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Camelódromo de Criciúma tem edital aberto para concessão de boxes

commentJornalismo access_time20/04/2026 16:30

Prefeitura quer valorizar e dar mais dinamismo ao Mercado Público Criciumense

Campeões do Catarinense Sub-21 são promovidos ao elenco profissional do Caravaggio

commentEsporte access_time13/04/2026 17:30

Crias da Montanha se preparam agora para a Série B do Catarinense

Tigre intensifica preparação e mira vaga na Copa do Brasil 2027

commentCriciúma EC access_time18/02/2026 10:50

Equipe de Eduardo Baptista realiza treino técnico e tático no CT e trata Taça Acesc como prioridade após ausência inédita no torneio nacional

FORQUILHINHA ABRIU A CAMPANHA

access_time02/03/2019 - 00:22

Os movimentos provocados pelo prefeito Dimas Kammer (PP), de Forquilhinha, nesta semana, podem ter provocado involuntariamente o aquecimento às eleições municipais do ano que vem não só no seu município. Este público envolvido em eleições está sempre alerta. Basta uma mexida que os movimentos começam. Já havia sido feito um primeiro movimento uma semana antes, este dentro do PSD, mas regional. Foi quando o deputado Júlio Garcia reuniu o seu partido para discutir estratégias. Nos últimos dois dias sucederam-se vários movimentos menores e internos que denotam inquietação suficiente para aquecer as eleições municipais na região.

EM CRICIÚMA
Em Criciúma o prefeito Clésio Salvaro começou a atuar, tanto no político como no administrativo, de forma mais intensa. Na agenda tem uma relação de ordens de serviço e inaugurações que mais ou menos cumprem a agenda dos próximos dois anos, depois de um período de ritmo menos intenso. Já na articulação política são evidentes as amarras para as eleições.

CASO CASAN
Mesmo que a presidente da Casan tenha sinalizado que pode atender a reinvindicação feita pelo prefeito de Criciúma reduzindo a taxa de esgoto e repassando royalties para o município de Criciúma, Salvaro segue conduzindo a mobilização como se fosse romper o contrato. Marcou para quarta-feira uma reunião às 8h com os prefeitos dos seis municípios que fariam parte um possível consórcio regional. Ele aconselhou os prefeitos que tragam seus procuradores para encaminhar juridicamente o rompimento.

JÁ SERVE
Passados dois meses, nesta semana o governador Carlos Moises da Silva saiu pela primeira vez da capital para fazer uma visita oficial a uma cidade do interior. Como não poderia ser diferente, visitou Joinville, onde terminou a noite num jantar num dos melhores restaurantes da cidade com líderes empresariais locais. Não deixou nenhuma notícia animadora, mas pelo menos saiu da “toca” – na capital.

NA UDN
O ex-líder regional do PSL, Júlio César Lopes, sugere nas entrelinhas das entrevistas que concedeu após sair do partido, que a tendência é ir com Bolsonaro para uma nova sigla. A manifestação chamou atenção, pois se trata de um líder do interior do interior do Brasil. Fica parecendo muito mais numa aposta. Ele falou inclusive na sigla UDN.

CRÍTICAS À SAÍDA
Nas mesmas redes sociais por onde sempre transitou muito bem, e onde apostou para articular o PSL no Sul, Júlio Lopes foi alvo de críticas por ter saído do partido. Os questionamentos são a respeito dos problemas que o partido pode enfrentar como é natural estando no governo.

DIFÍCIL ACONTECER
Nesta semana vereadores levaram à prefeitura proposta para construção de um viaduto sobre a avenida Centenário na região do “Corte da Próspera”. A alternativa desafoga o trânsito que entra na cidade através da Via Rápida. Ocorre que a proposta sugere desviá-lo em parte por dentro do bairro Pio Correa, conhecido com Vila dos Engenheiros (área nobre). Por influência dos impactados esta obra nunca deve sair do papel.

NA LINHA
Se for construído viaduto para desviar o trânsito que chega pela Via Rápida para a região do Bairro Pio Correa inclusive a região onde mora a Secretária de Obras, Kátia Smielevski, será impactada.

