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Finnancial Summit define palestrantes para quarta edição em Criciúma

commentJornalismo access_time19/10/2026 19:42

Evento gratuito será realizado nesta terça-feira, dia 20, na Acic, e reunirá especialistas em gestão estratégica, Open Finance e Inteligência Artificial

Criciúma: Campeonato Municipal de Futebol 50+ tem 14 gols na primeira rodada

commentEsporte access_time19/10/2026 16:45

Destaque foi a goleada de 11 a 0 do São Luiz sobre o Amigos do Leka

Criciúma e São Bernardo se enfrentam pela quarta vez na história

commentCriciúma EC access_time16/10/2026 10:30

O Tigre soma duas vitórias e um empate nos três confrontos anteriores

SUL PERDE DEPUTADO FEDERAL

access_time07/12/2018 - 00:22

Ricardo Guidi (PSD) ganhou num dia e perdeu no outro. Na quarta-feira julgamento no STF teve seis votos contra recurso do deputado federal João Rodrigues (PSD) o que sugere manutenção da sua inelegibilidade. Este fato garante a vaga na Câmara Federal para o parlamentar do Sul. Ontem o TRE reconsiderou decisão anterior e deu legitimidade à candidatura de Ivana Laís (PT), com isso contabilizou os seus votos. Isso alterou a conta do quociente eleitoral e o PT passa a fazer duas vagas na Câmara Federal e o PSD a perder uma vaga. Entra a deputada Ana Paula Lima (PT) e sai Ricardo Guidi (PSD). O TSE pode reverter esta decisão. A esperança do Sul se mantém viva, mas menos animadora.

NOVO CÁLCULO
O PSD só recupera a segunda vaga se o deputado federal João Rodrigues reverter a sua inelegibilidade, pois ele tem mais de 67 mil votos. Neste caso o PT volta a perder a vaga, pois altera o cálculo de cadeiras de novo. Atualmente o único deputado federal do PSD e Darci de Matos.

CHANCE MÍNIMA
A possibilidade do jogo reverter em favor de Ricardo Guidi é cada vez menor. Pode ocorrer se o TSE reverter o julgamento do PT no TRE. Ocorre que isso deve demorar e no dia 18 acontecem as diplomações. Assim, a partir deste dia muda inclusive o tipo de processo a ser adotado, pois o que hoje era dúvidas sobre o registro de candidatura vira cassação de diploma.

EXPORTAÇÃO
Santa Catarina não fez nenhuma articulação junto ao governo Jair Bolsonaro para manter o catarinense Vinicius Lummertz no Ministério de Turismo, como teria sido especulado no próprio futuro governo. O PSL catarinense poderia e deveria ter se mobilizado. Ontem o governador do Estado de São Paulo anunciou que Lummertz, cuja esposa é de Criciúma, será o Secretário de Estado de Turismo. Ele é o atual Ministro de Turismo.

EM DESPEDIDA
Assim como fez recentemente na ponte de Laguna, cuja denominação de Ponte Anita Garibaldi é de sua autoria, o deputado federal Ronaldo Benedet (MDB) – não reeleito – visitou ontem a obra do calçadão do Balneário Rincão. Foram aplicados na obra R$ 2 milhões de emenda do parlamentar.

NO RINCÃO
O prefeito Jairo Celoy Custódio promete uma transformação no Balneário Rincão a partir da temporada que vem – 2019 a 2020. Outubro do ano que vem é o prazo previsto para que tudo esteja normalizado. Refere-se às pendências financeiras e de ausência de obras herdadas. Até outubro do ano que vem será concluída a segunda etapa do calçadão.

BOLA CHEIA
A equipe do Diário de Notícias vive um momento ímpar. Vem ganhando prêmios, um a um, em destaque regional e estadual. O jornal é hoje o de maior circulação e abrangência regional firmando-se em uma das marcas mais respeitadas graças a resultados como os obtidos nesta semana. Vale os cumprimentos a todos.

NOVA LEI
Entre os vetos derrubados pela Assembleia Legislativa nesta semana estão dois assuntos que beneficiam Microempreendedores de Santa Catarina. Um dos projetos de lei que agora segue para a promulgação, isenta os pequenos empresários, também chamados de MEIs, das taxas de fiscalização cobradas pela Polícia Civil e pelo Corpo de Bombeiros.

