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Coluna de Terça-feira

access_time24/07/2018 - 00:34

IÇARA ABRAÇA VOTO REGIONAL
A campanha de voto regional, que nas últimas eleições foi abraçada pela Associação Empresarial de Criciúma e estendida a região, desta vez foi abraçada pela Associação Empresarial de Içara, enquanto a entidade de Criciúma ainda não se manifestou. Ontem os líderes empresariais de Içara tiveram o primeiro encontro. Foi com os candidatos a deputado pelo PDT, Rodrigo Minotto (estadual) e Manoel Dias (federal). Já é tempo das entidades regionais se manifestarem - ou não - a respeito. Oportuno lembrar que recentemente a própria ACIC sediou um encontro que defendia a candidatura de Eduardo Moreira a governador com o apelo da necessidade da representação política do Sul.


RUMO A EUROPA
Ontem, logo após transmitir o cargo de governador ao presidente do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, o governador Eduardo Moreira foi para o aeroporto e viajou para São Paulo às 20h30min de onde vai para a Europa onde irá se encontrar com a esposa Nicole Torret Rocha Moreira que já está na Itália. Ele viajou com Márcio Cardoso e Dante Bragatto Neto, da equipe de esportes d rádio Eldorado, que estavam indo para Maceió.

PRIMEIRO ATO
Tão logo assumiu o governo do Estado, onde ficará interinamente por dez dias, o presidente do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, desembargador Rodrigo Collaço sancionou o projeto que cria 462 cargos comissionados (indicados) de assessor jurídico e outros 402 funções gratificadas para assessorar juízes em primeira instância.

OTIMISMO DOO PSD
O raciocínio otimista no PSD é que a insistência do PSDB em ter candidatura própria pode jogar a eleição de governador “no colo” de Gelson Merísio. Isso porque a coligação seria liderada pelo PSD com a vaga de governador (Gelson Merisio), a vaga de vice para Joao Paulo Kleinubing (DEM) e a dobradinha Raimundo Colo (PSD) e Esperidião Amin (PP) para o Senado.

QUEDA DE BRAÇO
No PSDB fica cada dia mais evidente o cabo de guerra que dos movimentos que pretendem levar o partido para ser vice de Mauro Mariani (MDB) e de outro lado os que desejam ver o PSDB na aliança com o PP e o DEM.

AMIN SENADO
Em entrevista ontem na rádio Eldorado, Esperidião Amin deu a entender que não terá dificuldades de abrir mão da candidatura de governador para unir o partido. Amin disputaria o Senado, condição confortável para o ex-governador. Com este gesto ele contempla o grupo de deputados que vem desde sempre fechado com Gelson Merísio.

TEORIA
O raciocínio do PSD é que Gelson Merísio com o arsenal que tem para entrar na campanha disputaria com o apoio integral do PP e a corrente puxada por dois fortes candidatos ao Senado. Normalmente é o candidato a governador que puxa voto para o candidato ao Senado, mas as circunstâncias são diferentes. É flagrante que PSDB e MDB tendo candidatos do norte (Paulo Bauer e Mauro Mariani) disputariam a mesma fatia de votos.

OS “VICES” DO SUL
De repente o Sul acorda e grita por um espaço na chapa majoritária do Estado. Não se trata de reação tardia, nem mobilização com esperança de que a vaga pleiteada seja de fato alcançada. Óbvio, são movimentos estratégicos e de acordo com a oportunidade e a necessidade do partido. Seja para criar fato ou marcar espaço, a reivindicação de uma vaga na chapa majoritária, que nasceu desde o fim de semana, tanto no PP como no PSDB, é ensaio sem convicção. Muito menos probabilidade de da certo. Mas se trata de um gesto estratégico.


PSDB Clésio Salvaro lançou Giovânia de Sá pré-candidata a vice-governadora para contrapor o movimento tucano que pretende colocar Napoleão Bernardes vice de Mauro Mariani. O prefeito de Criciúma quer mostrar tem mais elenco.

