Leitura de sábado: BRASIL, DO NATURAL AO DESENVOLVIMENTO.
Texto reflexão por colaboração de Willi Backes ao portal da rádio Eldorado
Texto – Willi Backes.
Como se mede a riqueza de uma nação? Território, clima, recursos e reservas naturais e, capacidade produtiva e tecnológica de transformação. Conclusão simplória, mas, racional. Não há país no planeta com tantos predicados favoráveis como estes, quanto tem o Brasil. Não é euforismo nacionalista tal descoberta. O mundo racional tem consciência desta constatação e espertamente trabalha em todas as frentes para que o Brasil continue em “berço esplendido”, sentado sobre sua poupança.
O Brasil tem território continental com 8.516.000 km2, o quarto maior do mundo, pouco menos apenas que os Estados Unidos, Rússia e China, entretanto 100% útil, ou melhor, produtivo e utilizável.
Na agricultura, estamos entre os maiores e mais eficientes produtores de alimentos do mundo. Somos o celeiro do mundo, com exclamação, sem esquecer que a ciência alheia diz que também somos o pulmão do planeta. Nosso solo margeia 12% de toda água doce da Terra.
Na pecuária, somos o maior produtor de proteínas, carnes e derivados, dentre todos.
De longe, muito à frente, somos o maior deposito de minerais do globo terrestre. Mesmo longe de extrair o estoque identificado e ofertado ao natural, extraímos 250 milhões de toneladas/ano de ferro (2º no mundo), 1,5 milhão de toneladas/ano de manganês (3º lugar), 20 milhões de toneladas/ano de bauxita, matéria prima para o alumínio (3º lugar no mundo), 40 milhões de toneladas/ano de nióbio (1º lugar no mundo).
O Brasil é o 13º produtor mundial de petróleo, matéria prima para produção da gasolina, gás, borracha sintética, plásticos, inseticidas, fibras, tintas, explosivos e outros mais.
E mais, o Brasil é importante e competitivo na produção de minerais como o xisto, cobre, chumbo, bauxita, ouro, urânio, estanho, níquel e o sempre antipático mas resolutivo, carvão.
Nossa pátria amada porém judiada por sua gente, produz energia, insumo essencial para a vida e a produção, através de todas as formas e meios conhecidos: hidrelétrica, eólica, solar, nuclear, petróleo, carvão, gás natural, biogás, biomassa e as inovadoras e ainda pouco utilizadas, geotérmica e marítima.
A oferta para o uso, consumo e lazer no que se refere às potencialidades turísticas é desconcertante. Está na cara mas não é do usufruto. Há mais petulantes para impedir e conflitar do que dispostos a empreender.
De norte ao sul, do leste ao oeste, terra, água, fogo e ventos. Que outros elementos naturais para agregar? Quando muito é oferecido e dado, pouco é valorizado e por isso, desperdiçado.
Indígenas, descendentes e agregados, oficialmente os maiores latifundiários do mundo, como nos tempos do Pindorama da Terra de Santa Cruz, predominam sobre o homem branco, ladeados por exemplares burocratas do Estado e das arquibancadas jurídicas.
Não é pra rir, é pra chorar. Ver indígena de barba e bigode, vestindo camisa do flamengo e calção da adidas, portando pé de beliche como se tacapes fossem, exigindo “nossos direitos”, é afronta ao bom senso, ao natural, ao regulamentar. Tudo apoiado e incentivado por senhores da Lei, muitos a serviço dos interesses de outrem, da fiscalização estrangeira gulosa.
Enfim, do que adianta ficar repetindo loas e slogans de que somos isso, somos aquilo, somos os maiorais. Nada sobrevive apenas por imaginação. Urge praticar, realizar, transformar, empreender.
Mais notícias de Jornalismo
Prefeitura de Criciúma intensifica cronograma de prevenção ao El Niño
Frentes de trabalho estão voltadas à limpeza de rios e bocas de lobo
Urussanga passa a oferecer método contraceptivo Implanon®️
Dispositivo será ofertado a partir de segunda-feira (27), pelo Sistema Único de Saúde (SUS)
Intenção de compras para o Dia dos Pais tem aumento significativo em Santa Catarina
Pesquisa realizada pela Fecomércio SC aponta crescimento nominal de 6,1% em 2026
Pré-candidatos deixam rádio e TV
Lei impede apresentação e comentários em emissoras a partir de 30 de junho.
Homenagens aos líderes de bairros
Câmara de Criciúma cria homenagens a lídres comunitários













