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Amin pode imitar Moreira

Ex-governador pode não ter apoio suficiente na aliança que precisa construir para ser candidato

comment Jornalismo access_time09/07/2018 - 21:00

Reportagem: Coluna João Paulo Messer

Analise da política
Se o deputado Gelson Merísio (PSD) não figura na ponta de cima das pesquisas parece pouco preocupado com isso. Sua estratégia tem sido a da lei da sobrevivência, um dia de cada vez. A fase atual é a da definição de candidaturas. Pesquisa agora é mera pirotécnica comercial ou midiática. Estrategicamente as amarras são feitas internamente nos partidos. São os convencionais dos partidos que decidem quem serão os candidatos e não as pesquisas. Essa parece ser a aposta de Merísio. No MDB Mauro Mariani não jogou muito diferente. Desde sempre defendia prévias. Bateu o pé e Eduardo Moreira saiu do jogo antes de testar a sua capacidade interna no MDB, mesmo que nas pesquisas liderava bem.
A situação de Merísio é parecida. Para Esperidião Amin não basta estar bem nas pesquisas, precisa ir por etapas e a da vez é a escolha interna. No caso dele com a agravante de que não basta vencer a prévia progressista. Precisa manter a aliança construída por Gelson Merísio. Amin poder ser Moreira em breve, ou seja, sair do jogo antes.

Há pelo menos uma semana os bastidores da política no Sul – provavelmente em outras regiões também – tratam de uma verdade capaz de influenciar forte no incerto cenário eleitoral de Santa Catarina. Trata-se do real potencial eleitoral do PP. Não me refiro ao potencial eleitoral de Esperidião Amin, mas do PP.
Não há um só progressista “da ativa” – exceto o deputado estadual João Amin – que não saiba que Esperidião Amin só tem o PP se for para ele próprio ser o candidato a governador. Ele pode usar aquela frase do ex-técico Zagalo: “vocês vão ter que me engolir”. Amin não tem a liderança de entregar a qualquer que seja o partido aliado o PP, para ocupar, por exemplo, vaga de vice ou para o Senado. Amin só dita regra se ele for o candidato a governador. E se for corre risco de ser abandonado por alguns. Não é de hoje que o PP sonha sobreviver sem Amin.

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