PP Os principais líderes progressistas do Sul estão anunciando para amanhã um ato reivindicando a vaga de vice-governador para o Sul. O silêncio é a perda de oportunidade, pois o PP hoje não trabalha um segundo nomes. Todos focam apenas em Esperidião Amin. O PP quer mostrar que tem elenco.

BONECO Com direito a um boneco caricato do prefeito Clésio Salvaro sindicalistas desfilaram pelos corredores da prefeitura, ontem, protestando contra a validade do decreto que suspende para investigações as promoções por hora aperfeiçoamento. O governo suspeita de diplomas comprados.

FIM A Câmara de Vereadores de Criciúma autorizou ontem revogação da desapropriação do terreno que havia sido adquirido pela administração para criar novo traçado de saída da cidade na região dos hospitais. A comunidade do bairro Pio Correa reagiu e o governo recuou.

NÚMEROS Deve ir para o debate político, ainda, o quadro de servidores do Estado. Segundo dados disponíveis no portal da transparência, em março quando Raimundo Colombo estava encerrando o seu governo eram 92.247 servidores, sendo que agora em julho este número subiu para 95.128. Quer dizer, ao invés de enxugar a máquina como anunciou o “novo” governo, aumentou em 2.881 servidores de março até julho.


FRASE DO DIA
“Como eu disse ao Merísio no sábado, tenho meus projetos pessoais sim, mas a política se constrói pensando no coletivo e nada me impede de buscar qualquer outra condição. É uma questão de entendimento e construção de um projeto. Eu não serei empecilho.”
Esperidião Amin, comentando na rádio Eldorado a possibilidade de ser candidato ao Senado abrindo mão da candidatura a governador.


Carlos Moises 2022

 personJoão Paulo Messer
access_time21/05/2021 - 18:00

Engana-se quem acha que o governador Carlos Moises (PSL) está fora do páreo do ano que vem. Conversei com ele demoradamente durante a visita que ele fez à rádio Eldorado nesta sexta-feira (21). Cadidatíssimo diria eu pelo que oude observar. Ele parece ter absorvido bem o o tiroteio ao qual foi submetido. Afinald de contas, ele enfrentou dois processos de impeachment. Na pergunta direta sobre se é ou não candidato à reeleição ele desconversou e como todo político disse que ainda não está pensando no assunto, afinal o Estado exige muito do gestor. A primeira pista do seu desejo de ser candidato, entretanto, aparee quando ele fala sobre as necessárias mudanças que o partido precisa ter.
Se Carlos Moises tem ou nnão condições de disputar o governo não sei responder categoricamente, mas tenho uma certeza: ele terá uma pergunta para responder: "onde estão os R$ 33 milhões?". E dai pouco importa se R$ 19 milhões já foram recuperados e se todos os órgãos que o investigaram disseram que ele não tem nenhuma relação com esta compra fraudulenta. A pecha dos R$ 33 milhões ficou.
Moises terá a máquina turbinada na mão,pois o Estado foi saneado financeiramente. Mesmo assim creio que ele só terá chances se ele for o menos ruim, num exagero de retórica.

