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Prefeito Vaguinho terá semana desafiador

access_time04/05/2026 - 06:30

Fonte: Produção

Maio começa com desafios de peso ao governo municipal de Criciúma. Negociações com categoria de servidores e um desfecho para o caso do Pinheirinho podem ser apontados como fatos principais.
Até então, o governo surfa a onda.
O prefeito Vaguinho ainda não tinha, até então, enfrentado estes momentos que são sempre desajuste na agenda rotineira.
Os problemas localizados, como na Saúde, na Educação, nos movimentos construídos pela oposição, são da agenda diária.
Afinal, além de tudo, vivemos um ano eleitoral, e a oposição vai sempre encontrar uma brecha para tentar posicionar-se. É do jogo. Isso vale para Criciúma ou qualquer outra cidade. A questão é que, em Criciúma, tudo isso tem maior potencial de repercussão.
Então vamos, sim, viver uma semana mais intensa. Políticos buscam angariar apoio. Oposição quer espaço em pautas onde o governo tem dificuldade, e os governistas com a missão de desconstruir narrativas.
É verdade que hoje não temos nenhum legislativo com o potencial de batalhas homéricas como já tivemos em outros tempos. E estas batalhas já não têm mais a mesma forma de repercussão. As redes sociais são capazes de gerar mais fato do que os próprios fatos o são. A semana promete, por isso, capítulos de intenso barulho na cidade.
É questão da Afasc, questão do Pinheirinho e até da negociação com os servidores, pautada para esta terça-feira.
O fato é que estas são questões “nichadas”, isto é, são questões localizadas.
Na semana passada, eu disse aqui que o prefeito Vaguinho teve sutil mudança de postura. Saiu do confronto, com publicações de enfrentamento nas redes sociais, para um discurso mais moderado e divisão de tarefas.
Entregou a questão da Afasc para o Jurídico. Teve o apoio das polícias Civil e Militar no caso do Pinheirinho, mas fez o que não aconteceu em governos anteriores: sentou com os servidores para negociar o dissídio.
Diria que Vaguinho foi mais Vaguinho e menos Clésio Salvaro na hora da negociação.
Mas teve que enfrentar algumas bolas nas costas. Vereadores que antes conversavam e até elogiavam o comportamento do passo logo aproveitaram a onda e surfaram na contramão.
Na Câmara, até que enfim se viu defesas mais contundentes do governo. Até então, só a oposição incendiava a tribuna.
Cenas que foram. Curiosidade sobre as cenas que virão ao longo da semana.
E, claro, isso tudo é pauta de uma semana que promete muito, não só em Brasília, onde as pautas não são menos bombásticas.


Ambiente da política

 personJoão Paulo Messer
access_time18/09/2017 - 18:28

Com a estreia do novo portal da Rádio Eldorado se amplia a possibilidade de interagirmos no ambiente da política. Mais de uma vez ao dia, preferencialmente sempre que houver fato novo, e relevante, devo comparecer a este espaço para informar e comentar. O dinamismo da política tem sido algo espetacular. Num mesmo dia o fato pode ter mais de uma versão. A certeza de amanhã é a incerteza de hoje, mas pode voltar a ser incerteza depois de amanhã.
Não há surpresa nisso tudo, nem se trata de uma questão local ou pontual. A incerteza no cenário de política nasce com as dúvidas sobre qual regra vai valer para as eleições do ano que vem. A reforma eleitoral corre risco de não mudar nada. Reforma sem nenhuma reforma. Nem mesmo o indispensável fim das coligações e a razoável cláusula de barreira devem valer. Pelo menos é o que sinalizaram os trabalhos desta semana. Depois de amanhã a informação pode ser outra.
No Estado a curiosidade maior é sobre a força da proposta de Gelson Merísio (PSD), que nasceu sob a desconfiança de todos, mas que não diminui o ritmo e até já levou o PMDB a falar em abrir mão da coligação com o PSD de Raimundo Colombo. Os peemedebistas lançam olhares sobre o PSDB que jura ter a força que não se consegue enxergar, a de ter um candidato próprio a governador. Se é que alguém tem esta capacidade é o senador Paulo Bauer, que anda silencioso demais para que quer ser candidato.
No PMDB não há necessidade de definir muito cedo quem é o candidato. Afinal, sigla acredita tem força o suficiente para eleger “um poste”. Para o Senado já fez isso na eleição passada. Acho até que é melhor que o PMDB demore ao máximo para definir o nome, pois quem sabe o “tercius” deste cenário seja o atual vice-governador Eduardo Pinho Moreira. Isso seria bom demais para o Sul.
O PPAMIN é outra sigla que ensaia candidatura própria. O PP que um dia tentou não ser PPAMIN morreu na praia pisoteado por raposas tão hábeis quanto o próprio líder progressista Esperidião Amin, que é o único com capacidade de dizer para e como o partido deve ir. Os outros da sigla, aqueles que tentam dar vida própria ao PP sem Amin não tem capacidade de respirar sem o principal aparelho progressista, o brilho da mente de Amin.
E vai ser por ai que nos vamos nos cruzar daqui por diante, aqui no blog do novo portal da Rádio Eldorado.