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Coluna de Sexta-feira

access_time27/10/2017 - 00:34

O “nãoãoão” que segue ecoando
Sem que o seja, Mauro Mariani ficou com a pecha de traidor. Sua trajetória de fidelidade partidária depõe contra ele agora. Seu “não” pode lhe tirar de algum novo outdoor petista, mãos não lhe coloca em nenhuma relação de “paladino da moralidade”. Ao analista político, ou de qualquer outro que acompanha sua trajetória, o “não” de quem a lógica esperava um “sim” não cria outra imagem senão a da insegurança ou de outro interesse. Mauro Mariani atraiu para si um olhar mais atento, quando era hora de passar despercebido na multidão. Já ao eleitor, o “sim” ou o “não”, me parece menos relevante que selos antigos como o da mesma sigla do presidente Michel Temer. Parece que Mauro Mariani ficou de costas e de braços abertos para os que estavam à espera da oportunidade para crucifica-lo.

Queimou a largada
Mauro Mariani pode ter antecipado o que alguns setores do partido guardavam para março do ano que vem. Refiro-me à substituição do candidato, provavelmente lançando mão dos “préstimos” de Udo Döhler. Se até lá o deputado peemedebista não tivesse decolado, seria adotada a operação.

Vai-se o Sul
O esforço do Sul para enxergar um fio de esperança à candidatura de Eduardo Moreira para governador estar diminuindo. Dadas as circunstâncias, coincidências e fatos, vale manter aquecida a alternativa do Senado. Se bem que ela vale tanto quanto nada ao coletivo, pois se trata de um trunfo pessoal.

Norte-Oeste
A construção da chapa majoritária, uma vez mantida a possibilidade de PMDB e PSD permanecerem com as principais vagas está traçada nos gabinetes. Udo Döhler candidato a governador e João Rodrigues candidato a vice. Apesar dos desmentidos insisto nesta ordem. Perder a vaga de vice que o Sul tem hoje é perder o que resta.

Clésio vice
Mesmo que fossem usados os argumentos dos que hoje pedem por Eduardo Moreira candidato a governador, Clésio Salvaro (PSDB) não teria chances. Primeiro porque ele não é o primeiro da lista tucana. Mesmo que ele fosse, eu teria curiosidade para saber se os que pedem por Moreira (peemedebistas) hoje, usariam os mesmo argumentos do bairrismo para lutar por outro do Sul.

Falha nossa
A coluna errou ontem ao relacionar o deputado João Paulo Kleinubing (PSD) na relação dos deputados que votaram “sim”. O parlamentar disse “não”. O placar da votação catarinense foi de 9 a 6, não 8 a 7 como informei. Com o devido pedido de desculpas ao leitor e ao deputado JPK, está feita a correção.

Diárias
A matéria que o DN trouxe ontem, dando sequencia a um levantamento que já havia sido feito pelo jornaoista Anderson de Jesus da rádio Difusora, virou troféu para a Câmara de Vereadores de Criciúma. Com o jornal embaixo do braço o presidente do Legislativo criciumense saiu mostrando a todos os resultado da sua política de economia.

Contramão
Na mesma hora em que se deve sim reconhecer o comprometimento dos vereadores de Criciúma, deve-se questionar a postura dos vereadores das demais cidades da região. Içara e Cocal do Sul não encontrarão jamais argumentos convincentes para explicar o absurdo gasto com diárias.

É sim
Equivocadamente alguns vereadores de Criciúma tentaram descolar a sua louvável economia com diárias da vigilância provocada pelo Observatório Social. Não tenho dúvidas que não fosse a provocação deste órgão a realidade seria outra. E olha que sou um crítico de eventuais afogadilhos do “OS”. Vigilância já em outras cidades da região. Inclusive “a revolta da polenta” de Nova Veneza parece ter esfriado.

Audiência do “amém”
A Câmara de Vereadores de Criciúma realiza hoje às 19h audiência pública para debater o projeto “Escola Sem Partido”, proposto pelo vereador Daniel Freitas (PP) e encampado imediatamente pelos seus colegas os pastores evangélicos Jair Alexandre (PSC) e Aldinei Poteleckio (PRB). Tem tudo para ser uma reunião prejudicada. Setores que são de correntes distintas de pensamento dos pastores anunciam que não irão. Alegam que o Teatro Elias Angeloni será lotado por fiéis das igrejas dos dois pastores. Se for, o debate fica prejudicado. Se bem que os ausentes premeditados se revelam frágeis ao debate à articulação de brigarem por uma das mais de 700 cadeiras do teatro.

