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Blog Clássicos, com Everaldo Belada

Aguas de março e É com esse que eu vou: Dia Nacional da Bossa Nova e Aniversário de Tom Jobim.

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time25/01/2021 - 11:43

Hoje, dia 25 de janeiro, vamos fazer uma comemoração em dose dupla. Duas datas muito importantes para a música brasileira são comemoradas nesse dia: O aniversário de Tom Jobim e o Dia Nacional da Bossa Nova.

Maestro, arranjador, pianista, violonista, cantor, compositor e um dos fundadores da Bossa Nova, Tom Tobim completaria hoje 94 anos de idade. Foi justamente pela homenagem ao aniversário de Tom Jobim que foi criado a partir de 2009, o Dia Nacional da Bossa Nova.

O movimento da Bossa Nova surgiu “casualmente”, com o encontros entre jovens cariocas, que se reuniam em Copacabana, Ipanema e Leblon, no Rio de Janeiro, para compor e tocar violão. Dessa turma boa podemos destacar nomes como o próprio Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Nara Leão, João Gilberto, Edu Lobo, Baden Powell, entre outros.

Vamos ouvir dois clássicos da Bossa Nova com o sambista Alexandre Pires, que gravou "Aguas de março" e "É com esse que eu vou" no álbum DNA Musical, em 2017. O projeto mostra influências musicais de Alexandre Pires que foi indicado ao Grammy Latino como o melhor álbum de MPB. Confira:

We are the Champions: O clássico do Queen que virou um hino nas celebrações desportivas.

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time22/01/2021 - 11:08

Uma canção composta por Freedie Mercury lançada pelo Queen em 1977, virou um tema que nunca mais se calou e até hoje respira viva nas rádios ou em celebrações desportivas.

Não dá outra… Quando alguém vence uma competição a festa faz-se muitas vezes ao som do hino "We are the champions".

"We are the champions" nasceu numa altura em que o Queen era uma banda já de dimensão global e, perante a necessidade de ter hinos para se apresentar frente a grandes plateias, então surgiu uma canção que funcionasse num jogo de diálogo, de respostas, entre o palco e a plateia.

A música foi um sucesso mundial, alcançando a segunda posição na Billboard e introduzida no Hall of Fame, também foi eleita a canção favorita do mundo, a mais cativante e grudenta na história, em uma enquete feita pela Sony Ericsson.

Vamos ouvir "We are the champions" ao vivo com o Queen, no Festival Live Aid, realizado em 13 de julho, de 1985, no Wembley Stadium em Londres. Evento organizado pelo ativista Bob Geldof com o objetivo de arrecadar fundos a fim de acabar com a fome na Etiópia. Confira:

O bêbado e o equilibrista: 39 anos sem Elis Regina

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time19/01/2021 - 12:53

Ha exatamente 39 anos, no dia 19 de janeiro de 1982, os jornais, rádios e televisão anunciavam a notícia que ninguém queria ouvir: morria uma das maiores cantoras do país.

Estou falando de Elis Regina, que tinha 36 anos de idade, mais de 40 discos lançados, fazendo o maior sucesso no Brasil e no exterior com uma carreira brilhante, mas, com um final inesperado.

Elis Regina Carvalho da Costa nasceu, em Porto Alegre, em 1945 e começou sua carreira bem cedo, aos 12 anos de idade já cantava nas rádios da Capital Gaúcha.

Elis mudou-se para o Rio de janeiro, em 1964, exatamente na manhã do dia 31 de março, isto é, bem no dia do Golpe Militar de 1964. No Rio, Elis defendeu canções dos maiores compositores do Brasil nos festivais de música promovidos pelos canais de televisão.

Vamos ouvir na voz brilhante de Elis Regina "O bêbado e o equilibrista", uma canção composta por João Bosco e Aldir Blanc, gravada no LP “Essa mulher”, de 1979.

A música tornou-se um hino informal sobre o período da anistia e do declínio da Ditadura Militar, por sua letra possuir diversas referências de fatos e personalidades ligadas ao período da ditadura e anistia. **Confira:

I want to know what love is: A música mais tocada nas rádios brasileiras nos últimos 10 anos.

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time18/01/2021 - 09:20

Você sabia que a música mais tocada nas rádios brasileiras nos últimos 10 anos é uma canção da banda americana Foreigner chamada ”I want to know what love is”.

O ranking foi revelado numa pesquisa do ECAD (Escritório Central de Arrecadação de Direitos), tomando como base nas rádios que estão em dia com os pagamentos de Direitos Autorais.

O clássico "I want to know what love is" (Eu quero saber o que é amor) foi lançado em 1984. A canção atingiu a primeira posição tanto na parada americana quanto na britânica e se tornou o maior sucesso do Foreigner, que vendeu até hoje mais 50 milhões de álbuns pelo mundo.

Vamos ouvir uma bela versão remixada deste clássico com a dupla de DJS canadenses Blond Ish lançada recentemente em 2020, com a voz original de Lou Gramm, vocalista e fundador do Foreigner. Confira:

Don't stop believin: O clássico que vem sendo na alta dos pacientes que venceram o Coronavirus.

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time15/01/2021 - 12:02

Uma canção lançada em 1981, pela banda americana Journey vem embalando a alta dos pacientes que venceram a luta contra o Coronavírus nos Estados Unidos. A música que vem sendo tocada enquanto os pacientes deixam os hospitais é "Don't stop believin”.

A tradução de "Don't stop believin” é (não deixe de acreditar).

A frase “Ddon’t stop believin” foi dita pelo pai de Jonathan, tecladista do Journey, em uma época em que ele andava desanimado e pensando em desistir da música.

Steve Perry, ex-vocalista vocalista do Journey disse em entrevista que nesse tempo em que vivemos ter fé é primordial, e essa música sempre buscou encorajar, inspirar e empoderar pessoas e dar esperança.

Vamos ouvir este clássico em uma versão bem diferente da original com o Postmodern Jukebox, um coletivo musical fundado 2011, nos Estados Unidos. A banda é conhecida por produzir versões covers de músicas populares em estilo vintage, como este clássico “Don’t stop believin”. Confira:

Tempos modernos: Vamos nos permitir ao som do Lulu Santos na versão do Jota Quest.

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time14/01/2021 - 10:39

Lulu santos, um dos mais bem-sucedidos artistas brasileiros, um hitmaker natural, dono de clássicos incontestáveis e vendagens milionárias ao longo de uma carreira com mais de 30 discos gravados, compôs e lançou em 1982, uma de suas canções mais regravadas por outros artistas chamada: "Tempos modernos".

Na letra, Lulu Santos mostra que, se quisermos, podemos construir um mundo melhor e deixa bem claro aquilo que todos nós sabemos, mas deixamos passar despercebido situações importantes para nosso crescimento como pessoa, as vezes não damos o valor que deveríamos dar a vida e deixamos o tempo passar.

Vamos nos permitir e dançar muito ao som de "Tempos modernos" na versão da banda mineira Jota Quest, que lançou o clássico em 2012, como abertura da vigésima temporada de "Malhação". Confira:

É preciso saber viver: “se o bem e o mal existem, você pode escolher” de Roberto Carlos a Titãs.

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time13/01/2021 - 10:33

Umas das mais lindas letras feita por Roberto Carlos que foi gravada primeiramente pela dupla Os Vips, em 1968, só veio ficar na história seis anos mais tarde quando o próprio Robertos Carlos regravou em seu álbum de 1974, a canção "É preciso saber viver".

É provável que Roberto Carlos não tinha noção completa da influência que esta canção teria na vida das pessoas. Ele simplesmente escreveu com o coração e deixou que a guiasse a letra e a melodia.

Vamos ouvir “É preciso saber viver” com a banda de rock Titãs, que gravou a música em 1998, com Paulo Miklos no vocal principal e o grupo Fat Family no coro de vozes.

Ouça com atenção esta canção que serve como lição de vida e está na memória do povo brasileiro com sua letra de fácil entendimento, resumindo que a vida não é fácil e quem faz as escolhas é cada um.

Então, faça sua escolha: “se o bem e o mal existem, você pode escolher”! Confira:

5ª Sinfonia de Beethoven: 250 anos do nascimento de Beethoven

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time12/01/2021 - 12:02

Vou contar um pouco da história de um gênio da música erudita que completou em dezembro, 250 anos de seu nascimento – estou falando de Ludwig Van Beethoven, que nasceu no Século XVIII em 1770, em Bom, na Alemanha.

Beethoven é considerado um dos pilares da música pelo incontestável desenvolvimento, tanto da linguagem como do conteúdo musical demonstrado nas suas obras, permanecendo como um dos compositores mais respeitados e mais influentes de todos os tempos.

Beethoven nunca teve estudos mais aprofundados, mas com o dom que Deus lhe deu, com apenas 10 anos de idade compôs sua primeira peça iniciando a sua carreira de compositor.

Em 1791, com 21 anos de idade, mudou-se para Viena, na Àustria, onde permaneceu para o resto de sua vida. Foi em Viena que lhe surgiram os primeiros sintomas da sua grande tragédia. Foi diagnosticado, aos 26 anos de idade, a congestão dos centros auditivos internos (que mais tarde o deixou surdo). Mesmo praticamente surdo Beethoven começou a compor música como nunca antes se houvera ouvido.

Beethoven morreu em 26 de março de 1827, compondo sua 9ª Sinfonia, aos 57 anos de idade.

Em 2016, a BBC Music Magazine fez uma votação entre 151 maestros para escolher as melhores sinfonias da história. Beethoven ganhou a medalha de ouro e a medalha de prata – com a 3ª Sinfonia e a 9ª Sinfonia.

Vamos ouvir uma obra de Beethoven com Danney Alkana, um virtuoso guitarrista da California, apaixonado por música clássica desde criança. Em 1999, Danney Alkana encorajou-se, produziu e gravou um álbum com canções de compositores clássicos em versões rock.

O resultado foi o disco "Rock the Back" que tem dez faixas incríveis misturando guitarra com orquestração intrincada de Beethoven, Mozart, Vivaldi, Bach e outros compositores clássicos.

Então, vamos ouvir o clássico que abre o disco do talentoso guitarrista Danney Alkana com a 5ª Sinfonia de Beethoven. Confira:

Starman - Seis anos sem David Bowie: A homenagem do Nenhum de Nós ao "Camaleão do Rock"!

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time11/01/2021 - 12:46

O britânico David Robert Jones, que escolheu o nome artístico de David Bowie, nos deixou em 10 de janeiro, de 2016.

David de Bowie, que por vezes foi denominado como o “camaleão do rock” pela capacidade de sempre renovar sua imagem, gravou e lançou em 1972, a canção “Starman”.

A letra da música descreve uma mensagem de esperança e salvação para a juventude da terra através do rádio por um alien, o "Starman". O refrão é inspirado em "Over the rainbow", cantada por Judy Marland, no filme "O Mágico de Oz".

Vamos ouvir a versão brasileira de “Starman” recriada pela banda gaúcha Nenhum de Nós, em 1989, que no Brasil ficou mais conhecida do que a versão original.

Segundo Thedy Correa, vocalista do Nenhum de Nós em entrevista à revista Bizz, a canção foi apresentada ao próprio David Bowie, que aprovou a versão e ficou com o nome de “Astronauta de Mármore”. Confira:

Crazy little thing called love - a homenagem de Freddie Mercury a Elvis Presley.

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time08/01/2021 - 12:37

Em 1979, dois anos depois da morte de Elvis Presley, Fredie Mercury compôs uma música em apenas 10 minutos em homenagem ao "Rei do Rock" que virou um clássico do rock mundial.

Fredie apresentou a letra e a melodia pronta no violão aos integrantes do Queen que foram ao um estúdio e gravaram em apenas meia hora a canção "Crazy little thing called love".

Vou mostrar pra vcs a versão gravada pelo cantor canadense Michael Buble, em seu album de estreia em 2003. Vamos ouvir um apresentação ao vivo com Michael Buble e sua orquestra no Madison Square Garden executando a clássica "Crazy little thing called love". Confira:

Horse with no name - Vamos ouvir este clássico do America com o músico inglês James Blunt.

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time07/01/2021 - 10:25

America, uma banda americana de folk rock muito popular no início dos anos 70, lançou sem primeiro single em 1971, que rendeu um Disco de Ouro já em sua estreia com a música "Horse with no name".

"Horse with no name" - quer dizer “Um cavalo sem nome”. A letra foi inspirada no deserto do Arizona e do Novo México e descreve uma viagem através do deserto em direção ao oceano.

Vamos ouvir este clássico com o cantor, compositor e músico inglês james Blunt, que interpretou "Horse with no name" ao vivo em Paris em 2010, na turnê “Some kind of trouble". Confira:

You never can tell - O clássico de Chuck Berry que tornou-se popular novamente, em 1994 no filme "Pulp fiction", de Quentin Tarantino.

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time06/01/2021 - 10:18

Vamos falar de Charles Edward Anderson Berry, mais conhecido como Chuck Berry, cantor, compositor e guitarrista norte-americano, um dos pioneiros do gênero rock and roll.

Em 1960, Chuck Berry escreveu e gravou uma canção que refinou e desenvolveu os principais elementos que tornaram o rock and roll mais distinto chamado "You never can tell".

O clássico se tornou-se popular novamente, em 1994 no filme "Pulp fiction", dirigido por Quentin Tarantino e estrelado por John Travolta e Uma Thurman.

Pra não deixar ninguém parado, vou mostrar uma sensacional versão do cantor afro americano Aaron Neville, que gravou a canção, em 1993, no álbum "The grand tour". Confira:

Primeiros Erros - Capital Inicial gravou a canção em 2000, a música já fazia sucesso nos anos 80 composta e gravada por Kiko Zambianchi.

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time05/01/2021 - 10:10

Apesar de ter ficado mais conhecida no ano de 2000, quando a banda Capital Inicial gravou a canção no álbum Acústico MTV, a música que já fazia sucesso nos anos 80 composta e gravada por Kiko Zambianchi foi "Primeiros Erros".

A história da música é uma lição de que todas as nossas atitudes devem ser muito bem pensadas antes de serem praticadas, pois não podemos voltar ao passado. Então, devemos sempre buscar o caminho e a escolha certa, para que as consequências não sejam drásticas no futuro.

Vamos ouvir a versão acústica gravada em 2000 pelo Capital Inicial com a participação do próprio autor do clássico, Kiko Zambianchi. Confira:

Have you ever seen the rain? - Na voz linda de Karen Souza, uma cantora de jazz da Argentina.

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time04/01/2021 - 10:00

Resolvi fazer o primeiro programa do ano com um dos clássicos do rock mais executados e regravados de todos os tempos!

Estou falando de "Have you ever seen the rain?"

Uma canção escrita por John Fogerty e lançada em 1970, líder da banda americana Creedence Clearwater Revival, do álbum Pendulum. A canção alcançou naquele ano a 8ª posição na parada musical top 100 da Bilboard. No ano seguinte, foi a sexta música mais tocada nas rádios brasileiras.

Quero mostrar uma releitura feita em 2011 por Karen Souza, uma linda e loira cantora de jazz da Argentina, nascida em Buenos Aires. Karen é especialista em coletâneas de releituras de sucessos dos anos 70, 80 e 90. Confira:

Marcas do que se foi: A história da música que virou um clássico sendo um verdadeiro hino do Reveillon cantado de norte a sul do Brasil.

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time31/12/2020 - 09:23

Vamos saber um pouco sobre a história da música que virou um clássico sendo um verdadeiro hino do Reveillon cantado de norte a sul do Brasil chamado “Marcas do que se foi”.

Acreditem... A canção foi encomendada pelo Governo Federal em 1976, que tinha na Presidência do Brasil, o General Ernesto Geisel, que contratou uma produtora de jingles para fazer uma mensagem de fim de ano e veicular nas rádios e televisão.

A produtora na época fechou com os compositores Ruy Maurity, Tavito e Paulo Sérgio Valle para compor este clássico que foi gravado pelo grupo Os Incríveis no final de 1976.

A canção já foi regravada em vários idiomas, no Brasil já foi gravada por The Fevers, Nenhum de Nós, Roupa Nova, Thiaguinho, Zezé Di Camargo & Luciano, Don & Ravel, Charlie Brown Jr, Sambô, Padre Marcelo Rossi e vários outros artistas.

Vamos ouvir a versão original gravada pela primeira vez com Os Incríveis, lançado no álbum “Trabalho e Paz”, feito especialmente para a Presidência da República, em 1976.

Então, um Feliz Ano Novo a todos e vamos entoar esta mensagem de alegria, paz e fé unida com esperança de futuro melhor em "Marcas do que se foi". Confira: