Cinco regiões continuam em nível máximo de risco da Covid-19
Mias uma vez o sul do Estado mostra diminuição nos números de casos
Divulgado neste sábado mais um mapa de risco do Estado de Santa Catarina em relação aos casos de Covid-19. O COES – Centro de Operações de Emergência em Saúde – junto da SES, revelaram a atualização do mapa de risco potencial por região. Nesta semana, cinco regiões apresentam níveis máximos. São elas: Nordeste, Médio Vale do Itajaí, Foz do Rio Itajaí e Extremo Oeste.
As regiões do Alto Vale do Itajaí, Carbonífera, Extremo Sul, Grande Florianópolis e Serra Catarinense ficaram classificadas em nível menos crítico, com risco alto. Já as regiões do Alto Uruguai Catarinense, Laguna, Meio Oeste, Oeste, Planalto Norte, Xanxerê e Alto Vale do Rio do Peixe estão em uma situação intermediário, figurando na situação grave.
Desde o mapa passado, SC vem adotando mais um critério para as definições: o de índice na cobertura vacinal. “São 17 meses nesse enfrentamento à pandemia, nós aprendemos muito nesse processo, um deles é evolução na Matriz. Ela agora traz outras prioridades que definem melhor o cenário do momento, o vírus mudou, o impacto da doença na sociedade mudou e a gente tem que se adaptar a essa necessidade para que possamos avançar ainda mais nesse enfrentamento”, ressalta o secretário de Estado Saúde, André Motta Ribeiro. "Nós continuaremos adaptando a matriz conforme a evolução da pandemia", aponta.
Mais notícias de Jornalismo
TUDO A VER: Antiguidades e Inteligência Artificial foram os assuntos desta sexta-feira
Natália Chaves recebeu Edu Barato e Fernando Ferreira
Criciúma inicia construção de centro especializado para crianças autistas
Investimento de R$ 19 milhões prevê estrutura multidisciplinar e atendimento a cerca de 900 alunos da rede municipal
TUDO A VER: Edição especial de Dia dos Professores
Natália Chaves recebeu Guilherme Cardoso, Josiane Pedro, Elaine Salvaro, Michele Guizzo, Pedro Rosso e Sabrina Canarin e
Joster Fávero alerta para impactos do fim da escala 6x1
Presidente do sindicato aponta aumento de custos e possíveis reflexos nos preços de hotéis, bares e restaurantes.
Senado aprova fim da escala 6x1
Nova jornada prevê dois dias de descanso sem redução salarial