NOUTRA Pásmen, alguns opositores do projeto “Escola Sem Partido” e que reclamam do que preveem será uma reunião doutrinadora, irão a uma palestra-comício que o presidenciável Ciro Gomes (PDT) fará na Unesc, no mesmo horário.

A PROPÓSITO Ciro Gomes vem à Criciúma trazido pelo deputado estadual Rodrigo Minotto numa ação partidária (PDT), que tem ainda o dedo do presidente de honra da sigla, o criciumense Manoel Dias.

O CAMPO A opção pela visita com palestra em um campus universitário não é outra coisa senão a repetição do que Ciro Gomes vem fazendo em todo país. O presidenciável foca neste público. A trilha sonora pode ser uma música do estilo “sertanejo universitário”.

ABERTA Palestra de Ciro Gomes hoje às 19h no auditório Ruy Hülse da Unesc é aberto ao público em geral. Antes, às 17h ele visitará a reitoria da universidade e vai conceder entrevista coletiva.

PLANO A nova estratégia do governador Raimundo Colombo pode ser a de férias em janeiro, licença em 1º de fevereiro e renúncia apenas em abril.

USO Parece mesmo que estão revocacionando o aeroporto Diomício Freitas, que já não tem mais voos regulares. Neste domingo o local será usado para uma exibição de uma escola de paraquedismo.

DEPRIMENTE A cena de dois aposentados (um de 57, outro de 63 anos) assaltando os pacientes dentro de setor de oncologia do Hospital São José em Criciúma é chocante. Penso que são dois influenciados pela cena comum do país.

EXEMPLO Enquanto em Criciúma prefeito e vereadores se alfinetam publicamente sobre a aplicação do dinheiro das sobras da Câmara de Vereadores, em Araranguá ontem prefeito e vereadores, juntos, fizeram a entrega de quaro viaturas adquiridas com recursos economizados.

FRASE DO DIA
“Reconheço os avanços que ele conseguiu fazer no país, apesar de todas as dificuldades, mas ele (Michel Temer) perdeu a oportunidade de ajudar a passar o brasil a limpo. Será que não tem três ou quatro brasileiros que pudessem ajudar o governo? Não, mas ele optou por ficar sempre com os mesmos”.
Mauro Mariani, deputado federal comentando o seu voto contra Michel Temmer.


Notas de política de Sexta-feira

 personJoão Paulo Messer
access_time21/09/2017 - 19:47

Personagem decisivo
A intervenção do Secretário de Articulação Nacional do Governo de Santa Catarina, Acélio Casagrande foi o que garantiu porta aberta do Hospital Materno Infantil Santa Catarina. Foi ele quem abriu espaço na agenda do Ministro da Saúde, semana passada, quando levou o prefeito de Criciúma e de o presidente da Amrec. Como consequência, ontem veio à Criciúma o secretário executivo do MS, Sérgio Luiz Costa. Com a presença dele ficou confirmada verba de R$ 1 milhão do MS além de R$ 2 milhões do Estado. Agora os prefeitos devem definir uma contrapartida e o hospital funcionar a pleno, com programa de ampliação.

Gestão do HMISC
Durante visita de autoridade do Ministério da Saúde o prefeito de Criciúma assinou ontem o processo de licitação para escolher a empresa que irá administrar o Hospital Materno Infantil Santa Catarina. Em 30 dias será conhecida a empresa. Atualmente o instituto IDEAS administra por força de um contrato emergencial.

Palavra dada
Pelo que se percebeu do lado de fora do Centro Administrativo do Governo do Estado o ambiente interno ficou tenso em consequência do serviço do SAER em Criciúma. O serviço chegou a ser suspenso e só será retomado na semana que vem. O vice-governador Eduardo Moreira empenhou sua palavra e resolveu o problema com o que convencionamos chamar de canetaço.

Solução
Para resolver o problema do SAER, o vice-governador Eduardo Moreira recorreu ao delegado-adjunto geral da Polícia Civil, Marcos Guizoni. Ao comentar o assunto Moreira sugeriu que antes houve falta de habilidade para tratar do assunto e que Guizoni resolveu.

Matusa
A Câmara de Vereadores de Criciúma teve envolvimento direto na organização das comemorações dos 40 anos da Banda Matusa, que acontece hoje à noite no entro de eventos AM. A ideia original foi apresentada pelo vereador Zairo Casagrande e logo encampada pelo presidente Júlio Colombo. A Câmara não tem despesas com o evento. Mesmo que tivesse algum, esda del geraltaria justificado. Matusa é um patrimônio cultural local.

