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Criciúma recebe Conferência Regional de Vereadores Mirins

commentCriciúma EC access_time23/06/2026 17:15

Evento é organizado pela Câmara de Vereadores do município

Entenda os movimentos do MDB

access_time28/04/2025 - 14:16

Não foi apenas na festa de aniversário do vereador Marcos Machado (Criciúma), comemorado recentemente, que os velhos cardeais do MDB compareceram em massa. No último domingo (27) eles voltaram a atender um convite do vereador e sentaram para discutir o partido. Eduardo Moreira e Paulo Meller viajaram de Florianópolis para Criciúma, enquanto Ronaldo Benedet abriu as portas de sua casa para recebê-los.
Machado disse na rádio Eldorado que está buscando sabedoria. Para quem sabe sobre como o MDB andou recentemente, um dos recados era de que a sigla precisava se renovar e os antigos tinham que dar espaço. Teoricamente por conta disso Moreira, Meller e Benedet sairam de cena, assim como alguns outros. O MDB afundou.
Do outro lado há os que dizem que o MDB foi esquecido por Moreira que residia em Florianópolis e por conta disso abandonou a área. Benedet recolheu-se ao escritório de advocacia e com Meller, na última eleição de vereador apoiou outro nome que não Marcos Machado. Aliás,. este foi considerado por alguns emedebistas traidor por ter saído da base emedebista de Criciúma para apoiar o deputado estadual Volnei Weber.
Alguns outros eram esperados como portagonistas do MDB, caso do agora deputado federal Luiz Fernando Cardoso Vampiro, Rodrigo Ganso e o próprio Paulo Ferrarezi. A renovação puxada por eles deu em nada.
Então aquela tese de que o MDB estava desgastado e exatamente meio que escondeu Moreira, Meller e Benedet foi se consolidando e ganhando corpo até mesmo fora das falas emedebistas. A cidade começou a comprar essa ideia.
Neste cenário Marcos Machado, que para muitos é considerado falastrão prepotente, tem
feito os discursos à moda antiga com recheio de novidades para resgatar os emedebistas. Ele jura que está considerando isso. A festa de aniversário em que reuniu ofertas de líderes emedebistas foi um destes exemplos. A reunião do último domingo à noite é outro exemplo.
Em resumo, sobre a reunião, Marcos Machado diz que está ouvindo os cardeais emedebistas para reconstruir o partido que já foi o mais forte em Criciúma. Ao seu estilo parece conseguir, embora haja uma ala já incomodada por este estilo. Trata-se da ala que vinha com a missão de agitar o MDB. As cenas dos próximos capítulos devem ser diárias.


Educação do município não quer a do Estado como sócia

 personJoão Paulo Messer
access_time19/09/2017 - 21:17

Depois de audiência pública para discutir a municipalização de algumas escolas estaduais, nesta semana em Criciúma, a prefeitura está retirando a intenção de assumir escolas como a José de Patta (Bairro Colonial) e Luiz Lazarin (Rio Maina). A opção oferecida pelo Estado de ceder algumas salas ociosas para espécie de gestão compartilhada Estado/Município, não agrada a prefeitura. Está flagrante que o município não quer gerir escola em sociedade com o Estado. E a razão é simples. É a mesma que leva os pais deixarem as escolas do Estado migrando os filhos para o município. Notado que o município faz uma gestão muito melhor das escolas de ensino fundamental que o Estado.
O Estado demonstra, por suas atitudes, que tem nítida preferência pela manutenção dos professores oque, em alguns casos, significa vir em detrimento do aluno. Isso fica evidente com a queda na qualidade das condições dos alunos. Basta olhar para uma escola do Estado e uma do município para perceber a diferenteça, Basta notar o movimento dos pais que preferem nitidamente a escola municipal. Se o Estado não parar de ter medo de greve, contribuirá para apressar o desmanche da sua proposta de ensino. Priorizar o professor sim, nunca em detrimento do aluno. O Estado não tem conseguido manter este equilibrio.
O Sindicato está no seu papel, o professor também. O Estado é que não tem feito o seu. A rede pública de Estado se afastou dos alunos e dos pais. Pior que isso é que em muitos casos a gestão escolar está feita na base do achego político. É assim. Aproveita-se quem pode. O Estado é que não pode permitir.É natural que isso não é regra, mas o Estado tem que aprender a difundir a excessão. Reprovar a acomodação e aprovar a renovação.
Ontem a Secretária de Educação de Criciúma foi pontual: ao Município não interessa gestão compartilhada em escola alguma. E mais, usou a migração de alunos da rede estadual para a municipal para dizer que não pretende gerir nada com quem não sabe gerir. Recado duro, direto e abonado pela realidade posta aos olhos de quem se dá o tempo de analisar.

Ambiente da política

 personJoão Paulo Messer
access_time18/09/2017 - 18:28

Com a estreia do novo portal da Rádio Eldorado se amplia a possibilidade de interagirmos no ambiente da política. Mais de uma vez ao dia, preferencialmente sempre que houver fato novo, e relevante, devo comparecer a este espaço para informar e comentar. O dinamismo da política tem sido algo espetacular. Num mesmo dia o fato pode ter mais de uma versão. A certeza de amanhã é a incerteza de hoje, mas pode voltar a ser incerteza depois de amanhã.
Não há surpresa nisso tudo, nem se trata de uma questão local ou pontual. A incerteza no cenário de política nasce com as dúvidas sobre qual regra vai valer para as eleições do ano que vem. A reforma eleitoral corre risco de não mudar nada. Reforma sem nenhuma reforma. Nem mesmo o indispensável fim das coligações e a razoável cláusula de barreira devem valer. Pelo menos é o que sinalizaram os trabalhos desta semana. Depois de amanhã a informação pode ser outra.
No Estado a curiosidade maior é sobre a força da proposta de Gelson Merísio (PSD), que nasceu sob a desconfiança de todos, mas que não diminui o ritmo e até já levou o PMDB a falar em abrir mão da coligação com o PSD de Raimundo Colombo. Os peemedebistas lançam olhares sobre o PSDB que jura ter a força que não se consegue enxergar, a de ter um candidato próprio a governador. Se é que alguém tem esta capacidade é o senador Paulo Bauer, que anda silencioso demais para que quer ser candidato.
No PMDB não há necessidade de definir muito cedo quem é o candidato. Afinal, sigla acredita tem força o suficiente para eleger “um poste”. Para o Senado já fez isso na eleição passada. Acho até que é melhor que o PMDB demore ao máximo para definir o nome, pois quem sabe o “tercius” deste cenário seja o atual vice-governador Eduardo Pinho Moreira. Isso seria bom demais para o Sul.
O PPAMIN é outra sigla que ensaia candidatura própria. O PP que um dia tentou não ser PPAMIN morreu na praia pisoteado por raposas tão hábeis quanto o próprio líder progressista Esperidião Amin, que é o único com capacidade de dizer para e como o partido deve ir. Os outros da sigla, aqueles que tentam dar vida própria ao PP sem Amin não tem capacidade de respirar sem o principal aparelho progressista, o brilho da mente de Amin.
E vai ser por ai que nos vamos nos cruzar daqui por diante, aqui no blog do novo portal da Rádio Eldorado.