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Polícia Civil deflagra "Operação Aletheia" contra crimes de extorsão sexual

Quatro prisões preventivas foram realizadas em oito buscas em Criciúma e Içara

comment Jornalismo access_time07/07/2020 - 14:15

Reportagem: Jornalismo / Rádio Eldorado (com informações da DRR/DIC) - Foto: Divulgação

A Divisão de Repressão à Roubos da Polícia Civil de Criciúma (DRR/DIC), coordenada pelo delegado Yuri Miqueluzzi, realizou nesta terça-feira (7) a Operação Aletheia, na repressão de extorsões sexuais (“sextorsion”) em série nas cidades catarinenses. A investigação apontou indícios dos crimes de organização criminosa, extorsões, lavagem de capitais, falsidade documental/ideológica e corrupção de menores.

A operação deflagrada realizou a prisão de quatro pessoas envolvidas que tiveram a preventiva decretada. Foram cumpridos oito mandados de buscas residenciais nos bairros Operária Nova, Nova Esperança, Santa Luzia e Imperatriz, em Criciúma, além dos bairros Jaqueline e Boa Vista, em Içara.

Aletheia se refere a uma personagem da mitologia grega associada à verdade. Citada em uma das fábulas de Esopo, com o ensinamento de que algo falso pode às vezes começar com sucesso, no entanto, com o tempo, "a verdade Aletheia prevalecerá".

A investigação teve duração de quinze meses. A organização criminosa realizava extorsão de vítimas por meio de trocas de mensagens por aplicativos. De início, os crimonosos criavam perfis falsos de mulheres jovens em redes sociais. Estes perfis eram utilizados para adicionar potenciais vítimas. As conversas migravam para outros aplicativos de mensagens, onde eram realizadas conversas de cunho sexual e trocas de fotos e vídeos íntimos.

Após isso, o grupo simulava que os pais da suposta jovem tiveram acesso às conversas e vídeos. Alegavam que a menina era adolescente e, a partir daí, passavam a extorquir dinheiro para que o conteúdo íntimo não fosse divulgado para familiares da vítima ou para a polícia. O grupo assumia identidade de policiais e até criava mandados de prisões para dar veracidade aos golpes. Com medo, as vítimas realizavam pagamentos de grandes quantias em contas bancárias. Em uma das contas do grupo, a movimentação mensal superou R$ 80 mil.

O trabalho investigativo apurou a participação de, pelo menos, seis pessoas envolvidas. Os cumprimentos das prisões e buscas tiveram a participação de 50 policiais civis, com atuação de integrantes da DRR/DIC, DRE/DIC, DH/DIC, CORE (Recursos Especiais da PC), SAER (Helicóptero da PC), 1ª DP, 2ª DP e DPCAMI de Criciúma, DP de Forquilhinha, DP de Içara e DP de Balneário Rincão.

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