Aniversário
Arquivos da coluna revela que nesta semana fechou um ano que o grupo que se opõem à atual diretoria do Sindicato dos Mineiros de Criciúma ajuizou ação que deveria ter saído em poucos dias para destravar eleição definitiva na entidade, já que a atual diretoria é provisória. De lá para cá se sucederam alguns movimentos, mas o despacho que pode ser decisivo segue sem manifestação do judiciário. O aniversário pode provocar novidades, assim como provoca lembranças.

Enredo
A novela sobre o Sindicato dos Mineiros de Criciúma vem se tornando interminável, mas teve um capítulo que tornou a trama ainda mais emocionante. Isso porque no início do mês caiu uma ação liminar concluindo que os mineiros da Cooperminas não pertencem ao sindicato de Criciúma. Só para se ter ideia do impacto, o atual presidente provisório então não poderia estar no cargo.

JBS não adia fechamento
A principal razão para a JBS descartar a possibilidade de adiar o fechamento da unidade de Morro Grande no dia 31 de outubro é um Termo de Ajustamento de Conduta exigindo que a partir do dia 1º de novembro devem ser investidos o que a empresa estima em mais de R$ 20 milhões. Foram exigências feitas pela entidade sindical dos trabalhadores e acatadas pelo Ministério Público. O não cumprimento do TAC implica em elevadas multas. Sendo assim, a curiosidade é se ao adquirir o frigorífico o novo proprietário terá que estrear atendendo estas exigências. O fato corrobora o que a empresa nunca escondeu que a voracidade sindical laboral contribuiu para a decisão anunciada.

AMREC Os prefeitos da AMREC devem se reunir na próxima quinta-feira, dia 28. Um dos assuntos deve ser o Hospital Santa Catarina e a participação dos municípios para o seu custeio.

VOLTA Após fora da Câmara por dois meses, período que cedeu ao suplente Marcos Meller, o vereador Allison Pires (PSDB), retornou à Câmara de Criciúma nesta semana.

RINCÃO A administração do Balneário Rincão anuncia para hoje a liberação de metade do 13º salário dos servidores públicos municipais. Isso significa injeção de R$ 350 mil reais no comércio, que a prefeitura considera circulem no próprio município.

MÓVEIS O mobiliário novo para a sede da prefeitura de Criciúma deve custar em torno de R$ 3 milhões. Como a obra será finalizada até o final do ano com orçamento apertado, devem ser aproveitados todos os móveis velhos.

DE MOTO Para não perder a viagem passeio de moto que fará à Nova Veneza, a fim de participar de encontro estadual de motociclistas, o deputado estadual Milton Hobus fará palestra sobre “Gestão”. Será no teatro municipal da cidade amanhã 10h.

DE CASA A palestra de Milton Hobus, que foi prefeito de Rio do Sul por duas gestões, foi articulada pelo correligionário e vice-prefeito de Nova Veneza, Zé Spilere.

FRASE DO DIA
“Por confiar no Ministério da Saúde, confiar no Governo do Estado e confiar nos meus colegas prefeitos estou assinando o processo de licitação do Hospital Santa Catarina com a porta aberta.”
Prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, no momento em que assinou o edital para escolher a nova empresa gestora do HMISC.

Murialdo lidera movimento do PMDB Sul

 personJoão Paulo Messer
access_time21/09/2017 - 10:17

Eduardo governador
O movimento que o prefeito de Içara, Murialdo Gastaldon (PMDB) está puxando, para emplacar o nome do vice-governador Eduardo Moreira como candidato a governador em 2018, não é fato isolado. Não é por menos que à colunista Karina Manarin o próprio Moreira declarou que pode ser candidato ao Senado. Esta aparente confusão ajuda a fixar o nome. Se para uns parece cedo, bom lembrar que Gelson Merísio vinha navegando sozinho como pré-candidato pelo PSD. Já no PMDB, primeiro foi Udo Döhler, depois Mauro Mariani, e convenhamos, nenhum dos dois criou fôlego. Pelo menos para o Sul, Mariani e Udo são deputado federal e prefeito de Joinville. É preciso saber qual é a reação do eleitorado à ideia de abraçar o nome de Moreira.

Bairrismo
Seja Udo ou Mariani no Norte, Berger na capital ou Moreira no Sul, nas suas bases nenhum deles tem a aprovação que o PMDB gostaria. Pelo tempo de governo Moreira larga em vantagem fora de casa. Já o discurso que falta precisa ser construído. As apostas são de que se Moreira for o nome do PMDB terá o PSD como vice. Gelson Merísio (PSD) jura que não.

