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O mártir Messias

Após atentado, redes sociais mostram que Bolsonaro tem ainda mais chances de ser presidente

comment Jornalismo access_time07/09/2018 - 12:54

Reportagem: Marcus Matildes - Foto: Divulgação

Bolsonaro já atraía o público nas redes sociais. Seus eleitores estão entre os mais militantes na internet. Uma pesquisa realizada a pedido da Veja, em abril, mostrou que 70% dos perfis ativos que falam de política no Twitter defendem o candidato do PSL. Claro, existem os robôs no meio destes, mas os número são impressionantes.

Não há sequer um momento em que você fale de política no Facebook sem se deparar com um "#Bolsonaro2018", "Meu voto é do mito" ou qualquer frase de efeito da campanha do deputado.

Aí, uma fatalidade acontece: o atentado contra o deputado Jair Messias Bolsonaro, candidato à presidência pelo PSL. O "mito" foi esfaqueado por um homem, enquanto fazia campanha em Juiz de Fora, Minas Gerais. Rapidamente o deputado foi socorrido. Seu fígado foi atingido. O homem foi capturado.

Segundos depois, os vídeos já circulavam. Não há como medir a velocidade ou quantas pessoas receberam as postagens sobre o assunto que se espalharam naquele momento. Porém, uma análise dos Trending Topics do Twitter mostra que, em pouco tempo, "Juiz de Fora" foi o termo mais comentado da rede social no país. Em segundo, "Esfaquearam o Bolsonaro". Nas duas horas subsequentes, outros termos relacionados ao ataque ficaram entre os mais comentados do Twitter: "Bonoro", "Jair", "FACADA" e #ForcaBolsonaro".

O candidato já lidera as pesquisas, conforme os últimos dados mostrados pelo Ibope. 20% dos eleitores votam Bolsonaro. Apesar de ter 44% de rejeição, o que o levaria a perder no segundo turno com a maioria dos candidatos mais populares, há ainda o número de quem não escolheu um candidato: a soma dos brancos/nulos e indecisos é de 28%.

E esses, após o atentado contra o Bolsonaro, podem ser dele. Isso porque há espaço para que se crie diversas teorias sobre a autoria do ataque: adversários, "a esquerda", cabos de outros partidos, etc. E esses discursos de "querem parar o Bolsonaro de qualquer jeito" podem levar os indecisos a decidirem essa eleição em favor do "mito".

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