RAIMUNDO AO COMANDO
O ex-governador Raimundo Colombo passou um longo período “na muda” – como dizem em Lages. Agora começa a aparecer no cenário político mais uma vez. Nesta semana teve agenda intensa. Coincidentemente, ou não, neste período surgiram informações de que o presidente nacional do PSD está conduzindo o partido a uma “intervenção branca” que leve à saída de Gelson Merísio do comando. A sigla deve ser devolvida ao ex-governador que saiu dela por inércia. Este movimento levou ao rompimento com a tríplice aliança, à derrota na eleição para governador e à derrota pessoal de Colombo na disputa pelo Senado.

RECADO Ao confirmar que recebeu nota direta e pessoal do presidente nacional do PSL, Gilberto Kassab, para deixar o partido em Santa Catarina, Gelson Merísio diz ter ouvido claramente que o pedido foi feito por Raimundo Colombo e Jorge Bornhausen.

PAREM... A Câmara de Vereadores de Criciúma já deveria ter feito denúncia da irresponsabilidade do Patrimônio da União que entregou ao vandalismo, com estímulo a ações delinquentes (a ocasião faz o ladrão) o prédio do antigo Ministério Público Federal. E o antigo inquilino abandou de todo a sua antiga casa?

DE LEZAR... O que acontece com a antiga sede do MPF é um crime contra o cidadão contribuinte. Enquanto, amparado na burocracia, o Patrimônio da União não permite a transferência do prédio para o município, gasta-se uma fortuna com a depredação e a falta de um espaço para a Câmara de Vereadores.

O CIDADÃO... Autoridades federais brincam com o dinheiro do contribuinte e a Câmara de Vereadores se contenta em percorrer caminhos protocolares da transferência que não acontece. O governo federal já lesou o cidadão quando abandonou o prédio onde funcionava o INSS e agora transferido para o município. A recuperação vai custar mais cara do que se tivesse sido feita com responsabilidade.

NOVO LÍDER A troca de líder do governo de Criciúma na Câmara Municipal, não foi uma simples troca. O prefeito foi flagrado em conversas fechadas no Paço elogiando o ritmo do vereador Aldinei Potelecki (PR). Por isso a substituição do ex-líder pastor Jair Alexandre (PSC).

PORÉM Deve se levar em conta, ainda, na avaliação da troca de líder na Câmara de Vereadores, que o prefeito Clésio Salvaro vem amarrando várias siglas estratégicas para compor aliança no ano que vem. O PR de Potelecki é estratégico tanto em número de eleitores na cidade como em tempo de televisão.

NA FESTA Se em 2018 nos 138 anos de colonização de Criciúma em 2019 nos 139 anos a festa de comemoração foi em grande estilo, primeiro com a inauguração da reconstrução do Paço Municipal e depois com inauguração do Parque dos Imigrantes, em 6 de janeiro de 2020, nos 140 anos de emancipação o prefeito Clésio Salvaro promete uma megafesta.

FRASE DO DIA
“Ninguém deseja a intervenção no PSD. Acredito no diálogo como força da democracia. Diálogo que inclui falar, ouvir muito e não impor. Acredito que política não é força, mas sim respeito. Neste momento precisamos reconstruir o nosso partido, buscando a formação de uma base intelectual, ouvindo a sociedade e dando oportunidade para o novo. Meu desejo é ajudar a restabelecer a harmonia no PSD de Santa Catarina”.
Raimundo Colombo ao comentar as informações de que a direção nacional do PSD deve intervir no partido em Santa Catarina passando o comando da sigla de Gelson Merísio e repassando ao ex-governador.


Reação às Cotas

 personJoão Paulo Messer
access_time23/01/2026 - 09:00

A vereadora de Criciúma, Giovana Mondardo, intensificou a mobilização contra a lei sancionada pelo governador Jorginho Mello que extingue as cotas raciais nas universidades de Santa Catarina. A medida, aprovada no fim de 2025, provocou imediata resposta de lideranças e movimentos sociais.

Giovana classificou a decisão como um ato de politicagem e afirmou que a lei é inconstitucional, já que normas estaduais não podem contrariar legislações federais.

Os resultados das ações afirmativas em SC mostram avanços significativos, como o aumento de estudantes negros na Udesc, que passou de 6% para 17% nos últimos anos.

Para a vereadora, Santa Catarina, terra de Antonieta de Barros e ainda marcada por episódios de preconceito, não pode retroceder em direitos. A mobilização segue no objetivo de preservar políticas que ampliam o acesso ao ensino superior no estado.

Criciúma amplia acesso ao implante contraceptivo gratuito

 personJoão Paulo Messer
access_time23/01/2026 - 06:30

Criciúma ampliou as opções de planejamento reprodutivo na rede municipal ao oferecer gratuitamente o implante contraceptivo Implanon. O método, inserido no braço e com duração de até três anos, está disponível nas Unidades Básicas de Saúde mediante avaliação clínica.

Para iniciar o atendimento, basta procurar a UBS de referência e realizar a consulta com profissional habilitado. Não há exames prévios obrigatórios, apenas a confirmação de que a paciente não está grávida, com teste feito na própria unidade.

O dispositivo é fornecido pelo Ministério da Saúde, enquanto o município garante equipe e estrutura para aplicação. O secretário Deivid Freitas destaca que as mulheres recebem orientação completa e avaliação cuidadosa antes da decisão.

Um diferencial de Criciúma é a inserção do implante no pós-parto imediato, no Hospital Materno Infantil Santa Catarina, onde as pacientes também são orientadas sobre prevenção combinada e o uso de preservativos para proteção contra infecções.

GAECO cumpre prisão e reforça investigação que mira fraude em licitações no MS.

 personJoão Paulo Messer
access_time22/01/2026 - 19:22

O GAECO de Santa Catarina cumpriu, em Itapema, um mandado de prisão em apoio ao Ministério Público do Mato Grosso do Sul, dentro da Operação Collusion, que apura irregularidades em contratações públicas desde 2021. A investigação conduzida pela 1ª Promotoria de Justiça de Terenos aponta que empresas do setor de publicidade simulavam concorrência para justificar dispensas de licitação no Município e na Câmara de Vereadores.

Segundo o MPMS, as empresas, embora formalmente distintas, compartilhavam estrutura, identidade visual e gestão de conteúdo, criando um cenário artificial de competitividade. Documentos com assinaturas idênticas reforçaram a suspeita de que o grupo atuava em conluio para fraudar procedimentos e garantir contratos diretos.

A ação integra as operações Collusion e Simulatum, que executam seis prisões e 30 mandados de busca no Mato Grosso do Sul. O caso segue em sigilo, e novas informações serão divulgadas conforme autorização judicial.

Criciúma que Ensina

 personJoão Paulo Messer
access_time22/01/2026 - 17:17

O ano de 2025 colocou a educação de Criciúma sob novos holofotes.
Reconhecimentos nacionais e participações em competições internacionais reforçaram o peso do trabalho desenvolvido na rede municipal.

O conjunto de ações mostrou que planejamento, constância e investimento correto geram resultados visíveis.
Com novas estruturas entregues, o município ampliou oportunidades e fortaleceu o ambiente escolar.

A qualidade do ensino avançou com políticas públicas que saíram do papel e ganharam vida nas salas de aula.
Alunos e profissionais assumiram papel de protagonismo, representando Criciúma dentro e fora do país.

Esse movimento consolidou a cidade como referência em iniciativas educacionais.
A visibilidade alcançada não veio por acaso: foi fruto de gestão eficiente e de equipes comprometidas.

As conquistas de 2025 registram um marco para a educação do município.
E reforçam que investir em pessoas é o caminho mais seguro para transformar realidades

Plateias que vaiam se retroalimentam

 personJoão Paulo Messer
access_time21/01/2026 - 07:11

A medida que a eleição se aproxima as tensões aumentam. Ontem, no Rio Grande do Sul, o governador Eduardo Leite enfrentou uma plateia de clack petista que foi levar aplausos ao presidente Lula, num evento de ganhos para o Estado. Evento com a digital dos governos do Estado e da União.
Eduardo Leite encarou e disse o que a plateia deveria ouvir, mas não ouviu porque as vaias não pararam. Desnecessário dizer que este tipo de comportamento é a receita ou fórmula que explica boa parte do que vivemos hoje no país. A falência da sociedade.
Quem alimenta o ódio é incapaz de pensar e produzir. Incapaz de respeitar. E o respeito é a linha base de qualquer convivência.
Eduardo Leite foi forte para enfrentar aquela plateia que me faz lembrar que há outras tantas na outra torcida. Torcida tão radical quanto.
Abro imagens de redes sociais e vejo valentões de toda ordem encontrando nas postagens de redes sociais a única forma de aparecer. Não precisa procurar longe. Bem perto tempos exemplares destes espertalhões que ganham a simpatia da sua clack fazendo o joguinho da destruição do outro.
A eleição está se aproximando e a provocação que faço é o quanto o eleitor está envolvido nestas torcidas organizadas que tornam o pais em marca forte ao abismo moral.
A mesma tese do conflito da glorificação e da demonização que domina a sociedade a tempos em grupos opostos que se retroalimentam, vira fórmula dos que exploram a ignorância militante para se alimentar e permanecer no poder.
Vale lembrar que para votar, para decidir, para atuar é necessário no mínimo pensar e respeitar vertentes divergentes.
Tomara que o Brasil não sofra do mesmo mal que o abateu nestes últimos tempos, como se a diferença de opinião radical e agressiva e não a empatia fosse a melhor contribuição que o cidadão pode dar ao seu pais.
É só pra refletir.

Dia histórico para a Logística

 personJoão Paulo Messer
access_time13/01/2026 - 07:11

O setor de logística raramente ocupa o centro do debate público, mas é ele que sustenta, na prática, o desenvolvimento das cidades que se pretendem polos econômicos. Sem logística eficiente, não há competitividade, não há atração de investimentos e tampouco crescimento sustentável. Tratar esse setor como estratégico não é opção; é obrigação de qualquer gestão que pense no futuro.

Por isso, o que acontece hoje em Criciúma merece registro e reflexão. Depois de mais de três décadas de espera, o prefeito Vágner Espíndola assina a ordem de serviço para concluir as obras do Porto Seco. Um projeto que atravessou governos, discursos e promessas finalmente começa a deixar o terreno da retórica para entrar no da realidade.

As razões da demora, embora conhecidas e debatidas ao longo dos anos, já não são o ponto central. O tempo perdido não se recupera com justificativas. O que importa agora é reconhecer que, finalmente, houve a decisão política de tirar a obra do papel. E isso, por si só, já representa uma mudança de postura.

Foram inúmeras reuniões, audiências e anúncios que, por muito tempo, não passaram disso. A diferença do momento atual está na visão coletiva aplicada ao setor de transportes, entendendo que logística não é gasto, mas investimento estruturante. Quando a logística avança, toda a cadeia produtiva sente os efeitos positivos.

Ganha Criciúma, que se fortalece como polo regional. Ganha a região, que amplia sua capacidade de competir e atrair negócios. Ganha o setor de transportes, historicamente tratado como secundário, mas essencial ao desenvolvimento. O dia de hoje, portanto, é histórico não apenas pela assinatura, mas pelo sinal claro de que a logística começa, enfim, a ocupar o lugar que sempre deveria ter tido.

O 8 de janeiro três anos depois

 personJoão Paulo Messer
access_time08/01/2026 - 07:11

8 de janeiro, a data que nos relembra uma das mais tristes respostas da indignação brasileira.
Uma tragédia, posso dizer, sem exageros.
Fato que compara a outras tantas e até ao 11 de setembro dos Estados Unidos.
Digo que é sem exagero não pelas mortes, mas pela morte coletiva da esperança brasileira.
Uma nação mergulhou no luto depois de tudo aquilo que aconteceu em 8 de janeiro de 2023.
Milhares de brasileiros viveram a esperança de que os pais, em um só ato, um só movimento que simbolizasse toda a desesperança, pudessem se transformar, mudar e significar novas esperanças.

Ludibriados por um discurso absurdo, por planos igualmente absurdos e por ilusões vendidas a centenas de milhares de pessoas, que de olhos vedados e cérebros lavados por discurso populista e de esperança, avançaram contra o patrimônio que simboliza o Poder no país.

Triste 8 de janeiro. Dados que relembram que sepultou-se a esperança de um país diferente.
De um país igual ao desejo da grande maioria das pessoas, de paz, seriedade, ordem e progresso.

Pessoas levadas a agir de maneira atabalhoada, despreparada, desorientada e abandonada invadiram contra o Poder que vem corroendo a esperança.
E tudo se provou que o Brasil poderia ser ainda pior.
Que a Justiça não é lenta, como é quando julgar outros crimes.
A Justiça mostrou que quando quer julgar os invasores de Brasília em horas, nem em dias,
Mostra que o país tem poder. Mas o poder na mão de alguns poucos, literalmente poderosos, que seguem nos fazem referências da esperança.