E MAIS
Os deputados estaduais também derrubaram veto ao projeto de lei que inclui a viticultura e a vitivinicultura na Lei Estadual que dá tratamento favorecido e simplificado para micro produtores primários.

SOLDADOS DO NOVO GOVERNO
Líderes partidários estão alertando servidores de carreira ligados ou não às suas siglas que aqueles que estão sendo escolhidos para ocuparem cargos do futuro governo, correm o risco de ficar apenas até “apagar os incêndios”. Quando a máquina estiver “azeitada” e as medidas já não forem mais tão amargas eles podem ser substituídos por nomes do partido do novo governador. Na atividade militar o papel destes agentes públicos seria o de um soldado de grupo itinerante que vai na frente abrindo caminho.


DESPEDIDA Na próxima semana a primeira dama Nicole Rocha Moreira virá para fazer entrega de mais material repassado a instituições de assistência. O evento terá espaço no Teatro Elias Angeloni.

POSSE Começaram a ser distribuídos ontem os convites para a posse de Nícola Martins na presidência da Fundação Municipal de Esportes de Criciúma. Será segunda-feira, às 11h, no Salão Ouro Negro na prefeitura.

OS QUATRO Ontem os quatro Secretários já anunciados pelo futuro governador Comandante Moisés gravaram depoimentos rápidos – menos de um minuto. Nada de novo, apenas para movimentar a página que segue sem outras novidades.

FUTURO O deputado federal Ronaldo Benedet (MDB) deve constituir uma banca de advogados com serviços de consultoria a partir do ano que vem. Isso significa definitivamente o seu afastamento da carreira política.

PAPAI NOEL O prefeito Clésio Salvaro epenhou-se pessoalmente em percorrer os veículos de comunicação, ontem, para divulgar a abertura do Natal dos Sonhos, hoje à noite. Fez isso ao lado do presidente da CDL. Estivesse ainda no cargo quem faria este papel seria Serginho Zapellini.

O PARQUE Ontem a tarde foi apresentado à imprensa o Parque dos Imigrantes, no distrito do Rio Maina. Nota-se que ainda falta muita coisa. O prefeito garante, entretanto, que na inauguração no dia 6 de janeiro estará faltando pouca coisa.


FRASE DO DIA
“O deputado Guidi (Ricardo) não teve votos suficientes para assumir. Portanto, numericamente em votos no PSD sou eu o legítimo dono de uma cadeira na Câmara.”
João Rodrigues, deputado federal do PSD, falando ontem pela manhã na rádio Eldorado


EDITORIAL: Muito jogo truncado, pouca proposta e nenhum vencedor.

 personJoão Paulo Messer
access_time19/10/2026 - 07:30

A reta final das eleições virou aquele clássico arrastado de fim de temporada, em que os dois times entram em campo mais preocupados em não perder do que propriamente em vencer. Um Gre-Nal de nervos à flor da pele, com dois adversários de alta rejeição, muitas caneladas, faltas desnecessárias e balões para todos os lados. Futebol de pouca inspiração e muita confusão.

O juiz parece embriagado. Faz de conta que não vê metade do que acontece, deixa a partida correr e, em alguns lances, nem disfarça para quem está torcendo. O apito, que deveria impor equilíbrio, parece fazer parte do espetáculo.

Em qualquer clássico, o fator local costuma fazer diferença. Mas, neste estádio eleitoral, há uma particularidade: as arquibancadas estão mais ocupadas por quem torce contra o adversário do que por quem acredita no próprio time. É a rejeição ocupando o lugar da preferência.

No Gre-Nal de ontem, digo, no debate, as oportunidades de gol terminaram no mais absoluto empate. Flávio Bolsonaro chegou a acertar a trave ao trazer à tona o tema de Roberta Lusinguer, mas se atrapalhou na defesa quando ficou sem resposta sobre o dinheiro de Vorcaro. Atacou bem em um lance e deixou a zaga completamente descoberta no seguinte.

Do outro lado, Lula também não apresentou futebol de campeão. Quase marcou um gol contra ao chamar o carioca de malandro e demorou para reorganizar o esquema tático depois do susto provocado pela primeira bola na trave. Teve a posse da palavra, mas nem sempre soube o que fazer com ela.

O resultado é um confronto de muitos ataques pessoais, poucas propostas e quase nenhuma jogada capaz de entusiasmar a torcida. Dois candidatos tentando explorar as fraquezas do adversário, sem conseguir transformar as próprias virtudes em vantagem no placar.

