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  Setembro verde: mês de conscientização de câncer no intestino

commentJornalismo access_time21/09/2020 11:35

O assunto foi abordado no Revista Eldorado desta segunda-feira (14)

Dois jogos do Campeonato Brasileiro Série C têm datas e horários alterados

commentEsporte access_time21/09/2020 07:30

Tigre teve confronto contra o Brusque adiado em um dia

Tigre perde em Erechim por 2 a 0

commentCriciúma EC access_time20/09/2020 18:05

Além da derrota, o Time Carvoeiro perdeu a invencibilidade na Série C

Blog Antonio Colossi

Primeira emissora de TV do Brasil era inaugurada há 70 anos

 personAntonio Colossi
access_time18/09/2020 - 00:30

A primeira emissora de televisão do Brasil, a TV Tupi de São Paulo, era fundada em 18 de setembro de 1950. Ela pertencia aos Diários Associados, de Assis Chateaubriand. A Tupi paulista permaneceu como única rede de TV brasileira até o ano seguinte, quando o mesmo grupo fundou a TV Tupi Rio. O monopólio foi quebrado em 1952, com a inauguração da TV Paulista, canal 5 VHF.

A Tupi de São Paulo era transmitida no canal 3 até 1960, quando passou ao canal 4 até o fim das suas atividades, em 18 de julho de 1980, quando todas as concessões da Rede Tupi foram cassadas.

Um pouco depois do seu fechamento, o empresário Sílvio Santos adquiriu a concessão do canal 4. Surgia assim o SBT São Paulo, geradora do Sistema Brasileiro de Televisão. O prédio onde funcionava a TV Tupi, construído por Assis no alto do Avenida Sumaré, em São Paulo, abrigou entre 1990 e 2013 a velha MTV Brasil.

Caso "Fogueteira do Maracanã" completa 31 anos

 personAntonio Colossi
access_time03/09/2020 - 01:30

No dia 3 de setembro de 1989, Brasil e Chile se enfrentavam no estádio do Maracanã pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 1990. A seleção brasileira vencia por 1 a 0 quando um rojão foi lançado ao campo, caindo ao lado do goleiro chileno Roberto Rojas.

O arqueiro chileno fingiu ter sido atingido. Premeditando o cancelamento da partida por falta de segurança, ele colocou uma lâmina de barbear escondida na luva e, em determinado momento, cortaria o próprio rosto, fingindo que uma pedra o haveria atingido. O foguete serviu como coincidência.

A repercussão do caso foi tão grande que Rosenery Mello, acusada de ter atirado o foguete, chegou a ser capa da revista masculina "Playboy".

O árbitro argentino Juan Carlos Lostau encerrou a partida, deixando a dúvida se o Brasil seria eliminado do Mundial do ano seguinte.

No outro dia, as edições dos jornais mostravam que o rojão havia caído distante do goleiro. A Fifa investigou o caso e declarou a seleção brasileira vencedora. Roberto Rojas foi banido do futebol e o Chile ficou de fora de competições até 1998.

O time do técnico Sebastião Lazaroni foi a campo com Taffarel, Aldair, Mauro Galvão e Ricardo Gomes; Jorginho, Dunga, Silas, Valdo e Branco; Bebeto e Careca.

Há 20 anos, Barrichello vencia a primeira na F1

 personAntonio Colossi
access_time30/07/2020 - 00:30

Em 30 de julho de 2000, o piloto Rubens Barrichello, vencia o GP da Alemanha, sua primeira vitória na F-1.

Com o resultado, se encerrava um jejum de 2.457 dias sem conquistas do Brasil na categoria. Desde o GP da Austrália de 1993, vencido por Ayrton Senna, o hino nacional brasileiro não era executado no campeonato máximo do automobilismo.

Nunca, desde que Emerson Fittipaldi venceu o GP dos EUA de 1970, o país havia ficado tanto tempo sem vencer na F-1.

Largando do 17º posto no grid, ultrapassou cinco pilotos na primeira volta. No segundo giro, deixou mais dois para trás. Impondo um ritmo forte, atingiu o terceiro lugar já na 15ª volta.

O momento de maior brilho, no entanto, ainda estava por vir. Na 33ª das 45 voltas da corrida, começou a chover em Hockenheim. Com o asfalto escorregadio, um a um seus adversários começaram a entrar nos boxes, para colocar pneus de chuva.

