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Semana do Dia do Amigo é marcada por atividades recreativas na Afasc

commentJornalismo access_time20/07/2026 16:00

Ações foram voltadas ao fortalecimento de vínculos no SCFV

Calendário eleitoral entra na fase decisiva

commentEsporte access_time20/07/2026 08:30

Cronograma do TSE reúne as principais datas que conduzirão a campanha e a votação das eleições gerais.

Criciúma recebe Conferência Regional de Vereadores Mirins

commentCriciúma EC access_time23/06/2026 17:15

Evento é organizado pela Câmara de Vereadores do município

Primeira visita do governador

access_time11/03/2019 - 00:22

Fonte: Produção

O governador Carlos Moises da Silva estará em Criciúma na manhã desta segunda-feira, pela primeira vez desde que assumiu o cargo. Até então apenas Joinville foi contemplada com agenda deste tipo. Mesmo assim a presença no Sul será rápida e sem nenhuma novidade. Para não passar em branco ele assina um convênio na ordem de R$ 2,5 milhões destinados ao custeio do transporte escolar dos alunos do CEDUP. Em outros tempos este tipo de assinatura era feito em gabinete. Antes de ir para o colégio, o governador se encontra com o prefeito Clésio Salvaro, na prefeitura, Nada em especial na pauta. Deve receber, entretanto, uma relação de reivindicações.

LISTA DO PREFEITO
Ao se encontrar com o prefeito Clésio Salvaro, no gabinete da prefeitura, o governador deve receber um ofício contendo as principais reivindicações da cidade. Pelo que a coluna apurou estão nela: iluminação da Via Rápida, conclusão do Anel de Contorno Viário, pagamento de uma dívida antiga do Estado para com o município na ordem de R$ 1,8 milhões, revitalização da rodovia Jorge Lacerda, pavimentação do acesso ao Case e a municipalização de todos os trechos de rodovias estaduais no território de Criciúma.

MUNICIPALIZAÇÃO
A tese do prefeito Clésio Salvaro, para reivindicar a municipalização de todos os trechos de rodovias estaduais é que o Estado alivia responsabilidade e o município é de qualquer maneira responsabilizado pela manutenção que não lhe cabe. Ele deve sugerir ao governador que busque fazer isso em todas as cidades. É natural que para isso o Estado deve dar uma contrapartida.

EDUCAÇÃO
Depois de acompanhar o governador em visita ao CEDUP o Secretário de Estado da Educação, o criciumense Natalino Ugioni, fará uma reunião com a equipe local da Gerência Regional de Educação.

EXTREMO SUL
Hoje a AMESC reunirá os prefeitos dos 15 municípios para uma reunião às 8h30min na sede da entidade e posterior visita às obras da Serra da Rocinha, na BR 285. O projeto faz parte da articulação liderada pelo prefeito Arlindo Rocha, de Maracajá, presidente da associação de municípios do extremo sul.

INSPIRAÇÃO
Um dos modelos de gestão de água adotados na região com resultado positivo e com passos idênticos ao que o prefeito de Criciúma precisa fazer, já foi feito em Morro da Fumaça. Em condições aparentemente bem menos favoráveis o prefeito Nei Coral deu demonstração de habilidade na condução do processo, brigou juridicamente com a Casan, ganhou e hoje é aplaudido pela coragem e postura que teve.

É DIFÍCIL
Dirigentes da ACIC e CDL saíram animados de encontro com o bispo Dom Jacinto Inácio Flach, semana passada, quando foram gestor o fim do feriadão de 4 de dezembro – Dia de Santa Bárbara, padroeira dos mineiros. O “vamos ver” do bispo soou aos ouvidos dos dirigentes empresariais como algo mui bem encaminhado. De dentro da Igreja recolho a informação de que a resposta foi um simples gesto de cordialidade do bispo, mas que daí até a extinção do feriado há um logo caminho a ser percorrido.

ARRECADAÇÃO
O pedágio de arrecadação de doações para a Associação Beneficente Nossa Casa arrecadou R$ 14.352,00. Foi neste sábado em 12 pontos da cidade e com mais de 70 voluntários.

