta nós imprensa trabalharmos assim se parte da engrenagem parece funcionar como deve.

E faço tal provocação com tom de meia culpa para gerar provocação. Reage Sul. Se forem confirmados os números que emparelham nos bastidores, teremos todos que tentar entender o porquê. Entender e agir.

Estratégias do Republicanos

 personJoão Paulo Messer
access_time11/08/2025 - 11:11

A construção de candidaturas cada vez mais exige laços bem amarrados e com representação de grupos fortes. Para a eleição parlamentar de 2026 o Partido Republicanos está oferecendo uma base para incorporar um projeto da FABSUL (Federação de Autoregulação e Benefícios de Santa Catarina. Em nome deles está lançado a dobradinha José Roberto Costa para candidato a deputado federal e Jefereson Monteiro para deputado estadual.
A entidade conta hoje com mais de 100 associações, 700 mil usuários, seis mil colaboradores e uma forte articulação a que se associam escritórios, serviços de guinchos, funilarias entre outros.

Tanto a entidade percebe a necessidade de ter representação parlamentar que por ocasião da aprovação da lei que regulamenta o serviço conto com a colaboração do deputado federal Vinicius Raposo de Carvalho, eleito por São Paulo.

PT terá chapa única em Criciúma

 personJoão Paulo Messer
access_time14/05/2025 - 11:34

O PT dos trabalhadores terá cinco candidatos à presidência da sigla no âmbito nacional, quatro no âmbito estadual e apenas um em Criciúma. O consenso da eleição do partido na principal cidade do Sul surgiu após algumas conversas. Forças partidárias tradicionais sentaram à mesa para chegar ao consenso. O candidato a presidente será José Paulo Serafim que terá Júlio Bitencourt como vice.

No título a aparente redundância de consenso e chapa única fala por si só sobre como as coisas foram trabalhadas após alguns momentos de insatisfação de grupos do partido com o que ocorreu em tempos recentes.

As eleições do PT ocorreram de forma vertical no dia 6 de julho.

Em Santa Catarina estão disputando a deputada Luciane Carminatti, o deputado Fabiano da Luz e o deputado Padre Pedro Baldessera além do vereador da capital Bruno Zilioto.

No âmbito nacional os candidatos são: Rui Falcão, Edinho Silva, Romênio Pereira, Valter Pomar e Washigton Quaquá.

Entenda os movimentos do MDB

 personJoão Paulo Messer
access_time28/04/2025 - 14:16

Não foi apenas na festa de aniversário do vereador Marcos Machado (Criciúma), comemorado recentemente, que os velhos cardeais do MDB compareceram em massa. No último domingo (27) eles voltaram a atender um convite do vereador e sentaram para discutir o partido. Eduardo Moreira e Paulo Meller viajaram de Florianópolis para Criciúma, enquanto Ronaldo Benedet abriu as portas de sua casa para recebê-los.
Machado disse na rádio Eldorado que está buscando sabedoria. Para quem sabe sobre como o MDB andou recentemente, um dos recados era de que a sigla precisava se renovar e os antigos tinham que dar espaço. Teoricamente por conta disso Moreira, Meller e Benedet sairam de cena, assim como alguns outros. O MDB afundou.
Do outro lado há os que dizem que o MDB foi esquecido por Moreira que residia em Florianópolis e por conta disso abandonou a área. Benedet recolheu-se ao escritório de advocacia e com Meller, na última eleição de vereador apoiou outro nome que não Marcos Machado. Aliás,. este foi considerado por alguns emedebistas traidor por ter saído da base emedebista de Criciúma para apoiar o deputado estadual Volnei Weber.
Alguns outros eram esperados como portagonistas do MDB, caso do agora deputado federal Luiz Fernando Cardoso Vampiro, Rodrigo Ganso e o próprio Paulo Ferrarezi. A renovação puxada por eles deu em nada.
Então aquela tese de que o MDB estava desgastado e exatamente meio que escondeu Moreira, Meller e Benedet foi se consolidando e ganhando corpo até mesmo fora das falas emedebistas. A cidade começou a comprar essa ideia.
Neste cenário Marcos Machado, que para muitos é considerado falastrão prepotente, tem
feito os discursos à moda antiga com recheio de novidades para resgatar os emedebistas. Ele jura que está considerando isso. A festa de aniversário em que reuniu ofertas de líderes emedebistas foi um destes exemplos. A reunião do último domingo à noite é outro exemplo.
Em resumo, sobre a reunião, Marcos Machado diz que está ouvindo os cardeais emedebistas para reconstruir o partido que já foi o mais forte em Criciúma. Ao seu estilo parece conseguir, embora haja uma ala já incomodada por este estilo. Trata-se da ala que vinha com a missão de agitar o MDB. As cenas dos próximos capítulos devem ser diárias.