Barrichello não. O brasileiro ficou na pista mesmo assim e, "no braço", segurou o carro da Ferrari. Na 35ª volta, assumiu a liderança, que não perderia mais.

30 anos de uma conquista inédita do Criciúma EC

 personAntonio Colossi
access_time22/07/2020 - 00:30

Há 30 anos, em 22 de julho de 1990, o Criciúma conquistava um título inédito para a sua história: o de bicampeão estadual, com a vitória de 1 a 0 sobre o Joinville na grande final do Campeonato Catarinense.

Foi o triunfo de uma equipe que estava se acostumando aos momentos de glória, do time que liderou a competição do primeiro ao último jogo e que encerrou o campeonato com chave-de-ouro.

O único gol da partida, por ironia do destino, foi marcado pelo carrasco do Joinville, o predestinado ponteiro Vanderlei, aos 20 minutos do segundo tempo, numa pintura de jogada com a participação de todo o ataque.

O jogo foi típico de uma grande decisão. Estádio lotado, arbitragem de José Roberto Wright perfeita, torcedor fazendo festa e duas equipes que se respeitaram. Acabou sendo premiado o melhor. Afinal, o Criciúma terminou o campeonato com uma invencibilidade de 28 partidas, o técnico João Francisco não perdeu no comando da equipe, e Roberto Cavalo, o craque do campeonato, ganhou o titulo de forma invicta. Um titulo indiscutível.

Os 40 anos do fim da Rede Tupi

 personAntonio Colossi
access_time18/07/2020 - 14:30

Há 40 anos, em 18 de julho de 1980, chegava ao fim a história da primeira emissora de televisão do Brasil, a Rede Tupi. Naquela data eram lacrados os transmissores de suas emissoras, saindo do ar a TV Tupi do Rio de Janeiro, canal 6, que na época era a cabeça-de-rede. A foto mostra a última imagem exibida pela Rede Tupi, com a mensagem esperançosa de um "Até breve, telespectadores amigos".

A crise da Rede Tupi iniciou, de forma considerável, após a morte do empresário Assis Chateaubriand, em 1968 – fundador da Tupi e presidente dos Diários Associados, sendo este um dos maiores conglomerados de comunicação do país.

Com os graves problemas financeiros que culminaram no fechamento da Rede Tupi, centenas de empregos foram perdidos e muitos não receberam um tostão sequer de indenização. Existiram perdas também no campo artístico, com novelas e programas retirados do ar abruptamente.

Os motivos da cassação das concessões variaram para cada uma das afiliadas, mas foram apontados os sérios problemas financeiros e administrativos, e as dívidas com a Previdência Social, como justificativas principais.

Foi o então presidente João Figueiredo quem assinou o decreto que extinguiu a emissora de televisão pioneira da América Latina.

A concessão que pertencia a Rede Tupi seria repartida entre os empresários Silvio Santos (SBT) e Adolfo Bloch (Manchete).

70 anos do "Maracanazo"

 personAntonio Colossi
access_time16/07/2020 - 00:00

No dia 16 de julho de 1950, há exatos 70 anos, a Seleção Brasileira sofreu, provavelmente, sua derrota mais dolorida. Naquela tarde de domingo, um homem foi o responsável por calar o Brasil inteiro: Alcides Ghiggia.

O atacante marcou o gol da virada do Uruguai sobre a Seleção Brasileira, na final da Copa do Mundo, em um dia que estava reservado para o Brasil ser campeão mundial pela primeira vez, no Maracanã. Como não foi, o jogo ficou conhecido como Maracanazo.

Os cariocas lotaram o Maracanã. Oficialmente, foram 199.854 presentes para a partida que era a mais esperada daquele Mundial.

O Brasil liderava o quadrangular final, com um ponto a mais que o Uruguai. Além disto, a Seleção vinha de duas vitórias esmagadoras sobre as outras equipes do quadrangular decisivo: fez 7 a 1 na Suécia e 6 a 1 na Espanha, enquanto os uruguaios ficaram no 2 a 2 com os espanhóis e sofreram para vencer os suecos por 3 a 2, de virada. Até mesmo por isto, todos esperavam que o Brasil saísse com a Taça Jules Rimet do Estádio Mário Filho.

Durante o jogo, a esperança dos brasileiros demorou, mas pareceu se confirmar no início do segundo tempo, quando Friaça abriu o placar, levando o estádio ao êxtase. Quase 20 minutos depois, Schiaffino igualou o placar para os uruguaios.