EM FORMAÇÃO DA NOVA UDN
Uma semana depois de desembarcar do PSL e anda sem responder ao convite para ser o novo presidente da Fundação Cultural de Criciúma, o criciumense Júlio Lopes anunciou no fim de semana a criação de um novo partido político. É a UDN, que vem no rastro histórico da antiga UDN que existiu entre 1945 e 1965, com o detalhe de que esta tem como princípio o alinhamento ao presidente Jair Bolsonaro. Lopes informa que recebeu a missão do Conselho Político Nacional da UDN para criar o núcleo catarinense. Ele reuniu um grupo neste domingo em um hotel de Lages.

FORA DA LISTA Chama atenção que nenhum prefeito da região da Amrec tenha recebido convite para participar da agenda do governador Carlos Moises da Silva, em Criciúma nesta segunda-feira. Os deputados do Sul foram todos convidados.

DE HELICÓPTERO Na sua primeira visita à Criciúma o governador Caros Moises da Silva não virá de carro, como deu a entender faria na maioria de sias viagens pelo Estado. Ele virá de helicóptero com pouso no pátio da prefeitura. Para a reunião com o prefeito o número de cadeiras foi limitado a 40 e ele não quer ninguém de pé.

COVARDE O vazamento de um vídeo editado para dar destaque ao trecho de um discurso em que o vereador Ademir Honorato (MDB) chama o ex-governador de “covarde”, gerou uma guerrinha que deve levar o vereador a usar a tribuna da Câmara hoje. O grupo de Ademir atribui a distribuição do vídeo a gente do grupo do prefeito Clésio Salvaro.

FOI FORTE A fala de Honorato foi retirada de um desabafo que o vereador fez criticando órgãos do governo por não cumprirem promessas de contrapartida à comunidade impactada pela construção de prédios como as penitenciárias e o Case e o Casep.

NO RINCÃO Para quem olha o Jairo Celoy Custódio (MDB) como um prefeito quase reeleito, tendo em vista a interpretação do que se tem visto e ouvido da sua elogiada gestão, pode estar enganado. Um grupo se articula visando a eleição do ano que vem no Balneário Rincão.

O CAMINHO A oposição no Balneário Rincão deve apostar em um grupo de jovens empresários. A teoria da dita “nova política” deve estar no slogan da oposição, procurando colar o nome do atual prefeito a nomes antigos, especialmente se valendo do fato Custódio ser do MDB, uma das siglas mais desgastadas.

FALÊNCIA Aprovado o projeto de recuperação judicial da Carbonífera Criciúma volta a esperança de que pelo menos alguns funcionários recebem os seis direitos. Muito em breve devem começar a ser marcadas as datas dos primeiros leilões de bens que restaram. São mais de 700 trabalhadores diretos que não receberam seus direitos, nem salários dos últimos cinco meses.

FICARAM FORA Os médicos não entraram no acordo que encaminhou garantia de pagamento dos direitos trabalhistas aos funcionários do Hospital São Marcos, de Nova Veneza. Isso porque a prefeitura que fez o acordo deve ao administrador valores referentes ao Pronto Socorro e os créditos dos médicos é de atendimentos pagos pelo Estado.


Programa João Paulo Messer vai ao Balneário Rincão em uma sexta-feira de sol, informação e respiro

 personJoão Paulo Messer
access_time30/12/2025 - 08:00

Nesta sexta-feira, 30, hoje, o Programa João Paulo Messer sai do estúdio e se instala no Balneário Rincão, tendo o mar como cenário e a brisa como companhia. A escolha do local vai além da estética: traduz o espírito de um programa que sabe ouvir, observar e interpretar o tempo em que vive.

À beira da praia, com sol e clima típico de sexta-feira, o jornalismo assume outro ritmo, mais próximo das pessoas e das histórias que surgem fora do roteiro rígido. Entre entrevistas e diálogos francos, a essência informativa permanece, mas ganha espaço para respirar.