A sensação é de que ninguém conseguiu sair na frente. E, quando falta futebol dentro de campo, resta convocar as torcidas para decidir no grito.

A prorrogação já tem data marcada. No próximo domingo, o eleitor será chamado a dar o apito final. E há uma diferença fundamental entre o futebol e a política: no estádio, um jogo ruim termina em 90 minutos. Nas urnas, o resultado fica por quatro anos.

EDITORIAL: Na reta final do segundo turno, promessas se multiplicam e desafiam a confiança do eleitor

 personJoão Paulo Messer
access_time16/10/2026 - 08:00

Fecha mais uma semana. Uma semana cheia, intensa, marcada pelo avanço da campanha eleitoral. Na próxima, o Brasil estará diante de uma decisão que vai definir os rumos do país pelos próximos quatro anos. É o segundo turno da eleição presidencial. A escolha do presidente da República Federativa do Brasil. Ó Pátria Amada, Brasil! Que escolha temos pela frente?

E quantas promessas surgiram nestes últimos dias! De repente, tudo parece possível. Segurança pública mais rigorosa, redução da maioridade penal, inclusive defendida por quem até então sustentava posição contrária. Redução da jornada de trabalho, mudanças na escala 6x1 e mais tempo de descanso para o trabalhador.

As apostas esportivas, as chamadas bets, também entraram no centro do debate. A regulação econômica ganhou novos discursos. No campo internacional, reaparecem compromissos de aprofundamento das relações comerciais. E até o corte expressivo de gastos públicos, assunto pouco explorado anteriormente, passou a ocupar espaço de destaque nas propostas.

Não para por aí. Surgem promessas de ampliação de benefícios, aumento de limites para os MEIs, transporte coletivo gratuito aos domingos e manutenção dos programas sociais. Bolsa Família, Bolsa Isso, Bolsa Aquilo. Tudo está no radar. Tudo cabe na propaganda eleitoral dos candidatos que disputam a corrida final.

O que chama a atenção não é apenas a quantidade de promessas, mas a velocidade com que algumas posições mudam. Propostas antes rejeitadas agora são defendidas. Assuntos até então esquecidos ganham prioridade. O discurso se ajusta conforme a proximidade das urnas.

E o eleitor? Até aqui, muitos brasileiros pareciam saber apenas o que não queriam. Agora, precisam se debruçar sobre aquilo que desejam para o país. Ou, melhor, sobre aquilo que acreditam ser possível realizar em um novo Brasil.

A questão não está apenas em escolher entre dois candidatos. Está em distinguir promessa de compromisso, discurso de realidade e intenção de capacidade para governar. Afinal, a campanha termina, mas os problemas brasileiros permanecem.

O Brasil precisa de escolhas responsáveis. E o eleitor, mais do que nunca, precisa avaliar o que é possível cumprir depois que as urnas forem fechadas.

Eita eleiçãozinha dura essa!

EDITORIAL: Que escala que nada; que descanso que nada. Professor vive o tempo todo ensinando

 personJoão Paulo Messer
access_time15/10/2026 - 07:25

Em um dia em que se trata de escala seis por um, deixa eu tomar por exemplo a efeméride mais importante deste 15 de outubro. Sim, hoje temos que falar muito além da escala seis por um. Falar da escala dos professores. Hoje é o Dia do Professor.

Hoje, 15 de outubro, não é só mais um dia qualquer no calendário: é o dia de olhar no olho e agradecer do fundo do coração a quem dedica a vida a formar gente. Ser professor é ter uma paciência infinita, um coração gigante e uma coragem de dar inveja, transformando qualquer cantinho de sala num lugar cheio de esperança e descoberta.

Os professores são os bastidores de todas as vitórias que a gente conquista na vida. São os primeiros a botar fé quando nem a gente mesmo acredita no nosso potencial. Naquela explicação paciente, no cuidado com cada dúvida e na palavra amiga nos momentos difíceis, dá para ver o quanto os professores torcem de verdade pelo nosso futuro.

A gente sabe que a rotina não é fácil, mas a vontade de ensinar e de ver o outro crescer sempre fala mais alto do que qualquer obstáculo. Educar vai muito além de passar matéria ou dar nota. Ensinar a pensar por conta própria, a respeitar os outros e a ter coragem para sonhar alto é fruto deste trabalho.

Um bom professor deixa uma marca tão profunda na gente que os anos passam, mas aquela lição de vida continua ali, bem viva na memória.

