Notícias em destaque

Rua Coberta de Criciúma recebe ação de limpeza e conservação

commentJornalismo access_time03/09/2026 20:00

Iniciativa da Prefeitura foi realizada nesta quinta-feira (03)

Içara: inscrições abertas para o Campeonato Municipal de Futsal

commentEsporte access_time02/09/2026 21:30

A competição terá início no mês de setembro

Tigre pega o Fortaleza em casa neste domingo

commentCriciúma EC access_time22/08/2026 11:31

Sete pontos separam o Criciúma do seu adversário

TSUNAMI ELEITORAL

access_time08/10/2018 - 00:34

Que a varrida eleitoral seria grande quase todos sabiam, o que ninguém imaginava é a proporção. Ficou pouco do que havia e nada de lógica. Nunca houve uma renovação tão expressiva numa eleição brasileira. Povo fez em nove horas o que a Câmara dos Deputados não fez em quatro anos e o que a Justiça resiste em fazer. A renovação eleitoral superior a 50 por cento arrastou consigo bons projetos e personagens. E não são apenas os partidos políticos s grandes derrotados. Institutos de pesquisa e analistas devem passar por reciclagem igual às siglas. Nem os que ganharam sabem o que aconteceu. Essa interpretação ainda vai render algum tempo. Quem sabe muitos nunca entenderão o que aconteceu de fato. A história deixa um capítulo sem precedente.

UNS MAIS
Alguns perderam mais, outros menos. No Estado o PSDB segue sendo o maior perdedor. Jogou totalmente errado quando abriu mão de elevar à candidatura de governador o ex-prefeito de Blumenau, Napoleão Bernardes, que ganhou a simpatia até dos emedebistas, mas sucumbiu como candidato a vice-governador porque o fardo MDB tornou-se pesado demais para carregar.

RECADO DA URNA
O eleitor catarinense parece ter dado um duro recado ao MDB, fazendo a maquina de votos encolher a sua representação na Câmara Federal e ser engolido pela onda Bolsonaro e pela estratégia Merísio. O partido que comandou o Estado, direta ou indiretamente, nos últimos 16 anos sofreu uma dura derrota nas urnas.

ELEITOS
O fenômeno Jair Bolsonaro combinado a aposta feita por Daniel Freitas salvaram a bancada federal do sul. Ele foi o federal mais votado entre os candidatos da região. Nem ele imaginava que alcançaria um resultado tão expressivo. Geovânia de Sá (PSDB) foi garantida pela fidelidade da igreja, pois se dependesse da fidelidade tucana estaria amargurando derrota.

O TERCEIRO
O atual deputado estadual Ricardo Guidi ganhou uma vaga de deputado federal nos instantes finais da apuração. O tipo de eleição para matar do coração. Esta eleição, entretanto, ainda não está segura. Depende da decisão da Justiça, que se afrouxar para o atual deputado federal João Rodrigues liquida Guidi. Rodrigues (67.955) fez mais votos que Guidi (61.830), mas seu registro não foi deferido. Se reverter isso, a Justiça tira Guidi da Câmara.

ESTADUAL ENCOLHEU
A representação do sul do Estado na Assembleia Legislativa encolheu. Reelegeram-se Ada De Lucca, Luiz Fernando Cardoso e Rodrigo Minotto. Entre os nomes novos Júlio Garcia. Os deputados Cleiton Salvaro e Valmir Comin não se reelegeram. Outro que não conseguiu mais uma vez foi o suplente Dóia Guglielmi.

MOTIVOS
O deputado estadual, que ficou como primeiro suplente da sua coligação experimentou o fator “legenda”. Se na sua primeira eleição ganhou vaga titular na Assembleia Legislativa, nesta eleição ele fez o dobro de votos da vez anterior e amarga a suplência.

SUICÍDIO
Dos erros cometidos pelos partidos um dos maiores está no PP do Sul. O partido insistiu com quatro candidaturas quando tinha potencial para no máximo duas. José Milton Scheffer correu por fora e se reelegeu. Valmir Comin, Lei Alexandre e Pepê Colaço “se mataram”.

OLHANDO 2020
Dois nomes novos aparecem no cenário eleitoral de Criciúma, quando o assunto é briga pela cadeira de prefeito. Daniel Freitas, que se elegeu pelo partido de Jair Bolsonaro (PSL) e Ricardo Guidi (PSD) que vem pelas mãos do deputado Júlio Garcia com um empurrãozinho do vice-prefeito Ricardo Fabris associado ao legado deixado pelo pai, são nomes fortes para a disputa com Clésio Salvaro em 2020. Dois fatores podem torná-los frágeis. Um é um bom governo do atual prefeito e o outro o fato de elegerem-se deputado e se quiserem mudar o campo do seu jogo político. Isso, pelo recado deixado pelo eleitor nas urnas agora, pode ser perigoso demais.

CACETADA Tanto o governador Eduardo Moreira quanto o prefeito Clésio Salvaro foram grandes derrotados nesta eleição na sua terra. Ambos apoiavam Mauro Mariani, que ficou e terceiro lugar na corrida para o governo do Estado.

DERROTAS O candidato Mauro Mariani sofreu duas derrotas. A primeira foi para o comandante Moisés (PSL) e a segunda para Gelson Merísio (PSD) que é quem vai para o segundo turno.

DÁRIO VEM AI Nas próximas eleições oo MDB obrigatoriamente terá que buscar a reconstrução pelas mãos de Dário Berger, adversário interno de Eduardo Moreira no MDB.

VOTO REGIONAL O projeto do voto regional é outra ferramenta que precisa ser revista no sul do Estado. A associação empresarial que capitaneou o projeto sofre derrota com a resposta das urnas. Deve se tornar mais contundente, inclusive. De certa forma o setor empresarial de Criciúma sofre derrota também cm a não reeleição de Ronald Benedet.

E AGORA Passada a eleição a ACIC deve anunciar já para os próximos dias uma primeira reunião com os deputados eleitos pelo Sul do Estado. A ideia é manter um fórum permanente com encontros frequentes para debater a demanda.

ILUMINADO O governador Eduardo Moreira deve estar pensando que não poderia ter feito coisa melhor que sair do cenário político. Apagou a luz da sua vida pública no momento exato.

POR OUTRA VIA Quem está rindo à toa, também, deve ser o deputado Manoel Mota (MDB), que saiu desgastado e foi relegado pelo seu próprio partido. Fora da corrida eleitoral decidiu apoiar o ex-prefeito de São Ludgero, Volnei Weber (MDB) que se elegeu deputado estadual.


Quando as Alianças Falam Mais Alto

 personJoão Paulo Messer
access_time26/01/2026 - 07:40

O processo eleitoral de 2026 já está em curso quando o assunto é a disputa pelo governo de Santa Catarina. Como era esperado, o governador Jorginho Mello largou antes e oficializou, na prática, sua pré-campanha. Rifou o MDB e escolheu como vice o prefeito da maior cidade catarinense, Adriano Silva, do Novo.

E, como sempre acontece na política, basta alguém virar candidato para descobrirem sobre ele até o que nem ele próprio sabia. O bombardeio começou, e o alvo preferencial, por ora, é a incoerência. Adriano, que já fez críticas duras a Jorginho no passado, hoje caminha ao seu lado. Nada inédito, mas explorado com força nas redes sociais.

Incoerências são marcas da vida pública desde sempre. E, enquanto Jorginho redesenha seu entorno, sobra para o MDB. Nesse ponto, parece claro que o governador conhece melhor que ninguém a lógica da sigla aliada: ali manda o CPF, não o CNPJ.

Diferente da eleição passada, quando venceu praticamente sozinho, Jorginho agora depende de muitos aliados. Precisa deles para esvaziar adversários e para assegurar a própria vitória. Se antes se elegeu embalado pelo impulso de Bolsonaro, desta vez esse vento pode não soprar com tanta intensidade. Surge então a pergunta: o bolsonarismo perdeu força?

Afinal, ninguém duvida que João Rodrigues seja bolsonarista, talvez até mais que o próprio Jorginho. E Bolsonaro segue influente, distribuindo cartas e movimentando sua base mais fiel.

A grande questão é até que ponto essa força nacional influenciará a eleição para governador. Santa Catarina continua sendo o estado mais bolsonarista do país, como mostram as urnas. Mas o cenário agora é outro.

Vivemos tempos de incertezas, ou talvez de apenas uma certeza: o jogo político já começou, e as velhas práticas continuam em jogo.

Lei define piso de R$ 5 mil para conselheiros tutelares em Santa Catarina.

 personJoão Paulo Messer
access_time25/01/2026 - 09:00

O governo sancionou, na quinta-feira (22), a Lei nº 19.727, que fixa em R$ 5 mil o piso salarial dos conselheiros tutelares em Santa Catarina. A medida nasce de um projeto do deputado Rodrigo Minotto (PDT) e estabelece remuneração mínima para a jornada de 40 horas semanais.

Para Minotto, a decisão representa um passo histórico na valorização de profissionais que atuam na linha de frente da proteção de crianças e adolescentes. Segundo ele, garantir um salário digno é reconhecer o peso social da função.

A legislação determina reajuste anual em janeiro, com base no INPC ou índice equivalente. Além disso, o Estado não poderá firmar convênios com municípios que deixarem de cumprir o novo piso.

O deputado lembra que, após a aprovação na Alesc, a categoria manteve diálogo permanente com seu gabinete. E ressalta que o ano começa com uma conquista que, segundo ele, faz justiça ao trabalho dos conselheiros tutelares.

Associados celebram continuidade e reafirmam confiança na Coopercocal.

 personJoão Paulo Messer
access_time25/01/2026 - 09:00

A eleição da Coopercocal, realizada no sábado, 24 de janeiro, deixou evidente algo que vai além do simples resultado numérico: os associados fizeram uma escolha baseada na percepção de estabilidade, continuidade e segurança administrativa. A reeleição de Altair Lourival de Mello, o Belha, traduz um gesto coletivo de confiança na linha de gestão que a cooperativa vem adotando.

A diferença de votos, 3,4 mil contra 930, não apenas confirma a vitória da Chapa 1 sobre a chapa formada por Rafa Guollo e Zé Furlan, mas revela um movimento consistente de apoio à atual diretoria. Em um ambiente cooperativista, margens tão amplas indicam que a maioria dos associados avalia positivamente os projetos executados e enxerga na continuidade um caminho mais seguro do que uma ruptura administrativa.

O fluxo constante de associados na Escola Estadual Professor Padre Schuler, entre oito e dezesseis horas, mostrou engajamento acima da média. O clima de expectativa que acompanhou o dia deu lugar a uma comemoração espontânea quando a apuração avançou e os números começaram a consolidar a reeleição. A praça lotada após o anúncio funcionou como termômetro social do sentimento comunitário.

Entre as manifestações, chamou atenção o depoimento da associada Tamires Aparecida Jacinta Antunes, que destacou transparência, dedicação e equilíbrio de Belha ao longo de seus doze anos de atuação. A fala resume o que se ouviu de diversos eleitores, refletindo não apenas simpatia, mas uma leitura de gestão técnica e responsável.

Belha, emocionado, agradeceu o apoio e afirmou que a confiança dos associados reforça a responsabilidade da nova fase. Segundo ele, a continuidade permitirá avançar em projetos estruturantes já em andamento, ponto que, na análise geral, parece ter tido peso decisivo no resultado.

Confira a nominata completa da Chapa 1, com nomes e cargos dos eleitos:

Conselho de Administração, período de 2026 a AGO 2030
Efetivos:
Presidente: Altair Lorival de Melo
Vice-presidente: Antonio Costa
Primeira secretária: Raquel Cristina Guollo Mouro
Segundo secretário: Joelson de Rezende
Primeiro conselheiro: Gelson Candido dos Santos
Segundo conselheiro: Carlos Eduardo Miranda Portella
Terceiro conselheiro: Vanderlei Figueiredo
Quarto conselheiro: Ramon Casagrande Oening
Quinto conselheiro: Enio Ricardo Burigo

Tráfico Acuado na Região

 personJoão Paulo Messer
access_time24/01/2026 - 09:30

Na manhã desta sexta-feira (23), a Polícia Militar voltou a agir com precisão contra o tráfico na região. A operação começou após denúncias e monitoramento de um suspeito que circulava entre os bairros Santa Terezinha, em Forquilhinha, e Maria Céu, em Criciúma.

No primeiro endereço, os policiais surpreenderam dois homens usando drogas. Eles fugiram para uma área de mata, mas um foi alcançado. Dentro da residência, estavam cerca de 40 quilos de maconha e utensílios para preparo.

Com apoio do Canil Setorial, a ação avançou até o segundo imóvel. O cão de faro indicou o local onde estavam 31,9 quilos de maconha, quase três quilos de cocaína, munições e dinheiro.

Um homem foi preso. Esta é a terceira grande apreensão da semana, elevando para mais de 220 quilos o total de drogas retiradas das ruas.

Obras avançam enquanto o fim de semana esvazia Criciúma.

 personJoão Paulo Messer
access_time24/01/2026 - 09:00

Criciúma iniciou o sábado (24) dando sinais claros de que a máquina pública não reduz o ritmo. Diversas equipes se espalharam por pontos estratégicos da cidade, da rótula da Luiz Lazzarin às ruas do Pinheirinho, Paraíso, Pio Corrêa, Michel e Centro.

A escolha pelo fim de semana não é aleatória: com parte da população rumo às praias, o impacto das intervenções diminui e o avanço das obras se torna mais eficiente.

O prefeito Vagner Espindola reforça que a dedicação extra busca acelerar resultados e minimizar incômodos ao cidadão.

Túnel do Morro: A Hora da Verdade

 personJoão Paulo Messer
access_time23/01/2026 - 17:08

O deputado federal Luiz Fernando Vampiro (MDB) afirma que as tratativas para viabilizar os túneis no Morro dos Cavalos chegaram à fase decisiva, com reuniões quinzenais na ANTT e prazo final do TCU em 8 de março. Ele explica que o entrave principal vem da concessão do trecho norte da BR-101, hoje sob a Arteris, que passa por dificuldades e não demonstra interesse em seguir no país.

Para acelerar a solução, o Ministério dos Transportes propõe readequar contratos, com tarifa prevista em torno de R$ 8 e investimentos entre R$ 9 e R$ 10 bilhões, abrindo o projeto para leilão na B3. No trecho sul, a CCR Motiva passa pela revisão quinquenal, e a alternativa mais viável é incorporar o Morro dos Cavalos ao contrato por meio de um aditivo.

A ANTT já realiza vistorias no local, e o projeto prevê dois túneis com três faixas por sentido, orçados em cerca de R$ 2,5 bilhões. Vampiro defende justiça tarifária e destaca que o novo modelo prevê free flow e cobrança proporcional ao uso. Segundo ele, sem a reestruturação, a obra não avança, embora as inspeções técnicas estejam em curso e o ministro Renan Filho deva visitar a área.

A decisão final caberá ao TCU, que analisa autorizar a incorporação do trecho ao contrato da Motiva, num movimento inédito e que envolve compensações por multas acumuladas em obras atrasadas de antigas concessionárias.

EDITORIAL - Jorginho Mello anuncia o vice: Adriano Silva (Joinville)

 personJoão Paulo Messer
access_time23/01/2026 - 09:30

A eleição de 2026 para o Governo do Estado deu um passo decisivo ontem. O governador Jorginho Mello confirmou seu vice, o atual prefeito de Joinville, Adriano Silva, do partido NOVO. Foi uma jogada estratégica que reforça a ideia de união da direita na chapa.

Daqui para frente, a oposição se articula, e a atenção recai sobre o caminho do MDB e a forma como irá se posicionar. Um MDB já reduzido fica ainda menor. Ganha espaço, entretanto, a ala emedebista que defendia estar fora do governo Jorginho, como Eduardo Moreira, que pode retomar protagonismo.

Para João Rodrigues, o cenário se complica, já que a chapa de direita se fechou com Jorginho e o NOVO. Assim como o MDB que sobra, o Sul de Santa Catarina também pode sentir desconforto, já que a composição prioriza Oeste ou Meio-Oeste e Norte. A maior cidade, o maior colégio eleitoral e um governo com forte aprovação dificilmente ficariam fora de uma construção estratégica. Jorginho movimenta bem as peças do tabuleiro.

A curiosidade agora é o papel de João Rodrigues e do PSD, especialmente com Ratinho Júnior, peessedista, aceitando ser candidato à Presidência da República. Surge uma possível terceira via? É a dúvida. Em Santa Catarina, resta saber se João Rodrigues terá estrutura e apoio suficientes para disputar nessa dimensão.

O fato concreto é que Jorginho definiu sua parceria. Saem de cena as especulações envolvendo Júlio Garcia e também a possibilidade, ainda que pequena, de a reitora Luciane Ceretta ser escolhida vice.

Outro ponto relevante é a reação do Sul à geografia da chapa. A região tem força no parlamento e historicamente nunca esteve longe das decisões centrais. Apesar das críticas aos líderes sulistas, foram eles que garantiram as conquistas do Sul até hoje. Cabe mais às entidades do que aos partidos discutir e planejar o voto. Insisto há tempos que o voto regional não pode se limitar a uma campanha focada apenas em candidatos do Sul. É preciso ir além.

O jogo eleitoral está em movimento.

Mudança no comando do Meio Ambiente provoca repercussão nos bastidores

 personJoão Paulo Messer
access_time23/01/2026 - 09:00

Em Criciúma, a Diretoria Municipal de Meio Ambiente passa por uma mudança estratégica que altera também o cenário político. A advogada Anequésselen Fortunato deixa o cargo para assumir uma vaga no Legislativo, levando consigo a experiência acumulada na gestão ambiental.

No lugar dela, assume o advogado e agora ex-vereador Daniel Formentin, reforçando a proposta do governo de manter uma diretoria técnica e orientada a resultados. O prefeito Vagner Espindola agradeceu o trabalho de Anequésselen e destacou a chegada de Formentin como renovação de energia e foco.

Anequésselen afirma sair com a convicção de avanços importantes e promete manter o compromisso público na nova função. Já Formentin projeta ampliar a coleta seletiva, fortalecer a limpeza urbana, garantir segurança jurídica nos licenciamentos e endurecer o combate ao descarte irregular, prometendo uma gestão mais próxima do cidadão.

Reação às Cotas

 personJoão Paulo Messer
access_time23/01/2026 - 09:00

A vereadora de Criciúma, Giovana Mondardo, intensificou a mobilização contra a lei sancionada pelo governador Jorginho Mello que extingue as cotas raciais nas universidades de Santa Catarina. A medida, aprovada no fim de 2025, provocou imediata resposta de lideranças e movimentos sociais.

Giovana classificou a decisão como um ato de politicagem e afirmou que a lei é inconstitucional, já que normas estaduais não podem contrariar legislações federais.

Os resultados das ações afirmativas em SC mostram avanços significativos, como o aumento de estudantes negros na Udesc, que passou de 6% para 17% nos últimos anos.

Para a vereadora, Santa Catarina, terra de Antonieta de Barros e ainda marcada por episódios de preconceito, não pode retroceder em direitos. A mobilização segue no objetivo de preservar políticas que ampliam o acesso ao ensino superior no estado.

Criciúma amplia acesso ao implante contraceptivo gratuito

 personJoão Paulo Messer
access_time23/01/2026 - 06:30

Criciúma ampliou as opções de planejamento reprodutivo na rede municipal ao oferecer gratuitamente o implante contraceptivo Implanon. O método, inserido no braço e com duração de até três anos, está disponível nas Unidades Básicas de Saúde mediante avaliação clínica.

Para iniciar o atendimento, basta procurar a UBS de referência e realizar a consulta com profissional habilitado. Não há exames prévios obrigatórios, apenas a confirmação de que a paciente não está grávida, com teste feito na própria unidade.

O dispositivo é fornecido pelo Ministério da Saúde, enquanto o município garante equipe e estrutura para aplicação. O secretário Deivid Freitas destaca que as mulheres recebem orientação completa e avaliação cuidadosa antes da decisão.

Um diferencial de Criciúma é a inserção do implante no pós-parto imediato, no Hospital Materno Infantil Santa Catarina, onde as pacientes também são orientadas sobre prevenção combinada e o uso de preservativos para proteção contra infecções.

GAECO cumpre prisão e reforça investigação que mira fraude em licitações no MS.

 personJoão Paulo Messer
access_time22/01/2026 - 19:22

O GAECO de Santa Catarina cumpriu, em Itapema, um mandado de prisão em apoio ao Ministério Público do Mato Grosso do Sul, dentro da Operação Collusion, que apura irregularidades em contratações públicas desde 2021. A investigação conduzida pela 1ª Promotoria de Justiça de Terenos aponta que empresas do setor de publicidade simulavam concorrência para justificar dispensas de licitação no Município e na Câmara de Vereadores.

Segundo o MPMS, as empresas, embora formalmente distintas, compartilhavam estrutura, identidade visual e gestão de conteúdo, criando um cenário artificial de competitividade. Documentos com assinaturas idênticas reforçaram a suspeita de que o grupo atuava em conluio para fraudar procedimentos e garantir contratos diretos.

A ação integra as operações Collusion e Simulatum, que executam seis prisões e 30 mandados de busca no Mato Grosso do Sul. O caso segue em sigilo, e novas informações serão divulgadas conforme autorização judicial.

Criciúma que Ensina

 personJoão Paulo Messer
access_time22/01/2026 - 17:17

O ano de 2025 colocou a educação de Criciúma sob novos holofotes.
Reconhecimentos nacionais e participações em competições internacionais reforçaram o peso do trabalho desenvolvido na rede municipal.

O conjunto de ações mostrou que planejamento, constância e investimento correto geram resultados visíveis.
Com novas estruturas entregues, o município ampliou oportunidades e fortaleceu o ambiente escolar.

A qualidade do ensino avançou com políticas públicas que saíram do papel e ganharam vida nas salas de aula.
Alunos e profissionais assumiram papel de protagonismo, representando Criciúma dentro e fora do país.

Esse movimento consolidou a cidade como referência em iniciativas educacionais.
A visibilidade alcançada não veio por acaso: foi fruto de gestão eficiente e de equipes comprometidas.

As conquistas de 2025 registram um marco para a educação do município.
E reforçam que investir em pessoas é o caminho mais seguro para transformar realidades

Plateias que vaiam se retroalimentam

 personJoão Paulo Messer
access_time21/01/2026 - 07:11

A medida que a eleição se aproxima as tensões aumentam. Ontem, no Rio Grande do Sul, o governador Eduardo Leite enfrentou uma plateia de clack petista que foi levar aplausos ao presidente Lula, num evento de ganhos para o Estado. Evento com a digital dos governos do Estado e da União.
Eduardo Leite encarou e disse o que a plateia deveria ouvir, mas não ouviu porque as vaias não pararam. Desnecessário dizer que este tipo de comportamento é a receita ou fórmula que explica boa parte do que vivemos hoje no país. A falência da sociedade.
Quem alimenta o ódio é incapaz de pensar e produzir. Incapaz de respeitar. E o respeito é a linha base de qualquer convivência.
Eduardo Leite foi forte para enfrentar aquela plateia que me faz lembrar que há outras tantas na outra torcida. Torcida tão radical quanto.
Abro imagens de redes sociais e vejo valentões de toda ordem encontrando nas postagens de redes sociais a única forma de aparecer. Não precisa procurar longe. Bem perto tempos exemplares destes espertalhões que ganham a simpatia da sua clack fazendo o joguinho da destruição do outro.
A eleição está se aproximando e a provocação que faço é o quanto o eleitor está envolvido nestas torcidas organizadas que tornam o pais em marca forte ao abismo moral.
A mesma tese do conflito da glorificação e da demonização que domina a sociedade a tempos em grupos opostos que se retroalimentam, vira fórmula dos que exploram a ignorância militante para se alimentar e permanecer no poder.
Vale lembrar que para votar, para decidir, para atuar é necessário no mínimo pensar e respeitar vertentes divergentes.
Tomara que o Brasil não sofra do mesmo mal que o abateu nestes últimos tempos, como se a diferença de opinião radical e agressiva e não a empatia fosse a melhor contribuição que o cidadão pode dar ao seu pais.
É só pra refletir.

Dia histórico para a Logística

 personJoão Paulo Messer
access_time13/01/2026 - 07:11

O setor de logística raramente ocupa o centro do debate público, mas é ele que sustenta, na prática, o desenvolvimento das cidades que se pretendem polos econômicos. Sem logística eficiente, não há competitividade, não há atração de investimentos e tampouco crescimento sustentável. Tratar esse setor como estratégico não é opção; é obrigação de qualquer gestão que pense no futuro.

Por isso, o que acontece hoje em Criciúma merece registro e reflexão. Depois de mais de três décadas de espera, o prefeito Vágner Espíndola assina a ordem de serviço para concluir as obras do Porto Seco. Um projeto que atravessou governos, discursos e promessas finalmente começa a deixar o terreno da retórica para entrar no da realidade.

As razões da demora, embora conhecidas e debatidas ao longo dos anos, já não são o ponto central. O tempo perdido não se recupera com justificativas. O que importa agora é reconhecer que, finalmente, houve a decisão política de tirar a obra do papel. E isso, por si só, já representa uma mudança de postura.

Foram inúmeras reuniões, audiências e anúncios que, por muito tempo, não passaram disso. A diferença do momento atual está na visão coletiva aplicada ao setor de transportes, entendendo que logística não é gasto, mas investimento estruturante. Quando a logística avança, toda a cadeia produtiva sente os efeitos positivos.

Ganha Criciúma, que se fortalece como polo regional. Ganha a região, que amplia sua capacidade de competir e atrair negócios. Ganha o setor de transportes, historicamente tratado como secundário, mas essencial ao desenvolvimento. O dia de hoje, portanto, é histórico não apenas pela assinatura, mas pelo sinal claro de que a logística começa, enfim, a ocupar o lugar que sempre deveria ter tido.

O 8 de janeiro três anos depois

 personJoão Paulo Messer
access_time08/01/2026 - 07:11

8 de janeiro, a data que nos relembra uma das mais tristes respostas da indignação brasileira.
Uma tragédia, posso dizer, sem exageros.
Fato que compara a outras tantas e até ao 11 de setembro dos Estados Unidos.
Digo que é sem exagero não pelas mortes, mas pela morte coletiva da esperança brasileira.
Uma nação mergulhou no luto depois de tudo aquilo que aconteceu em 8 de janeiro de 2023.
Milhares de brasileiros viveram a esperança de que os pais, em um só ato, um só movimento que simbolizasse toda a desesperança, pudessem se transformar, mudar e significar novas esperanças.

Ludibriados por um discurso absurdo, por planos igualmente absurdos e por ilusões vendidas a centenas de milhares de pessoas, que de olhos vedados e cérebros lavados por discurso populista e de esperança, avançaram contra o patrimônio que simboliza o Poder no país.

Triste 8 de janeiro. Dados que relembram que sepultou-se a esperança de um país diferente.
De um país igual ao desejo da grande maioria das pessoas, de paz, seriedade, ordem e progresso.

Pessoas levadas a agir de maneira atabalhoada, despreparada, desorientada e abandonada invadiram contra o Poder que vem corroendo a esperança.
E tudo se provou que o Brasil poderia ser ainda pior.
Que a Justiça não é lenta, como é quando julgar outros crimes.
A Justiça mostrou que quando quer julgar os invasores de Brasília em horas, nem em dias,
Mostra que o país tem poder. Mas o poder na mão de alguns poucos, literalmente poderosos, que seguem nos fazem referências da esperança.