Fazer política na rádio Eldorado

 personJoão Paulo Messer
access_time12/05/2021 - 06:09

Desde agosto de 2003 tenho a missão de fazer três horas diários de programa que foca preferencialmente o ambiente político e de economia. Não raras vezes sou provocado, especialmente por acadêmicos de jornalismo, sobre como é fazer política em uma emissora cujo proprietário tem forte atuação política. Óbvio não é como se este vínculo não existisse. Impossível. Prefiro assim, onde os vínculos e interesses são públicos do que a camuflada manobra e disfarçados interesses. Graças a experiência hoje de 42 anos, desde que cheguei fiz a opção pela ampla publicidade dos vínculos meus com a empresa e com seu proprietário. Considero isso jogar limpo com o ouvinte. E olha que eu dizia isso no início da década passada, quando a dita "imparcialidade" era mantra necessário para se vender a ideia de um rádio feito com isenção.
Óbvio que nem sempre as coisas foram unânimes, mas sempre houve respeito à legislação eleitoral. Aliás, é ela que vira um escudo para possíveis imposições. Quando era 2003, e eu assumi o microfone às vésperas de uma eleição em que a família do proprietário tinha inclusive candidato a prefeito na disputa, houve um certo tempo para que a importância do tratamento equânime fosse percebida por todos. Este tempo, entretanto, foi muito menor do que se possa imaginar. É que as vezes as pessoas subestimam a capacidade de líderes em avaliar o cenário. Se são proprietários é porque sabem melhor do que algué que se atreve a propalar aos ventos o que pode e o que não pode.
Naqueles tempos em que eu já dizia que a melhor coisa era expor os vínculos para não enganar o eleitor jamais imagineu que chegassemos um dia em que a imprensa toda transformasse as suas preferências ou interesses em editorial público escancarado. Confesso nunca ter pensado que chegariamos onde chegamos. Pois na rádio Eldorado a gente sempre esta transparência. Quando estas preferências chegaram aos veículos como é hoje, a gente já estava calejado de fazer o rádio vestindo a camisa.
Natural que nas entrelinhas das palavras ditas todos os dias muitos tentem entender alguma mensagem liminar. Isso quando não juram ter ouvido algo que lhes pareceu e que a gente não disse.
Nao sei como eram os bastidores desde antes quando o dono era o empresário Diomício Freitas e interesses também havia, mas desde 2003 confesso ser bem mais simples do que alguém pode pensar, administrar estes vínculos. Basta ser sincero com o ouvinte. Ele vai entender, afinal na sua atividade, seja ela qual for, ele tem os seus interesses.
Diríamos que o segredo é não tentar esconder vínculos e posições, afinal não existe um só ser imparcial. Sempe iremos defender as nossas teses que por sua vez são consequencia expressa dos nossos interesses. Melhor ser claro, pois o ouvinte sabe separar as coisas e formar a sua opinião. Afinal, o rádio não é uma fábrica de opiniões. É sim um fornecedor de matéria prima, os fatos que constróem a opinião.
Hoje é dia de aniversário da rádio Eldorado. São 75 anos de radiodifusão. Por este prefixo passaram praticamente todos os grandes comunicadores e jornalistas da cidade. Todos eles tinham seus interesses pessoiais e coletivos. Considero que melhor eu estar aqui para fazer o jornalismo da forma mais transparente possível, pois outros aqui estivessem não sei se os entenderia com as suas preferencias ou vínculos. Não há mais espaço para manipulação, há sim uma suspeita e uma vigilância permanente. Melhor que seja assim, pois isso é o que dá ao comunicador o conforto de que não pode vacilar e o vacilo não deixa ningupém seguro.
Felicidades aos ouvintes da rádio Eldorado.
Me orgulho de fazer parte desta história.

Ex-repórter da rádio Eldorado assume cargo estratégico no governo de Içara

 personJoão Paulo Messer
access_time10/05/2021 - 19:59

A prefeita Dalvânia Cardoso deve anunciar a qualquer momento o nome do radialista Charles Cargnin, suplente de vereador na gestão passada - chegou a assumir - e ex-apresentador do principal programa da extinta Rádio Difusora de Içara, para um cargo de assessor especial para articulação política e supervisão na área de imprensa.

Charles foi um dos mais importantes apresentadores da emissora de rádio da cidade, que hoje migrou para a Rede Massa de Rádios, além de ter atuado na rádio Eldorado e em emissoras do Rio Grande do Sul, como rádio Guaíba de Porto Alegre e emissoras de Caxias do Sul. Depois de ter sido porpeitário de uma empresa de copnsultoria na área de política e de uma instituto de pesquisas, concorreu a uma vaga na Câmara de Vereadores na eleição de 2016 ficando na suplência.