O professor ensina a gente a olhar o mundo com outros olhos, a questionar o que está errado e a acreditar que dá, sim, para ir muito mais longe. Quantas vezes um conselho carinhoso ou aquele "você consegue", na hora certa, foram o empurrãozinho que faltava para alguém não jogar a toalha?

O carinho e o esforço de um professor não param na sala de aula, vão longe, atravessam anos e mudam para sempre a história de tantas famílias. Mesmo quando as coisas ficam pesadas, a paixão pelo que o professor faz brilha forte e mostra o valor inestimável de quem escolheu educar com o coração.

Cada noite mal dormida preparando aula, cada prova corrigida com atenção e cada sorriso ao ver um aluno se dar bem carregam um amor imenso.

O professor não ensina só matérias, ensina a gente a ser ?ser humano?, a ter empatia e a encarar a vida de cabeça erguida. Hoje, o nosso "muito obrigado" vem carregado de emoção e de uma gratidão imensa por tudo o que doam todos os dias.

Que o mundo aprenda de uma vez por todas a valorizar, respeitar e dar o devido carinho a quem constrói o nosso amanhã. Professores são os heróis da vida real, gente de carne e osso que faz a diferença de verdade e deixa o mundo muito mais bonito.

Obrigado por dividirem tudo o que sabem sem pedir nada em troca e por mostrarem que o afeto e a educação podem mudar qualquer realidade. Que a alegria de ver o brilho no olho de cada aluno recompense cada esforço dessa caminhada tão bonita e desafiadora.

A cada professor e professora que passou pela nossa vida e deixou um pedacinho de si, o nosso abraço mais apertado e sincero.

Um feliz Dia do Professor, cheio de carinho, a todos vocês que, com tanto amor, fazem do mundo um lugar bem mais humano e acolhedor!

EDITORIAL: CasaPronta 2026 começa nesta quarta-feira

 personJoão Paulo Messer
access_time14/10/2026 - 08:10

O setor de turismo de negócios no Sul de Santa Catarina reafirma continuamente sua pujança e dinamismo, impulsionando a economia regional de forma extraordinária. Exemplo claro dessa força é o início, nesta quarta-feira, de mais uma consagrada edição da Feira CasaPronta, evento que conquistou imensa repercussão nacional.

O encontro consolidou-se muito além de uma simples feira e exposição: transformou-se em uma grande vitrine para produtos, serviços e para a identificação dos maiores players da construção, do mobiliário e da decoração. Estar presente no evento virou uma espécie de cartão de apresentação indispensável; ficar de fora significa apartar-se de um setor que cresce vertiginosamente na região, acompanhando o ritmo intenso de Santa Catarina e do Brasil.

A CasaPronta motiva, ativa e desenvolve o segmento, criando novos desafios e parâmetros para um mercado que ganhou ainda mais impulso desde a pandemia, período em que as pessoas passaram a olhar de maneira diferente para seus próprios ambientes.

Pelos pavilhões, a circulação é intensa: observam-se expositores curiosos acompanhando o crescimento e a adaptação dos concorrentes, visitantes sem intenção inicial de compra que se deixam surpreender e públicos em busca de soluções para necessidades imediatas ou futuras que a própria feira revela. Trata-se de um ambiente vibrante de circulação, animação e geração de negócios.

O Sul do estado reconhece o empenho da Nossa Casa Feiras & Eventos, organizadora da CasaPronta e da Agroponte, que conta, desde sempre, com a parceria histórica da Rádio Eldorado como emissora oficial do evento.

Começamos o dia com este convite especial para celebrar essa grande festa do empreendedorismo.

EDITORIAL: Semana começa reaquecendo o debate sobre o segundo turno da eleição

 personJoão Paulo Messer
access_time13/10/2026 - 08:00

A exatamente 12 dias de uma das eleições mais acirradas da história recente, o Brasil vive o ápice de um cenário em que o Judiciário se mostra profundamente politizado e a política se torna cada vez mais judicializada. As cortes eleitorais e os tribunais superiores viraram o centro das atenções, transformando cada controvérsia em disputa de liminares, enquanto o debate de propostas reais para o país é completamente sufocado.

A corda da polarização está esticada ao máximo, criando um ambiente sufocante de incertezas e de ruído constante. O modelo de propaganda adotado pelas campanhas escancara essa guerra tática e discursiva.

