Abertura do banco de olhos depende de pequenos detalhes
Indefinição está na forma de repasse do valor para custeio
Após impasses na decisão do custeio do banco de olhos de Criciúma, poucos detalhes ainda impedem o início do funcionamento da unidade. Segundo o presidente da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec) e prefeito de Cocal do Sul, Ademir Magagnin, resta apenas o parecer do Tribunal de Contas do Estado que definirá o meio jurídico de como será o pagamento das despesas do Banco.
A indefinição está na forma de repasse do valor, que poderá ser feito dos municípios diretamente para a empresa administradora ou dos município para a Prefeitura de Criciúma que repassaria posteriormente o valor à administração do Banco.
O prefeito Ademir Magagnin comentou a situação em entrevista à Rádio Eldorado. Ouça no podcast abaixo:
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