O Sul e a volta de Carlos Moisés

 personJoão Paulo Messer
access_time08/05/2021 - 11:11

O retorno do governador Carlos Moisés anima setores públicos e de instituições no Sul do Estado. Várias prefeituras, entre elas Criciúma, contam melhor relação com a gestão do governador do que havia de esperanças na relação com a vice-governadora Daniela Reinerh, que teve tempo no máximo para visitar o Camacho e Laguna, assim mesmo deixando verba federal e reforçando o que não deve sofrer continuidade com a troca no comando do Estado.

E a esperança do Sul tem nome, trata-se de Júlio Garcia. Ele foi é hoje, mesmo licenciado da Assembleia Legislativa, o nome de maior peso no governo. Tanto isso é verdade que o seu braço direito Eron Giordani virou braço direito do governador.

Lembram daquele movimento que fizeram os prefeitos de Chapecó, São José e Criciúma no gabinete do chefe do Executivo no Sul? Pois aquele é um dos movimentos que amarra compromissos de Carlos Moises. Em Criciúma devemos ouvir nas próximas horas anúncio de uma relação de investimentos que podem chegar à casa dos R$ 50 milhões. O Centro de Inovação Tecnológica, da UNESC, é outra ponta de investimentos estaduais pendentes e que acontecem graças à volta de Moisés nas circunstâncias que se deu a sucessão de fatos de bastidores. O Sul não deve reclamar da volta do governador.

Julgamento confirmado e com tendência

 personJoão Paulo Messer
access_time06/05/2021 - 17:59

Não é errado interpretar que o fato do Tribunal de Justiça ter rejeitado o pedido do deputado Ivan Naatz (PL) e o ministro Ricardo Levandovski (STF) ter rejeitado o pedido do deputado Laércio Schuster (PSB), ambos para adiar a sessão de julgamento do processo de impeachment do governador Carlos Moises, marcado para esta sexta-feira, seja uma sinalização do resultado da votação. Sim, a tendência de que não haja sete votos pelo impeachment é a primeira impressão que fica. Se foram os aliados da vice-governadora que pediram o adiamento do processo é porque eles não tem certeza nos votos que contam. Para afastar o governador são necessários sete votos. Sim, sete de dez. Para aceitar a continuidade das investigações foram seis votos. Quer dizer, se repetir o que acontece no julgamento de admissibilidade, Moises volta.
O julgamento inicia nesta sexta-feira às 9h e não tem para acabar.
Se Moises voltar, não só ele estará fortalecido, Júlio Garcia também. Se Daniela permanecer, não só ela terá ganho, Gelson Merísio e Jorginho Melo também. Eles foram operadores de bastidores. Garcia e Merísio porque se transformaram em inimigos políticos, Melo porque tem interesses na eleição de governador e com Daniela no governo contaria com o apoio dela e de Bolsonaro em outubro do ano que vem. Esta é uma primeira e ocasional leitura. Em política nada é muito lógico, é tudo mais fisiológico.

As manifestações de 1º de maio reafirmam o que Criciúma disse na eleição de outubro de 2018

 personJoão Paulo Messer
access_time02/05/2021 - 15:59

As autoridades monitoraram mas não deram qualquer informação sobre o número de pessoas que compareceram às manifestações que aconteceram neste sábado, dia 1º de maio – dia do trabalhador – em Criciúma. Fica-se então com a impressão de que foi expectador de ambas. Simples concluir que aquele índice de 81,9 por cento pró Bolsonaro não parece ter sofrido qualquer desgaste. Foi o que expressou a carreata da tarde do sábado, percorrendo principalmente a avenida Centenário. Pela manhã, mais ou menos no mesmo percurso passaram os adeptos do “Fora Bolsonaro”.
As manifestações deste momento em Criciúma são emblemáticas pela história que a cidade tem na relação com partidos de esquerda e principalmente os movimentos sindicais.
Outra conclusão a que chego é que tanto os “Nós” como os “Eles” estão dispostos a entrarem na luta pela prevalência da sua opinião. Nem os simpatizantes de Lula, muito menos os de Bolsonaro parecem tirar o pé do acelerador e a mão da bandeira. A direita menos acostumada com estas ocupações de espaços parece não esmorece r, muito pelo contrário. Já de outro lado é necessário enxergar que não se pode considerar a esquerda retraída. Encolhida no sentido de número sim, não no sentido anímico.