De um lado, Lula adota o tom de mobilização combativa nas redes ao falar em erguer um exército, uma marinha e uma aeronáutica virtuais no WhatsApp para furar o cerco judicial e garantir alcance direto aos eleitores.

Do outro lado, Flávio Bolsonaro trabalha nos bastidores e no horário eleitoral para desarmar narrativas da oposição, buscando convencer a opinião pública de que seu eventual governo não irá extinguir programas sociais ou ferramentas populares do cotidiano, como o PIX.

O jogo de poder se desenrola por meio de movimentos estratégicos e silenciosos, operando no tabuleiro político com manobras que tentam inclinar o eleitorado no detalhe.

Contudo, para quem observa o cenário do Sul do Brasil, a sensação predominante é a de um quadro eleitoral praticamente sacramentado na região.

É sob este clima de tensão-limite, em que a disputa jurídica substitui a política, que se inicia a penúltima e decisiva semana antes das urnas.

EDITORIAL: A esperança de milagre precisa ser substituída pela vigilância permanente

 personJoão Paulo Messer
access_time09/10/2026 - 07:30

Acabamos de ouvir a nova realidade do Brasil. Dura até o próximo dia 25, assim como a edição anterior e mais recente durou até domingo passado. Problemas todos resolvidos. Soluções encaminhadas. O tempo de propaganda eleitoral é o tempo de um sonho na madrugada. Quando o brasileiro acorda, os problemas continuam.
E, quando tudo isso acabar e o Brasil começar uma nova fase, a partir de janeiro do ano que vem, a obesidade moral continuará lá, exposta e incômoda, corroendo a saúde emocional e econômica do brasileiro.
Não existe Mounjaro para a crise moral. Nem Flávio nem Lula provocarão o milagre da escultura moral do Brasil. Seja quem for o vencedor, a gordura imoral só se cura com uma longa e tenebrosa dieta.
Não existe Mounjaro para a crise moral. Os problemas do Brasil estão muito além da Presidência da República. É verdade que o primeiro turno da eleição parece ter dado a esperança de que a moralidade passe a ser tratada como doença, não como um momentâneo mal-estar.
O primeiro turno é como aquele obeso que fez o diagnóstico médico, comprou os medicamentos de acompanhamento da nova fase e fez a sua inscrição, inclusive com a sua facial registrada na academia. Tudo pronto. Agora é só começar a nova fase do país. Resgatar o peso ideal. Resgatar a moralidade. Devolver aos brasileiros a segurança mínima para não sofrer um infarto fulminante.
Não existe Mounjaro para o Brasil. O remédio é bem mais duro e não se trata de alguma coisa que se compre na farmácia ou se adquira vindo do Paraguai.
Quando a eleição passar, os problemas ainda não estarão resolvidos, vença quem vencer.
Por isso, a nossa missão é vigilância o tempo todo. Cada dia de esperança perdida significará um dia a menos na luta pela recuperação da moral brasileira.

EDITORIAL: Entre o otimismo do mercado e as dores da produção

 personJoão Paulo Messer
access_time06/10/2026 - 06:50

As manchetes que estampam os portais de economia retratam um Brasil em duplo movimento, onde o entusiasmo dos números contrasta com a rotina do setor produtivo. O recorde histórico do Ibovespa e o recuo do dólar demonstram a rapidez com que os grandes capitais reagem aos novos desenhos do cenário eleitoral.

O mercado financeiro opera assim: projeta horizontes com agilidade. No entanto, a economia que bate à porta do cidadão e das empresas exige bem mais do que euforia em telas de negociação. Exige estabilidade, regras claras e previsibilidade para quem, de fato, gera riqueza.

A pauta legislativa no Senado, ao avançar sobre a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1, toca no coração da competitividade nacional. Reduzir a carga horária é um apelo social legítimo, mas não pode ocorrer à custa do sufocamento do setor produtivo ou sem um ganho real de produtividade.

Quando Brasília impõe novos custos sem contrapartidas claras, o resultado costuma ser o encarecimento da folha, a perda de competitividade das empresas regionais e a retração nas contratações formais.

Por outro lado, o país vê com otimismo as novas fronteiras energéticas na Margem Equatorial. A Petrobras demonstra a força da nossa engenharia e do potencial produtivo nacional, criando valor real para a sociedade.