Bancada estadual foi mais agial que a federal

 personJoão Paulo Messer
access_time12/04/2025 - 16:16

Morro dos Cavalos: porque a bancada estadual foi melhor que a federal
12 de abril de 2025 | Sábado 14h11
Se parece estranho para alguns, não vejo nada disso no fato de a bancada estadual do Sul, de deputados, ter sido mais ágil e eficiente do que a federal em se tratar de ações em favor da solução ao problema do Morro dos Cavalos. Há várias razões para isso.
A primeira justificativa é a união dos parlamentares da região. São sete (Júlio Garcia-PSD, Tiago Zilli-MDB, José Milton Scheffer-PP, Rodrigo Minotto-PDT, Jessé Lopes-PL, Volnei Weber-MDB e Pepê Colaço-PP). Diferente dos federais (Júlia Zanatta-PL, Daniel Freitas-PL, Ricardo Guidi-PL, Geovânia de Sá-PSDB e Luiz Fernando Cardoso Vampiro-MDB), os estaduais enviaram fácil e rápido à mesma mesa. Se o estadual tem mais membros de siglas de portas abertas no Governo Federal, o federal tem maioria de oposição.
Não é demérito nem razão para minorar a bancada federal nesta luta pela solução à BR-101, pelo contrário. Devemos lembrar que foi por melhorias de Vampiro o ajuste alternativo do túnel com um contorno ao Morro dos cavalos e da deputada federal Geovânia de Sá uma luta incessante com reuniões e presença em todos os movimentos feitos antes mesmo dela ser oficializada dona de cadeira na Câmara Federal, ou seja, quando era suplente não poupou movimentos. Se há ressaltarva a ser feita poderia dizer que a bancada do PL poderia ter obtido melhores resultados quando Jair Bolsonaro era presidente da república.
Voltando à mobilização dos deputados estaduais da bancada do Sul em favor da solução ao Morro dos Cavalos, devemos lembrar que a capacidade de unidade que o deputado Júlio Garcia tem para reunir à mesma mesa os deputados é a melhor que se conhece. Outro fato é que o MDB é quem tem hoje o Ministério dos Transportes.
Como a bancada federal tem suas limitações, o governador Jorginho Mello sabidamente não é persona de boa relação no Governo Federal nada mais justo de que os deputados estaduais e da bancada do Sul façam o movimento com melhores chances de resultados para que seja dada solução ao problema do Morro dos Cavalos.

Nomeação do barulho

 personJoão Paulo Messer
access_time19/01/2025 - 00:34

A nomeação da esposa Cleusa Cavassini em carga de confiança e o primeiro escalonamento agitou bastidores da política em Forquilhinha, nesta semana. Nada de ilegal no ato, mas alimento à oposição que se mostrou desarticulada na eleição
Cleo, como o prefeito a chama, assumirá a Secretaria de Ação Social do município de Forquilhinha. Isso já foi para ter acontecido no primeiro mandato, mas provavelmente por conta do risco político isso não foi feito. Neguinho é categórico e responde, que se é carga de confiança em ninguém mais ele confia que na esposa, a quem conhece as preocupações na área social.
Mesmo que seja legal e que não tenha sucesso qualquer questionamento jurídico, que pode contar com esta legalidade, deve ocorrer, barulho político existente. Os últimos índices de aprovação de Neguinho, corroborados com os números da eleição, não devem trazer maior preocupação ao prefeito