Eduardo Loch, de Criciúma, assume a Santur

 personJoão Paulo Messer
access_time28/04/2021 - 20:39

Natural de Criciúma, onde iniciou na carreira na agência de viagens da família, Eduardo Loch acaba de ser confirmado pela governador Daniela Reinehr como novo presidente da Agência de Desenvolvimento do Turismo de SC (Santur). O órgão era presidido por Leandro 'Mané' Ferrari Lobo, que estava no cargo desde março do ano passado, quando foi nomeado pelo governador Carlos Moisés.

A nomeação de Eduardo Loch não contempla apenas o Sul do Estado, mas também o setor de turismo diretamente, pois ele foi presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens de SC (Abav/SC), além de ter exervido vários cargos em órgãos do setor, além de ter sido recentemente funcionário na prefeitura de Florianópolis. Antes disso Loch ocupou cargos na Secretaria de Turismo do Estado e em Criciúma foi presidente da Fundação Cultural.

Criciúma fará testagem rápida

 personJoão Paulo Messer
access_time26/04/2021 - 08:23

A partir desta segunda-feira, a Secretaria de Saúde de Criciúma vai aplicar os testes rápidos de Covid em um posto médico instalado no Terminal de ônibus no centro da cidade. A ação vai durar cinco dias, sempre das 8h ao meio-dia, e será voltada à população, com exceção daqueles que já foram vacinados contra a Covid-19. O objetivo é obter uma estimativa de quantas pessoas já tiveram contato com o coronavírus no município.

Trata-se de uma pesquisa epidemiológica, que trará indicadores importantes para a Secretaria de Saúde.
O intuito é saber a porcentagem de contaminados em Criciúma, por isso a escolha do Terminal Central como local para fazer a vacina, já que ali circulam pessoas de todos os bairros. A ação não tem como finalidade o diagnóstico de pacientes.

A expectativa da secretaria é realizar testagens em massa na população durante os cinco dias de ação. Os testes serão aplicados em todos aqueles que tiverem interesse. Contudo, quem já tomou a vacina contra a Covid-19 não poderá participar, porque haverá dificuldade em saber se o anticorpo é da vacina ou não.

Neste fim de semana o município alcançou a faixa etária de 62 anos para a vacinação, mas segue com números preocupantes de internados. São 67 pessoas internadas em UTI, o que significa ocupação de cem por cento dos leitos. Resta pelo menos uma dezena de pessoas aguardando leito de UTI. Há 216 pessoas com suspeita do vírus.

Ao todo o município que concentra seus internados da rede pública e privada em dois dos seus três maiores hospitais. seguem com 857 com o vírus ativos e já chegou a 414 óbitos.

Criciúma testou até o momento 99.956 dos seus cerca de 230 mil habitantes.

Encontro de prefeitos em Criciúma nesta segunda-feira

 personJoão Paulo Messer
access_time17/04/2021 - 19:59

A pauta do encontro entre os prefeitos Clésio Salvaro (Criciúma), João Rodrigues (Chapecó) e Orvino Coelho de Ávila (São José) tem uma série de temas que não se restingem às medidas adotadas no combate à pandemia do coronavírus. Questões admi9nistrativas como a reforma da previdência e outros considerados mais pontuais estão em uma extensao lista divulgada pela assessoria de comunicação do prefeito anfitrião. A reunião está prevista para às 11h no gabinete do prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro seguindo para um almoço no Parque dos Imigrantes, na região do Distrito de Rio Maina. Mas qualquer repórter que enveredar para o campo político encontrará a mesma resposta dos três: eles são defensores da ideia de que o governador Carlos Moises deva ser reconduzido ao cargo. O argumento é que a instabilidade existente hoje afeta duramente a vida das prefeituras. Todos eles tem o entendimento de que "a urna precisa ser respeitada".

Criciúma fará contratação por tempo determinado

 personJoão Paulo Messer
access_time14/04/2021 - 18:00

Embora o Ministério Público tenha recomendação para que a administração pública de Criciúma realize concurso público o prefeito Clésio Salvaro mantém a política de contratar servidores efetivos apenas após a complementação da reforma da previdência e seus ajustes. Enquanto isso anunciou a contratação de profissionais de forma temporária para preencher vagas na área de saúde. O processo seletivo permite a contratação por dois anos.
Interessados em atuar na Secretaria de Saúde de Criciúma podem se inscrever em edital divulgado no site oficial da prefeitura (criciuma.sc.gov.br). Ao todo são 51 áreas contempladas com vagas e cadastros de reserva. As inscrições iniciarão na próxima segunda-feira (19) e seguem até o dia 18 de maio.
O processo seletivo tem validade de um ano, podendo ser prorrogado por igual período.
São 51 áreas, para candidatos com formação de nível superior, médio e fundamental. Os salários variam de R$ 1.321,25 a R$ 12.709,23.

Dois novos vereadores assumem hoje em Criciúma

 personJoão Paulo Messer
access_time05/04/2021 - 08:00

Na Câmara de Vereadores de Criciúma, nesta segunda-feira (5) teremos dois novos. Assumem por período de interinidade o primeiro suplente do PSL, Jeferson Monteiro (1.001 votos) e a primeira suplente do PDT, Jucélia Vargas (1.147 votos). Ambos em virtude da licença apresentada pelos titulares das cadeiras, respectivamente Daniel Antunes (1.219 votos) e Zairo Casagrande (1.581). Jeferson foi empossado semana passada, enquanto Jucélia havia sido empossada na semana anterior e já poderia ter assumido na segunda-feira da semana passada, mas isso não ocorreu em virtude do falecimento do seu irmão. O PDT, sigla da Jucélia fez uma manobra recente abrindo a vaga de Zairo para Toninho da Saúde (915) e pode fazer outra modificação para alcançar o terceiro suplente Andriw Loch (660).

Nenhum projeto novo ou de maior repercussão aguarda votação na Câmara de Vereadores de Criciúma. O último foi a aprovação por unanimidade do acordo com as empresas de ônibus em que a prefeitura paga divida acumulada em virtude dos aumentos concedidos abaixo dos valores de planilhas reconhcidas pela Justiça.

Valeu o bom senso

 personJoão Paulo Messer
access_time04/04/2021 - 17:59

Na publicação do novo decreto as autoridades de saúde se deram por vencidas admitindo que a autoridade maior do Estado flexibiliza-se até às 22h a venda da bebida alcóolica nos bares e restaurantes. Da forma como estava quem se punha de “saia justa” eram as autoridades fiscalizadoras. A medida difícil de ser fiscalizada e restritiva, para além do que absorve a cultura do catarinense, era flagrantemente desrespeitada. Além disso não provocou efeito, pois o consumo passou a ser feito em aglomerações caseiras onde os cuidados não são fiscalizados como nos estabelecimentos que se esmeram para manter o mínimo de regras para evitar aborrecimentos. Além disso a proibição de venda de bebidas alcóolicas a partir das 18h estava terminando de “matar” os comerciantes deste setor.
A mudança na regra não se trata de uma flexibilização, mas adequação.
Não era raro passar diante de bares e restaurantes, especialmente os fora das principais vias públicas, onde o consumo se dava livremente inclusive após às 22h. Ali o desrespeito contribuiu para fragilizar as autoridades. Já com a lei do bom senso sob o braço as autoridades de fiscalização faziam “vistas grossas” em Criciúma e maioria das cidades aqui do Sul.
Histórias hilárias vinha sendo contadas como aquele “freguês de caderno” que bebia apenas com o copo na mesa e a garrafa escondida. Noutros casos sobre a mesa ficava uma cerveja sem álcool, mas a do copo era a que tinha a garrafa escondida. Situações como esta se criam pela falta de bom senso das autoridades ou da ignorância à capacidade de criatividade do consumidor. Não que isso seja certo, engraçado ou que tenha qualquer adjetivo tal, mas porque não havia efeito prático na proibição.
Proibia-se num local e consumo acontecia em outro. O decreto do governo do Estado neste domingo cedeu ao bom senso.

Daniela Reinerh assume e anuncia novos nomes

 personJoão Paulo Messer
access_time30/03/2021 - 21:59

A vice-governadora Daniela Reinerh (Sem partido) assumiu o governo de forma interina, nesta terça-feira. Pela segunda vez ocupa a cadeira em virtude do afastamento do governador Carlos Moises (PSL), investigado em CPI. Permanecerá na função de forma interina no máximo em 120 dias, ou em menor tempo se os trabalhos da Comissão Mista, formada por cinco deputados e cinco desembargadores, forem concluídos antes. Ao término desta etapa haverá julgamento sobre o impeachment do governador. Se o relatório considerar que ele cometeu crime de responsabilidade administrativa, e for aprovado por sete votos entre 10, ele é cassado e a vice-governadora empossada de forma definitiva. Se não houver sete votos ele retorna. Se a investigação demorar mais que 120 dias ele também retorna e aguarda o término do processo na função.

Até a semana passada não havia clima de afastamento do governador. Pelo menos no grande público. Ao meu ver os cinco desembargadores surpreenderam. Veio deles a maioria - cinco - dos seis votos para o afastamento de Carlos Moisés. Sigo pensando - pensar é livre - que os magistrados deram um troco nos deputados, pois ao término do primeiro impeachment sobraram farpas na relação entre ambos. Magistrados foram tratado por deputado como "máfia de toga". Naquela ocasião foi reação porque os magistrados salvaram Moises, enquanto no ambiente dos deputados o desejo era o da degola. Atualmente os interesses seriam outros: absolver o governador. Não me parece estranho que os magistrados tenham se esmerado em procurar teses para "emparedar" Moises e com isso desconstruir a estreita relação que Moisés construiu com a Assembleia Legislativa ao escapar do primeiro impeachment.

O "decreto" do Clésio Salvaro

 personJoão Paulo Messer
access_time17/03/2021 - 19:59

Desde o meio da tarde desta quarta-feira (17), quando "pipocou" em tudo que é grupo de whatsapp o vídeo do prefeito Clésio Salvaro (Criciúma), anunciando a assinatura de um decreto criando o que ele denominou "lockdown voluntário" para os servidores públicos municipais, mas para isso tem que assinar um termo abrindo mão dos vencimentos nestes dias, não páro de receber questionamentos sobre o que acho da medida.
O Reginaldo Correa abriu o Programa Depois do Expediente da Rádio Eldorado, de hoje, me "convocando" para salar sobre. Isso ocorre quando há um fato extraordinário na cena política. Cito isso para mostrar como o fato repercute polêmico aqui e lá fora, pois o gesto administrativo já foi compartilhado por chamados grandes influenciadores digitais. Quer dizer, o assunto ganhou repercussão nacional em apenas algumas horas. Mas porque?
Ora, o mar está para surf nesta praia. Vai na onda.
O momento é favorável às manifestações que contestem o servidor público emplacado como o responsável pelos desejos de lockdown. O suor do trabalhador, afetado pelos "lockdown´s" que lhes cortam o vencimento, torna-se ainda mais caro quando ele se depara com o custo da manutenção de uma máquina onde "lockdown" significa apenas "não trabalhar". É por isso que a fala do prefeito soou como música aos contribuintes ou simples opositores da ideia de que a paralisação das atividades contribua na manutenção da vida. Precisamos lembrar que não só para os políticos todos os procedimentos são uma estratégia, mas especialmente para eles - os políticos - estratégias populistas como esta dão vitrine.
Sob o aspecto jurídico me parece que não tem "pé, nem cabeça", mas sob o aspecto da gestão pública sugere respeito ao dinheiro do cidadão. Já em relação aos servidores o prefeito de Criciúma não tem o que perder, pois desde a sua primeira eleição não há qualquer afinidade entre ambos. E mais, quando Clésio Salvaro se refere ao servidor público ele dá interpretação de que o servidor que não gosta dele é o sindicalista, petista e outros "ista". Arrebanha com isso alguns que rejeitam a sua própria classe por razões óbvias.
Em síntese, como observador não achei nada relevante na decisão, mas como alguém que olha a cena política tenho que admitir que ele criou uma cena em que ele luta ao lado do povo pagador de impostos contra um monstro que consome o suor do contribuinte.
Foi uma jogada de marketing e como outras neste meio, chamada de "populista".

De repente a bandeira do Brasil me parece assim,

 personJoão Paulo Messer
access_time14/03/2021 - 16:09

Não há mais leis neste país e se as temos não as devemos cumprir. Esta é a interpretação que tiro de simples atos como o deste domingo em Criciúma, como de resto nas cidades brasileiras. Sim, não há mais leis e se elas existem não as devemos respeitar. É a leitura que faço a partir do instante em que o povo precisa ir às ruas mesmo descumprindo decretos de não aglomeração e soltando fogos para chamar atenção, embora haja leis que proíbem fogos de artifícios no município.

Mas que lei, se temos que ir às ruas exigir o cumprimento das leis por aqueles que as deveriam protegê-las. Para que leis se vamos para as ruas incentivados pela nossa principal referência, o presidente da república, que descumpre normas simples como o do uso da máscara e da não aglomeração, sim. E o faz não por ser “negacionista”, como querem rotulá-lo, mas o faz para manter dispostos à guerra os seus fiéis seguidores. Afinal, ninguém se mantém o poder se não for bom de estratégia.

Fico com a impressão de que não são necessárias leis se os que a descumprem tem afilhados tão fortes no supremo que lhes dá o direito de ser considerado por seus seguidores um injustiçado. Isso foi e é estratégico. Foi a decisão desta semana.

A quem interesse o caos no país?

A quem estão servindo aqueles que vão às ruas empunhando bandeiras de uns e de outros? A sí ou a outros?

É óbvio que sem liderança nação alguma tem esperança de prosperar.

Vocês já notaram que só não vão às ruas os do centrão?

Não, não estou dizendo dos deputados do centrão, mas sim o cidadão que é centrão. Que espera a ocasião.

Triste a guerra silenciosa que vivemos contra um inimigo que está onde não sabemos, as vezes na mão ou na boca dos nossos mais queridos. Triste as manifestações contra o que não sabemos o que estamos pedindo, ou que desejam apenas que não seja aquilo que temos.

Bem-aventurados os que sabem o que querem e tenha piedade de mim e dos, que como eu, não sabem o que querem, senão apenas que o que temos não é o que queremos.

ACRESCENTO - Relevante dizer que me parece muito claro que quem deturpou nossa bandeira é o supremo, que não dá outra opção ao povo senão ir às ruas mesmo que desrespeitando um decreto de lockdown, pois o supremo jogou no lixo o que se diz cumprimento da lei. Não vejo neste manifesto deste domingo um ato pró-Bolsonaro, como alguns na primeira leitura deram dar, mas uma manifestação quase de desespero para um país que ficou sem Justiça, desde o que ocorreu pelas mãos do ministro Édson Facchin. Já não pediomos mais socorro apenas para nos porteger do coronavírus, mas também do vírus ainda mais letal, o da Injustiça.