EM SÉRIE, IMBECILIDADE HUMANA NÃO TEM LIMITES
OPINIÃO: Texto de Willi Backes
Diz o ditado popular que "a parte mais sensível do corpo humana, é o bolso", entretanto e se este não for a causa do caso, resta a chibata do decreto oficial.
É público e notório que qualquer ideia, sugestão ou proposição originado do Governo Bolsonaro, recém iniciando mandato, de pronto será contestado, rebatido, esculhambado, denegrido e difamado, por parcela dos rebaixados nas urnas e quase totalidade da mídia apartada e desmamada das tetas fartas do Estado Brasileiro.
Assim foi quando o Ministro Sérgio Moro expos projeto para modelar e aperfeiçoar legislação com temas relacionados à segurança e justiça, como quando o Presidente Bolsonaro e Ministro Paulo Guedes apresentaram proposição para ajustamento da Previdência Social, e, agora, quando o Ricardo Vélez Rodriguez, Ministro da Educação, ousou SUGERIR a execução do Hino Nacional no primeiro dia de aula nos educandários públicos e privados, e que se possível, curtas imagens gravadas por celular fossem enviados ao respectivo ministério. O Ministro foi imprevidente quando assinou o documento com o slogan da campanha eleitoral, quando na verdade, o slogan do Governo Federal é "Pátria Amada Brasil".
De relatoria da Senadora Ana Amélia (PP/RS), em 30 de Dezembro de 2016, foi aprovada e publicada a Lei 13.413/2016, em substituição da Lei 5.700/1971, e que determinou a execução do Hino Nacional Brasileiro quando de eventos esportivos com participação dos Comitês Olímpico e Paralímpicos, Confederação Brasileira de Clubes e das Ligas Regionais e Nacionais. Pode parecer exagero devido a repetência.
Da mesma forma, em eventos com participação direta ou indireta de Organizações e Entidades Públicas e Privadas, é tradicional e do cerimonial, a execução do Hino Nacional Brasileiro.
Agora, após a SUGESTÃO do Ministro para que o Hino fosse executado nos educandários no primeiro dia do retorno às aulas, observar as argumentações contrárias, de muitos educadores, dirigentes educacionais e mídia, é para provocar asco e revolta, principalmente nos pais e demais familiares participantes diretamente ou até indiretamente na educação dos seus descendentes.
Ouvi e li que "nossa escola não tem bandeira nacional", mais, "na escola não tem mastro para pendurar a bandeira", mais, "na escola não pode ter ideologia partidária", mais, "a nossa escola tem buracos no telhado", mais, "nossa escola não tem máquina fotográfica", assim por diante.
Quanto às filmagens dos alunos perfilados para cantar o Hino Nacional, pergunto: qual mãe, pai, avô, avó, irmão e irmã ou qualquer linhagem parentesco, pode ou é contrário a imagens do (a) estudante cantando direito de manifestação cívica ???
Não há confusão maior do que quando das apresentações teatrais, canto e dança, desfiles, declamações ou outra manifestação de alunos nos educandários, com presença dos fãs familiares. Quem não fotografa, contrata fotografo e filmador profissional. É da vida, é da história.
Comprovado neste contraditório que a imbecilidade humana não tem limites, e ela é resistente. Notadamente quando sempre tem um voluntário propagador nos meios de comunicação, fazendo eco desta imbecilidade. Se admiram e se associam.
Reportagem: Jornalismo Eldorado
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