É um convite ao público para acompanhar um conteúdo que desacelera sem perder profundidade. Porque há dias em que a notícia pede calma, escuta e horizonte aberto.

A Campanha Começou nas Narrativas, Não nos Projetos

 personJoão Paulo Messer
access_time30/12/2025 - 06:30

Imagine como será a eleição de 2026. Eu diria que ontem tivemos uma prévia do cenário que deve preencher o noticiário político, as redes sociais e, por extensão, as nossas vidas ao longo deste ano, pelo menos até outubro, ou um pouco mais, caso haja segundo turno.

A visita do ministro dos Transportes, mais do que anunciar uma esperada obra, a solução para o Morro dos Cavalos, e confirmar outra, o término da Serra da Rocinha, teve o tom de provocação ou de resposta às provocações políticas vindas do lado oposto.

Com mais tempo dedicado às alfinetadas do que às características técnicas das obras, ouvimos críticas direcionadas ao governo do Estado. A resposta foi imediata. O governador Jorginho Mello também esteve em agenda no Sul.

Enquanto as assessorias do ministro ainda nem haviam editado os trechos mais lacradores, o governador já tinha respostas na ponta da língua. Afinal, ele conhece bem o jogo político. E mais, sabe o que encanta a plateia, as lacrações.

Falas lamentáveis que escancaram a pobreza do que tende a ser a campanha eleitoral de 2026. Em tempos de Covid discutíamos a eficácia das vacinas. Em tempos de eleição, passamos a procurar imunização contra um jogo político rasteiro, feito de narrativas e provocações.

O que menos desejamos é sermos contaminados pelo vírus do ódio, que respinga de todos os lados. E, para essa imunização, não existe programa de governo. Muitos dos que jogam esse jogo sabem que, quanto maior o contágio, maiores são as chances eleitorais. Mais do que ouvir projetos, veremos pessoas elegendo quem apresenta a melhor narrativa e não necessariamente as melhores soluções.

Editorial: A derrota do apodrecido dedo da indicação

 personJoão Paulo Messer
access_time30/12/2025 - 06:30

Sobre Brasília sabemos muito pouco, quase nada. Mesmo quem está nos bastidores do centro do poder tem dificuldades para entender muita coisa. Aqui, sabemos quase nada sobre Brasília.

Sabemos que por lá circula o dinheiro do nosso suor. Sabemos que de lá emana todo o poder, e não como diz a Constituição, do seu povo brasileiro.

Sobre Brasília conhecemos o que vemos nos noticiários. Sobre Brasília temos os piores conceitos possíveis. Sobre Brasília nos arriscamos, a todo momento, a opinar.

Lá depositamos muitas das nossas frustrações, porque é na capital federal do país que reside a nossa maior resignação. A resignação do brasileiro, que hoje é um povo infeliz, que transforma sua frustração diária, combinada ao dia de amanhã, numa espécie de esperança de que os tempos vão mudar.

Hoje acompanhamos, de Brasília, mais uma dessas informações que nos levam às mais diversas conclusões. O Senado Federal, depois de mais de um século, rejeitou uma indicação para composição do Supremo Tribunal Federal.

Ministros e políticos, aliados ou oponentes ao governo, lamentam que o personagem desta rejeição seja uma espécie de ministro querido por todos. Inclusive, indicados de Bolsonaro ao Supremo lamentaram o resultado.

O que nos parece, à distância, sobre Brasília, é que o Senado passou o recado, que pode ser errado, mas que é tempo de muita turbulência. Messias, o personagem, pode ter pago caro uma fatura que não lhe pertence.

Mesmo à distância de Brasília, podemos entender que o recado, certo ou errado, passado pelo Senado ontem, é de que o Supremo está apodrecido e que a ele não é momento de se anexar nada.

Pior do que isso, ficou evidente que a podridão do Supremo tem a ver diretamente com quem o vem contaminando nos últimos tempos. A não aceitação da indicação de Lula ao Supremo é o recado direto de que ele não tem mais moral para dirigir nada, nem mesmo uma indicação ao Supremo, por melhor que o personagem por ele indicado possa parecer.