O golpe definitivo só veio, entretanto, aos 34 minutos do segundo tempo. Ghiggia conseguiu vencer o goleiro Barbosa e virar a partida para os uruguaios, em um gol que iria assombrar o arqueiro brasileiro até o final de sua vida. Aquele tento deu a vitória e a taça ao Uruguai, que conquistou sua segunda Copa do Mundo da história.

Maraca 70 Anos

 personAntonio Colossi
access_time16/06/2020 - 11:30

Em 16 de junho de 1950, o presidente Eurico Gaspar Dutra abriu as portas do Estádio Municipal do Rio, que ainda não tinha recebido o nome de Mário Filho (a homenagem ao jornalista só veio nos anos 1960) e nem o apelido de Maracanã (em referência à avenida onde foi erguido).

A obra ainda estava incompleta – havia andaimes de pé, grades soltas e montanhas de cimento e brita espalhadas pelos cantos.
Oito dias depois, na abertura da Copa do Mundo, uma multidão estimada em quase 200.000 pessoas superlotou o estádio, que havia sido desenhado para abrigar 155.000.

E o palco da festa ainda não estava pronto: andaimes sustentavam a cobertura e a torcida circulava em meio a tijolos e tábuas.

No local onde o Maracanã foi construído para receber os jogos da Copa do Mundo de 1950, funcionava o Derby Club do Rio de Janeiro, fundado em 1885.
As provas de turfe foram transferidas para a Gávea em 1932, mas o espaço ainda era coalhado de ferraduras e abrigava restos de cocheiras até o início das obras do estádio.

Cerca de dois mil operários atuaram na construção. Os arquitetos responsáveis pela elaboração do projeto foram Waldir Ramos, Raphael Galvão, Oscar Valderano, Orlando Azevedo, Pedro Paulo Bernardes Bastos e Antônio Dias Carneiro Feldman.

A inauguração do Maracanã envolveu uma partida entre as seleções carioca e paulista. São Paulo venceu por 3 a 1.

Os 50 anos de uma produção que mudou a teledramaturgia brasileira

 personAntonio Colossi
access_time08/06/2020 - 08:00

Há 50 anos, no dia 08 de junho de 1970, entrava no ar a primeira versão de Irmãos Coragem, um marco da história da Rede Globo e da novelista Janete Clair. A trama era protagonizada por Tarcísio Meira, Claudio Marzo e Cláudio Cavalcanti, que viviam os irmãos do título.

Irmãos Coragem era centrada em João (Tarcísio), Jerônimo (Marzo) e Duda (Cavancanti), que viviam na fictícia Coroado, interior de Goiás, uma terra explorada por garimpeiros.

Quando o simples João Coragem encontra um valioso diamante no local, ele é roubado pelo Coronel Pedro Barros (Gilberto Martinho), um homem poderoso e opressor que comanda o comércio de garimpo do local. Tal fato faz com que o honesto João se torne um fora-da-lei, tornando-se líder de um bando de garimpeiros também injustiçados, que passam a duelar com o Coronel.

Para escrever Irmãos Coragem, a novelista Janete Clair se inspirou em filmes de faroeste, incluindo justiceiros montados a cavalo e muitos tiroteios. A ideia era fisgar, também, um público masculino, que não se interessava muito por novelas até então. A estratégia deu certo e Irmãos Coragem atingiu grandes índices de audiência, tornando-se uma febre entre homens e mulheres.

A novela foi produzida em preto-e-branco, e ficou no ar por mais de um ano, de 8 de junho de 1970 a 12 de junho de 1971, somando 328 capítulos.

O presidente que o Brasil não teve

 personAntonio Colossi
access_time21/05/2020 - 12:00

Uma das principais lideranças políticas do Brasil, o jornalista Carlos Frederico Werneck de Lacerda, ex-governador do antigo Estado da Guanabara, falecia em 21 de maio de 1977, aos 63 anos de idade, de enfarte do miocárdio. O ex-governador estava internado na Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro, desde o meio-dia, da sexta-feira, 20 de maio, vindo a morrer às 2 horas da madrugada do dia seguinte, um sábado, 21 de maio.

Segundo relataram pessoas ligadas à família, Carlos Lacerda começara a passar mal no inicio daquela semana, queixando-se de frio e fortes dores, que foram atribuídas a uma gripe. Com o agravamento de seu estado de saúde, durante a semana, sua esposa Letícia e os filhos Sebastião e Cristina internaram-no na clínica.

