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  TUDO A VER: Fim da escala 6x1 e concurso de logomarca foram os assuntos desta quarta-feira

commentJornalismo access_time21/10/2026 18:30

Natália Chaves recebeu Rodrigo Custódio de Medeiros, Rodrigo Otávio Goncho, Patrícia Mariano e Dilvania Ramos

Estadual de 2027 pode ter pontos corridos e jogos únicos na semifinal e na decisão

commentEsporte access_time21/10/2026 21:04

Campeonato Catarinense deve iniciar no dia 10 de janeiro

Com quatro vitórias nos últimos cinco jogos, Yuri Tanque mira acesso acesso direto à Série A pelo Criciúma

commentCriciúma EC access_time20/10/2026 17:47

Atuando em todas as partidas desde a sua estreia pelo Tigre, atacante busca ajudar equipe a alcançar as duas primeiras colocações, que garantem vaga direta na elite nacional em 2027

ESTADO RASPA O TACHO, TAMBÉM

access_time06/11/2018 - 00:00

Seguindo exemplo do que acontece com a prefeitura de Criciúma, o Governo do Estado também raspa o tacho para terminar o ano fiscal. No caso do Estado é para fechar as contas da gestão. Para isso o governador Eduardo Moreira editou – passou a valer ontem – duas medidas provisórias (MP 224 e MP 225) que concedem inventivos (isenção ou descontos) para devedores de tributos do Estado que honrarem a dívida, total ou parcialmente, até o dia 30 deste mês. Devedores até o dia 31 de dezembro de 2017 podem renegociar os débitos. A equipe de fiscalização está empenhada inclusive em procurar os devedores para oferecer esta possibilidade.

UNANIMIDADE
O vereador Miri Dagostin (PP) começou ontem a peregrinação de gabinetes dos 16 colegas para buscar assegurar o voto para ser eleito presidente da Câmara de Vereadores. Um acordo firmado em 2016 lhe assegura votos suficientes, mas ante a ausência de movimento de oposição ele precisa conquistar pelo menos um voto: do vereador Zairo Casagrande. Foi pelo gabinete dele que começou a peregrinação.

NA VENEZA
A vaga de presidente da Câmara de Vereadores de Nova Veneza, nos pr´poximos dois anos – 2019 e 2020 – é do PSDB, por força de acordo com o único vereador do PSD, atual presidente Biro Biro. Internamente o partido tucano decidiu sexta-feira que o mandato será dividido entre os vereadores César Pazetto e Aroldo Frigo Júnior. Detalhe: ambos querem ser presidente no primeiro ano (2019).

FORÇA DO BIRO
Presidente por dois anos – 2017 e 2018 – o vereador Eloir Minatto, o Biro Biro, será vice-presidente nos próximos dois anos, também por força de acordo. Também mantem os cinco cargos de confiança que ele nomeou quando assumiu. Tudo isso pela força que exerce por ser o “quinto” vereador. Quer dizer, para o lado que “pender” decide a eleição da Mesa Diretora. Situação tem quatro vereadores, igual a oposição.

JUSTA HOMENAGEM
Um dos momentos mais emocionantes da história da Câmara de Vereadores de Criciúma aconteceu ontem. Foi na homenagem prestada pelo Legislativo aos ex-vereadores Apolinário Tiscoski (92 anos) e Nelson Alexandrino (86 anos).

APOLINÁRIO
Apolinário Tiscoski tem 92 anos de idade e mora em Criciúma. Foi eleito vereador em 1962 e na sessão de ontem levou consigo grande parte da sua família, num dos momentos mais importantes da sua história. No discurso lembrou da sua terra natal Forquilhinha, que na época era distrito de Criciúma.

NELSON
Aos 86 anos, atualmente morando em Florianópolis, Nelson Alexandrino foi vereador em dois mandatos, entre 1958 e 1966. Foi ainda prefeito de Criciúma nos anos em que foram instituídos símbolos como o hino e a bandeira da cidade, entre outras conquistas da gestão no Executivo entre os anos de 1970 a 1973.

TEM DATA
O governo de Criciúma decidiu marcar a data para inaugurar o Parque do Imigrante, no distrito do Rio Maina. Apesar de a obra estar com muito oque fazer, a decisão de estabelecer data foi uma forma encontrada pelo prefeito para pressionar as equipes que trabalham no local.

RECEPÇÃO AOS CALOUROS
As trapalhadas da deputada eleita Ana Caroline Campagnolo (PSL), de Itajaí, não sã as únicas que anunciam a chegada de uma legislatura “do barulho”. Já teve deputado estadual eleito que foi à Assembleia Legislativa saber qual seria seu gabinete, outro que já queria espaço de estacionamento na área dos deputados e corre à boca pequena no parlamento estadual que pessoas ligadas ao deputado professor Ricardo Alba (PSL) queriam saber sobre a presidência da Alesc. Folclore ou não, exageros das fontes do parlamento, ou não, a verdade é que os “calouros” devem enfrentar na casa política do Estado alguns trotes . Afinal, a casa é ocupada por muita gente experiente, alguns que “dão aula” para deputado. Vale acompanhar.

