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Azul da cor do mar - A canção que Tim Maia escreveu quando estava no "fundo do poço".

access_time01/10/2021 - 16:21

Um dos artistas mais queridos e mais controversos da nossa música foi o saudoso Tim Maia.

Tim sempre foi fissurado por música, mas que não teve muita sorte na vida. Depois de muitas cabeçadas no Exterior, tim resolveu voltar ao país para tentar novamente o sucesso no Brasil.

Em 1970, Tim Maia estava no fundo do poço, sem dinheiro, sem mulher e sem conseguir gravar seu álbum e, dentro desse contexto surgiu a música “Azul da cor do mar”.

A música foi escrita em um final de semana. Tim maia dormia no sofá da sala de um amigo, e resolveu naquela noite dormir em um dos quartos disponíveis, de seu amigo Glauco que estava fora.

Neste quarto havia um cartaz, de uma mulher nua em uma praia do Taiti e, Tim inspirado por aquele mar azul e por estar muito triste e carente, compôs uma música cheia de sentimento, que demonstrava aquele seu momento e que marcaria para sempre a sua vida.

Vamos ouvir esta obra da MPB com Tim Maia ao vivo, gravado em 1992, com todo seu gingado e brincado com sua banda Vitória Régia, com o clássico: “Azul da cor do mar”. CONFIRA:


Jump: do rock de Van Halen ao jazz de Paul Anka

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time07/09/2020 - 17:41

Em 1984, a banda de rock norte-americana Van Halen lançou uma das músicas mais clássicas de sua carreira: Jump. Em 2005, o cantor canadense Paul Anka fez sua versão da música, num ritmo de swing jazz. Confira:

Can't take my eyes off you: um dos maiores clássicos do mundo

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time04/09/2020 - 17:52

Um single de 1967, escrito e interpretado pelo americano Frankie Valli, atingiu o primeiro lugar nas paradas de sucesso nos Estados Unidos. Can't take my eyes off you foi um marco na história da música mundial, com diversas versões em todo o mundo. Uma das principais versões da música foi gravada em 1989 pela diva do disco, Gloria Gaynor. Confira:

Every breath you take: um hino dos anos 80

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time03/09/2020 - 17:49

Nascida em 1983, Every breath you take é uma das canções mais famosas dos anos 80 e considerada uma assinatura da banda inglesa The Police. A canção foi a sétima mais tocada nas rádios brasileiras no ano em que foi lançada Várias versões já foram gravadas, inclusive pelo trio norte-americano Boyce Avenue, popular na internet pela gravação de versões de músicas famosas. Confira:

Certos amigos: um clássico catarinense

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time02/09/2020 - 17:56

O grupo Expresso Rural, formado por amigos de faculdade em Florianópolis, surgiu em 1981, durante o "boom" de festivais de músicas estudantis. Em 1984, os artistas lançaram seu segundo disco denominado com música que virou um hino dos catarinenses: Certos amigos. Em 2017, o grupo se uniu à Orquestra Camerata Florianópolis para a gravação de um DVD ao vivo e reinterpretou a canção. Confira:

That's all right Mama: direto do berço do rock

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time01/09/2020 - 17:54

Escrita em 1946 e originalmente gravada pelo cantor de blues Arthur Crudup, a canção That's all right Mama foi uma das primeiras canções a ficar conhecida na voz do Rei do Rock, Elvis Presley. Em 1954, ele acelerou um pouco e interpretou a canção, popularizando o ritmo que o tornaria famoso. Em 1991, o Beatle Paul McCartney gravou a canção em um álbum onde interpretava clássicos do rock dos anos 50 e 60. Confira:

My girl: uma das mais famosas trilhas de amor

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time31/08/2020 - 17:39

Em dezembro de 1964, uma canção gravada pelo grupo norte-americano The Temptations, figurou em primeiro lugar nas paradas de sucesso norte-americanas. A música, chamada My Girl, ficou mundialmente conhecida como trilha sonora do filme com o mesmo nome, trazido para o Brasil com o titulo de "Meu primeiro amor". Confira:

Dancing Queen: de ABBA a Cher

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time28/08/2020 - 17:42

Considerada um dos maiores sucessos dos anos 70, a canção Dancing Queen foi gravada pela grupo ABBA em 1975 e se tornou uma assinatura da banda. A letra é simples e fala sobre uma jovem de dezessete anos que gosta de dançar e tem uma noite divertida. Em setembro de 2018, A cantora e atriz americana Cher lançou uma versão da canção, revisitando o clássico. Confira:

Love hurts: sucesso mundial na voz de Nazareth

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time27/08/2020 - 17:34

Uma das maiores canções de amor de todos os tempos, Love hurts, foi escrita em 1960 e gravada pela primeira vez em 1961, pela dupla The Everly Brothers. Depois de várias versões gravadas, a música ganhou fama mundial em 1976, na voz da banda de rock escocesa Nazareth. Confira:

Felicidade: um dos maiores clássicos de Lupicínio Rodrigues

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time26/08/2020 - 17:39

O clássico da música brasileira Felicidade foi gravado em 1947 pelo gaúcho Lupicínio Rodrigues. Entre as versões mais conhecidas, a canção foi gravada por Caetano Veloso em 1974, ano de morte de Lupicínio. A música também foi gravada em ritmo sertanejo ao vivo no álbum Viola e Violeiros, em 2003, por Sérgio Reis. Confira:

Rivers of Babylon: da Bíblia para a música

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time25/08/2020 - 17:41

Em 1969, os jamaicanos do trio The Melodians lançaram seu primeiro disco, que continha uma canção que, três anos mais tarde, projetou internacionalmente o cantor Jimmy Cliff e apresentou ao mundo a música reggae. A canção remete em sua letra ao Salmo 137 da Bíblia, que retrata o sofrimento do povo judeu no exílio babilônico. Ela é chamada Rivers of Babylon. Em 1978, a canção despontou ainda mais, na voz de Boney M. Confira:

New York, New York: de Sinatra à Lady Gaga

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time24/08/2020 - 17:34

Em 1979, uma música composta dois anos anos para Liza Minelli, se tornoua um hit mundial na voz de Frank Sinatra: New York, New York. Vários artistas já interpretaram a canção em todo o mundo, mas em 2015, a cantora norte-americana Lady Gaga gravou uma versão da música especialmente para a comemoração da data que seria o aniversário de 100 anos de Sinatra. Confira:

Metamorfose ambulante: a mensagem de Raul, interpretada por Zé

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time21/08/2020 - 17:55

Nesta data, em 1989, a música brasileira ficava em luto com a morte do pai do rock nacional, Raul Seixas. Entre vários sucessos do artista, em 1973, a música Metamorfose ambulante tomou as ondas do rádio. Em meio à uma época de Ditadura Militar, Raul Seixas destaca na canção a ideia de romper com os padrões, mudar as ideias e trazer algo novo. Em 2001, Zé Ramalho gravou o álbum "Zé Ramalho canta Raul Seixas, com canções somente escritas pelo Maluco Beleza", como forma de homenagear o pai do rock nacional. Confira:

Satisfaction: do rock ao blues

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time20/08/2020 - 17:42

Em 1965, a banda inglesa Rolling Stones lançava uma das músicas que se tornaria uma marca em sua carreira: Satisfaction. A canção, que ocupa o segundo lugar na lista de 500 maiores canções de todos os tempos, já recebeu várias versões. Uma delas, em ritmo blues, do artista norte-americano Junior Wells. Confira:

Como nossos pais: um grito contra a repressão

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time19/08/2020 - 17:39

Composta por Belchior e gravada em seu álbum Alucinação, de 1976, a canção "Como nossos pais" se tornou um grande sucesso nacional. A música, composta em meio à Ditadura Militar, retrata a desilusão de uma juventude reprimida, mas também destaca a luta por mudanças e esperança em tempos melhores. No mesmo ano de Belchior, a "Pimentinha" Elis Regina gravou a canção, em seu álbum Falso Brilhante. Na voz dela, considerada por muitos críticos como a melhor cantora popular brasileira de todos os tempos, a canção teve ainda mais destaque. Confira:

The sound of silence: o som do silêncio que ganhou o mundo

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time18/08/2020 - 17:49

Em 1964, a dupla Simon & Garfunkel interpretaram uma canção folk que se tornaria um dos maiores clássicos mundiais de todos os tempos: The sound of silence. Muitos norte-americanos afirmam que a música é uma homenagem ao presidente John F. Kennedy, assassinado no ano anterior. De sucesso mundial, vários artistas já interpretaram a canção, em vários estilos. O quinteto de cantores Pentatonix também fez sua versão, utilizando nada mais que suas próprias vozes, num estilo chamado a cappella . Confira: