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Etapa de Criciúma do STU National abre calendário dos campeonatos de Skate em 2022

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Cidade recebe o evento a partir desta quinta (13). Vários skatistas olímpicos, como Rayssa Leal, já estão confirmados

Troféu Maximiliano Gaidzinski retorna ao clube

commentCriciúma EC access_time21/12/2021 07:30

O torcedor poderá ver uma réplica da taça na Sala de Troféus Décio Bianchini Góes

O TEATRO DOS VAMPIROS - LEGIÃO URBANA

access_time13/01/2022 - 10:35

Hoje vamos recordar uma canção da Legião Urbana lançada em 1991, no quinto álbum da banda. Analisar as letras da Legião Urbana costuma ser um desafio.

A complexidade e engenhosidade da mente de Renato Russo deu à banda um repertório rico e crítico, principalmente em suas canções que falam de política e problemas sociais.

O teatro dos vampiros” é uma destas canções enigmáticas que gerou algumas teorias sobre o seu significado, o que é muito comum em letras profundas e atemporais.

Mas veja, Renato Russo disse antes de gravar que era pra ser uma musica sobre a televisão, porém, tomou uma dimensão muito maior e “O teatro dos vampiros” virou um verdadeiro retrato sobre um período difícil do país.

O Brasil iniciava a sua trajetória democrática e tudo era muito novo. Havia esperança de dias melhores com Fernando Collor sendo o primeiro presidente eleito pelo povo, assumindo o cargo em 1990.

Acontece que tudo se transformou num verdadeiro pesadelo para os brasileiros com alta da inflação, crise econômica e o confisco das poupanças pelo governo.

Todo esse cenário deu o norte para a criação da música que retrata a vida de um jovem, ou melhor, de muitos jovens que tentavam sobreviver em meio as dificuldades e à crise financeira.

Vamos ouvir no clássicos de hoje de 1991, com a Legião Urbana a atemporal “O teatro dos vampiros”. CONFIRA:


O TEATRO DOS VAMPIROS - LEGIÃO URBANA

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time13/01/2022 - 10:35

Hoje vamos recordar uma canção da Legião Urbana lançada em 1991, no quinto álbum da banda. Analisar as letras da Legião Urbana costuma ser um desafio.

A complexidade e engenhosidade da mente de Renato Russo deu à banda um repertório rico e crítico, principalmente em suas canções que falam de política e problemas sociais.

O teatro dos vampiros” é uma destas canções enigmáticas que gerou algumas teorias sobre o seu significado, o que é muito comum em letras profundas e atemporais.

Mas veja, Renato Russo disse antes de gravar que era pra ser uma musica sobre a televisão, porém, tomou uma dimensão muito maior e “O teatro dos vampiros” virou um verdadeiro retrato sobre um período difícil do país.

O Brasil iniciava a sua trajetória democrática e tudo era muito novo. Havia esperança de dias melhores com Fernando Collor sendo o primeiro presidente eleito pelo povo, assumindo o cargo em 1990.

Acontece que tudo se transformou num verdadeiro pesadelo para os brasileiros com alta da inflação, crise econômica e o confisco das poupanças pelo governo.

Todo esse cenário deu o norte para a criação da música que retrata a vida de um jovem, ou melhor, de muitos jovens que tentavam sobreviver em meio as dificuldades e à crise financeira.

Vamos ouvir no clássicos de hoje de 1991, com a Legião Urbana a atemporal “O teatro dos vampiros”. CONFIRA:

CHEIA DE CHARME - GUILHERME ARANTES

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time12/01/2022 - 09:12

Guilherme Arantes é sem dúvida um dos maiores artistas da MPB.

O cantor e compositor Ed Motta disse que, Guilherme Arantes é o “Chopin” da música contemporânea brasileira.

A comparação cai bem, pois Guilherme Arantes é um compositor e pianista de mão cheia, escrevendo músicas simples, mas, com muita qualidade.

Guilherme é dono de vários hts de sucessos ao longo de seus 45 anos carreira. Em 1985, Guilherme Arantes lançou a canção “Cheia de charme” sendo uma das músicas mais executados nas rádios naquele ano.