DECISÃO A Justiça determinou à deputada Ana Caroline Capagnolo imediata retirada das suas redes sociais as publicações que criam uma espécie de vigilância – ou perseguição como alguns preferem – sobre professores e seus métodos de ensino.

FOI ASSIM Logo após eleita a deputada Ana Caroline Campagnolo divulgou premiação para alunos que enviassem vídeos denunciando professores com métodos considerados de cunho ideológico que ofendam a liberdade de crença e consciência.

E AÍ MOISÉS Já existe inquietação de setor do governo quanto a demora do novo governador em anunciar nomes, tanto da equipe de transição como do novo secretariado. Há quem entenda que seja por dificuldade de encontrar nomes.

FIEL Uma das razões da demora pode estar ligada à firme decisão de manter-se fiel ao discurso de que a máquina será “despartidizada”. A missão só é facilitada pelo apoio que está sendo oferecido pelo atual governo, especialmente o governador Eduardo Moreira.

COBRANDO Após ler notícias sobre o que o governo estaria anunciando a suspensão do processo de instalação do serviço aero médico ainda neste ano em Criciúma, dada a dificuldade de orçamento, o vereador Tita Beloli usou a tribuna da Câmara ontem para cobrar do governador e do prefeito promessa feita por ambos.

DO CHEFE Ressalta-se que as cobranças mais durantes em relação à falta de compromisso assumido pelo governador e o prefeito vieram de vereadores do seu partido. Além de Tita Beloli (do partido de Eduardo Moreira) o mesmo tom de cobrança veio do vereador Álisson Pires (do partido de Clésio Salvaro).

COM SAÚDE A julgar pelos relatórios que o Secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande, tem na ponta da língua o mandato termina com solução encaminhada à maioria das demandas da região Sul. Entre elas a do Hospital Materno Infantil Santa Catarina que virá realidade após 20 anos.

FRASE DO DIA
“O serviço aero médico foi um compromisso do Eduardo Moreira e do Clésio Salvaro. A consciência é deles. Se trata de um aumento de apenas R$ 80 mil do que já há”.
Tita Beloli (MDB), vereador de Criciúma cobrando em plenário a promessa assumida pelo governador e o prefeito de instalação do serviço aero médico em Criciúma ainda neste ano.


MP é o maior adversário de Clésio Salvaro

 personJoão Paulo Messer
access_time27/11/2019 - 19:34

Existe um consenso velado no cenário político de Criciúma de que o prefeito Clésio Salvaro só perde para ele próprio. Que não tem adversário no voto capaz de derrota-lo. Não sei se isso é tão verdadeiro, mas que o conceito é construído pela maioria dos que analisam o cenário isto é verdade. Pois sob a sombra desta dúvida, ou esperança para alguns, surgiram dois novos fatos. Trata-se das ações por improbidade propostas pela Promotora Pública. Combustível para o debate político, mas muito cedo para qualquer conclusão. Se em tempos normais ajuizamento de caso não significa certeza de condenação, nos tempos de hoje as incertezas são ainda maiores. Quer dizer, à oposição o movimento jurídico é combustível para o debate. Já à situação os exemplos de que estas coisas dão em nada são o contragolpe. Esta é em síntese, na minha opinião, o resultado prático das duas principais notícias desta quarta-feira (27).
A promotora pública Caroline Eller entrou com uma e fala de uma segunda ação civil de improbidade administrativa contra o prefeito Clésio Salvaro. Uma já apresentada ao Judiciário é resultado de um movimento que já provocou enorme barulho na própria Câmara de Vereadores, com instalação de CPI, e no sistema de previdência dos servidores por causa da irregularidade na falta de cumprimento dos deveres ao recolher o fundo dos servidores. A outra, a ser apresentada, é porque o prefeito tem se negado a fazer concurso público seguindo Termo de Ajustamento de Conduta firmado com o MP.

Bolsonaristas vão precisar de “partido de aluguel” em 2020

 personJoão Paulo Messer
access_time25/11/2019 - 22:22

Uma entrevista bastante esclarecedora com Júlio César Lopes, que está saindo do PSL assim como o presidente Jair Bolsonaro e uma multidão, deixa evidente as dificuldades que os bolsonaristas candidatos a vereador terão no ano que vem. O novo partido Aliança pelo Brasil (38) não deve estar habilitado até março, prazo máximo do calendário eleitoral. Assim, a alternativa será buscar outra sigla que deve estar ciente de que servirá até que o novo partido esteja criado. Esta estranha manobra é decorrência da burocracia que impede a criação do Aliança pelo Brasil e do que é, segundo interpreta Lopes, estratégia de Bolsonaro que assim não precisará percorrer o Brasil em campanha na eleição municipal. O que importa é a eleição de 2022.
Pior ainda o cenário em Santa Catarina, onde o governador Carlos Moisés deve seguir no PSL e por lógica não irá apoiar candidato bolsonarista. Esta é a interpretação de Júlio Lopes, pai do deputado Jessé Lopes, que declarou guerra ao governador.

Sinuca de bico
Alguns vereadores em Criciúma, candidatos à reeleição, como Ademir Honorato (hoje MDB) e Júlio Kaminski (hoje PSDB), andam sondando como serem candidatos declaradamente bolsonaristas. Eles necessitam de um novo partido a ser escolhido em março, pois a legislação brasileira não permite a disputa da eleição sem filiação e ambos já se declararam fora de suas atuais siglas.

Presidência da Câmara
Em 2017, quando a atual legislatura assumiu, o prefeito Clésio Salvaro (PSDB) tentou ganhar a presidência da Câmara de Vereadores, mas perdeu para o chamado “Grupos dos Nove”. Seu candidato era Júlio Kaminski (PSDB), atualmente ferrenho opositor. No ano passado o prefeito nem se movimentou e de novo o “G9” ganhou a eleição mantendo um acordo firmado pelo grupo que se declarou “independente” do Executivo. Este acordão prevê que no final do ano o atual presidente Miri Dagostin (PP) renuncie e em nova eleição seja eleito alguém do MDB. Este alguém já está escolhido pelo partido: é o vereador Tita Beloli. As coisas evoluíram tanto que desta vez o prefeito deve oferecer três votos para o grupo que nasceu independente, mas hoje é mais fiel que a própria base do prefeito na Câmara.

Tita conta 12
O vereador Tita Beloli (MDB) conta 12 votos para ser eleito presidente da Câmara ade Vereadores. O tal G9 perdeu um vereador – Daniel Freitas – hoje substituído por Edison Luiz do Nascimento, Paiol. Este ainda não revela o voto mas admite que “sabe fazer conta”. Isso significa que não vai votar contra o Tita se o prefeito der mesmo três votos ao emedebista, como tudo indica vá ocorrer.

Três tucanos
O prefeito já garantiu ao vereador Tita Beloli que seus três fiéis tucanos (Giovana Zanete, Arleu da Silveira e Moacir Da Jori) votam com o G9. Por “osmose” Paiol também vota.

Por estratégia governo de Criciúma faz autoinvestigação

 personJoão Paulo Messer
access_time04/11/2019 - 22:22

Vamos à interpretação da estratégia do governo municipal de Criciúma ao protocolar, ele própria, uma investigação parlamentar sobre um “braço” seu, a AFASC. Nesta segunda-feira o vereador Arleu da Silveira (PSDB) recolheu as assinaturas necessárias e protocolou pedido de CPI na AFASC. Estranho? Não em se tratando do governo Clésio Salvaro. No seu mandato anterior ele já havia feito isso, no que ficou conhecido como a CPI das Lajotas. Decorrente daquela corre até hoje um processo que se arrasta e até respingou sobre alguns do governo, que seguem recorrendo das suas condenações. Há de se registrar que naquela época a oposição era muito diferente da atual. Era o tempo do auge da oposição com Romanna Remor e Douglas Mattos. De longe não se compara aquela oposição à atual. Afora isso, creio que com aquela CPI o governo aprendeu algumas artimanhas a serem usadas agora.

Quem chama recebe
Como foi o vereador Arleu da Silveira (PSDB), quem protocolou a CPI ele é quem representa o partido. Não fosse assim, Júlio Kaminski que segue no PSDB poderia ser um vereador de oposição ao governo ocupando vaga do partido do prefeito. Isso porque se Arleu não fosse o autor do protocolo, Kaminski o faria. Outro vereador de oposição que poderia estar nesta CPI é Ademir Honorato (MDB), mas foi Toninho da Imbralit, quem subscreveu pelo MDB. Como cada partido indica um membro da CPI, restará o grito isolado do vereador Edson Luiz do Nascimento Paiol (PP).

Traz o antecessor para o balaio
Outro fato a ser considerado neste jogo estratégico do governo em registrar a CPI da AFASC é que o pedido remete a investigação ao ano de 2013. Quer dizer, busca todo o governo de Márcio Búrigo. Nos bastidores os tucanos afirmam que em 2016 o repasse da prefeitura à AFASC era de R$ 43 milhões anos e que agora em 2019 o montante reduz para R$ 40 milhões, sendo que daquele ano para o atual o número de crianças atendidas saltou de três mil para cinco mil agora. Assim o atual governo deixa um argumento para tripudiar com o slogan de que faz mais com menos.

Os preços da água em Criciúma

 personJoão Paulo Messer
access_time31/10/2019 - 10:58

O prefeito Clésio Salvaro já tem o “rascunho” do que vai apresentar à Casan e ao governador Carlos Moisés a respeito da tarifa de água em Criciúma. A nova agência reguladora, contratada recentemente, já concluiu o estudo. Falta apresentar documento oficial. A rigor o estudo encontrou cálculos de três preços: um se a Casan fosse um órgão eficiente, outro que justifica o preço atual e um terceiro se a gestão fosse feito por um órgão municipal como Samae. Para explicar o preço atual o item de maior impacto é o dos altos salários da companhia. Não há previsão de quando o prefeito vai receber em mãos o documento oficial, nem quando irá ao governador. Isso deve acontecer ainda neste ano.

Comissão
A Câmara de Vereadores de Criciúma criou uma comissão que vai acompanhar as negociações do município com a Casan e a prestação do serviço da nova agência reguladora. Havemos de lembrar que uma comissão da água já existiu na mesma Câmara, mas se extinguiu pelo tempo de demora sem resultado prático. Tudo começou com um abaixo assinado coletado por iniciativa de líderes do movimento de bairros de Criciúma. Isso tem dois anos e a tarifa em nada mudou.

Minotto
Flagrante a mudança de estratégia do deputado Rodrigo Minotto (PDT), quando o assunto é eleição de prefeito de Criciúma. Ele já foi contundente em se tratando de candidatura e até do apoio do governador Carlos Moisés. Como não pegou bem no PSL e o partido está cada vez mais longe do governador, Minotto se afasta do discurso de candidatura e se aproxima do governador. Isso tira ele do foco em se tratando do assunto eleições e o deixa com uma espécie de apoio branco do governador.

Interlocutor
Sem relacionamento com a sua base eleitoral o governador Carlos Moisés preferiu passar pelo deputado Rodrigo Minotto a informação de que irá anunciar no mês que vem investimentos como a ponte na barra do Araranguá e a rodovia Jacob Westrup. Minotto estaria preparando ainda um pacote ainda maior a partir da sua proximidade com o governador. Tudo isso apenas reforça a distância de Moisés e Bolsonaro, aproximando o governador a correntes identificadas com a esquerda.

Recuou
De quem não se deve mais ouvir verdadeiras “declarações de amor” como aquela feita quando o governador esteve em Criciúma, no mês passado, é do deputado Luiz Fernando Cardoso Vampiro. Naquela ocasião ele teria ido longe demais ao elogiar o governador pelo modelo de gestão. Sem necessidade de citação ele “fritou” governos anteriores, dos quais ele fez parte, como foi o caso do padrinho Eduardo Moreira.

Reação precisa da UNESC na gestão de crise

 personJoão Paulo Messer
access_time27/10/2019 - 20:15

Houve dois momentos críticos administrados com maestria pela reitoria da UNESC, nestes últimos dias. O de menor repercussão, mas que também mostrou reação rápida e precisa foi ante a notícia divulgada pelo advogado do ex-professor Dorival Giassi, de que ele deveria ser imediatamente reintegrado ao quadro da instituição. Como o processo corre em segredo de Justiça a fonte foi o próprio advogado. A universidade logo mostrou que não é parte do processo e que Giassi foi afastado após processo disciplinar administrativo o que rechaça a ideia de que a instituição tivesse perdido uma ação judicial. Se ela não é parte não tem como sofrer derrota. Isso foi esclarecido pela universidade logo. O caso de maior repercussão, entretanto, é o que envolve a instituição indiretamente. Um estabelecimento terceirizado que presta serviço no ambiente da instituição é suspeito de ter comprado carne vendida de forma irregular no caso que ficou conhecido como desvio de alimento na AFASC. Assim como no outro, neste a reitoria não vacilou e rompeu o contrato. Reações desta natureza são hoje o que o cidadão espera dos gestores. Vacilos ante situações como estas remetem a outras suspeitas. Por isso a reação da universidade foi muito elogiada nos bastidores, neste fim de semana. A reação foi imediata e contundente. Não é o caso da reação da AFASC (órgão do município) em relação à investigação sobre o suposto desvio de carne.

Uma interpretação à cena da política agora

 personJoão Paulo Messer
access_time20/10/2019 - 18:00

O PSL está como aquela mãe que engravidou de filho rico.
Goza dos privilégios, mas sempre será tratada como descartável, pois apesar de ter tido o papel aparentemente principal, nunca foi a estrela deste ambiente.
Afinal, quando se tem esperança, menos importa a genética do corpo, mas sim a saúde do ventre e o seu fruto.
O PSL não é mãe solteira, pois gerou o fruto da família brasileira. E dele todos se consideram um pouco pais. Só irão renegar a paternidade se forem traídos ou se este revelar que não tem as virtudes da família paterna, mas sim os defeitos da família da mãe.
Essas barrigas chamadas partidos parecem todas vindas da mesma gênese, pois se alimentam do mesmo.
Os avós são o povo brasileiro, que por conta da esperança de um novo Brasil, acariciaram a barriga de aluguel o tempo todo. Barriga que nem conheciam, mas que gerou o orgulhoso e esperançoso filho. Os outros, antes gerados por barrigas bem mais conhecidas e estruturadas, se tornaram filhos ingratos, hoje chamados de filhos de prostitutas.
Bolsonaro é o filho da esperança brasileira. Por isso, a barriga tem pouco mérito. Há quem olhe para ela com o desprezo de quem a vê apenas como oportunista. Afinal, ela invoca os privilégios de membro desta família, pois se acha autora da cria.
PSLs, assim como barrigas, havia tantas para Bolsonaro, a diferença é que essa que ele escolheu era virgem.
Bolsonaro precisava de um partido, assim como a esperança brasileira necessitava de uma barriga.
Agora que a criança começa a andar aparecem todos reivindicando paternidade.
Bolsonaro precisa seguir as virtudes do pai, mas pode ter problemas se não souber dar à mãe a atenção necessária. Afinal, filho algum quer ver a mãe na zona.

Julgamento abre brecha para questionar a fidelidade partidária

 personJoão Paulo Messer
access_time17/10/2019 - 20:22

O Tribunal Regional Eleitoral julgou nesta quinta-feira processo em que é requerida a perda do mandato do deputado estadual Bruno Souza, por infidelidade partidária. A decisão foi de 6 a 0 em favor do deputado que trocou de partido sob alegação de “justa causa”. Desta forma o suplente de deputado Cleiton Salvaro e o PSB perderam o julgamento no Tribunal Regional Eleitoral.
Souza saiu do partido numa manobra denunciada pelo PSB como “sórdida”, já que ao processo foram acrescidas provas de conversas de whatsapp, onde fica evidente que a desfiliação ocorreu em uma data, mas ficou guardada em gaveta a tempo de dificultar que os interessados pleiteassem a aplicação da Lei da Fidelidade Partidária.
Agora convenhamos, não consigo pensar diferente, pois enxergo que o contexto deste caso extrapola o arcabouço jurídico previsto na Lei da Fidelidade Partidária, já que trata, inclusive, de ocultação de documentos com o intuito de reduzir a possibilidade de interessados em apelar à legalidade e revela uma maquiavélica construção manipulada pelo ex-deputado federal Paulinho Bornhausen.
Ressalvas feitas às minhas preferências lógicas neste caso, em virtude de vínculos e pessoais e bairrismo, confesso que fiquei perplexo com a dissimulada operação burocrática absorvida pelos juízes como prática legal. Me parece que ficou mais fácil, agora, qualquer agente público de Santa Catarina saltar de sigla. Nem é necessário esperar a tal janela, pois o Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina acaba de abrir frestas de sobra. Quem sabe eu ainda não tenha aprendido que os ventos das mudanças, que andaram mexendo algumas estruturas do país, não alcançaram as veias aristocráticas que alimentaram a composição do poder judiciário.
Repercussão
Com base no julgamento desta quinta-feira pelo menos três vereadores de Criciúma poderão mudar de partido a qualquer momento saindo pela fresta aberta pelo TRE. São os casos dos vereadores Ademir Honorato (MDB), Júlio Kaminski (PSDB) e Zairo Casagrande (PSD), todos com garantia dos seus partidos para deixar a sigla. Por conta da lei da Fidelidade Partidária e com base em outros julgamentos ocorridos até então eles aguardam a “janela” legal prevista para março do ano que vem.

Disputa pela presidência do PSDB terá ingredientes interessantes

 personJoão Paulo Messer
access_time13/10/2019 - 20:14

Quando o deputado federal Marco Tebaldi foi eleito presidente do PSDB, no início do ano, os bastidores já estavam movimentados. A disputa só não se tornou acirrada em virtude do já difícil estado de saúde do deputado que assumiu a presidência. A eleição da vice-presidência foi um indicativo do tamanho de disposição do Sul do Estado em ficar com o comando do partido justo após um período cheio de problemas em que o deputado estadual Marcos Vieira conduziu a sigla num dos caminhos mais tortuosos e equivocados, já que a sigla desapareceu da majoritária e encolheu pela metade nas bancadas estadual e federal.
Tudo indica que passado o período de luto e dentro dos três meses previstos no estatuto do partido haverá uma nova e acirrada disputa. O ex-presidente Marcos Vieira deve voltar à cena, mas o grupo do Sul, onde está o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, deve defender a manutenção de Giovânia de Sá à presidência.
A disputa tucana, entretanto, não será sem reuniões e articulações tensas.

Clésio e Boeira se encontram nas festas

 personJoão Paulo Messer
access_time12/10/2019 - 18:18

O feriado das crianças – e de Nossa Senhora Aparecida – foi também da pré-campanha eleitoral. O prefeito Clésio Salvaro (PSDB) e o ex-deputado Jorge Boeira (PP) se encontraram num evento que aconteceu no Rio Maina no mais perfeito estilo de campanha eleitoral. O aperta a mão foi seguido pelos dois nomes que devem disputar a eleição do ano que vem, em outubro.
Jorge Boeira não aparece com tanta frequência, enquanto Clésio Salvaro tem a fama de não perder festa, nem velório, mesmo quando não está em tempos de disputa. Jorge Boeira tem um estilo mais quieto, inclusive nos tempos de campanha eleitoral. Suas aparições em eventos têm sido mais frequentes e devem se intensificar. Ele ainda não confirmou ao partido se vai ser candidato, diferente de Clésio Salvaro que já tem estratégia definida.
Clésio aparece normalmente acompanhado de integrantes do governo ou futuros candidatos a vereador, enquanto Boeira tem sempre ao seu lado o vereador Edison Luiz do Nascimento, Paiol e o presidente do Partido Progressista, Paulo Conti.

MDB precisa ter candidato em Criciúma

 personJoão Paulo Messer
access_time06/10/2019 - 13:00

Um encontro realizado neste sábado em Siderópolis reuniu emedebistas de toda a região carbonífera. Participaram líderes estaduais como o presidente catarinense da sigla deputado Celso Maldaner, o ex-governador Eduardo Moreira e o ex-deputado federal Edinho Bez. Afora as palestras motivacionais partidárias e de atualização das ações partidárias e da legislação eleitoral o apelo dos principais líderes para que o partido tenha candidato a prefeito nas principais cidades: Criciúma é considerada estratégica.
Para Eduardo Moreira foi repassada a informação de que o partido tem um nome – trata-se de um empresário – mas que é mantido em sigilo. O curioso é a alegação: “se a gente divulgar os adversários – leia-se principalmente Clésio Salvaro – vão para cima agora e podem inviabilizá-la.
Puxam a fila deste movimento emedebista em Criciúma o presidente local Jeferson Rodrigo Duzzioni, o Ganso, o ex-vice-prefeito Gelson Fernandes – que ainda nem está filiado – e o vereador Toninho da Imbralit.
O MDB de Criciúma fará a sua convenção municipal no dia 19 de outubro.

PP mantém time da Executiva

 personJoão Paulo Messer
access_time06/10/2019 - 11:11

Numa convenção estadual pouco prestigiada, neste sábado pela manhã na sede da Assembleia Legislativa, o Partido Progressista de Criciúma elegeu seus novos dirigentes. Manteve a presidência com Silvio Dreveck, a vice-presidência com Esperidião Amin e a maioria dos demais cargos ocupados por aqueles que já estavam na direção. Como não houve disputa pouca gente sentiu- atraída à comparecer. Do Sul do Estado destaque para as presenças do deputado José Milton Scheffer e o ex-deputado Valmir Comin. Ausentes líderes como o ex-deputado Jorge Boeira. Nem o presidente da Câmara de Vereadores de Criciúma, Miri Dagostin compareceu. Dos prefeitos da região carbonífera o único a comparecer foi Ademir Magagnin, de Cocal do Sul.
Direção eleiç~tao:
Presidente: Silvio Dreveck
1º vice-presidente: Esperidião Amin
2º vice-presidente: Joares Ponticelli
3º vice-presidente: Leonardo Martins Machado
Secretário geral: Aldo da Rosa
1º secretário: Joana Silva
2ª secretária: Sisi Blind
Tesoureiro Geral: Amaro da Silva
1º tesoureiro: Valmir Comin
2º tesoureiro: Altair da Silva
Nos discursos apelos para que o partido tenha candidato a prefeito nas 50 maiores cidades. Neste caso é um recado ao PP de Criciúma.

Prefeito explica ida de Arleu à Câmara

 personJoão Paulo Messer
access_time06/10/2019 - 00:23

Para “consumo externo” – isto é, a versão oficial – Arleu da Silveira retornou à Câmara de Vereadores porque o prefeito sabia que deveria fazer isso em março, quando acontece a desincompatibilização. Só decidiu antecipar. Diz que pretende uma base aliada mais forte e admite que não é plenamente satisfeito com alguns movimentos da base aliada. Ele nega, entretanto, que a antecipação da mudança tem a ver com o recente comportamento de aliados que votaram contra o governo. E justifica isso dizendo que o líder continuará sendo Aldinei Poteleki

Agora vai a minha interpretação para o fato. Ela está baseada em muitas informações de “bastidores” sim. A decisão foi tomada numa semana em que o prefeito estava com “os nervos à flor da pele” com toda aquela bronca da Meningite. Tanto é que andou se passando em uma declaração polêmica. Apareceu neste pacote a infidelidade da base aliada. A troca foi só uma questão de canetaço.