Paralelamente, medidas de alívio, como o Desenrola 3.0 e o regramento das plataformas de apostas, tentam estancar feridas do endividamento doméstico. Mas o remédio definitivo para a renda não virá de paliativos ou do jogo. Virá do trabalho com segurança jurídica, responsabilidade fiscal e ambiente favorável a quem produz.

EDITORIAL: O Sul é o grande vencedor desta eleição

 personJoão Paulo Messer
access_time05/10/2026 - 10:20

De novo, não temos nome na majoritária. Isso era sabido. Mas o Sul tem sete deputados estaduais e sete deputados federais.

A campanha do Voto Pelo Sul funcionou e funcionou bem.

Nunca tivemos um resultado tão expressivo em se tratando de representação na Câmara dos Deputados. Nenhuma cidade jamais conseguiu a façanha que Criciúma, sozinha, alcança: ter sete deputados federais, de diferentes perfis e correntes ideológicas. Tem direita, tem esquerda, tem centro, tem agro e tem a ponderação de um dos políticos mais experientes do Estado.

Num Estado e numa região amplamente conservadores, de direita, foi feita barba, cabelo, bigode e sem careca, como definiu ontem o comentarista Upiara Boschi.

Flávio Bolsonaro chega na frente para o segundo turno, antes mesmo de receber os votos dos candidatos que dividiram a direita.

O Brasil abre horizonte para o cenário que deseja, busca e sonha, como alternativa para reverter o quadro de um país decadente na economia, na moral, nos costumes e naquilo que é básico a uma sociedade: a segurança na Justiça.

A eleição de ampla maioria de direita no Senado Federal traz a expectativa de que os absurdos do Supremo Tribunal Federal não sejam mais tolerados e de que os ministros que, até agora, vinham brincando de casinha na mãe Joana com a pátria Brasil tomem o caminho do que preconiza a Justiça ou é melhor ir arrumando as malas.

A resposta dada nas urnas, especialmente na metade sul do Brasil, parece ter deixado claro aos novos senadores que não há mais espaço para a inoperância dos que lá estão até então.

Está começando o que eu acredito ser o último movimento antes de uma revolução social.

As urnas nos deram luz àquela expressão: agora vai ou racha.

Editorial: Movimento Voto Pelo Sul destaca a eleição de representantes da região

 personJoão Paulo Messer
access_time05/10/2026 - 06:45

O movimento Voto Pelo Sul, abraçado por entidades lideradas pela Associação Empresarial de Criciúma (Acic), com o apoio de diversos parceiros, comemora os resultados das eleições.

Segundo os números apresentados pelo movimento, o Sul elegeu sete deputados federais, conquistando sete das 16 cadeiras de Santa Catarina na Câmara dos Deputados. Seria a maior representação já alcançada pela região. Dos sete eleitos, seis são de Criciúma.

Os deputados federais eleitos são Júlia Zanatta, Júlio Garcia, Giovana Mondardo, Geovânia de Sá, José Milton Scheffer, Ricardo Guidi e Daniel Freitas.

Para a Assembleia Legislativa, foram eleitos Clésio Salvaro, Guilherme Colombo, Jessé Lopes, Ulisses Gabriel, Pepê Colaço e Rodrigo Minotto.

O resultado é comemorado pelas entidades envolvidas no movimento como um avanço da representatividade política do Sul catarinense.

Editorial: Decisões de última hora ampliam a insegurança jurídica.

 personJoão Paulo Messer
access_time02/10/2026 - 08:00

Um episódio vergonhoso, patrocinado pelo Supremo Tribunal Federal, escancara a nossa trágica e profunda insegurança jurídica perante o próprio país.

Ao atropelar a lei, o ministro Gilmar Mendes determinou mudanças na última hora do derradeiro debate desta eleição, provocando o seu cancelamento. Não aconteceu o debate da Globo.

Já não é mais possível convivermos com essa instabilidade e com incertezas constantes. Como diz a música, isso aqui está virando a casa da mãe Joana, onde as regras do jogo são alteradas e rasgadas por quem deveria guardá-las.

Fica evidente para a nação que o Supremo já não respeita mais limites. Não há por que respeitar o Supremo.

Os togados, infelizmente, consideram-se deuses acima da lei, muito além do bom senso e de tudo aquilo que é minimamente razoável e admissível pelo povo brasileiro.

Mas o que mais lamento é observar que as grandes forças vivas do Brasil, que deveriam atuar como escudos da sociedade, estão hoje caladas e prostradas.

