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Reportagem: Colunista João Paulo Messer

Nesta semana dois fatos da política peemedebista movimentaram Joinville, que é hoje a cidade de onde deve sair o candidato a governador pelo PMDB. Quinta-feira à noite o deputado federal Mauro Mariani recebeu o título de cidadão joinvillense em clima que não chegou a ter aquela pompa de ato que condecora um quase candidato ao governo. De outro lado o prefeito Udo Döhler recebeu várias lideranças empresariais, entre elas o criciumense Olvacir Bez Fontana para conversas sobre a gestão, pública e privada. Assim, de forma isolada os fatos dizem pouco. Vistos de dentro da caserna peemedebista, entretanto, revelam alguma coisas como a dificuldade que Marini tem para crescer, enquanto pessoas bem próximas de Eduardo Moreira, leia-se Fontana, trocam impressões de maneira informal sobre gestão. Crava-se por isso a aposta de que Udo tem bem mais chances de ser candidato a governador que o próprio Mariani.
A medida que o prazo vai chegando aumentam as especulações e a expectativa sobre a renúncia – ou não – do governador Raimundo Colombo. Nesta semana, ao ser convidado informalmente pelo prefeito Clésio Salvaro para a festa de reinauguração da prefeitura, Colombo respondeu que estará de “férias” nas duas primeiras semanas de janeiro. Quer dizer, não é no fim deste ano que renuncia.
Havemos de lembrar que o ano político não começa em 1º de janeiro, mas sim em 1º de fevereiro. Por isso mantém-se a expectativa de que Colombo renuncie no prazo desejado pelos peemedebistas, início do ano e não apenas em abril.
Segue sendo alimentada a especulação de que Raimundo Colombo não dispute nada em 2018. Que aguarde apenas um convite para o governo federal a partir do ano que vem. Este é o cenário construído pelo PMDB que defende Udo Döhler candidato ao governo, o PSD do deputado federal João Rodrigues de vice com Eduardo Moreira (PMDB) e Paulo Bauer (PSDB) nas vagas ao Senado.
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