ELEIÇÃO ACLAMADA NO CRICIÚMA EC
. Texto – Willi Backes.
Segundo edital publicado pelo Conselho Deliberativa do Criciúma Esporte Clube, no próximo dia 21/12, sexta feira, haverá assembleia para decidir intramuros quem será o próximo Presidente e Diretoria Executiva do Clube. O extraordinário de tal convocação é para recuperar respeito ao que determina o Estatuto do Clube e o que regulamenta a inserção da Entidade nas organizações públicas e privados que balizam o futebol profissional regional e nacional.
Se a memória não estiver traindo, nunca antes na história do Criciúma EC, duas chapas concorreram em eleições para a Diretoria Executiva do Clube. Em algumas oportunidades, como agora, os dias que antecederam tais escolhas, muito se debateu, confrontou e mediou. Imagino que agora não está e será diferente.
É fácil perceber e ouvir que muitos são aqueles que gostariam de participar do processo de escolha. O fato é real. Mas, de forma unanime, não há pretensão e determinação objetiva de “bater chapa”. Imagino que o próprio abnegado investidor Jaime Dal Farra tenha esta como única opção. Jaime como presidente das duas entidades – clube e GA – ficou rouco de tanto pedir e chamar ajuda da comunidade esportiva para melhor consolidar e apoiar os destinos da gestão múltipla. A oportunidade que se apresenta é extra, racional que se dê aproveitamento.
Pedir ajuda para empreendimento privado soa como sineta de padrinho de tropa desgarrada. Agora, é oportunidade de reincluir os interesses da Entidade Associativa como um todo, representativa de toda uma comunidade torcedora e simpatizante.
O mastodonte criado no ato da terceirização dos equipamentos, competições, vínculos empregatícios e demais componentes necessários para a organização e promoção do futebol, poderá agora no ato da eleição da Diretoria Executiva, propiciar consenso, aproximando modelo apropriado para gestão entre as Entidades.
De sã consciência é absurda a hipótese cogitada de que a nova composição diretiva tenha por objetivo primordial atrapalhar ou impedir ações que visem o engrandecimento da GA e por consequência, do Criciúma EC.
Imagino ser de bom alvitre que o próprio Jaime Dal Farra, Presidente Proprietário da GA, prospecte junto aqueles de boa vontade, e em comunhão, construam uma composição diretiva para o Criciúma EC, em parceria ideológica.
As cores no horizonte do Criciúma EC dependem desse desprendimento ético coletivo.
Reportagem: Willi Backes
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