Arleu não será só vereador. Não será líder oficialmente, mas vai articular como se fosse. Além disso terá policiamento sobre outros movimentos inclusive sobre os movimentos de partidos que podem não estar com Clésio nas eleições do ano que vem. Quer dizer, ele é o soldado no posto estratégico.

Por fim, Arleu não será só vereador, pois será também Secretário quando os fatos exigirem.

Por exemplo, Paulo Ferrarezi (MDB) era oposição, foi convencido a ficar mais perto de Clésio pelos colegas de bancada Toninho da Imbralit e Tita Beloli, mas como suas reivindicações não vinha sendo atendidas distanciou-se de novo. É destes movimentos que Arleu vai cuidar.

Por fim, deve-se enxergar neste movimento ainda o fato de o dia a dia vai deixar Arleu mais perto do eleitor e um vereador com força de Secretário pode pavimentar extraprdonário caminho à reeleição senão para um posto mais importante como de vice-prefeito. O tamanho dos aliados vai dizer onde ele vai estar nas próximas eleições.

Clésio Salvaro abre e fecha a semana com polêmica

 personJoão Paulo Messer
access_time04/10/2019 - 18:00

Definitivamente esta não foi uma boa semana para o prefeito Clésio Salvaro. Inicou e terminou com polêmicas à cerca da sua fala e atitude. Na segunda-feira escorregou ao dizer que há crianças que sequer conhecem seu pai. Para completar, nesta sexta-feira, termina a semana mandando à Câmara de Vereadores o seu “baço direito” secretário de Governo Arleu da Silveira. Arleu é o vereador mais bem votado (3.4331 votos), mas estava no Executivo abrindo vaga para o suplente Álisson Pires, todos do PSDB. Ocorre que Pires votou contrariando uma orientação do partido. Desobedeceu e foi punido com a perda da vaga na Câmara, nem que para isso Clésio tenha que tirar da prefeitura um homem estratégico.

Foi no extremo
Por mais que o partido argumente que a base aliada precisa ser fiel e que até a legislação diz isso, quando prevê possibilidade de expulsão de um filiado que descumprir orientação de voto quando a sigla fechar questão, a operação que coloca Arleu da Silveira na Câmara e “desaloja” Álisson Pires é autoritária. À luz da interpretação externa a atitude foi grosseira. Os aliados do prefeito lembram que Pires já estava com “cartão amarelo”.

Mudança de cargo
No final da tarde desta sexta-feira aconteceu a solenidade de transmissão do cargo de Secretário de Governo de Arleu da Silveira para Vágner Espíndola. Arleu assume na Câmara segunda-feira. Ninguém que conhece as coisas na prefeitura acredita que Aleru da Silveira não seja, a partir da semana que vem, uma espécie de super-homem, pois será vereador acumulando as funções no Executivo. Ele é tão fiel que se submeteu à decisão do prefeito.

Recado duplo
A destituição de Álison Pires da cadeira no Legislativo respinga em outro vereador, Aldinei Poteleki, o líder de governo que na semana passada não conseguiu liderar a bancada em votação de matéria aprovada e que prevê a isenção do pagamento de IPTU aos portadores de neoplasia maligna (câncer), paralisia irreversível e incapacitante, Parkinson, Alzheimer, Esclerose Múltipla (EM), e Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Pires, que é médico diz que votou conforme a sua consciência.

Mexeu com mais
O prefeito Clésio Salvaro não “comprou uma briga” apenas com o vereador Álisson Pires, mas com todos os demais, pois está mandando à Câmara de Vereadores um projeto do Executivo criando um fundo que vai ajudar para abater no IPTU dos contribuintes comprovadamente doentes. Para isso desconta 10 por cento do salário dos vereadores, do prefeito e do vice. Mexeu no salário mexeu com todos.

PP fecha direção sem o time de Miri

 personJoão Paulo Messer
access_time03/10/2019 - 22:22

Sem a presença de líderes como o atual presidente da Câmara de Vereadores, Miri Dagostin e do ex-deputado estadual Valmir Comin, o Partido Progressista de Criciúma realizou na noite desta quinta-feira a convenção complementar. Foi para completar a Executiva, já que o presidente Paulo Conti já havia sido eleito. Apesar de todo esforço de passar a ideia de um evento animado e normal, ficou indisfarçável a preocupação dos dirigentes progressistas que sofrem com a divisão da sigla. O partido hoje está na mão de um grupo que se opõe à ideia de coligar com o prefeito Clésio Salvaro (PSDB), embora isso não seja dito abertamente e de alguns até procurarem desmentir esta preferência. Quem ganhou o partido é o grupo que defende a candidatura de Jorge Boeira. O nome de Gilson Pinheiro já não faz mais sombra entre os progressistas. No máximo ele está como reconhecidamente um forte opositor ao prefeito Clésio.

Tá no brete
As circunstâncias às quais o Partido Progressista de Criciúma foi conduzido embretam os atuais líderes e jogam enorme responsabilidade sob os ombros do ex-deputado federal Jorge Boeira. Ele agora precisa ser candidato a prefeito. Caso contrário vai empurrar todos os seus companheiros de partido à margem do jogo político do ano que vem.

Vai aguardar
O vereador Miri Dagostin brigou pela presidência e quase ganhou no voto. Como não conseguiu, tentou reverter a eleição no partido exigindo a presidência em uma reunião com o colega vereador Edson Luiz do Nascimento. Como também assim não conseguiu, chegou a ser aconselhado a entrar na Justiça em virtude do que seriam as irregularidades cometidas na eleição, segundo o estatuto partidário. Nas últimas horas ele recuou desta possibilidade e pode esperar que o tempo sentencie se estava certo ou errado. A interpretação é que a briga na Justiça criaria um desgaste desnecessário e o tempo pode ser o remédio.

Aposta de Miri
Caso Jorge Boeira não seja candidato a prefeito e ao PP não reste alternativa senão coligar com o partido do prefeito Clésio Salvaro, terá sido Miri Dagostin o ganhar deste processo. Se Boeira for candidato Miri segue a sua campanha, provavelmente ignorado ou ignorando a sua chapa majoritária. É neste momento que pode sofrer algum revés do seu partido, ou seja, pode ter dificuldades para registrar a sua candidatura o que é pouco provável, mas possível. Só no ano que vem se saberá quem está certo, se Miri Dagostin ou o grupo de Jorge Boeira.

A Executiva
A composição do PP, além de Paulo Conti, que já foi eleito presidente, é a seguite: Abrão de Souza (primeiro vice-presidente), Velcides Fabris (segundo vice-presidente), Fabricio Cardoso Freitas (secretário geral), Kelli Ferreira (secretária), Tarciso Pereira (tesoureiro geral), e Amarildo Cardoso (tesoureiro).

Demais
Estão na direção do PP, ainda: Lúcio Nuremberg, Jorge Boeira e Edmilson Mondardo como “vogais” e Itamar da Silva, Elton Passos da Silva e Ana De Bem como suplentes de vogais. Edson Luiz do Nascimento (Paiol) é o líder de bancada na Câmara Municipal.

Jeferson Monteiro já tem dia para entrar no PL

 personJoão Paulo Messer
access_time30/09/2019 - 22:22

No dia 26 de outubro o líder estadual do PL, senador Jorginho Melo, virá à Criciúma para uma agenda que inclui a filiação do advogado criciumense Jeferson Monteiro. No mesmo dia o partido deve fazer uma série de outras filiações, entre elas vereadores de diversas vertentes como o atual presidente da Câmara de Vereadores de Forquilhinha, Maciel Dassoler. Seu nome está cotado para ser candidato a prefeito.
Jeferson Monteira saiu do MDB recentemente. Pelo menos em duas oportunidades já esteve na capital do Estado, reunido com o senador Jorginho Mello. O ex-prefeito Márcio Búrigo tem afirmado que já tem “no bolso” a ficha de filiação de Monteiro. É possível, entretanto, afirmar que o verdadeiro “costureiro” desta filiação é o também ex-emedebista Ricardo Beloli.

Entendam o Jorginho
O “jogo pesado” do senador Jorginho Melo, que parece ser hoje o líder que mais tem agregado nomes estratégicos na região Sul do Estado tem fácil explicação: ele é candidato a governador em 2022. Existe nos bastidores uma tese sugerindo que pode ser candidato numa aliança que teria dois partidos de posicionamento antagônico em Santa Catarina: PP e MDB. O que é ainda mais impressionante é que a tese é de que esta construção se dará começando pela construção de uma candidatura a prefeito de PP e MDB. em Florianópolis. O ainda mais surpreendente é que ela teria Esperidião Amin e Dário Berger juntos no mesmo palanque.

Sucedendo
Há um aspecto a ser observado na construção do PL na região sul. Tudo começou com a autonomia dada pelo senador Jorginho Melo ao jovem líder e atual presidente da Fundação Municipal de Esportes em Criciúma, Nícola Martins. Logo depois o bastão passou às mãos de Márcio Búrigo que sabidamente não afina com Clésio Salvaro e agora a batuta parece de verdade na mão de Ricardo Beloli, que tem perfil de oposição ao prefeito de Criciúma.