Instituições de peso, como o Conselho de Justiça, e digo que a própria OAB precisa gritar mais alto, e as confederações dos mais diversos setores estão, vergonhosamente, de braços cruzados diante de um grupo intocável.

O Brasil está se submetendo a quem zomba do brasileiro.

E zomba do brasileiro embolsando milhões de reais na cara dura, à luz do dia e de forma reiterada, sem qualquer tipo de pudor, com contratos, com tudo no papel.

O 8 de janeiro, por mais absurdo, irresponsável e patético que tenha sido, figura na nossa história recente como a única e triste reação brasileira.

Não é possível que a gente aceite, para sempre, sermos um inerte país de bananas.

Não é admissível que sejamos um país que tenha, em suas próprias bases, lideranças institucionais tão covardemente submissas, amedrontadas e passivas quanto as que hoje vemos sentadas e confortáveis no Senado Federal e nas mais altas representações.

Eles que deveriam, por juramento, lutar pela população.

A nossa indignação profunda é o último reduto de um povo completamente exausto, que assiste à democracia ser desfigurada e clama pela devolução do próprio país.

Editorial: O amanhã será melhor. É o que acredita a maioria dos brasileiros.

 personJoão Paulo Messer
access_time30/09/2026 - 08:10

As mais recentes pesquisas de opinião revelam um retrato intrigante da alma brasileira, segundo uma matéria do jornal Correio Braziliense. Embora as dores do presente continuem pesando sobre o orçamento das famílias, a curva das expectativas em relação ao amanhã aponta para uma vigorosa retomada do otimismo.

Curiosamente, essa esperança surge menos de uma crença nas estruturas políticas e mais de uma aposta pragmática na própria capacidade do cidadão de superar gargalos e reconstruir sua rotina.

O eleitorado demonstra amadurecimento ao enxergar com sobriedade as promessas de palanque, enquanto projeta dias melhores para a economia doméstica e para o horizonte do país. Há uma nítida demanda por responsabilidade fiscal, eficiência na gestão pública e segurança, pilares sem os quais qualquer projeção positiva se esfazela.

Esse ambiente desafia o próximo ciclo de governo a corresponder a uma população que não aceita mais diagnósticos superficiais, mas exige entregas concretas no combate à inflação e na melhoria dos serviços básicos. A mensagem captada pelos levantamentos é direta: o brasileiro deseja estabilidade para prosperar por conta própria e rejeita crises permanentes como método.

Cabe às lideranças compreender que essa confiança não é um cheque em branco, mas, sim, um voto de exigência por maturidade institucional e previsibilidade. O futuro do Brasil depende da capacidade de transformar essa esperança do povo em uma agenda real de desenvolvimento sustentável e justiça social.

Editorial: Em meio ao excesso de informação, a decisão continua nas mãos do eleitor

 personJoão Paulo Messer
access_time29/09/2026 - 08:00

O ato de votar é, por excelência, um exercício de soberania pessoal que não pode ser terceirizado. Conforme nos aproximamos do momento decisivo diante da urna, somos metralhados por uma tempestade constante de estímulos que tenta desviar o foco do que realmente importa.

As convicções do eleitor, frequentemente construídas ao longo de anos de observação e vivência, enfrentam um cerco sem precedentes de pressões externas e ruídos calculados.

Há muito tempo, o horário eleitoral gratuito deixou de ser um espaço confiável de apresentação de propostas, transformando-se em um espetáculo publicitário superficial. Paralelamente, o ecossistema de informações tornou-se tão complexo e polarizado que mesmo a imprensa tradicional, por vezes, mostra-se insuficiente para oferecer diagnósticos conclusivos.

Hoje, alcançar a clareza exige um esforço deliberado de acompanhamento contínuo. Afinal, vivemos uma dinâmica exaustiva em que a checagem é desmentida e o próprio desmentido passa a ser questionado, em uma espiral de contrainformações.

Diante desse cenário saturado, a filtragem rigorosa do que consumimos não é apenas uma recomendação de segurança, mas uma ferramenta de defesa da própria autonomia de pensamento. É fundamental proteger o julgamento individual contra os contágios emotivos das redes e o alarmismo passageiro, preservando a coerência com os próprios valores e princípios históricos.

Ainda assim, mesmo diante do ceticismo justificável com o processo informativo, uma certeza permanece inabalável: a centralidade absoluta do voto.

Reter o voto ou distanciar-se da urna por meio da abstenção não representa um protesto eficaz. Representa tão somente a abdicação do próprio poder. Ao renunciar à sua escolha, você autoriza terceiros a desenharem o futuro da sua comunidade e do seu país sem a sua participação.

Que a dúvida razoável sobre as fontes não se traduza em apatia democrática. Filtre os ruídos, valorize a sua trajetória e exerça com firmeza o seu direito nas urnas.

O seu voto é a sua voz principal.

Editorial: A semana decisiva para o eleitor

 personJoão Paulo Messer
access_time28/09/2026 - 08:00

Estamos a poucos dias de um dos momentos mais solenes da nossa vida em sociedade: o dia de ir às urnas. O voto não é um simples ato burocrático, mas a ferramenta mais poderosa de uma democracia, um direito conquistado à custa de muita história e que jamais pode ser desperdiçado.

Chegamos à semana decisiva, aquele instante em que o barulho das campanhas deve dar lugar à sobriedade da escolha individual.

Diante da responsabilidade de digitar seis votos, deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente, a preparação torna-se indispensável. Trata-se de uma jornada extensa dentro da cabine, com muitos números a memorizar. Por isso, vale reservar alguns minutos destes últimos dias para pesquisar a trajetória dos candidatos e preparar a tradicional ?colinha? em papel.

Mais do que preencher espaços, esse exercício de informação protege o cidadão contra promessas enganosas e pressões externas que tentam interferir em convicções construídas com maturidade.

Lembre-se, acima de tudo, de que o voto é uma decisão estritamente pessoal e inviolavelmente sigilosa. No isolamento da urna, ninguém tem como saber a sua escolha. Essa garantia de liberdade assegura que apenas a sua consciência guiará sua decisão.

Votar com consciência nesta reta final é a forma de buscarmos um futuro alinhado aos nossos valores e às expectativas coletivas.

O fato novo na eleição

 personJoão Paulo Messer
access_time26/09/2026 - 16:16

O sábado que conta uma semana para a eleição trás um cenário novo no jogo político para o gverno do estado. O governador Jorginho Mello deixou de comparecer ao debate promovido pela NDTV, apeasar de manter confirmação até a última hora. No mesmo dia um vídeo de João Rodrigues reagindo à peça de propaganda eleitroal na TV, que resgata o fato dele ter sido preso pode mexer no emocional de alguns eleitores. A dúvida é sobre qual é o tamanho deste fato para o eleitorado.

Joginho Mello segue liderando as pesquisas com indicativo de vitória no primeiro turno, João Rodrigues e Gelson Merísio não reagem como se esperava na reta final e só um fato muito forte pode alterar este cenário.

O que passou a se questionar nos bastidores da política é até onde a ausência de Jorginho de mais um debate pode colcoá-lo com a pecha de covardia, ou algum adjetivo deste tipo, já que em tempos de eleições tudo é interpretado no radical.

A mesma interpretação vale para o que João Rodrigues alega ter sido jogo baixo de Jorginho ao explorar a prisão que o próprio governador atual defendeu na época como uma grande injustiça.

Assim, fatos para mexer com os números há, o que não há é a percepção de que o eleitor esteja interessado nesta eleição. Tudo parece muito inerte e o eleitor distante de fatos que mexem sim no meio daqueles que já tem voto definido.

Jorginho volta ao comando do Estado em meio às chuvas

 personJoão Paulo Messer
access_time22/09/2026 - 06:10

O governador Jorginho Mello reassumiu o Governo de Santa Catarina na noite desta segunda-feira (21), após as fortes chuvas que atingiram diferentes regiões do Estado.

Licenciado desde 30 de agosto para se dedicar à campanha eleitoral, ele antecipou o retorno diante dos estragos e da mobilização dos órgãos estaduais.

A Defesa Civil e as forças de segurança concentram os trabalhos no atendimento aos municípios e às famílias atingidas.

As ações incluem assistência, distribuição de itens de primeira necessidade e suporte às áreas afetadas.

Nesta terça-feira (22), Jorginho e integrantes do governo devem acompanhar pessoalmente a situação nas regiões atingidas.

A mudança de agenda também levou ao cancelamento de sua participação no debate da ACAERT, marcado para as 9h, em Florianópolis.

Em nota, o governador justificou a ausência pela necessidade de acompanhar as operações de resposta.

O retorno ao cargo ocorre em meio à mobilização estadual para enfrentar os efeitos das chuvas.