Lembro daquele ditado que diz: os bons pagam pelos maus. Dos recados de Brasília, recebemos mais um: de que o poder segue na mão de quem está na contramão do resto da nação.

Lei Antifacção

 personJoão Paulo Messer
access_time19/11/2025 - 07:11

A aprovação da chamada Lei Antifacção pela Câmara dos Deputados representa, sem exagero, um daqueles raros momentos em que o Congresso Nacional parece despertar de sua letargia moral e enxergar o país real — aquele que convive diariamente com o medo, com territórios tomados pelo crime e com o avanço de organizações que se comportam como verdadeiros Estados paralelos.

É um passo firme, corajoso e necessário. Não porque resolve tudo, mas porque indica uma direção: a de que o poder público, ao menos por alguns instantes, recorda sua obrigação básica de proteger o cidadão.

É importante reconhecer que, num cenário de tanta ambiguidade política, a aprovação dessa lei surge como um lampejo de lucidez. Sim, o Brasil ainda é capaz de produzir consensos civilizatórios. Sim, nossos parlamentares, quando pressionados pelo clamor social, podem agir em defesa do interesse coletivo. E, sim, o combate às facções criminosas exige instrumentos legais proporcionais ao tamanho da ameaça que enfrentamos. Nesse sentido, a votação demonstra que, quando quer, o Congresso funciona.

Mas seria ingenuidade acreditar que tudo é virtude e desprendimento. A história recente nos ensina que raramente existe unanimidade desinteressada no parlamento. Para cada aceno de responsabilidade, há um cálculo político oculto; para cada gesto em favor do país, uma contrapartida não declarada. É o velho dilema nacional: celebramos avanços, mas sempre com uma pulga atrás da orelha.
Por isso, embora a aprovação da Lei Antifacção mereça aplausos, ela também exige vigilância. Resta saber quais serão os próximos movimentos, qual a “pegadinha” embutida nos desdobramentos legislativos e que espécie de negociação subterrânea pode vir à tona. Afinal, o jogo político brasileiro nunca é simples — e, menos ainda, inocente.

A vitória é do povo de bem? Em parte, sim. Mas só será plena se este passo não for seguido de retrocessos discretos, ajustes convenientes ou concessões que descaracterizem o mérito da medida. Em um país onde lampejos de lucidez aparecem, mas não viram regra, cabe ao cidadão acompanhar cada detalhe. O combate ao crime não pode ser pauta de ocasião; precisa ser compromisso permanente. E é exatamente isso que agora teremos de cobrar.

Governador no Sul de SC

 personJoão Paulo Messer
access_time17/11/2025 - 13:34

Além da extensa relação de autorizações para obras no Sul de SC chamou a atenção para a representatividade da região que acompanhou todos os atos. Em cada um dos palanques muita gente. Este tipo de evento realizado no fim de semana e em horários com inúmeras alternativas nem sempre tem todo o prestígio que tiveram.

Outros fatos relevantes são os de que a reitora licenciada da UNesc e atual Secretária de Estado da Educação, Luciane Ceretta, foi quem esteve o tempo todo ao lado do governador, por isso deixando evidente que sua força política a cacifa para ser a autoridade mais influente, mesmo quando o assunto não é da pasta de Educação.

Outro fato que chama a atenção sempre é que o governador trata de infraestrutura os atos são feitos com a presença do Secretário Adjunto de |Infraestrutura Ricardo Grando.

A nova fase da AMREC

 personJoão Paulo Messer
access_time11/11/2025 - 11:11

Quando assumiu a presidência, no início do ano, o prefeito de Lauro Müller, Valsir Fontanella, encontrou uma entidade esfacelada. Apenas cinco dos doze municípios faziam parte da entidade de fato. A primeira ação foi trazer os demais prefeitos de volta.

Menos de um ano depois, a sede da entidade já demonstra os novos tempos. Não apenas os municípios que haviam sido afastados pelos seus prefeitos retornaram, como também a participação passou a ser mais intensa.

