Criciúma na Superliga B de Voleibol Feminino: esporte, talentos e orgulho para a cidade
A estreia da equipe criciumense será em 9 de dezembro, no ginásio da Unesc
A partir de dezembro, Criciúma volta a brilhar no cenário esportivo nacional com a equipe FME Criciúma/Mampituba/Radar/Unesc disputando a Superliga B de Voleibol Feminino. O projeto, fruto da parceria entre a Prefeitura de Criciúma, a Fundação Municipal de Esportes (FME), a Sociedade Recreativa Mampituba e a Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), foi oficialmente apresentado em coletiva de imprensa no Paço Municipal Marcos Rovaris.
Esporte como política pública e formação de valores
Durante o anúncio, o prefeito Vagner Espindola destacou que a iniciativa vai além de uma competição esportiva. Segundo ele, trata-se de uma política pública de incentivo ao esporte, capaz de revelar talentos e, ao mesmo tempo, transmitir valores como disciplina e companheirismo para jovens atletas.
Estreia marcada e expectativa da cidade
A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) divulgou a tabela da Superliga B, com início em 5 de dezembro. A estreia da equipe criciumense será em 9 de dezembro, no ginásio da Unesc, contra o Abel Moda Vôlei, de Brusque. Para a presidente da FME, Robinalva Ferreira, este é um momento histórico: “Assim como futsal, handebol e futebol feminino já representam Criciúma em competições nacionais, agora o vôlei também será motivo de orgulho e divulgação da cidade em outros estados”.
Jogos em Criciúma e adversários de peso
Todos os jogos em Criciúma acontecerão no ginásio da Unesc, reforçando o papel da universidade como parceira estratégica. Além da equipe local, a competição contará com clubes tradicionais como E.C. Pinheiros, São Caetano, Sesi Bauru, Flamengo, entre outros.
A chefe de Gabinete da Reitoria da Unesc, Suelen Rosa Biz, ressaltou que sediar os jogos é uma oportunidade de lazer e cultura para toda a região, além de consolidar o esporte como ferramenta de transformação social.
Formação de atletas e busca por resultados
O elenco criciumense terá 18 jogadoras, sendo oito da base e dez reforços de outras cidades e estados. O técnico Luciano Iribarrem Carvalho explicou que a equipe passou por reformulação após a Superliga C e que a experiência das novas atletas será fundamental para apoiar as jovens da base.
Crescimento do projeto e conquistas
O presidente do Mampituba, Larciney Antônio Fabris, relembrou que o projeto começou em 2021 e já conquistou resultados expressivos nas categorias sub-17, sub-19 e sub-21, tornando-se referência no estado. Agora, o desafio é mostrar a força do vôlei criciumense em nível nacional.
Estrutura da competição
Na primeira fase, os 14 times se enfrentam em turno único. Os oito melhores avançam para as quartas de final, disputadas em ida e volta. Em caso de empate, haverá golden set. As semifinais serão em melhor de três jogos e a grande final em jogo único, com mando da equipe de melhor campanha. Os dois finalistas garantem vaga na Superliga Feminina 2026/27.
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