Criciúma em tempo de festas

 personJoão Paulo Messer
access_time06/01/2026 - 07:11

Criciúma comemora hoje 146 anos de colonização.
Tempo de maturação de 46 anos até a sua emancipação.
Afinal, qual é a maior comemoração? A da colonização ou da emancipação? Essa dúvida perdura por anos. Há diferentes teorias sobre isso. Afinal, na colonização o município nasceu e na sua emancipação ganhou a independência, dizem alguns, comparando a vida de um de nós seres humanos. Mas será que é assim mesmo?

Essa pergunta cabe, hoje, quando a cidade mais importante do Sul de Santa Catarina comemora a colonização, dias após, e ainda dentro das comemorações do centenário de emancipação. Cabe discutir este assunto porque uma das ideias do governo atual é extinguir o feriado de 6 de janeiro por conta do esvaziamento que a cidade sofre neste tempo de festas. A ideia do atual prefeito é acabar com o feriado do 6 de janeiro, diminuindo as datas festivas para que mais dias de atividades sejam livres no calendário. Mas será que isso é a alternativa que a maioria da população escolheria se tivéssemos uma consulta popular, por exemplo?

A colonização é o berço da cidade. O nascimento de tudo. A emancipação como o próprio nome sugere é a sua independência. Bem, deixemos no ar a pergunta e partimos para um fato prático. O próximo prefeito, aquele que assumir em 2029 após a eleição de 1928 terá na sua agenda as comemorações dos 150 anos de emancipação, assim como o atual governo teve o centenário de emancipação. E importante lembrar, o prefeito pode ser o mesmo: Vaguinho Espíndola. Isso é secundário. O fato é que daqui a quatro anos a cidade comemora o sesquicentenário. E quatro anos passam muito de pressa.

Enfim, hoje a alvorada é festiva. A cidade está em festa e a maioria da população aproveita para descansar, ir à praia, estender o feriadão e até manter-se em 2025 como alguns ainda estão fazendo. Quer dizer, para muitos 2026 só começa amanhã, depois do seis de janeiro que hoje é festivo.

A data é ruim sim. Seis de janeiro cai entre as festividades de virada de ano e uma das minhas dúvidas é se vai ter gente suficiente para comer o bolo de 146 quilos que será servido daqui a pouco.

Seja qual for a sua opinião sobre qual é de fato o aniversário de Criciúma que deva ser comemorado, que aproveitemos este tempo. Aproveitemos este dia fazendo um belo e produtivo feriado em Criciúma, mas não sem deixar de lembrar que a cidade não tem mais o direito de esquecer que é polo regional e que ao seu redor a vida segue normal. Que hoje é apenas mais um dia de atividades do apertado calendário de 2026.

O socialismo em questão

 personJoão Paulo Messer
access_time05/01/2026 - 07:11

Era sabido. Iria acontecer mais cedo ou mais tarde. A invasão americana com captura do presidente venezuelano Nicolas Maduro aconteceu na madrugada de sábado.
Pronto: tem assunto para o debate político já na largada do novo ano.
Afinal, é invasão para salvar a população venezuelana de um ditador sanguinário ou é apropriação de um território rico em petróleo por uma das maiores potencias econômicas do mundo, aproveitando-se de um momento de fragilidade desta nação?
Tem versões e interpretações prá todos os gostos e correntes de pensamento.
Muito provavelmente nenhuma nem outra estará totalmente certa. Em todas há poréns. Detalhes que fogem à nossa capacidade de acompanhar um fato internacional desta magnitude.

É óbvio que o brasileiro deve estar se perguntando intimamente: “e eu tenho o que a ver com isso?” Até onde vou ser afetado?

O fato é que nós já vínhamos sendo afetados com a situação da Venezuela. Alguns até beneficiados, contratando mão de obra mais barata, por exemplo.

Outra pergunta que muitos devem estar se fazendo, especialmente, se estão mais interessados nestes joguetes geopolíticos é se estamos diante de uma terceira guerra mundial.
Sinceramente acho que não. Acho. Nada mais do que achismo. Achismo que vem do que li e ouvi nestas últimas horas de especialistas no assunto. Nem eles têm unanimidade na opinião. A cada um que fala ou escreve abre mais e mais espaços à interpretações.

Mas para resumir o que eu penso, é:
Primeiro que o foco do noticiário vai sair um pouco aqui do Brasil e das nossas mazelas. E sai desse debate polarizado aqui sem deixar de ser polarizado. É que nós estamos sintonizados com o mundo que está polarizado. A única coisa é que os nossos personagens aqui são outros.

Em segundo lugar, é que tem muita gente que vai se aproveitar deste momento. Procura sair do foco e redefinir algumas linhas, empurrando para baixo do tapete e para fora da primeira página questões que terminaram 2025 infestando a esperança brasileira.

Quer saber o que pensa o povo venezuelano? É fácil. Pergunta para os milhares que estão por aqui, assim como estão pelo mundo. Eles fugiram por não suportar mais a situação criada pelos desmandos do seu governo. E olha que por aqui tem brasileiro acreditando ser este o melhor de todos os sistemas de governo.
O socialismo é uma belíssima tese, o problema é quando ele é uma farsa.

Programa João Paulo Messer vai ao Balneário Rincão em uma sexta-feira de sol, informação e respiro

 personJoão Paulo Messer
access_time30/12/2025 - 08:00

Nesta sexta-feira, o Programa João Paulo Messer sai do estúdio e se instala no Balneário Rincão, tendo o mar como cenário e a brisa como companhia. A escolha do local não é apenas estética: ela traduz o espírito de um programa que sabe ouvir, observar e interpretar o tempo em que vive.

À beira da praia, com sol e clima típico de sexta-feira, o jornalismo ganha outro ritmo, mais atento às pessoas e às histórias que surgem fora do roteiro rígido. Entre entrevistas e diálogos francos, o programa mantém a essência informativa, mas se permite respirar.

É um convite ao público para acompanhar um conteúdo que relaxa sem perder profundidade. Porque há dias em que a notícia pede calma, escuta e horizonte aberto.

Programa João Paulo Messer vai ao Balneário Rincão em uma sexta-feira de sol, informação e respiro

 personJoão Paulo Messer
access_time30/12/2025 - 08:00

Nesta sexta-feira, 30, hoje, o Programa João Paulo Messer sai do estúdio e se instala no Balneário Rincão, tendo o mar como cenário e a brisa como companhia. A escolha do local vai além da estética: traduz o espírito de um programa que sabe ouvir, observar e interpretar o tempo em que vive.

À beira da praia, com sol e clima típico de sexta-feira, o jornalismo assume outro ritmo, mais próximo das pessoas e das histórias que surgem fora do roteiro rígido. Entre entrevistas e diálogos francos, a essência informativa permanece, mas ganha espaço para respirar.

É um convite ao público para acompanhar um conteúdo que desacelera sem perder profundidade. Porque há dias em que a notícia pede calma, escuta e horizonte aberto.

A Campanha Começou nas Narrativas, Não nos Projetos

 personJoão Paulo Messer
access_time30/12/2025 - 06:30

Imagine como será a eleição de 2026. Eu diria que ontem tivemos uma prévia do cenário que deve preencher o noticiário político, as redes sociais e, por extensão, as nossas vidas ao longo deste ano, pelo menos até outubro, ou um pouco mais, caso haja segundo turno.

A visita do ministro dos Transportes, mais do que anunciar uma esperada obra, a solução para o Morro dos Cavalos, e confirmar outra, o término da Serra da Rocinha, teve o tom de provocação ou de resposta às provocações políticas vindas do lado oposto.

Com mais tempo dedicado às alfinetadas do que às características técnicas das obras, ouvimos críticas direcionadas ao governo do Estado. A resposta foi imediata. O governador Jorginho Mello também esteve em agenda no Sul.

Enquanto as assessorias do ministro ainda nem haviam editado os trechos mais lacradores, o governador já tinha respostas na ponta da língua. Afinal, ele conhece bem o jogo político. E mais, sabe o que encanta a plateia, as lacrações.

Falas lamentáveis que escancaram a pobreza do que tende a ser a campanha eleitoral de 2026. Em tempos de Covid discutíamos a eficácia das vacinas. Em tempos de eleição, passamos a procurar imunização contra um jogo político rasteiro, feito de narrativas e provocações.

