BIRRA CONTRÁRIA A HISTÓRIA
Texto de Willi Backes
Alguém já disse que “VELHO É UM JOVEM QUE DEU CERTO”. Por analogia pode-se dizer que “CIDADE É UM VILAREJO QUE DEU CERTO”.
O sul catarinense, considerando trajetória histórica, é um pouco mais do que centenário na construção humana, econômica e cultural. A primeira geração de construtores já não está entre nós. A segunda está por se findar. A terceira geração construtora na sua maioria ainda está presente, composta por experientes edificadores e conselheiros.
A quarta e quinta gerações formam hoje a imensa maioria, a elas cabem usufruir e fazer valer os conhecimentos adquiridos e também repassados pelas gerações anteriores, modelando a sociedade para a sexta geração que ainda virá.
OS DEDOS QUE REFUTAM.
É da índole da juventude - por vezes desatenta – a não percepção da importância fundamental de se conhecer e reconhecer os fatos, atos e protagonistas do passado recente e distante. Apontar os dedos apenas para perspectiva horizontal futura e ignorar a retaguarda histórica edificada, é desconsiderar a base construída por abnegados construtores da sua própria linhagem ascendente. História não conhecida é igual “rama de aipim sem raiz”.
Elogiável sob todos os aspectos os esforços empreendidos por agentes culturais e turísticos nos municípios, quando muitas vezes em luta inglória, mas com mediano sucesso, tentam resgatar para poder registrar, contar e recontar a história de cada comunidade. Sem conhecimento da história, mais difícil construir o futuro.
RESPONSABILIDADE DA GESTÃO PÚBLICA.
Conhecer e ensinar história é obrigação do gestor público e dos familiares. Muito da história das comunidades está nas denominações das ruas e avenidas, edificações e nos próprios nomes dos educandários.
De onde viemos? Quem fomos? O quê e como fizemos? Qual legado?
Entristece e desaponta quando a cada ano municípios comemoram apenas a data da emancipação político administrativa, relegando a plano algum a data do início da colonização e fundação. Por vezes a data da fundação aparece de forma subliminar.
Na carteira de identidade que portamos consta obrigatoriamente a data do nascimento e dos Pais, e não a data dos 18 anos quando da emancipação civil.
Forquilhinha, assim como Nova Veneza, Urussanga e outras comunidades, construiu no limite geográfico do município, portal e letreiro com caracterizações culturais da comunidade. É ação e passo relevante.
Mais notícias de Jornalismo
Nova Veneza recebe Escola Móvel do SENAI com 100 vagas gratuitas
Cursos de Soldador Industrial e Costura Industrial serão oferecidos em parceria com a Prefeitura
Nova sede do CREAS é inaugurada pela Prefeitura de Criciúma
Atendimento ao público já está sendo realizado no novo espaço, agora localizado no bairro São Luiz
Prefeitura de Criciúma promoverá ações alusivas ao Setembro Amarelo em diversos pontos da cidade
Atividades voltadas ao público serão promovidas de 12 a 23 de setembro e integram o Programa Saúde em Cores
Prefeitura de Criciúma assina termo de cessão de uso de imóvel destinado ao Grupo de Amparo aos Diabéticos
Espaço será reservado para ações em apoio ao grupo
São Simão tem quatro pavimentações de rua concluídas
Bairro de Criciúma receberá cerca de um quilômetro de novo asfalto