Às 22 horas, da sexta-feira, 20 de maio, as condições de saúde do ex-governador chegaram a ser consideradas satisfatórias, voltando a piorar à meia-noite.

O corpo de Carlos Lacerda foi levado para a capela número 1 do Cemitério de São João Batista, numa Kombi preta, da Santa Casa de Misericórdia, lá chegando às 9h30min da manhã.

A grande preocupação de todos no velório era evitar que a mãe de Carlos Lacerda, Dona Olga, então com 85 anos de idade, tomasse conhecimento da morte do segundo filho, em menos de oito meses, já que perdera, Maurício, em setembro de 1976.

Lacerda tinha a pretensão de ser presidente da República. A eleição presidencial brasileira de 1965 estava prevista para o dia 3 de outubro daquele ano e não foi realizada devido a manobras do regime militar, que visava a continuação do Exército no poder, prorrogando o governo de Castelo Branco, iniciado em abril de 1964. Até aquele momento, haviam se apresentado quatro candidatos oficialmente, um deles, era Lacerda.

Alem de político agitado e inimigo feroz de vários presidentes, Carlos Lacerda foi ótimo jornalista e escritor. Escreveu vários livros, fundou a Editora Nova Fronteira, que editou entre outros: o dicionário Aurélio. Era também proprietário do jornal Tribuna da Imprensa.

15 anos sem João Sônego

 personAntonio Colossi
access_time19/03/2020 - 00:00

Em 19 de março de 2005, falecia, por volta das 5 horas da madrugada, no Hospital das Clínicas, em Porto Alegre, o radialista João Sônego, então com 74 anos de idade.

Jota, como era conhecido, sofria de câncer e durante suas últimas semanas de vida enfrentou a fase mais grave da doença.

Considerado um dos ícones da imprensa no Sul do Estado, ele seria homenageado por sua trajetória política e profissional no dia 28 de março daquele ano durante uma sessão especial da Assembléia Legislativa em Criciúma.

Flamenguista doente e Atlético Operário de coração, João Sônego apresentava, com muito sucesso, na década de 70, o programa Difusora 20 horas, da extinta Rádio Difusora de Criciúma, onde lia para a população os jornais nacionais e apresentou durante certo período o programa Ponto por Ponto, na TV Eldorado. Foram 50 anos dedicados ao Rádio.

30 anos do confisco da poupança

 personAntonio Colossi
access_time16/03/2020 - 00:30

Sexta-feira, 16 de março de 1990, feriado bancário. Um dia após tomar posse como o primeiro presidente eleito no país de forma direta após quase 30 anos, Fernando Collor de Mello anunciava um pacote radical de medidas econômicas, incluindo o confisco dos depósitos bancários e das até então intocáveis cadernetas de poupança dos brasileiros.

A população reagiu com perplexidade, especialmente às medidas de bloqueio do dinheiro.

O Plano Collor I determinou que os saques na caderneta ou conta corrente estavam limitados a NCZ$ 50 mil. O restante ficaria retido por 18 meses, com correção e 6% de juros ao ano. No caso dos fundos de curto prazo e do overnight (refúgio de parte da classe média diante da “inflação galopante”), o resgate era ainda mais limitado. Só poderiam ser sacados 20% ou NCZ$ 25 mil, o que fosse maior, pagando ainda tributação de 8% sobre o valor retirado.

Numa reforma monetária, o cruzado novo foi substituído pelo cruzeiro, sem corte de zeros.

75 anos da Tomada de Monte Castello

 personAntonio Colossi
access_time21/02/2020 - 01:25

Já se passaram 75 anos. Numa tarde cinzenta e fria, de 21 de fevereiro de 1945, os pracinhas brasileiros, acostumados com o sol dos trópicos, finalmente conseguiram em meio às tempestades de neve tomar a fortaleza alemã de Monte Castello, na Itália. Foi a mais significativa batalha travada pela FEB – Força Expedicionária Brasileira.

No centro da Itália, ao longo dos Apeninos, os alemães estabeleceram uma linha de fortificações nos cumes das montanhas, designada como Linha Gótica. Era preciso rompê-la, para que os Aliados pudessem avançar para o Norte, chegando a Austria e Alemanha.

O inimigo tinha a vantagem da altura, situação clássica descrita nos manuais militares. Mas os pracinhas não leram os manuais, e persistiram até a vitória final na quinta tentativa. O generoso sangue brasileiro tingiu as encostas do Monte Castello, a um preço altissimo: mais de 100 vidas preciosas.

Mais que um feito militar, foi uma vitória da cidadania brasileira, de uma tropa composta quase que totalmente por soldados-cidadãos, convocados após a cruel agressão alemã de 1942. Utilizando a arma submarina, os nazistas afundaram mais de 30 navios brasileiros, com a perda de diversas vidas. Incorporando-se às Nações Aliadas, o Brasil foi o único pais latino-americano a participar da 2ª. Guerra Mundial, enviando para o Teatro de Operações mais de 25 mil homens, 70 enfermeiras, e um Grupo de Aviação de Caça, com a Marinha atuando na defesa do litoral.

Os 40 anos do Museu Augusto Casagrande

 personAntonio Colossi
access_time09/01/2020 - 00:00

A criação de um museu com o fim de documentar, através de suas peças, os usos e costumes dos imigrantes, foi uma ideia há muito acalentada por alguns criciumenses, mas até meados de agosto de 1976, o museu estava restrito apenas à lei que o criara.

Nessa época, professores do departamento de Estudos Sociais da então Fundação Educacional de Criciúma decidiram levar para frente a ideia de dotar Criciúma de um museu, incitando os alunos a recolher objetos antigos, como fotos, ferramentas e instrumentos agrícolas, utensílios domésticos e roupas.

Os primeiros objetos, num total de duzentas e sessenta e quatro peças, foram coletados através de uma gincana realizada pelo Colégio Madre Tereza Michel e depositados na FUCRI, peças estas, que viriam a integrar o acervo histórico.

Em 19 de maio de 1978, a família Joacy Casagrande Paulo, doou um antigo casarão pertencente aos seus antepassados, à prefeitura, sob a condição de restaurá-lo e transformá-lo em museu.

Na restauração do prédio adotou-se o critério de fidelidade à época em que o mesmo fora edificado.

A Comissão Central dos Festejos do Centenário de Criciúma criou uma subcomissão, visando a entrega do museu à comunidade em data pré-fixada. Ficou então encarregada da coordenação da subcomissão, a senhora Octávia Búrigo Gaidzinski.

Com o dinamismo de sua equipe, procurou concretizar o objetivo e assim, a inauguração do museu Augusto Casagrande teve lugar no dia 9 de janeiro de 1980

Gol 1000 de Pelé completa 50 anos

 personAntonio Colossi
access_time19/11/2019 - 00:20

Há 50 anos, o dia 19 de novembro de 1969 entrou para a história do futebol mundial como a data do milésimo gol da carreira da Pelé.

O jogo foi disputado no Maracanã, contra o Vasco, com vitória do Santos por 2 a 1, em uma partida sem grande importância na classificação do Torneio Roberto Gomes Pedrosa.

Pelé anotou o segundo gol do Peixe na partida, em uma cobrança de pênalti contra o goleiro Andrada. Assim que atingiu a marca, Pelé caiu nas redes, beijou a bola e fez um apelo para o mundo para que ajudassem as crianças pobres, ajudassem os desamparados.

Na partida, o time carioca abriu o placar ainda no primeiro tempo, mas o Santos empatou com René e depois venceu o jogo com o gol de Pelé, anotado aos 34 minutos do segundo tempo, depois que o atacante sofreu um pênalti.

Andrada chorou de tristeza por entrar para a história como o goleiro que levou o milésimo gol do Rei.

No vestiário, por rádio, ele conversou com Pelé e lamentou o gol sofrido.

Cinco anos sem o Orkut

 personAntonio Colossi
access_time30/09/2019 - 07:00

Após 10 anos de vida, o Orkut chegava ao fim de suas operações em 30 de setembro de 2014.

A rede social, ligada à Google, tornou-se extremamente popular no Brasil, que, ao lado da Índia, formava a maior audiência do Orkut no mundo.

O nome um tanto quando diferente era derivado de Orkut Büyükkökten, um engenheiro turco do Google, chefe do projeto.

Os brasileiros somavam mais de 30 milhões de usuários no Orkut, que depois perdeu popularidade à medida que seus usuários migraram para o Facebook.

A sede do Orkut funcionava na Califórnia até agosto de 2008, quando a Google anunciou que o Orkut seria operado no Brasil pela sede da gigante da internet no país.

Depois de sua extinção, a Google criou um museu com aproximadamente 51 milhões de comunidades. As informações armazenadas ficam disponíveis para download até setembro de 2016.