O que menos desejamos é sermos contaminados pelo vírus do ódio, que respinga de todos os lados. E, para essa imunização, não existe programa de governo. Muitos dos que jogam esse jogo sabem que, quanto maior o contágio, maiores são as chances eleitorais. Mais do que ouvir projetos, veremos pessoas elegendo quem apresenta a melhor narrativa e não necessariamente as melhores soluções.

Lei Antifacção

 personJoão Paulo Messer
access_time19/11/2025 - 07:11

A aprovação da chamada Lei Antifacção pela Câmara dos Deputados representa, sem exagero, um daqueles raros momentos em que o Congresso Nacional parece despertar de sua letargia moral e enxergar o país real — aquele que convive diariamente com o medo, com territórios tomados pelo crime e com o avanço de organizações que se comportam como verdadeiros Estados paralelos.

É um passo firme, corajoso e necessário. Não porque resolve tudo, mas porque indica uma direção: a de que o poder público, ao menos por alguns instantes, recorda sua obrigação básica de proteger o cidadão.

É importante reconhecer que, num cenário de tanta ambiguidade política, a aprovação dessa lei surge como um lampejo de lucidez. Sim, o Brasil ainda é capaz de produzir consensos civilizatórios. Sim, nossos parlamentares, quando pressionados pelo clamor social, podem agir em defesa do interesse coletivo. E, sim, o combate às facções criminosas exige instrumentos legais proporcionais ao tamanho da ameaça que enfrentamos. Nesse sentido, a votação demonstra que, quando quer, o Congresso funciona.

Mas seria ingenuidade acreditar que tudo é virtude e desprendimento. A história recente nos ensina que raramente existe unanimidade desinteressada no parlamento. Para cada aceno de responsabilidade, há um cálculo político oculto; para cada gesto em favor do país, uma contrapartida não declarada. É o velho dilema nacional: celebramos avanços, mas sempre com uma pulga atrás da orelha.
Por isso, embora a aprovação da Lei Antifacção mereça aplausos, ela também exige vigilância. Resta saber quais serão os próximos movimentos, qual a “pegadinha” embutida nos desdobramentos legislativos e que espécie de negociação subterrânea pode vir à tona. Afinal, o jogo político brasileiro nunca é simples — e, menos ainda, inocente.

A vitória é do povo de bem? Em parte, sim. Mas só será plena se este passo não for seguido de retrocessos discretos, ajustes convenientes ou concessões que descaracterizem o mérito da medida. Em um país onde lampejos de lucidez aparecem, mas não viram regra, cabe ao cidadão acompanhar cada detalhe. O combate ao crime não pode ser pauta de ocasião; precisa ser compromisso permanente. E é exatamente isso que agora teremos de cobrar.

Governador no Sul de SC

 personJoão Paulo Messer
access_time17/11/2025 - 13:34

Além da extensa relação de autorizações para obras no Sul de SC chamou a atenção para a representatividade da região que acompanhou todos os atos. Em cada um dos palanques muita gente. Este tipo de evento realizado no fim de semana e em horários com inúmeras alternativas nem sempre tem todo o prestígio que tiveram.

Outros fatos relevantes são os de que a reitora licenciada da UNesc e atual Secretária de Estado da Educação, Luciane Ceretta, foi quem esteve o tempo todo ao lado do governador, por isso deixando evidente que sua força política a cacifa para ser a autoridade mais influente, mesmo quando o assunto não é da pasta de Educação.

Outro fato que chama a atenção sempre é que o governador trata de infraestrutura os atos são feitos com a presença do Secretário Adjunto de |Infraestrutura Ricardo Grando.

A nova fase da AMREC

 personJoão Paulo Messer
access_time11/11/2025 - 11:11

Quando assumiu a presidência, no início do ano, o prefeito de Lauro Müller, Valsir Fontanella, encontrou uma entidade esfacelada. Apenas cinco dos doze municípios faziam parte da entidade de fato. A primeira ação foi trazer os demais prefeitos de volta.

Menos de um ano depois, a sede da entidade já demonstra os novos tempos. Não apenas os municípios que haviam sido afastados pelos seus prefeitos retornaram, como também a participação passou a ser mais intensa.

Prova dessa nova fase é a ampla reforma pela qual a sede está passando e que deve ser concluída até o final do ano. As adaptações e melhorias só foram possíveis porque os municípios que antes estavam inadimplentes voltaram a pagar suas mensalidades e quitaram os atrasos.