Prova dessa nova fase é a ampla reforma pela qual a sede está passando e que deve ser concluída até o final do ano. As adaptações e melhorias só foram possíveis porque os municípios que antes estavam inadimplentes voltaram a pagar suas mensalidades e quitaram os atrasos.

COP30 e a serventia

 personJoão Paulo Messer
access_time07/11/2025 - 07:11

A COP30, para muitos de nós, parece algo distante — um grande evento internacional que pouco interfere na rotina de quem vive aqui no Sul de Santa Catarina. No entanto, o que acontece lá não é irrelevante.

Em meio a discursos sobre aquecimento global e metas de sustentabilidade, o que se vê é um grande palco montado para os interesses das potências mundiais.
O encontro, que acontece em Belém do Pará, reúne líderes e instituições com discursos bonitos, mas raramente coloca no centro da discussão o cidadão comum, aquele que lida com a produção rural, a mineração ou o desafio de equilibrar economia e meio ambiente no dia a dia.

De Criciúma, por exemplo, a SATC participa de forma remota, contribuindo com ideias e debates técnicos. Porém, os temas que realmente dominam as manchetes não são os de interesse local, e sim os grandes negócios que orbitam o chamado “mercado verde”.

Fala-se muito em emissões de carbono, mas pouco se fala das comunidades que dependem de atividades como o carvão ou a agricultura familiar.

Ao mergulhar nesse tema, tem-se a sensação de adentrar uma selva de contradições. O que é vendido como salvação ambiental parece, muitas vezes, um novo modelo de exploração econômica disfarçado de virtude ecológica.

Quando a mídia começar a bombardear o público com as notícias da COP30, é preciso olhar com desconfiança. Nem toda tese apresentada como solução global é isenta de interesse. Infelizmente, o meio ambiente se tornou também um negócio bilionário — e é essa a verdadeira temperatura que aquece o planeta.

Triste realidade do radicalismo

 personJoão Paulo Messer
access_time05/11/2025 - 07:11

Chegamos ao inacreditável cenário em que as mortes são politizadas. O Brasil não consegue avançar na discussão do que de fato interessa: o bem-estar do cidadão. O pais mantém-se em uma triste discussão política ideológica polarizada.
Nas manchetes desta quarta-feira encontramos razão de sobra para questionar o quanto a alienação do ser humano empobreceu, adoeceu ou mesmo caminha para a falência de uma sociedade. Ao invés da evolução a involução.
Caminhamos para trás. Regredimos como seres humanos por conta de nossas paixões.
Vivemos um tempo em que as paixões políticas se tornaram uma espécie de lente deformada pela qual enxergamos o mundo.
Em vez de buscar compreender o outro, buscamos confirmar o que já pensamos. Isso empobrece o diálogo, paralisa o raciocínio e faz com que a sociedade caminhe em círculos, incapaz de construir pontes entre ideias diferentes.
Quando aceitamos apenas aquilo que confirma nossas crenças, deixamos de aprender, de evoluir e de enxergar as nuances que a vida exige.
A política, que deveria ser o espaço do encontro e da busca por soluções coletivas, se transforma em campo de guerra emocional. A verdade, então, passa a ser escolhida, não descoberta.
Essa cegueira ideológica se infiltra em todos os aspectos da vida, até mesmo na maneira como reagimos à morte, ao sofrimento ou à tragédia.
Julgamos o luto e o valor de uma vida conforme a cor partidária de quem se vai. Isso revela o quanto deixamos de lado a humanidade em nome da disputa.
Quando a empatia cede lugar à convicção cega, perdemos não apenas o senso crítico, mas também a capacidade de sentir. O mundo não se torna mais justo quando nos tornamos intolerantes — apenas mais duro e frio.
Evoluir é duvidar, questionar, ouvir, reconsiderar.
É compreender que ninguém detém toda a razão e que até o adversário pode ter algo a ensinar. Quando deixamos de fazer isso, deixamos de crescer como indivíduos e como sociedade.
O preço da intolerância é alto: é o atraso, a divisão e a perda de tudo aquilo que nos torna humanos.

Legislativo acompanha demandas de instituição que acolhe idosos em Criciúma

 personJoão Paulo Messer
access_time31/10/2025 - 14:16

O vereador Valdeci Bittencourt (PSD), o Amaral, realizou nesta semana uma visita ao Lar da Terceira Idade Rede Viva, localizado no bairro Mineira Velha, em Criciúma. Durante o encontro com a coordenadora da instituição, Mariane Rios, o parlamentar conheceu de perto o trabalho desenvolvido e as principais demandas enfrentadas pelo local, que atualmente abriga 29 idosos, sendo 17 em convênio particular e 12 vinculados à Prefeitura Municipal.

Entre as dificuldades apresentadas, está a ausência de um veículo próprio para atender às necessidades diárias do Lar, como o transporte de alimentos, medicamentos e o deslocamento dos idosos para consultas com especialistas. “É uma demanda essencial, pois influencia diretamente no cuidado e no bem-estar dos idosos atendidos”, destacou Amaral.

O vereador também conversou sobre alternativas de captação de recursos, como a destinação de parte do imposto de renda de pessoas físicas e jurídicas, que podem contribuir para melhorias na estrutura do espaço. Entre as prioridades estão a instalação de aparelhos de ar-condicionado e de placas solares, ações que visam oferecer mais conforto aos moradores e reduzir os custos com energia elétrica.

“Instituições como o Lar Rede Viva prestam um serviço social de grande relevância em Criciúma. É importante que encontrem apoio para seguir oferecendo um atendimento humano e de qualidade aos nossos idosos”, reforçou o

Mais um sulcatarinense no Governo Jorginho

 personJoão Paulo Messer
access_time31/10/2025 - 13:34

O vereador de presença forte em Criciúma foi chamado pelo governador Jorginho Mello para assumir o cargo de Secretário-Adjunto da Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia. O ato ocorreu na manhã desta sexta-feira (31) em Florianópolis. Além do secretário da pasta Edgard Usuy esteve presente a Secretária de Estado da Educação, Luciane Ceretta.

A presença de Ceretta se dá por conta da estreita relação que ela tem com Nícola. Foi uma presença muito desejada pelo agora adjunto da pasta de Ciência e Tecnologia. No ato o titular Edgard Usuy informou que fará uma viagem ao exterior a partir de segunda-feira e o adjunto chega assumindo a pasta no período de dez dias.

Com a licença de Nícola na Câmara de Vereadores de Criciúma o Legisltivo está chamando o suplente Toninho da Figueira.

Bolsonaro na frente em SC

 personJoão Paulo Messer
access_time05/09/2025 - 16:16

A semana termina com informações da pesquisa divulgada pela CNN Brasil, realizada Instituto Real Time Big Data. Além de olhar Jorginho Mello absoluto favorito em Santa Catarina revela que a força bolsonarista é muito grande. Conclui-se isso à medida que Carlos Bolsonaro aparece na frente quando a corrida é pelo Senado.

Dos 1.200 votos catarinenses entrevistados nos dias 2 e 3 de setembro a pergunta sobre candidatos ao Senado ? lembrando que são duas vagas, logo a pesquisa ofereceu a possibilidade de indicação de dois nomes, Carlos Bolsonaro gira na casa dos 45 por cento da preferência.

A pesquisa foi feita com dois cenários sendo observada a ausência de alguns nomes importantes. Via de regra Carlos Bolsonaro aparece na frente.

No primeiro cenário Carlos Bolsonaro aparece com 45 por cento das intenções de voto. A deputada federal Carol de Toni tem 33 por cento, o senador Esperidião Amin 21 por cento, o ex-deputado federal Décio Lima com 19 por cento. Aparece ainda o nome do prefeito de Joinville, Adriano Silva com 17 por cento. O deputado federal Carlos Chiodini tem 7 por cento e o deputado Paulo Alceu tem 7 por cento. O total de votos brancos e nulos é de 7 por cento e os indefinidos são 4 por cento.

Num segundo cenário Carlos Bolsonaro é substituído pela deputada federal Júlia Zanatta e o deputado estadual Antídio Lunelli substitui Carlos Chiodini como nome do MDB na disputa. Nesse quadro Carol de Toni liderou com 36 por cento seguida de Esperidião Amin com 27 por cento, Adriano Silva com 22 por cento, Júlia Zanatta com 19 por cento, Décio Lima com 19 por cento, Paulo Alceu com 9 por cento e Antídio Lunelli com 9 por cento. Brancos e nulos são 8 por cento e os indefinidos - não sabem ou não responderam ? 5 por cento.

Cenário 1
Carlos Bolsonaro (PL): 45%; Caroline de Toni (PL): 33%; Esperidião Amin (PP): 21%; Décio Lima (PT): 19%; Adriano Silva (Novo): 17%, Carlos Chiodini (MDB): 7%, Paulo Alceu (sem partido): 7%; Nulo/branco: 7%

Cenário 2
Caroline de Toni (PL): 36%; Esperidião Amin (PP): 27%; Adriano Silva (Novo): 22%; Júlia Zanatta (PL): 19%; Décio Lima (PT): 19%; Paulo Alceu (sem partido): 9%; Antídio Lunelli (MDB): 9%.Nulo/branco: 8%

Os números do Sul preocupam

 personJoão Paulo Messer
access_time26/08/2025 - 11:11

E hoje o Estado divulga o que chamam de dados provisórios sobre o retorno do ICMS aos municípios. É uma descoberta do volume feito por cada cidade no tributo mais importante sobre a movimentação do comércio. E este dado que já pesa muito, diz muito, indica muito, ficará ainda mais importante com a reforma tributária que virá a partir dos próximos anos.

Pois tudo indica que o que se acender sobre a nossa região é uma luz amarela, piscante, um quase sinal vermelho. Os dados vazados antes de maneira preliminar e extraoficial indicam que estamos sendo superados pela Serra catarinense que era até então a mais pobre de todos. E não que aqui pobreza signifique diminuição da arrecadação. Tem crescimento sim, mas nós do Sul, pelo que tudo indica, não acompanhamos o restante do Estado. E se não acompanhamos a Serra que tem os números ruins temos que mais fazer que abrir os olhos, arregaçar as mangas e começar a trabalhar de uma maneira diferente.

Tem uma razão lógica e simples para isso. Se não conseguirmos acompanhar o crescimento de uma região que assim como nós recuperamos da infraestrutura é porque as nossas razões ficam escassas. Ficam diminuídas. Nossas informações precisam ser revistas. Precisam ser mais eficientes por estratégias mais eficientes.

Estou falando de movimento econômico. Dados coletados no último ano. Já se sabe nos bastidores que os dados que saem hoje nos sugerem um crescimento menor. É necessário rever procedimentos, mobilizações e ações.

Porque então adianta termos cinco deputados federais se nossas pautas esbarram em morros desmoronados ou rodovias obstruídas. A política do sul se mostra volumosa em representatividade, pífia em qualidade. Somos por conta disso, todos, culpados??

Nossas entidades classistas estão enfraquecidas?... Pergunto para não ser categórico e afirmado. Nós, imprensa, com menos força para cobrar e comprometer as autoridades que esbanjam gratidão pelos largos espaços que tem na mídia para falar sobre o que fazem? De que adianta nós imprensa trabalharmos assim se parte da engrenagem parece funcionar como deve.

E faço tal provocação com tom de meia culpa para gerar provocação. Reage Sul. Se forem confirmados os números que emparelham nos bastidores, teremos todos que tentar entender o porquê. Entender e agir.

Estratégias do Republicanos

 personJoão Paulo Messer
access_time11/08/2025 - 11:11

A construção de candidaturas cada vez mais exige laços bem amarrados e com representação de grupos fortes. Para a eleição parlamentar de 2026 o Partido Republicanos está oferecendo uma base para incorporar um projeto da FABSUL (Federação de Autoregulação e Benefícios de Santa Catarina. Em nome deles está lançado a dobradinha José Roberto Costa para candidato a deputado federal e Jefereson Monteiro para deputado estadual.
A entidade conta hoje com mais de 100 associações, 700 mil usuários, seis mil colaboradores e uma forte articulação a que se associam escritórios, serviços de guinchos, funilarias entre outros.