O próprio Guilherme conta que fez a música em homenagem as mulheres cariocas que ele sempre encontrava quando levava os filhos a Praia de Copacabana.

Além de serem donas de casa, passeavam com seus filhos, e iam a praia com as crianças, ainda viviam de uma forma liberada, tomando seus chopinhos nos bares e desfilando pelas ruas com o “charme” da mulher carioca dos anos 80.

Vamos ouvir este clássico de Guilherme de Arantes de 1985: “Cheia de charme”. CONFIRA:

ALL MY LOVE - LED ZEPPELIN

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time11/01/2022 - 09:08

O Led Zeppelin, considerado um dos grupos de rock mais bem sucedidos, inovadores e influentes da história é a nossa atração de hoje.

Em 1979, o Led Zeppelin lançou seu último álbum, antes da morte do baterista John Bonham com uma canção composta pelo vocalista Robert Plant, que a princípio não foi muita bem aceita pelo outros integrantes da banda que acharam a música muito lenta.

A canção é: “All my love” que a primeira vista pode soar como uma canção romântica e até fazer você se lembrar de um grande amor do passado.

Porém, é a música do Led Zeppelin que esconde um significado triste de luto e perda.

Vamos voltar ao final dos anos 70 e saber um pouco mais sobre a história e o significado de “All my love”.

Em julho de 1977, o Led Zeppelin estava em turnê pelos Estados Unidos quando o vocalista Robert Plant recebeu uma ligação da sua esposa que trazia uma notícia triste de que Karac Plant, seu filho de seis anos estava muito doente.

Porém, cerca de duas horas depois, o pior aconteceu e o filho de Plant havia morrido de uma infecção viral não identificada.

Imediatamente, o músico voltou pra casa, a banda suspendeu os shows, e Plant passaria a viver um dos momentos mais difíceis de sua vida.

Para lidar com a dor, veio a inspiração para compor “All my love”.

Mesmo com uma certa resistência, o guitarrista Jimmy Page permitiu que a música entrasse para o álbum, afinal, ela era a expressão da dor que Robert Plant sentia pela perda do filho.

Vamos ouvir este clássico do Led Zeppelin de 1979: “All my love”. CONFIRA:

ASTRONAUTA DE MÁRMORE (STARMAN) - NENHUM DE NÓS

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time10/01/2022 - 11:46

O britanico David Robert Jones, que escolheu o nome artístico de David Dowie, nos deixou em 10 de janeiro, de 2016.

David de Bowie que por vezes foi denominado como o “Camaleão do Rock” pela capacidade de sempre renovar sua imagem gravou e lançou em 1972, a canção “Starman”.

A letra da música descreve uma mensagem de esperança e salvação para a juventude da terra através do rádio, por um alien, o 'Starman'. O refrão é inspirado em "Over the rainbow", cantada por Judy Garland, no filme o "Mágico de Oz".

David Bowie foi importante figura na música popular e considerado um dos músicos mais inovadores de todos os tempos pela profundidade intelectual de sua obra.

Vamos ouvir a versão brasileira de “Starman” recriada pela banda gaúcha Nenhum de Nós, em 1989, que no Brasil ficou mais conhecida do que a versão original.

Segundo Thedy Correa, vocalista do Nenhum de Nós, em entrevista à Revista Bizz, a canção foi apresentada ao próprio David Bowie, que aprovou a versão e ficou com o nome de “Astronauta de mármore”. CONFIRA:

NA LINHA DO HORIZONTE - AZIMUTH

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time07/01/2022 - 11:39

O clássico de hoje é uma verdadeira pérola da música brasileira.

Em atividade beirando os 50 anos, o trio carioca Azymuth formado por músicos virtuosos no início dos anos 70 permanece em cena até hoje, com uma longa carreira internacional mostrando para o mundo a música instrumental, o samba, o funk e o jazz.

Eles conseguiram alcançar um improvável sucesso popular no início da carreira com o lançamento do primeiro álbum, em 1975, com o clássico: “Na linha do horizonte” que foi cantada no pais inteiro.