De volta
O deputado estadual Gelson Merísio, presidente estadual do PSD, passou alguns dias fora do país e na sua volta já tem agenda intensa para recuperar o pique de pré-campanha que tem empregado. Mal saiu de cena e no próprio PSD surgiram outros movimentos. Um deles é o de desejo de um grupo forte do partido Criciúma, ter João Rodrigues candidato ao governo pelo PSD.

Na trincheira
Recentemente, quando Gelson Merísio fez roteiro pelo Estado como pré-candidato, em Criciúma apareceu uma destas faixas que já revelava o movimento destoante. Na ocasião a tal faixa, sem autoria, não chegou a ser afixada internamente no evento. Ficou de lado.

Bola dentro
A Câmara de Vereadores de Criciúma parece ter dado “bola dentro” com a ideia de participar da organização do baile de aniversário dos 40 anos da Banda Matusa. Isso porque todas as instituições mais antigas na cidade, como a própria banda, abraçaram a ideia. O baile beneficente ocorre amanhã no AM Master Hall.

Vai cair
Pela mobilização do Sindilojas e da CDL, deve cair o projeto do suplente de vereador Marcos Meller (PSDB) (foto), que cria direito do consumidor sair da loja com o produto que estiver com preço desacordo na vitrine. A proposta aprovada pela Câmara foi considerada absurda pelos lojistas que declararam guerra à lei aprovada. O prefeito deve vetar.

Seca
Cidades da reião começam a discuti hoje a possibilidade de decretar situação de emergência em virtude da seca. A situação mais delicada está em Nova Veneza. Uma reunião hoje às 8h30min, na prefeitura, vai discutir o assunto com a Defesa Civil.

Onde há fumaça...
Algum possível exagero ou não, a verdade é que a denúncia feita pelo Conselho Fiscal da Cermoful, na edição de ontem do Diário de Notícias, era “pedra cantada”. Isso porque no caso desta cooperativa existe fiscalização. Na maioria das demais cooperativas os conselheiros fiscais são amiguinhos do mesmo time que subscrevem balanços, afinal, são eleitos em um mesmo time. A Cermoful elegeu Conselho de Administração de um time e Conselho Fiscal de outro. Era óbvio que daria nisso. Onde há fumaça, teoricamente há fogo. No caso em questão o CF está levantando um morro de fumaça.

ARMA Nestes novos tempos, de uso das redes sociais em massa, prática cada vez mais comum é transformar comentários de colunistas em arma na guerra da informação. São os casos em que comentários que agradam são copiados e distribuídos.

PORÉM Na maioria das vezes, quem usa comentários, seja em que amplitude for, propositalmente se esquece de copiar e distribuir o contraponto da informação que gera determinadas opiniões. Por isso é cada mais interessante que o leitor não se contente com uma interpretação ou a primeira impressão.

ABRIU Depois que o Supremo Tribunal Federal decidiu autorizar a Câmara dos Deputados a investigar o presidente Michel Temmer, na denúncia oferecida pelo ex-procurador da república, Rodrigo Janot, deputados tornam-se ainda mais importantes.

VALORIZA A prática da negociação, por vezes nada republicana, entre Executivo e Legislativo volta a ter grande importância. O Executivo vai ter que ceder muito para ter votos suficientes para evitar maiores prejuízos com a investigação.

FUTURO São cada vez maiores as desconfianças de que não apareça grupo algum interessado de fato em comprar a unidade da JBS em Morro Grande.

FRASE DO DIA
“Os números da economia revelam que enquanto o cidadão catarinense deu oito passos, nos demos três do sul. Por isso é natural que a gente crie união para garantir força política e eleger um governador.”
Murialdo Gastaldon, prefeito de Içara, justificando o movimento em favor da candidatura de Eduardo Moreira para governador do Estado.

Notas do Radar

 personJoão Paulo Messer
access_time19/09/2017 - 21:50

Estranho
Nos bastidores da Assembleia Legislativa vale a pena notar como se movimentam os deputados para aprovar um financiamento que a Celesc busca em dois organismos internacionais, totalizando o estrondoso montante de R$ 1,1 bilhão. É dinheiro para expansão. Ocorre que para isso o Estado tem que oferecer algumas garantias. E há pressa nisso, pois o prazo termina no fim do mês.