Tanto a entidade percebe a necessidade de ter representação parlamentar que por ocasião da aprovação da lei que regulamenta o serviço conto com a colaboração do deputado federal Vinicius Raposo de Carvalho, eleito por São Paulo.

PT terá chapa única em Criciúma

 personJoão Paulo Messer
access_time14/05/2025 - 11:34

O PT dos trabalhadores terá cinco candidatos à presidência da sigla no âmbito nacional, quatro no âmbito estadual e apenas um em Criciúma. O consenso da eleição do partido na principal cidade do Sul surgiu após algumas conversas. Forças partidárias tradicionais sentaram à mesa para chegar ao consenso. O candidato a presidente será José Paulo Serafim que terá Júlio Bitencourt como vice.

No título a aparente redundância de consenso e chapa única fala por si só sobre como as coisas foram trabalhadas após alguns momentos de insatisfação de grupos do partido com o que ocorreu em tempos recentes.

As eleições do PT ocorreram de forma vertical no dia 6 de julho.

Em Santa Catarina estão disputando a deputada Luciane Carminatti, o deputado Fabiano da Luz e o deputado Padre Pedro Baldessera além do vereador da capital Bruno Zilioto.

No âmbito nacional os candidatos são: Rui Falcão, Edinho Silva, Romênio Pereira, Valter Pomar e Washigton Quaquá.

Entenda os movimentos do MDB

 personJoão Paulo Messer
access_time28/04/2025 - 14:16

Não foi apenas na festa de aniversário do vereador Marcos Machado (Criciúma), comemorado recentemente, que os velhos cardeais do MDB compareceram em massa. No último domingo (27) eles voltaram a atender um convite do vereador e sentaram para discutir o partido. Eduardo Moreira e Paulo Meller viajaram de Florianópolis para Criciúma, enquanto Ronaldo Benedet abriu as portas de sua casa para recebê-los.
Machado disse na rádio Eldorado que está buscando sabedoria. Para quem sabe sobre como o MDB andou recentemente, um dos recados era de que a sigla precisava se renovar e os antigos tinham que dar espaço. Teoricamente por conta disso Moreira, Meller e Benedet sairam de cena, assim como alguns outros. O MDB afundou.
Do outro lado há os que dizem que o MDB foi esquecido por Moreira que residia em Florianópolis e por conta disso abandonou a área. Benedet recolheu-se ao escritório de advocacia e com Meller, na última eleição de vereador apoiou outro nome que não Marcos Machado. Aliás,. este foi considerado por alguns emedebistas traidor por ter saído da base emedebista de Criciúma para apoiar o deputado estadual Volnei Weber.
Alguns outros eram esperados como portagonistas do MDB, caso do agora deputado federal Luiz Fernando Cardoso Vampiro, Rodrigo Ganso e o próprio Paulo Ferrarezi. A renovação puxada por eles deu em nada.
Então aquela tese de que o MDB estava desgastado e exatamente meio que escondeu Moreira, Meller e Benedet foi se consolidando e ganhando corpo até mesmo fora das falas emedebistas. A cidade começou a comprar essa ideia.
Neste cenário Marcos Machado, que para muitos é considerado falastrão prepotente, tem
feito os discursos à moda antiga com recheio de novidades para resgatar os emedebistas. Ele jura que está considerando isso. A festa de aniversário em que reuniu ofertas de líderes emedebistas foi um destes exemplos. A reunião do último domingo à noite é outro exemplo.
Em resumo, sobre a reunião, Marcos Machado diz que está ouvindo os cardeais emedebistas para reconstruir o partido que já foi o mais forte em Criciúma. Ao seu estilo parece conseguir, embora haja uma ala já incomodada por este estilo. Trata-se da ala que vinha com a missão de agitar o MDB. As cenas dos próximos capítulos devem ser diárias.