O Azymuth nunca visou sucesso popular, pois sempre buscou fazer um som alternativo para a época.

Antes de formar o trio, eles eram contratados como músicos de estúdio gravando vários discos como os de: Raul Seixas, Rita Lee, Elis Regina, Clara Nunes, Belchior e Tim Maia.

Vamos reviver esta linda melodia disco Azimuth, lançado em 1975, que hoje é procurado pelos colecionadores como relíquia, valendo uma boa grana pra ouvir em vinil o clássico: “Na linha do horizonte”. CONFIRA:

DOWN UNDER - MEN AT WORK

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time06/01/2022 - 10:46

Everaldo Belada chegando aqui nas ondas da Eldorado para mais um clássico que você não esquece.

A música é da banda australiana Men At Work, que em português se traduz para “homens trabalhando”, foi formada em 1980, e teve o auge de sua popularidade já no lançamento do primeiro disco, emplacando vários hits que invadiram as telas da MTV Americana.

A canção que vamos apresentar é a clássica “Down Under” escrita pelo conhecido vocalista Colin Hay, que é apaixonado pelo Brasil e teve várias vezes fazendo shows por aqui.

A letra da canção conta a história de um mochileiro australiano viajando pelo mundo, e muitos afirmam que a melodia marcada pela flauta na introdução foi roubada de uma música infantil de1934.

Em terra Tupiniquins o Men At Work já esteve aqui bem pertinho de nós, se apresentando na Feira Produsul, em Tubarão, em 1997, e com a turnê lançaram o disco “Brasil ao Vivo”.

Vamos ouvir esta canção alegre que tornou-se um hino extra oficial da Austrália por vários movimentos undergrond no país, de 1981: “Down Under”. CONFIRA:

POEMA - NEY MATOGROSSO

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time05/01/2022 - 10:41

Hoje vamos falar da música mais tocada no Brasil nos últimos cinco anos.

O curioso é que a canção foi composta em 1976, por Cazuza e gravada somente 23 anos depois, em 1999, por Ney Matogrosso.

Ao longo de sua vida Cazuza registrou inúmeras músicas e letras que, durante muito tempo permaneceram inéditas para o público. Uma delas foi “Poema”, canção que literalmente é isso: um poema que Cazuza escreveu para sua avó Maria José, aos 17 anos de idade.

Guardada durante 23 anos, a música veio a público depois que a mãe de Cazuza, Lucinha Araújo descobriu a letra e pediu para que Frejat a musicasse.

Para gravar, não poderia ser outro: Ney Matogrosso, um dos maiores amigos e companheiros de Cazuza. A canção ficou tão boa que é a faixa de Ney Matogrosso mais tocada de todos os tempos.

No clássicos de hoje vamos ouvir este “Poema” de Cazuza em forma de canção com o espetacular Ney Matogrosso lançado em 1999, no álbum: “Olhos de farol”. CONFIRA:

I STILL HAVEN’T FOUND WHAT I’M LOOKING FOR - U2

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time04/01/2022 - 10:13

Olá amigos e ouvintes! Estou chegando aqui na Eldorado para mostrar uma canção Gospel gravada em 1987, pela banda irlandesa U2.

A música é “I still haven’t found what i’m looking for”, lançada como single do icônico álbum “The Joshua Tree”.

O álbum em si é todo inspirado pela experiência que a banda viveu nos Estados Unidos no início da carreira.

“I still haven’t found what i’m looking for” descreve anseio espiritual e foi influenciada pelo Gospel negro estadunidense, a faixa foi definida por Bono como um hino.

A música é escrita no mesmo estilo dos poemas do Rei Davi no Livro dos Salmos, presente no Antigo Testamento.

Os primeiros versos da canção falam sobre as provações enfrentadas pelo eu-lírico para estar mais perto do seu objeto de desejo, não se importando de escalar as montanhas mais altas, correr pelos campos e até rastejar para encontrar quem procurava.

