Opinião: É coisa da China, força reversa
Texto de Willi Backes
Entre os anos de 1958 a 1962, quando a China tinha população estimada em 668 milhões de habitantes, devido aos extremos da seca e de muitas chuvas, o país passou por anos terríveis devido a fome, período em que a maioria de sua população vivia no campo.
O regime comunista, capitalista de seus mandatários, produziram dois programas específicos. Em primeiro lugar, determinou que as famílias dali pra frente tivessem apenas um filho, a partir do segundo, o agrupamento familiar sofreria sanções do Estado ditatorial. Hoje é fácil perceber que o programa de controle de natalidade não funcionou no todo. Até 2019, a população mais do que dobrou. São mais de 1,4 bilhão de chineses, só na China.
A segunda medida, essa atingiu toda a humanidade. A China investiu em moradias – foram construídas cidades inteiras – para alojar milhões nas novas áreas urbanas. Seguindo o plano, a China ofereceu ao mundo milhões de trabalhadores para mão-de-obra barata, sem custos sociais e brigas sindicais. Para o povo Chinês que estava morrendo de fome, receber uma casa e poder se alimentar regularmente, foi um enorme ganho.
A China quebrou patentes de produtos de todo o planeta e passou a multiplicar a fabricação. E mais, atraídas pelos ganhos da fartura da mão-de-obra barata, industrias e laboratórios do mundo todo passaram suas unidades industriais para a China. Foi assim com a indústria automobilística, eletroeletrônicos, medicamentos, equipamentos, vestuário e muitos mais. Por citar o vestuário, a indústria do vestuário e confecções no Brasil foi arrasada pela China. Sobraram os teimosos.
A crise mundial provocada pelo vírus chinês escancarou dependências técnicas e produtivas em vários dos setores concentrados por lá. Em decorrência, muitas indústrias voltarão para casa de origem. A etiqueta “Made In China” voltará a despertar desconfianças, como já foi em passado recente.
Quando o Presidente Bolsonaro disse em alto e bom som que “O Brasil não será vendido para a China, mas, queremos vender para a China”, não foi entendido por aqueles que de todas as formas não querem entender.
A China já comprou boa parte do território do continente Africano. Precisa produzir para comer. Por enquanto e ainda por muitas décadas, a China estará dependente da produção de alimentos da agricultura e pecuária brasileira, na proporção crescente de sua população e dependência produtiva.
Reportagem: Redação Eldorado
Mais notícias de Jornalismo
Voto regional, decisão racional
Artigo de Willi Backes
Unimed tem ação especial
Plano Unimed tem dia de acesso fácil
Próspera encerra programação comemorativa dos 60 anos da CDL de Criciúma nos bairros
As celebrações continuam no dia 31 de outubro, com uma feijoada especial que reunirá associados, parceiros e convidados
Mídias do Brasil completa um ano de plataforma e celebra dois anos de conexão entre profissionais de mídia de todo o país
O site permite buscar veículos e oportunidades de mídia por meio de comunicação, estado e cidade
Prefeitura de Criciúma realiza leilão de carros, motos, caminhões e máquinas
Lotes incluem bens que não atendem mais às necessidades da Administração; interessados podem consultar e participar pela plataforma Kron Leilões