Tem curto
O curioso da movimentação política interna dos gabinetes parlamentares é que até o PT, que é oposição, já se manifestou favorável. O curto circuito parece estar na base de governo. Parece que o projeto é bom, mas tem voto de deputado que precisa de ordem “externa”. Pelo visto, está mais fácil o diálogo entre oposição e Governo do que entre os próprios aliados. Hoje o assunto deve evoluir.

De volta
O deputado estadual Gelson Merísio, presidente estadual do PSD, passou alguns dias fora do país e na sua volta já tem agenda intensa para recuperar o pique de pré-campanha que tem empregado. Mal saiu de cena e no próprio PSD surgiram outros movimentos. Um deles é o de desejo de um grupo forte do partido Criciúma, ter João Rodrigues candidato ao governo pelo PSD.

Na trincheira
Recentemente, quando Gelson Merísio fez roteiro pelo Estado como pré-candidato, em Criciúma apareceu uma destas faixas que já revelava o movimento destoante. Na ocasião a tal faixa, sem autoria, não chegou a ser afixada internamente no evento. Ficou de lado.

Mulher na gestão
A rotina da primeira reitora na história da Unesc tem sido intensa. Agenda técnica, institucional e política. Luciane Ceretta, responde fácil aos elogios: “me preparei para isso”. Pesquisadora por profissão é uma estudiosa da gestão de pessoas, de processos e de recursos. Tem sido personagem mais notada nos eventos dos quais participa.

Mulher de prestigio
Outra mulher extremamente elogiada pelo seu trabalho é a diretora de Comunicação da Assembleia Legislativa, Thamy Soligo. Ela visitou os veículos de comunicação de Criciúma nesta segunda-feira. Dona de um perfil de liderança é unanimidade entre os profissionais de imprensa em Santa Catarina. No cargo tem uma gestão inquestionável pela retidão e tratamento isonômico.

Devolva a medalha Gedel
Os deputados estaduais de Santa Catarina tiveram que anular a concessão de uma medalha concedida em 2010. Na ocasião o então Ministro do governo petista, Gedel Vieira Lima, foi indicado pelo ex-governador Luiz Henrique da Silveira. A entrega foi em grande estilo. Para não manchar a medalha, o deputado João Amin (PP), agora propôs e a medalha foi anulada. Gedel é o personagem dono daquelas malas de dinheiro que encontradas em um apartamento em Salvador (BA).

DE VOLTA A semana de ausência aqui na coluna foi para dedicação exclusiva a um evento realizado, com êxito absoluto, na última segunda-feira na rádio Eldorado.

ENFIM Até que enfim alguém falou, mesmo que nãoa tenha sido de forma direta. Me refiro ao que o presidente da Fundação Cultural, Serginho Zapellini, falou sobre a Festa das Etnias. Considera que não só o local da festa, mas tudo sobre a ela deve priorizar o grande público, não o interesse das Etnias.

DISSE O que Serginho Zapellini não falou é que a Festa das Etnias está tomando o mesmo caminho do carnaval de rua, em que apenas o governo aporta recursos. A percepção é que as Etnias ainda tem lucro.

RESTRITOS Com poucas exceções os grupos étnicos de Criciúma não produzem nada ao longo do ano, nem são capazes de bancar os custos da festa. A inabilidade destes grupos é tamanha que devolveram a festa ao município.

MUDANDO O SINE de Criciúma tem mudado de endereço até duas vezes por ano, nestes últimos tempos. Esta migração deve acabar a partir de agora. Depois de ter sido “despejado” por falta de pagamento do aluguel, finalmente ganha casa própria.

INAUGURA A nova sede do SINE fica anexo ao prédio da Agência de Desenvolvimento Regional. A inauguração acontece amanhã, quando o Secretário de Estado da Ação Social, Valmir Comin, fará seu dia de interiorização do governo.

SOLIDES Nesta semana a atual diretoria do Sindicato dos Motoristas de Criciúma voltou a ter despacho favorável na Justiça. A tentativa da oposição em reverter decisão da última eleição, anulando a chapa vencedora, foi rechaçada pela Justiça.

FRASE
“Temos que ouvir a população de Criciúma e não podemos ficar fazendo festa para contentar meia dúzia de grupos.”
Serginho Zapellini, presidente da Fundação Cultural explicando que o local da Festa das Etnias não pode ser uma decisão dos grupos étnicos.

Educação do município não quer a do Estado como sócia

 personJoão Paulo Messer
access_time19/09/2017 - 21:17

Depois de audiência pública para discutir a municipalização de algumas escolas estaduais, nesta semana em Criciúma, a prefeitura está retirando a intenção de assumir escolas como a José de Patta (Bairro Colonial) e Luiz Lazarin (Rio Maina). A opção oferecida pelo Estado de ceder algumas salas ociosas para espécie de gestão compartilhada Estado/Município, não agrada a prefeitura. Está flagrante que o município não quer gerir escola em sociedade com o Estado. E a razão é simples. É a mesma que leva os pais deixarem as escolas do Estado migrando os filhos para o município. Notado que o município faz uma gestão muito melhor das escolas de ensino fundamental que o Estado.
O Estado demonstra, por suas atitudes, que tem nítida preferência pela manutenção dos professores oque, em alguns casos, significa vir em detrimento do aluno. Isso fica evidente com a queda na qualidade das condições dos alunos. Basta olhar para uma escola do Estado e uma do município para perceber a diferenteça, Basta notar o movimento dos pais que preferem nitidamente a escola municipal. Se o Estado não parar de ter medo de greve, contribuirá para apressar o desmanche da sua proposta de ensino. Priorizar o professor sim, nunca em detrimento do aluno. O Estado não tem conseguido manter este equilibrio.
O Sindicato está no seu papel, o professor também. O Estado é que não tem feito o seu. A rede pública de Estado se afastou dos alunos e dos pais. Pior que isso é que em muitos casos a gestão escolar está feita na base do achego político. É assim. Aproveita-se quem pode. O Estado é que não pode permitir.É natural que isso não é regra, mas o Estado tem que aprender a difundir a excessão. Reprovar a acomodação e aprovar a renovação.
Ontem a Secretária de Educação de Criciúma foi pontual: ao Município não interessa gestão compartilhada em escola alguma. E mais, usou a migração de alunos da rede estadual para a municipal para dizer que não pretende gerir nada com quem não sabe gerir. Recado duro, direto e abonado pela realidade posta aos olhos de quem se dá o tempo de analisar.

Ambiente da política

 personJoão Paulo Messer
access_time18/09/2017 - 18:28

Com a estreia do novo portal da Rádio Eldorado se amplia a possibilidade de interagirmos no ambiente da política. Mais de uma vez ao dia, preferencialmente sempre que houver fato novo, e relevante, devo comparecer a este espaço para informar e comentar. O dinamismo da política tem sido algo espetacular. Num mesmo dia o fato pode ter mais de uma versão. A certeza de amanhã é a incerteza de hoje, mas pode voltar a ser incerteza depois de amanhã.
Não há surpresa nisso tudo, nem se trata de uma questão local ou pontual. A incerteza no cenário de política nasce com as dúvidas sobre qual regra vai valer para as eleições do ano que vem. A reforma eleitoral corre risco de não mudar nada. Reforma sem nenhuma reforma. Nem mesmo o indispensável fim das coligações e a razoável cláusula de barreira devem valer. Pelo menos é o que sinalizaram os trabalhos desta semana. Depois de amanhã a informação pode ser outra.
No Estado a curiosidade maior é sobre a força da proposta de Gelson Merísio (PSD), que nasceu sob a desconfiança de todos, mas que não diminui o ritmo e até já levou o PMDB a falar em abrir mão da coligação com o PSD de Raimundo Colombo. Os peemedebistas lançam olhares sobre o PSDB que jura ter a força que não se consegue enxergar, a de ter um candidato próprio a governador. Se é que alguém tem esta capacidade é o senador Paulo Bauer, que anda silencioso demais para que quer ser candidato.
No PMDB não há necessidade de definir muito cedo quem é o candidato. Afinal, sigla acredita tem força o suficiente para eleger “um poste”. Para o Senado já fez isso na eleição passada. Acho até que é melhor que o PMDB demore ao máximo para definir o nome, pois quem sabe o “tercius” deste cenário seja o atual vice-governador Eduardo Pinho Moreira. Isso seria bom demais para o Sul.
O PPAMIN é outra sigla que ensaia candidatura própria. O PP que um dia tentou não ser PPAMIN morreu na praia pisoteado por raposas tão hábeis quanto o próprio líder progressista Esperidião Amin, que é o único com capacidade de dizer para e como o partido deve ir. Os outros da sigla, aqueles que tentam dar vida própria ao PP sem Amin não tem capacidade de respirar sem o principal aparelho progressista, o brilho da mente de Amin.
E vai ser por ai que nos vamos nos cruzar daqui por diante, aqui no blog do novo portal da Rádio Eldorado.