Vamos ouvir este clássico que esta classificado pela Revista Rolling Stone entre as 100 melhores canções de todos os tempos. De 1987, com o U2: “I still haven’t found what i’m looking for”. CONFIRA:

SINÔNIMOS - ZÉ RAMALHO

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time03/01/2022 - 10:10

Uma das maiores vozes da música brasileira, o paraibano Zé Ramalho, é um artista muito importante e respeitado.

Entre seus diversos sucessos uma de suas músicas mais ouvidas é a canção: “Sinônimos”.

Com uma letra que esbanja poesia, “Sinônimos” fala sobre um sentimento universal: o amor. Chega a emocionar ver a interpretação de Zé Ramalho entoando os versos desta música tão especial.

A música possui três compositores: Paulo Sérgio, Cláudio Noam e César Augusto. Eles escreveram exclusivamente para a dupla sertaneja Chitãozinho & Xororó lançada em 2004. Para gravar esse clássico a dupla contou com a participação de Zé Ramalho e, posteriormente o cantor gravou a música sozinho.

O título da canção”Sinônimos” em nossa língua portuguesa são as palavras que têm o mesmo significado, apesar de grafias diferentes. Amar pode ter significados diferentes, pois depende da experiência e visão de mundo de cada um, mas para o personagem da música é sofrer.

Vamos ouvir no clássicos de hoje, aqui na Eldorado esta belíssima canção na voz de Zé Ramalho: “Sinônimos”. CONFIRA:

NIGHT FEVER - BEE GEES

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time30/12/2021 - 10:00

Você já se imaginou na era disco em uma discoteca em Nova York, dançando em um sábado a noite ao som dos Bee Gees?

Quem não se imaginou pelo menos deve ter assistido o filme: “Os embalos de sábado a noite” estrelado por John Travolta, em 1978.

O clássico de hoje, é um sucesso absoluto que agitou as pistas de danças de todo o mundo e até hoje, é uma das mais pedidas aos DJs.

O álbum “Saturday night fever” está entre os cinco discos mais vendidos da história da música e teve um efeito tremendo na cultura popular do final dos anos 70. O filme ajudou significativamente a popularizar a música disco todo o mundo.

A canção "Night fever" tema do filme ficou na primeira posição na Billboard Hot 100 por mais de dois meses.

Vamos ouvir com os Bee Gees, a canção que você não esquece: "Night fever" a música mais tocada nas rádios brasileiras em 1978. CONFIRA:

TEARS IN HEAVEN - ERIC CLAPTON

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time29/12/2021 - 08:48

Quando ouvimos os primeiros acordes de “Tears in heaven”, quem é da década de 80 ou 90 logo se emociona.

A canção que vamos apresentar hoje tem uma carga emocional muito grande.

A música foi composta em 1991, por Eric Clapton, e fez parte do álbum “Unplugged”.

A música ganhou três prêmios Grammys e ainda foi trilha sonora do filme “Rush”.

Clapton compôs “Tears in heaven” nove meses depois da morte de Conor, seu filho que, na época, tinha 4 anos, e faleceu ao cair da janela de um prédio em Nova Iorque.

A música ajudou Eric Clapton aceitar a perda do seu filho. A mãe de Connor, Lory recusa-se a ouvir a canção até hoje, trinta anos depois.

Desde 2004, Eric Clapton decidiu parar de executá-la em suas apresentações ao vivo, porque é muito emocional para ele.

Quem perdeu um filho sabe exatamente as dimensões da dor que se sente, e Eric Clapton transformou a sua dor em uma linda obra.

Vamos ouvir a emocionante: “Tears in heaven”. CONFIRA:

ANOTHER DAY IN PARADISE - PHIL COLLINS

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time28/12/2021 - 08:14

O britânico Phil Collins tomou conta de todas as paradas de sucesso em 1990, com uma canção que chamou a atenção para as questões como a falta de moradia e o abandono das pessoas em situação de rua.

A intenção do cantor era mostrar o contraste entre a vida de pessoas das classes média e alta, que vive no paraíso, e a de quem não tem o mínimo necessário para se manter, ressaltando o quanto este problema é negligenciado pela sociedade.

A canção é “Another day in paradise” lançada como single em 1989, a música ganhou 03 prêmios Grammy, na edição de 1991.

Segundo Phil Collins, a inspiração para a letra surgiu quando a sua turnê passou pela cidade de Washington, nos Estados Unidos. O músico declarou em entrevista que ficou chocado pela quantidade de pessoas que ele viu morando em caixas de papelão nas ruas.

No clássicos de hoje, vamos ouvir com Phil Collins de 1989, o clássico: “Another day in paradise”. CONFIRA:

TOCANDO EM FRENTE - ALMIR SATER

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time27/12/2021 - 19:07

Olá amigos e ouvintes, prestem bem atenção na história que vou contar.

Vou falar sobre um dos maiores clássicos da nossa música que agrada tantos aos fãs do rock, pop, quanto aos caipiras e fãs da MPB.

Em 1990, o Mul Mato Grossense Almir Sater e seu parceiro Renato Teixeira compuseram o clássico atemporal: “Tocando em frente”.

Almir Sater contou que tinha ido jantar na casa de Renato Teixeira, pegou um violão do filho de Renato e começou a dedilhá-lo, no mesmo instante veio em sua cabeça a melodia, o parceiro Renato Teixeira na sequência começou a escrever a letra.

O resultado foi esta obra, uma daquelas músicas que estão além da classificação de gênero, pois já foi interpretada por artistas de vários estilos.

Vamos nos emocionar com esta canção que você não esquece de hoje, com Almir Sater.

Porque é preciso amor para poder pulsar; É preciso paz para poder sorrir; É preciso chuva para pode florir; E simplesmente compreender a marcha e ir “Tocando em frente”. CONFIRA:

MORNING HAS BROKEN - CAT STEVENS

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time24/12/2021 - 15:08

Neste dia 24 de dezembro, vamos lembrar de uma canção do inglês Cat Stevens lançada em 1971, que chegou a ocupar os primeiros lugares nas paradas dos Estados Unidos e no Reino Unido.

A música é “Morning has broken”, diferentemente do que se pensa, não é uma obra de Cat Stevens, e sim um hino tradicional Gaélico de Natal.
Os versos foram escrito pela autora de estórias infantis, a inglesa Eleanor Farjeon em 1931.

A duração do hino tinha apenas 45 segundos e por ser tão curta não poderia entrar em um álbum.

Então, Cat Stevens convidou Rick Wakeman, tecladista do lendário Yes, um dos maiores pianista da história para fazer uma adaptação da obra, e o que era um hino, tornou-se uma linda canção.

Em 2000, Rick Wakeman lançou uma versão instrumental de "Morning has broken", que estamos ouvindo agora de fundo.

Cat Stevens já vendeu 40 milhões de álbuns. Em 1978, ele abandonou a música e converteu-se ao Islamismo e adotou o nome de Yusuf Islam. Desde então, passou a se dedicar à atividades beneficentes e educacionais em prol da religião.

No clássicos de hoje, ouviremos este hino de Natal em forma de canção que traz paz ao coração e alegria para nossa alma.

De 1971, com Cat Stevens: “Morning has broken”. CONFIRA:

I'D LOVE YOU TO WANT ME - LOBO

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time23/12/2021 - 10:10

No outono de 1972, o norte americano Rolando Kent, conhecido mundialmente como o cantor Lobo, compôs e lançou uma canção romântica que passou 4 semanas em primeiro lugar nas rádios brasileiras.

O clássico do Lobo que já teve gravações em diversas línguas e até uma versão jazz com Liza Minelli foi a inesquecível: "I'd love you to want me".

"I'd love you to want me" (eu adoraria que você me quisesse) trás na letra o romantismo à flor da pele e se tornou uma das músicas mais populares de todos os tempos.

Lobo encontrou a inspiração para a música no colégio em sua aula de arte com uma professora muito bonita que tinha apenas 22 anos.

O nome artístico do cantor Lobo deve-se ao fato dele estar sempre com seu cachorro, um pastor alemão, que realmente se parecia com um lobo.

Vamos ouvir a este clássico com todo o romantismo, ternura e a doçura colocada nas palavras na interpretação de Lobo em "I'd love you to want me". CONFIRA: