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Texto de Willi Backes

comment Jornalismo access_time30/04/2019 - 16:16

Dizem alguns que existe no Brasil uma associação, informal, de profissionais que compõem uma entidade denominada “Jornalistas Investigativos”. Se existem, não são conhecidas as intenções e os resultados.

O que é notadamente perceptível são o colunismo social viciado, cronista político previamente condicionado e uma enormidade de caras e palavras vazias, com olhar de paisagem. Investigação, direto ao ponto, nada.

Agora mesmo, o STF - sempre o STF - autorizou entrevista com o chefe de quadrilha condenado, preso, Lula da Silva, na cadeia em Curitiba. Falou-se que seria uma “entrevista coletiva”. Na verdade resultou em piada de mau-gosto. Escolhido foram dois porta-vozes, tradicionais no serviço sujo político-partidário produzido e reproduzido em TV, rádio e Jornal.

A esclerose moral múltipla do presidiário teve amplitude no resultado.

Enquanto isso, dois personagens com bagagem e conteúdo suficiente para causar terremoto nas hostes bandidas, são olimpicamente ignorados pelos tais “Jornalistas Investigativos”.

Se o Lula, animador do maior roubo da história da humanidade pode esbravejar contra tudo e contra todos, por que então não buscar contraponto, através de investigação oficial autorizada, junto por exemplo, com a mula publicitário Marcos Valério, condenado a 37 anos, 5 meses e 6 dias e ou com o ex-presidente da Câmara Federal Eduardo Cosentino da Cunha, condenado a 14 anos e 6 meses.

Diferentemente do Lula que mente e debocha quanto arrota a sua inocência, os dois, Marcos Valério e Eduardo Cunha admitem certas culpas, e já em inúmeras oportunidades pediram para falar, para tentar explicar, tentar contar tudo que sabem, o que fizeram e com quem fizeram. O Instituto da Colaboração, também apelidada de “Delação Premiada” é regulamentada, é Lei nos alfarrábios jurídicos.

Aqui vige é um conluio perfeito. A PGR, o MPF e o STF, ignoram qualquer chance de dar ouvidos aos relatos contagiantes dos dois. Estão aí duas pautas superinteressantes para Jornalistas Investigadores, se é que eles existem. Porque assim agem as Entidades Superiores Jurídicas? Porque não solicitar ao STF, chave de porta-de-cadeia, tratamento igualitário que se permitiu ao maior entre corruptos e corruptores já parido?

Investiguem. Façam valer o apelido.

Reportagem: Jornalismo Eldorado

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